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Full text of "Micro Sistemas - Ano II No. 022 (1983-07)(ATI)(BR)(pt)"

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ANo II N" 22 - JUl.HU 83 CrS <>00.00 



A PRIMEIRA REVISTA BRASILEIRA DE MtCROCOMPUTADORES 






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OS CHIPS DE 
16 BITS 



rOliaffWaUJ 



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Sirva-se. 



O importante, numa Iqja de inform&tica, 

6 o numero de opgoes que eta oferece. 

£ a equipe tecnica de que dispde, 

para uma orieniaqao segura 

na escolha do equipamento e do programa 

mats adequados ao seu caso 

pessoal, ou ao de sua Empresa. 

Por isso a Computerland 

£ importante para 

sua decisao. 



Consulte o nosso cardapio: 



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AQ MICROPROCESSADORES 
ZD DE 16 BITS - J a famosos no 
mercado internacional, os micros 
de 16 bits comecam a aparecer no 
Brasil. Conheca, com Ant6nio 
Rafael D. Teixeira, as principals 
familias americanas. 



aqNO MUNDO DAS 
UO IMPRESSORAS - Como 
escolher sua impiessora? Uma 
reportagem sobre o mercado, 
incluindo uma tabela com todos 
os modelos - e suas caracterfsticas 
- fabricados no Brasil. 




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l /* CONTROLE DE ESTOQUE 
*D NO PC-1500 - Urn programa 
que nao deixara seu estoque 
entrar em baixa, desenvolvido por 
Newton Braga Jr. 



no TORRE DE HANOI: 

/ Z UMA SOLUCAO EM BASIC 

- O principio da solucao recursiva 
aplicada a linguagem BASIC, 
neste programa-jogo de Joao 
Henrique A. Franco. 



10 

12 

14 
19 
22 

32 

36 
49 



DELIMITADORES DE CAMPOS 
NUMERICOS - Programa de Roberto Quito 
de SantAnna. 

A ANIMACAO DE FIGURAS EM ALTA 
RESOLUgAO - Artigo de Carlos Alberto 
Jahara. 

A IMPLEMENTACAO DAS MEM6RIAS - 

Artigo de Orson Voerckel Galvao. 

ALIEN. O INVASOR - Programa de Bruno 
Barasch. 

AEROPORTO 83 - Programa de Renato 
Degiovani. 

COMO AUTOMATIZAR SUA 

PROGRAMACAO - Artigo de Jose Raiael 

Sommerfeld. 

ESCONDENDO O JOGO NO TK82-C - 

Artigo de Ronaldo de Almeida Santos. 

NO RITMO DO HP-75 - Artigo de Paulo 
Salles Mourao. 



C rk EFE1TO SONORO NO TK e NE - Artigo de 

OU Octavio Nogueira Neto. 

C n TABELA PRICE EM BASIC - Programa de 

Oiu Ivan Falcao de Domenico. 

r a COMPILADOR FORTH PARA Z80 - 
04 De Antonio Costa. 

prk ELETRONICA NA HP-41 - Programa de 
Qv Pedro Ricardo Drummond. 

« A UM PROGRAMA PARA 

O* RADIOAMADORES - De Arnaldo Mefano. 

qq PEQUENAS MEMORIAS, GRANDES 
DO ECONOMIAS - Artigo de Renato Degiovani. 

74 CURSO DE ASSEMBLER - VI 

G COMPOSICAO DE PRECOS UNITARIOS - 
/ Q II - Programa de Jose Eduardo Maluf de 
Carvalho. 



82 




NCC'83: A VEZ DOS PERIFERICOS 



SECOES 



4 EDITORIAL 
6 CARTAS 
8 XADREZ 
1 8 CURSOS 



20 BITS 

34 EQUIPAMENTOS: QI-800 
48 LIVROS 



CLASSIFICADOS, 
fcrt CLUBES E 
DZ MENSAGEM DE ERRO 

■yn MICRO SISTEMAS 

/Zresponde 



86 



LOJAS: KRJSTIAN 



MICRO SISTEMAS, julho/f 




mssum 



• Neste numero de MICRO SISTE- 
MAS, apresentamos uma reportagem 
compteta sobre o mercado de impres- 
soras, fornecendo pregos e caracte- 
rfsticas dos modelos disponiveis para 
utilizagao em micros pessoais. 

Nossa experi6ncia mostra que, para 
a maior parte de usuArios dom&sti- 
cos, o periferico impressor e nada 
menos que um fascinante e inacessl- 
vet sonho. VArias vezes, diante da per- 
gunta se teriam disponibilidade de 
impressora, diversos leitores com 
quem temos contato tazem cara de 
susto: "Mas eu $6 uso em casa..." 

Por certo esta exclamacao e com- 
preenslvel, e ate em alguns casos lou- 
vivel, posto que afasta o perigo de 
exageros nao cabiveis no contexto 
atual do Brasli. Algo do tipo "tirar tis- 
tagens dos gastos mensais" ou "usar 
a impressora para printar o resultado 
do jogo da velha". (E o caso de um 
senhor que procurava saber aonde 
comprar joguinhos para seu sistema 
— de 64 K e disco de 8" — de utiliza- 
Qao domestica), 

* O que ocorre e que o preco das im- 
pressoras em nosso pais e muito alto. 
Aqui certamente posso ouvir aqueles 
que alegam ja ter o preco do periferi- 
co evolufdo {ou involuido) bastante, a 



ponto de diminuir o diferencial com 
relagao aos pregos dos equipamen- 
tos estrangeiros. Notem porem que 
quando falo de pregos, trato-o de for- 
ma relative,, sem "expurgos": levan- 
do em conta a media do poder aqui- 
sitivo dos usuArios de computadores 
dom&sticos de abaixo — e acima — 
do Equador. 

Este prego elevado prende-se bas- 
tante ao problema da escala de pro- 
dugao, pois embora nossa industria 
jA possua razoaveis Indices de nacio- 
nalizagao, as vezes sao pouco com- 
pensadores, face ao volume de pro- 
dugAo, os altos investimentos neces- 
sArios, principalmente no setor da me- 
cinica fina. 

A nacionalizagao, em cartas fases, 
esbarra na escala. A nao nacionaliza- 
gao sofre influSncias dos impactos 
cambiais e credlticios de nossa poli- 
tica. E as impressoras continuam ca- 
ras se enfocadas fora do imbito das 
aplicag6es "comerciais", 
• Uma boa oportunidade para a in- 
dustria abre-se neste momento em 
que os condutores da Polltica de In- 
formAtica procuram inceniivar a ex- 
portag&o. Muitos pronunciamentos e 
tentativas de aproximagio comercia! 
com outros paises t$m sido levadas a 



efeito no sentido de salvaguardar nos- 
sa industria, fortalecendo-a para que 
mefhor suporte os ataques constan- 
tes que t6m sido desfechados contra 
a reserva de mercado. 

£ importante perceber que esta ten- 
tative de protegao da industria nacio- 
nal finalmente abriu a discussao da 
informitica para segmentos mais am- 
plos da populacao, chegando ao Se- 
nado Federal atraves de um Simpdsio 
reafizado recentemente. E 16, o que 
se tern visto, afora alguns exercicios 
de retdrica certamente sedu tores, e 
um consenso dos pariamentares em 
torno da situagao defendida pela SEI. 



(Jfdo* "&cu^if<xr- 



Avlsamos «0« nOMOi amkyos • JeHores 
qua ■ ATI-RJ esta da mudanca. 
Nosso novo ondoraoo •: 
Rua VlBCond* Sllva n.° 25, Botatogo 
CEP 22281 - Rto d* Janeiro — RJ 
Tela.: (021) 266-5703, 246-3639 
266-1797, 266-0330 



Editor Dlrator Raaponaaval: 

Alda Surerus Compos 

REOACAO: 

Doniso Pragana 

Frina Araripe 

Graca Santos 

Marui da niona tsperanga 

Paulo Henrique da Noronha 

Fhcardo Inoiosa 

St«la Lachtormacher 

Aaaaaaorla Taonlca: 

I in; Antonio Pereira 
N«wturi Duarte Brags Jr, 
Oraort Voerckel Gatvao 
Ftenato Degiovanl 

Colaboradoraa: Amaury Moraes Jf., Antonio Costa Pe- 
reira, Arnaldo Mllslnln Malano, Claudlo Curollo, Ivo 
TJ Aquino Neto, Joneson Carnniro de Aievedo, Liane 
Tarouco. Luciano Nilo de Andrado, Marcol Tarnsse da 
FontnurH, Rsnato Saboalini, Roberto Quito de 
Sant Anna. 

Suparvlaao Grallca; Lazaro Santos 

Dlagramacao: Silvio Sola 

Arta Final: Vicente de Caalro 

Fotogratla Carlao Limttira. Monica Lame, Nelson Jumo 

lluatracoat: Hubert, Ricardo LbiIb Willy. 

Gustavo Mendett 
Garanta Admlnlatrativo: Claudia Lara Campos 



ADMINISTRAQAO: Marcia Padovan de Moraos, Wllma 
ferreira Cavalcanti, Maria dr t ourdas, Elizabeth Lopea 
do* Santos, Trinia Cevolo Qoncaluos. 

PUBLICIDAOE 
Sao Paulo: 

Natal Calina 

Al Gabriel Mdnteiro da Sllva. 1229 - Jardim Paulis- 

tano ■ CEP 01441 - TbI. (011) 2Btl-4l44 

Rio da Janalro: 

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Rua Visconde Silva, 2fi Botatogo ■ CE J 22201 

Tela.: (021) 266 0339, 286.1797 a 268,S?03 

CIRCULACAO E ASSINATVRAS: 

Marcos dos Pasaoa Nhvds (R.I) 
Dilma Menezas da Sllva (HJ) 

Maria i ■ i ,n. ,':i. hi -.,. ■ (KPi 

DISTRIBUICAO: 

A 5 Motln ■ Imp I Ma 

Tals: (0211252 1226 «2fi3 1560 ■ RJ (011) 226.6076 ■ SP 

Compoalcao: 

Gaieta Mercantil s.A 

Folollto: 

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Impraaaao • Acabamwnto: 

Cia Lithograrica Yplranga S A Rua Cadetc, 2(W 

Tlragam: 

45 mil oyemplarea 

Aailnaturia: 

No paia: 1 ang ■ OS 5 000.00 



Oa artlgoi aaalnadoa aao da ntaponaablUdada unica 
a aiclualva doa autoraa. Todoa oa dlraltoa da rapro- 
duQao do contaudo da ravlata aatao raaarvadoa o 
qualquar raprodu^ao, com flnaltdadaa oomarclala ou 
nao, ao podara aar falta madlanta autorlzacao pravla. 
Tranacrlooaa parclala da trachoa para oomantarloa ou 
rafaranciaa podam aar lallaa, daada qua aalam man 
clonadoa oa dado* WWtograflcoa da MICRO SBTEMAS 
A ravlata nao aoarlta matarlal publlcluhrlo qua poaaa 
aar conlundldo com malaria radaclonal. 



MICRO SISTEMAS a uma pubiicacao mensal da 



AJT^ 



Analiae, Teleprocossiirrwiitu n 
Informatica Editors Ltda. 



Dlrator praaldanta: 

Alvaro laiKelra Assurnpcau 

Dlrator Vlca-Praaidanla: 

Alda Surerus Campos 

Dlrator: 

Roberto Rocha Souza Sobrinbo 

Endaracoa: 

Al Gabriel Montoira da Silva, 1229 ■ Jardim Paulistano 
■ Sao Paulo ■ SP - CEP 01441 ■ Tol.. (011) 2004144 
Rua VlBConde Silva 25 ■ Botafogo ■ Rio dn Janniro ■ 
RJ ■ CEP 22281 ■ Tala : 26S-5703, 246-M39. 286-1797, 
266^)339 



"MICRO SISTEMAS, Julho/83 



/ 




O sorteado deste mes, que recebera 
gratuitamente uma assinatura de urn 
ano de MICRO SISTEMAS, 6 Marco 
Antonio R. Tendrio, de Alagoas. 



APRENDA INGLES 



Cada vez mais interessante a MI- 
CRO SISTEMAS. Muito bom o pro- 
grama "Aprenda lngl§s no computa- 
dor", do Renato Degiovani, publicado 
no numero 18. O mesmo pode ser 
adaptado para outras mate>ias, o que o 
torna muito util na a>ea de ensino, e 
isto usando um micro de baixo custo. 

O sistema de avaliacSo dos results- 
dos prove", no entanto, apenas grupos 
de 15 perguntas. Tomo a liberdade de 
sugerir algumas modificacOes para que 
possa ser feita a avaliacSo dos resulta- 
dos com qualquer numero de pergun- 
tas: 

6050 IF Z < INT IS * ,33 4 .5 ) 

THEN GOTO 6200 
6055 IF Z < INT <S * .66 + .5 ) 

THEN ROTO 5300 
6060 IF Z < S THEN GOTO 6400 
6065 IF K ■ S THEN UOTO 6500 

Luiz Carlos Nardy 
Jau - SP 

Muito bem, Luiz Carlos, gostamos 
de ver sua disposicao em procurar mo 
dificar o programs, e ainda mais em 
dividir sua experiGncia com os outros 
leitores. 



ESCARAPATES? 

£ com satisfacao que comunico- 
vos a apresentacSo, hoje, pela primeira 
vez, nos escarapatesdosquiosques des 
ta cidade, da revista MICRO SISTE- 
MAS de vossa edicao. 

Desde j<5 as minhas felicitacoes e 
votos para que o vosso esforco conti- 
nue no sentido de um aperfeicoamento 
constante na divulgacao/formacSo na 
• Hi-,) da Informdtica. Devido principal- 
mente a grande demora e irregularida- 
de no aparecimento da maioria das re- 
vistas brasileiras aqui, na llha da Ma- 
deira (e no restante de Portugal, penso 
eu), conv6m-me receber a revista MI- 
CRO SISTEMAS diretamente, por assi- 
natura. 

Manuel da Silva F. de Abreu 
Funchal - Madeira 



Agradecemos muito o incentivo a 
os elogios. Mas, uma coisa nos intri- 
gou: o que sera escarapatei dos quios- 
quss? 



CURIOSIDADESDATI 



Ao ler o artigo "Curiosidades das 
TIs 58/59" publicado nas revistas MI- 
CRO SISTEMAS n9s 5 e 6, f iquei mui- 
to entusiasmado ao saber de macetes 
que n3o constam no manual destas md- 
quinas. Desta maneira, descobri novas 
bandeiras (flags) para serem usadas pe- 
los usua"rios, Estas novas bandeiras 
(89), que n3o podem ter acesso direto 
pelo teclado, so podem ser usadas em 
programas. O procedimento para se 
usar estas bandeiras 6 o seguinte: 

• Colocacao - ST F STO XX BST BST 
2nd Del 

. Retirada - INV STF STO XX BST 
BST 2nd Del 

• Teste de posicionamento - IFF 
STO XX BST BST 2nd Del 

• Teste de nllo posicionamento — 
INV IFF STO XX BST BST 2nd Del 
XXentre10e99,XX* 40. 

De uma maneira mais pr^tica, seria: 

• ColocacSo - STF TT 

• Retirada - INV STF TT 

• Teste de posicionamento — IFF TT 

• Teste de nao posicionamento — 
INV IFFTT 

Onde TT e" a tecla que tern como 
c6digo o numero da bandeira que se 
quer usar. Para ilustrar melhor, obser- 
vem o exemplo. 



UAH 1. 1 111* 



I' HI Hill 

m l> IFF !«0 E ' 



i.i I'm lull i ■. ii 'ii 



sir ind Prt 



rt 4 Intl. 

Marco Ant&nio R. Ten6rio 
Mace 16 - Alagoas 

Muito bom, Marcos. TIo bom que 
publicamos. E tern mais: esperamos 
que em breve vocfi nos mande progra- 
mas e novas descobertas para a Tl. 



TRIBUNA 



Ha alguns meses vi publicado nessa 
revista um anuncio de um clube cha- 
mado "Clube de Usuarios do TRS-80", 
que me interessou como proprietdrio 
que sou de um DGT-100. Escrevi ao 
endereco mencionado e prontamente 
recebi um formulaxio de inscricao, 
acompanhado de carta explicative. A 
proposta me interessou pela perspecti- 
va de intercSmbio t^cnico e paguei 1 
ORTN pela inscricao, 

Desde ent3o recebi apenas tres m(- 
seros boletins informativos, cujo escas- 
so conteudo tratava praticamente s6 



de ofertas de vendasdeequipamentos, 
servicos e programas. Hi tempos es- 
crevi ao Sr. Theodorico Pinheiro, res- 
ponsdvel pela entidade, pedindo um es- 
tatuto ou regulamento da associacao, 
assim como dando algumas sugestoes 
no sentido que a minha pobre ORTN 
trouxesse um retorno um pouco maior. 
Recebi uma "amivel" resposta prome- 
tendo atender, mas ate" hoje nada. 

Peco-lhes a gentileza de publicarem 
esta carta. 

Jose Ribeiro Pena Neto 
Belo Horizonte - MG 

Havfamos tornado conhecimento da 
carta do Sr. Jose' Ribeiro Pena e ja" ha- 
vfamos respondido, atendendoa solici- 
tacao do mesmo de desligamento do 
Clube. mesmo ingressou no Clube 
em meados de agosto de 82. 

Os nossos boletins informativos sao 
bimensais, contendo listagem comple- 
tas de programas. Enviamos uma revis- 
ta TRS-80 americana, informacoes ge- 
rais de outros associados que tern pro- 
gramas para oferecer, indicacoes de 
quern faz manutencSo de micros TRS- 
80, e prestamos pequenas gentilezas 
dos associados de outros Estados quan- 
do nos solicitam daqui de Sao Paulo, 
como \& aconteceu com morador de 
Goias e do Rio Grande do Sul. 

O Sr. Ribeiro, al^m disso, quer que 
n6s tamWm oferecamos gratuitamente 
programas gravados em fita cassete ou 
disco, ao modelo da CLOAD ameri- 
cana, tudo ao custo de uma ORTN 
anual. Ja" havfamos escrito anterior- 
mente ao mesmo dizendo que esta 
ultima soiicitac3o nlo poderia ser aten- 
dida. 

Theodorico Pinheiro 
S3o Paulo -SP 



MSAGRADECE 



Depois de tantas cartas (acho que 
ja escrevi umas seis) e tantos pedidos, 
e vocSs sempre fazendo o mtiximo para 
me responder, acho que ja 6 hora de 
agradecer a toda a equipe de MICRO 
SISTEMAS que me ajudou a sair do 
analfabetismo em Informatica. Obri- 
gado e ate 1 a prbxima! 
Antonio C. Fontes 
S3o Paulo - SP 

Agradeco a publicacao do meu 
anuncio na Secao Clubes, atrav^s da 
qual ja recebi tetefonemas e cartas 
para fundar um clube de computacao. 

Admiro muito o trabalho de voces 
e, como comprei varias revistas no gfi- 
nero, pude concluir que a publicacao 
de voces estd bem a frente das ou- 
tras (...) 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



Continuem colocando jogos em BA- 
SIC n/vel II na revista, pois aprecia- 
mos muito (eu e alguns colegas). 
Alfredo A. T. Gallinucci 
Santo Andr6 - SP 

Sendo mais um dos que adotou a 
informitica como "hobby", fiquei 
muito satisfeito ao descobrir a revista 
MICRO SISTEMAS, que desde os pn 
meiros numeros se primou pela quali- 
dade, que melhora a cada numero. 

Sou estudante de Engenharia Mela 
lurgica, e lid mais de cinco anos traba- 
Iho com calculadoras programdveis. 
Desde entSo venho desenvolvendo 
meus prdprios programas, muito deles 
especfficos para Metalurgia e Matemd- 
tica. Mais recentemente tive contatos 
com os computadores de grande porte, 
e apos trabalhar em seus terminals fui 
atacado pelo "Bacilus Terminales Es- 
pecimeV' (MICRO SISTEMASn9 T7), 
e ja estou partindo para a compra de 
um micro. 

Getulio de A. Ramos Jr. 
Belo Horizonte-MG 

Quero agradecer pela ajuda quanto 
as inlor macoes dadas sobre o computa- 
dor Sharp PC-1 500. 

A atencSo de V. Sas. foi de impor- 
tancia para demonstrar a responsabili- 
dade e preocupaclfo com que voces tra- 
tam os leitores. Parabenizo a qualidade 
desta publicacao e, mats uma vez, agra- 
deco profundamente. 
Nilton Lobo P. Guedes 
S3o Paulo - SP 

Venho por meio desta agradecer a 
gentileza por terem publicado em vos- 
sa revista, na Sec3o Classificados, um 
pequeno anuncio sobre troca ou venda 
de programas para micros com tecno- 
logia Sinclair. Recebi varias cartas de 
todo Brasil, e uma carta do exterior 
(Paraguai). Isto me chamou a atencKo 
para a excelente penetracio alcancada 
pela revista, a lids, a melhor que existe 
no mercado. 
Renato Strauss 
Sao Paulo - SP 



SUGESTOES 



Recientemente pude tear el n9 16 
de la revista y estoy notando que estan 
mejorando cada vez mucho mas. 

Ya se aen los anuncios y en los ar- 
ticulos y espero que siempre, con el 
correr del tiempo, vayan mejorando 
mucho mas. Felicidades por el trabajo 
del equipo de MS les desea um amigo 
lector del Paraguay. 

Asi a su vez sujeriria si podrian ha- 
cer comparaciones entre micros nacio- 



nales y los importados, como el TK82- 
C, el TK85 con respecto al Sinclair 
ZX81 y asi sucesivamente, esto les su- 
jiero para que los lectors tengan al 
gunas ideas de lo que le puede ogrecer 
uno u otro micro. 
Carlos Fassardi 
Asuncion-Paraguay 

Todos os numeros de MICRO SIS- 
TEMAS trazem uma s4rie de cartas 
cheias de elogios a revista. Eu gostarla 
de reunir todas essas cartas e assinar 
em baixo. No entnato, a minha moti- 
vac'ao para escrever 6 no sentido de 
apresentar uma cri'tica. 

Vivemos o perfodo infernal dedois 
sistemas de discos quadraffinicos. Veio 
depois a tragedia de dois formatos de 
videocassetes. Agora sofremos coisa 
pior com os microcomputadores: a di- 
ferenca entre asdiversas UCPs faz com 
que o BASIC de um n3o sirva nos ou 
tros (...). 

Esta introducSo encaminha dois pe- 
didos: 

19 — Um detalhado artigo com o if- 
tulo "Diciona'rio para as traducoes dos 
dialetos BASIC/BASIC. Este artigo te- 
ria nas colunas os UCPs (Z80, 8085, 
6502 etc.), e nas linhasoscomandosa 
modificar ou substituir. 
29 - Cada vez que MICRO SISTE- 
MAS publicar um artigo como aquele 
Mala Direta, a revista data* uma ajuda 
na traducSo para os outros micros. 
Affonso do Prado Seabra 
Rio de Janeiro-RJ 

... £ minha opiniSo que MS nao de- 
ve imprimir programas (ou aula teo- 
rica) usando matrizes de 7x5 pontos 
para os caracteres das listagens. Eles 
(os caracteres) ficam horrfveis, alguns 
apagados, inintelegfveis e cansam as re- 
tinas (...). Meu conselho e que MS pu- 
blique os programas com caracteres ti- 
pogrif icos normals, como no n9 7, pd- 
gina 35. Ficou excelente! (...) 

Nova sugestao: MS deveria publicar 
a "Mensagem de Erro" em uma pdgina 
avulsa, com o verso em branco, a fim 
de poder ser destacada, recortada o co 
lada sobre o local onde estd o erro. 

Gostaria de ver em MICRO SIS- 
TEMAS um artigo que explique como 
utilizar os programas escritos na lin- 
guagem BASIC na calculadora alfanu- 
me>ica HP-41CV. Que tal consultar os 
engenheiros, programadores e colabo- 
radores de MS sobre o assunto? 
Nelson R. de Freitas 
Sorocaba — SP 



Envie suas «jgertoes para MICRO 
SISTEMAS. Elat serSo anotadas em 
notsa pauta e procuraremoc, na medi 
da do posslvel, viabiliza-las. 



OS 

MICROS 
ESTAO Al! 
APRENDA A 
PROCRAMA-LOS 



Se voce deseia aprender a programdr mi- 
crocomputddores, rst.i e a mm chance! 
Sint, |Kin|ni' d MILUVAN Mi< roi ompula- 
doret, espe< ializadd em torsos profissio- 
n.ili/.mii-s dd.dc i*i ' (, lorn o que hd dp 
melhor e m.iis atualizado para faxer de 
voce, em pouco tempo, um profiksiundl 
tolalmonle < a pa c it ado a operar micro- 
toinpuladoreb. 

Vejd notlOS cursoi, por frequenria ou 
correspondent ia: 



Batico de Elelronica Digital 

H.iviio para Mi* rocomputadorej 

Mi* io pun CUldoi 0080 c aoxili.i- 

res 

MIcro>procesudorei /no 

Integrddo, c-iigtohando .1 dos cur- 

sos .uinid 

LinKMagem BASIC especiiico para 

Miiroiompiiladores 



N.i.i ha misterio. I csiolher e aprender. 

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7t If 22011 - Rio - R|. 

Pldntdo telefoniio 24 lis. 

Jt-I.: (021) 2S!i-01(iS 



MICRO SISTEMAS, lulho/83 



CALCULADORAS 
-HP- 



Compre aquele modelo novo 

que voce deseja, mas traga 

sua calculadora HP usada 

para uma avalia<;ao, pois 

ela entra como parte de 

pagamento da nova. 



Venha pessoalmente, ou 
telefone e fale c/o Johnny 



J. Heger & Cia 
Revendedor Aut. H.P. 



Av. Moaci, 155 ■ Moema 
532-1856 SP. (011) 



^ 




Enxadrista experiente, Luciano Nilo de An- 
drade ji escreveu para os jamais "Correio da 
ManhS". "Data News" e "Oltima Hora" e pa- 
ra a re vista "Fatos & Fotos". Luciano 4 econo- 
mists, trabaihando no Ministirio da Fazenda, 
no Rio de Janeiro. As opinides e comentSrios 
de Luciano Nilo de Andrade, bem como as 
ultimas novidades do Xadrez jogado por com- 
putadores, estarao sempre presentes em 
MICRO SISTEMAS. 



TK82-C vs. Atari 



anifesto interesse levou-nos a 
realizar urn confronto enxa- 
„_ drfstico entre os programas Vi- 
deo Chess, da Atari e o TKADREZ, do 
micro TK82-C, ambos conhecidos de 
nossos leitores. 

videogame Atari, em virtude de 
seus variados programas ludicos, tem-se 
tornado a coqueluche da juventude em 
todo o mundo, enquanto o TK82-C 
apresenta propositos mais pr^ticos, tra- 
tando-se de urn microcomputador de 
uso geral, pore"m com muitos programas 
dejogos. 

No que diz respeito ao jogo de Xa- 
drez, nos diversos confrontos havidos 
entre os dois programas e contra joga- 
dores, o TKADREZ apresentou melhor 
performance. Contudo, nao obstante 
sua m'tida superioridade nas fases de 
abertura e meio-jogo, ele foi incapaz de 
impor-se na fase final, nao indo alem do 
empate, mesmo com imensa vantagem 
material merecidamente conquistada, 
como o leitor podera" constatar pelas 
duas partidas que apresentamos a seguir. 

Video Chess Atari (nfvel 3} 

x 

TKADREZ {nfvel 2) 

1 - P4R P4R; 2 - C3BR C3BD; 3 - 
C3B C3B; 4 - P4D PxP; 5 - CxP B4B; 
6 - B3R CxC; 7 - BxC D2R: 8 - D3D 



0-0; 9 - T1D D3D. Jogada pueril para 
ganharo bispo. 10-C5DBxB; 11-DxB 
CxC; 12 - DxC D5C+; 13 - P3BD 
DxPC e as pretas capturam um peao 
branco. O excesso de otimismo das 
brancas ao jogar 10 — C5D em vez de 
BxB, seguido de 0-0, custou-lhes o pea"o. 
14-D4B D3C; 15 - B3D P3D; 16-0-0 
B3R; 17 - D4C D4B; 18 - D2C. Se 
DxPCfi), 19 - DxPB+, seguido de 20 - 
R2R TD1C; 21 - D3T T7C+ e o rei 
branco ficaria exposto ao ataque adver- 
sano. 18 - ... TD-1D; 19 - D2D P4D; 
20 — D3R(?!). Parece que as brancas 
tentaram pegar as pretas numa cilada. Se 
20 — ... DxPB(P), as pretas perderiam o 
bispo ap6s 21 — PxP. Cai o bispo ou 
perdem a dama depois de 22 — BxP+\. 
20 - ...DxD; 21 - PxD BIB; 22 - PxP 
B5C. Novamente as pretas frustam as 
brancas ao nao morder a isca TxP(?), 
pois se o fizessem perderiam a qualida- 
de depois de 23 - BxP+ !. 23 - T2D 
TR1 R; 24 - R2B T3D; 25-B4B T3BR+; 
26 - R3C TxT; 27 - BxT B2D; 28 - 
R4B P4CR. Oferece a troca de um pe3o 
lateral (PCR) por um central (PR). 

29 — R3B. Prudentemente, as brancas 
nao aceitaram essa troca. 29 — ...P4BR; 

30 -T2BR P5C+; 31 - R2R T4R; 32 - 
P4B R2B; 33 - P4TR PxPep;34 - PxP 
P4CD; 35 — T4B. Impunha-se avancar o 
jogo para o centro do tabuleiro. 35 — 
...PxP; 36 — R3B. As brancas viram, 
agora, que nao podem capturar o PCD 



com a torre por causa de 35 — ...B4C 
cravando-a. 36 - ...P6B; 37 - B4B(?) 
R3B(?). Provavelmente programado pa- 
ra evitar xeques descobertos, o TKA- 
DREZ deixa de avancar o PBO para a 
casa 7, com subsequente e inevitdvel 
promocao. 38 - R2R P7B; 39 - T1B 
P3B; 40 - P6D B3R; 41 - BxB RxB; 
42 - R3D T4B; 43 - T1BD T4D+. As 
pretas iniciam agora uma seYie este>il de 
xeques que levam ao empate por repeti- 
cao de jogadas. 44 - R3B T4R; 45 - 
R4D T4D+; 46 - R4B T4R; 47 - R4D 
etc, quando poderiam f icar com final ga- 
nhador ap6s44 —...RxP. 



iTb ■IK 



Posicao apds 20 — D3R(?\). A$ brancas ten- 
tarn coiocar as pretas numa cilada. 



8 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



TKADREZ(ni'vel2) 

x 

Video Chess Atari (ni'vel 3) 



1 - P4R P4BD; 2 - C3BR C3BD; 3 - 
P4D PxP; 4 - CxP P4R; 5 - C5B C3B; 
6 - C3R P4D; 7 - D3B CxPR; 8 - CxC 
BxC; 9 - DxB PxC; 10 - DxPTIB; 11 
- B3D B3D; 12 - 0-0 D2R; 13 - B3R 
D3R; 14 - TR1D T1D; 15 - B4B. As 
brancas aproveitam as perdas de tempo 
ocasionadas por sucessivas jogadas da 
dama preta para conseguirem posipao 
dominante. 15 - ...D2D; 16 - B5CD 
P4TD(?). Depois desta jogada, a recupe- 
racao da posipao das pretas nao 6 tarefa 
para o Atari. 17 — B6C!. Com esta joga- 
da, as brancas submetem as pretas a for- 
te ataque que termina por dar frutos 
materials decisivos. 17 — ...P4B. As pre- 
tas nao dispoem de jogadas satisfato- 
rias. 18 — D5D, que impede o roque e 
exerce pressao mortal na coluna D. 18 — 
...B2B; 19 - BxC! PxB; 20 - D3B D2R. 
A dama nao pode defender simultanea- 
mente as casas 3BD e 2BD. 21 - DxPD+ 
T2D; 22 — BxB. Captura a primeira pe- 
ca negra. 22 — ...P5R. So um teimoso 
continuaria jogando esta partida total- 
mente perdida. 23 — BxP TIC; 24 — 



im A™X™^* HI * 



PosifSo apds 17 — 86C\. Com esta jogada, as 
brancas submetem as pretas a forte ataque 
que tsrmina por dar frutos material's decisi- 
vos. 



D8B+ R2B; 25 - DxT(7D} P5B; 26 - 
D5B+ R1R; 27 - T4D T1B; 28 - DxPT 
D3B; 29 - DxPR+ D2R; 30 - T1R 
DxD; 31 - TxD+ R2B; 32 - TxP+ 
R 1C; 33 - P3TD. Jogada de extrema su- 
titeza, s6 percepti'vel por um micro, 33 
- ...T1R; 34 - P3CD T7R; 35 - P4B 
R2T; 36 - T6D P4C; 37 - T5B T7C; 
38 - T7B+ R1C; 39 - T7R R1B;40- 
T3R T7T; 41 - P4TD T7C; 42 - T6CR 
R2B; 43 - TxP R3B; 44 - T{3)5R 






m. mm mm 



t r M mJ m m 



m mB. 

m 



m wm, wm. issi 



Com final ganho, o TKADREZ permitiu-se 
um empate infant/'/ atravtfs da sucess/vos xe* 
gues ao rei preto. 



T7R; 45 - T{5C)5B+ R3C; 46 - T5C+ 

R3B e o TKADREZ persistiu repetindo 
as mesmas jogadas, ate" o empate. Extre- 
mamente frustrante sua performance na 
fase final, apds impor-se nas fases de 
abertura e meio-jogo. Curioso 6" que ao 
colocar-se a posipao para an^lise no 
TKADREZ, como se fora um problema, 
ele a resolve tranquilamente, jogando 
45 — B8D+ e comendo a torre em se- 
guida. ■ 



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Controle de Estoque 


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Editor de Textos 


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Mala Direta 


26.344,00 


63.360,00 


Arquivo de Processos 


12.672,00 


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Contas Pagar/Receber 


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63.360,00 


Controle de Livros 


8.443,00 


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Controle de Cheques 


8.448,00 


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Biorritmo 


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DecisSo 


8.448,00 


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12.672,00 


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9.292,00 


13.516,00 


Obstaculo 


9.292,00 


13.516,00 


Eq. Diferencial 


9.292,00 


13.516,00 


Controle Saldo Bancario 


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42.240,00 


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MICRO SISTEMAS. julho/83 



Dois programas — um para o CP-500 e outro para o S-700 — que 
facilitam a entrada de campos numSricos na tela. 



Delimitadores 
de campos numericos 



Roberto Quito de Sant'Anna 



F~ ~ requentemente , ao usarmos pro- 
pamas comer ciais (como, por 
. I exemplo, um pacote de conta- 

bilidade), ficamos impressionados com 
os formatos de telas apresentados 
na comunicacao com o usuario, parti- 
cularmente quando o programa nos so- 
licita dados de entrada. Da maneira co- 
mo s5o feitos, 6 praticamente impossi- 
vel ao operador cometer um erro de 
entrada, uma vez que o programa se 
encarrega de dizer quando, onde e como 
entrar com os dados. 

No infcio, isto nos despertava sincera 
admiracao, ate" que um dia, durante o 
desenvolvimento de um programa em 
nosso bureau, surgiu o desafio: por que 
nao utilizarmos delimitadores de cam- 
pos numericos em nossos trabalhos? 

Em resposta ao desafio, apresento 
dois programas (um para o S-700 e ou- 
tro para o CP-500 ou qualquer compati- 
vel com o TRS-80) estruturados de mo- 
do a poderem ser facilmente transfor- 
mados em sub-rotinas e aplicados a qual- 
quer programa. 

CARACTERfSTICAS 

Basicamente os dois programas nos 
permitem colocar, em qualquer posicao 
da tela, um campo delimitado por re- 
tangulos (ou qualquer outro sfmbolo), 
no qual os algarismos e, se f or o caso, o 
ponto decimal do numero desejado en- 
trarao conforme forem sendo digitados, 
sucessivamente da direita para a esquer- 
da. 



Esta prevista a possibilidade de back- 
space para supressao ou substituicSo de 
quantos algarismos forem desejados 
e/ou do ponto decimal, assim como a 
possibilidade de cancelar toda a entrada 
e reiniciar, em caso de engano. Alem 
disto, os programas nao aceitam a ten- 
tativa de colocacSo de mais um ponto 
decimal em cada campo e, proposital- 
mente, nSo amarram a posicao do pon- 
to decimal. 

Em ambos os programas, LeC sao, 
respectivamente , os valores da linha e da 
coluna onde se deseja iniciar a delimi- 
tacSo do campo, enquanto N e aexten* 
sao, ou seja, o numero m^ximo de ca- 
racteres do campo. Os comentarios so- 
bre alguns detalhes de cada um dos pro- 
gramas, feitos a seguir, facilitarao a sua 
compreensSo : 

— linha 60 (s6 para o S-700) - defini- 
cao da funcao FNAS(L,C), que vai su- 
prir a falta do PRINT@; como o CP-500 
possui a instrucSo PRINT®, esta linha e* 
desnecessdria. Observe que todas as ve- 
zes em que 6 necessario utilizarPRINT@, 
a posicSo correspondente na tela 6 dada 
atraves da variavel auxiliar AT, calcula- 
da segundo a formula AT = 64* (Lrl) + 
C. 

— linha 140 — impressao do delimita- 
dor, atraves da sub-rotina da linha 310; 
os retangulos s2o representados pelo ca- 
rater ASCII 127 (S-700) ou 138 (CP- 
500). 

— linha 170 — verifica se a ultima te- 
cla digitada foi DEL (CLEAR para o 



CP-500); caso positivo, toda a entrada 
e cancelada e impresso novo delimitador 
(linha 140), reiniciando-se o processo. 

— linha 180 — verifica se a ultima tecla 
digitada foi RETURN (ENTER para o 
CP\500); caso positivo, o valor ja entra- 
do € convertido e armazenado em NUM. 

— linha 190 — verifica se a ultima te- 
cla digitada foi BS (<s-para o CP-500); 
caso positivo, o ultimo carater entrado 
(algansmo ou ponto decimal) e apaga- 
do, todos os demais se deslocam uma 
posicao para a direita e o programa pas- 
sa a aguardar nova entrada. 

— linhas 200-210— rotinade backspace; 
se o carater a ser apagado e* o ponto de- 
cimal, PNT e feito igual a zero, para in- 
dicar n5o haver mais ponto decimal no 
campo. 

— linha 220 — cpmpletado o campo, a 
ultima tecla digitada somente pode ser 
DEL, RETURN ou BS, ou suas corres- 
pondentes no CP-500. 

— linha 230 — verifica se o carater en- 
trado foi um ponto decimal; caso posi- 
tivo, se o campo ja contiver um ponto 
(PNT= 1), a entrada n3o 6 aceita. Se o 
campo ainda nSo contiver ponto, PNT 
e feito igual a 1 e a entrada £ aceita. 

— linha 240 — apos as verificacoes an- 
teriores, rejeita qualquer cardter nSo- 
numerico e aguarda nova entrada. 

— linha 250 — montagem de Z $ , string 
do valor a ser convertido. 



10 



MICRO S1STEMAS. julho/83 



— linhas 260 a 280 — impressffo, no 
campo delimitado, dos caiacteres acei- 
tos atd a ultima entrada. 

— linha 290 — conversSo do valor acei- 
to (NUM#), definido como de dupla 
predsffo, para poder representar valores 
com mais de 7 digitos. 



Roberto Quito de Sant'Anna 6 Engenhelro de 
TelecomunicacSes, formado peto Institute Mi- 
litar de Engenharia. Professor da cadeira de 
lnform4tica da Acadamia Miliar das Agulhas 
Negras, desde agosto de 1982, 4 tamhtim coie- 
borador da MiCRO-MAXt Computadores e 
Sistsmas, como Analista de Sistemas. 



Delimitador de campo numerico — S700 

10 ' KM**********************************************'' 

20 '«***DELIMITADOR DE CAMPO NUMERICO PARA S-700**** 
30 '* ROBERTO QUITO DE SANT'ANNA * 

M0 'kCAIXA POSTAL 24039 - CEP 2052?. - R JANEIRO - RJ« 

60 DEF FNA*(L,C>=CHRt<27)+ ,, Y ,, *.CHRt(L+32)+CHR*(C+32) 
70 REM *****ENTRADA DA POSICA0 E DO TAMANHO DO CAMPO 
80 INPUT "LINHA? " ,L 
90 INPUT "C0LUNA? "-C 
100 INPUT "TAMANHO DO CAMPO? ",N 

110 REM *****AQUI COMECA A R0TINA PROPRIAMENTE DITA 
120 LIM=C+N:X=LIM-lsFIM=N+l 
130 DIM Ait(FIM) sPRINT CHR$(12) 
mO GOSUB 310sZ*="":F'NT=0 
150 FOR 1=1 TO FIM 

160 PRINT FNAtHL^XjjsAtdJ^-'^AtfD^INKEYtsIF A*(I>="" GOTO 1A0 
170 IF ASC<A*(I>)=127 GOTO 140 
1B0 IF ASC(A*(I> )=13 GOTO 290 
190 IF ASC<A*< I) )<>8 GOTO 220 

200 IF K=2'B0T0 140 ELSE IF ASC < A* (1-1 ) ) "46 THEN PNT=0 
210 I=I-2!Z$=LEFT*(Z*rI) :G0SUB 31O:GOT0 260 
220 IF IbFIM GOTO 160 

230 IF ASC(A*(I))= 46 THEN IF PNT=1 GOTO 160 ELBE PNT^taGOTO 250 
240 IF ASC(A4(I)K4B OR ASC< A*< I ) »$? GOTO 160 
250 Z$=aZ* + A*<I) 

240 J = :tsFDR K = X TD LIM-I STEP -1 
270 PRINT FNA*(L7K); A*<J) 
280 J==J-i:NEXT K 5 NEXT I 
290 NUMW=VAL(Z*> 

300 PRINTsPRINT:PRINT:PRINT "0 NUMERO ACEITO E "SNUMHsEND 
310 PRINT FNA*(L,C)?STRING*(N» 127) 5 .-RETURN 



10 
20 
30 

40 ' 

50 ' 

60 ' 

70 R 

80 T 

90 T 

TOO 

1 1 

1.20 

130 

!40 

150 

160 

170 

1B0 

190 

200 

210 

220 

230 

240 

250 

260 

270 

280 

290 

300 

310 



Delimitador de campo numerico — CP-500 

»*ni*OeLIMITADOR DE CAMPO NUMERICO PAHA CF SO0*«**# 

*WK«»WW *WW »*««)$*««#**)«(«$«*««*«*«#«»'■»«««***«*««**** 

K ROBERTO QUITO DE SANT'ANNA * 

fcCAIXA POSTAL 24039 - CEP 20522 - P, JANEIRO - R-J* 

EM *SKM»*£NTRftDA DA POSTCAO E 00 TAMANHO DD CAMPO 

NPUT "1.1 NBA "' jL 

NPI.IT "COLUNA "pC 

INPUT "TAMANHO DO CAMPO "jN 

REM ******AQUI COMECA A ftfitJ'MA PROPRIAMENTE DITA 

LIM»C+N5X~n..IM-1. :F?tt*<N+t 

DIM A«(FIM> sCLS 

AT"fi4«.{L~lj+C:0DSUI:i 3 10 i Z*= " " ! PWT--0 

FDR 3>1 TO FIM 

A*<I)=-""a A$<I) = TNKEY*:IF A* (r I } « '•' " GOTO 160 

IF ftSC(A4<I))«31 GOTO 140 

IF A9G'<A*<.U!=»13 GOTO 290 

IF ASC<A*<I))<>8 GOTO 220 

IF I<~2 GOTO 140 ELSE IF ASC < A* ( T-1 . ) ) "46 THEN PNT = 

r = I-2aZ*--iEP'T*(Z4ij I) !iAT~64*a-l ) +0:: GOSDB 31 Os GOTO 260 

IF I=FIM GOTO 160 

IF ASC (A* On =46 THEN IF PNT=1 GOTO 160 ELSE! PNTr-1.:G0T0 250 

IF ASC<AMI>)<49 OR ABC( A*< I J J>57 GOTO 160 

Z*»Z*+A*<I j 

J=I:FUR K=X TO LIM-I STEP -I. 

AT = 64#<L- -1)+K: PRINT AT, .ASK J.? 

JnJ-1 :NEXT K: NEXT I 

NUH««Vftl. <Z:«) 

PRINTs PRTNTiPRINTi: PRINT "Q NUMERO ACEITO F. " . NUMttslENO 

PRINT S AT,STRING*( N,13B> s RETURN 




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O recurso da alta reso/ucao grafica nos micros compatfveis com o Apple 
e de grande ajuda na animacao de figuras. 



A animacao de figuras 
com alta resolugao 



Carlos Alberto Jahara 



A 



tela de alta resolucao grafica (HGR) e urn dos melho- 
res recursos dos micros compatfveis com o Apple 
(Microertgenho, AP II, Maxxi) ja que as duas paginas 
que a eompoem perrrntem, facilmente, executarammac^o de fi- 
guras, como voce vera a seguir (deve-se ter 48Kb RAM). 

Cada uma destas paginas ocupa 8 Kb de RAM. A primeira 
vai de Hex $2000 (8 192) ate Hex S 3FFF (1 6383), seguida lme- 
diatamente da segunda que vai de Hex$4000 (16384) ate 
HcxSSFFF (24575). 

Estas areas podem ser visualizadas na tela se determinadas 
chairs forem acionadas convementemente. Estas chavea (lo- 
cahza^oes especiais de memoria) quando mencionadas ativam Figura I 



o hardware necessano para a visuahza^ao. Veja na figura 1 a 
localizacJTo das chaves e sua fun^ao. 



GRUPO 


HEX 


DECIMAL 


FUNgRO 


i 


C05G 

cos i 


-1630l| 
-16303 


Tela Qf af i ca 
Tela texto 


2 


C052 
C053 


-16302 
- 1 330 1 


Tela chela 

Tela rolxsda texio/grl f i co 


3 


C05- 1 * 
C0S5 


-163O0 
-16299 


Pagi na 1 
Pag i na 2 


k 


C056 
C0S7 


-16298 
-16297 


Ba i xa-Reso ! ucao Grafica 
Al ta-Hesol ucao Grafica 



100 REM RHlHRCflCi COHPLEXfl USHH 
DO 1 PFIGIHRS 
105 : 

119 REfl UI1PH HrtBRS AS TELHS 

120 : 

150 POKE 239,32: CALL 62458: POKE 
236,64s CALL 62450: POKE - 
16304,0: POKE - 16297,0: POKE 
- 16302,0: POKE - 16309,6 

197 : 

198 REM CflRRECfl 05 SHAPES 

199 : 

208 GOSUB 950 

250 FOR XC = TO 266 STEP 4 

390 HCDLOR- 3 

34? : 

348 REM PLOTfl Nfl PflGINfl 1 

349 i 

350 POKE 230,32: DRflU 1 AT XC, 19 



39? : 



Animacao Complexa 

39$ REM PLOTfl Hfl PflGINfl 2 

399 : 

400 POKE 239,64-. DRflU 1 HT XC t 
2, 100 

447 : 

448 REM MOSTRA fl PflGINfl 2 

449 i 

450 POKE 16299.0 
590 HC0L0R= 9 

547 : 

548 REM APfllifi fl PfililNfl 1 

549 : 

550 POKE 230,32: DRflU 1 AT XC10 


600 HCGL0R= 3 

647 : 

640 REM PLOTfl FIGURA SE&UINTE N 

fl PflGINfl 1 

649 : 

650 DRflU I AT XC + 4, 100 

697 : 

698 REM NOSTRA ft PA6INR 1 



POKE - 
HC0L0R= 



699 
700 
750 
797 
798 
300 
2, 100 
850 NEXT 
END 



16300,0 

9 



REM flPflGfl A PflGINfl "2 

POKE 230,64: DRRU 1 AT XC + 



REM TABELA DE SHaPES 



990 

947 

943 

949 : 

959 DATA 1 , 0, 4, 8, 45,^5/54 , 54, 45 

,45,54,62,55,62,39,60,63,63, 

54,63,36,63,36,36,37,37,37,4 

5,0 

1000 FOR X = 768 TO 796: READ SU 

: POKE X,S0: NEXT 

1058 POKE 232,9: POKE 233,3 

1100 SCALE= Is R0T= 

1150 RETURN 



12 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



Ao ligarmos o computador ou ap6s urn RESET, a configu- 
racSo normal das chaves passa a ser: modo texto, pagina 1 , mi- 
xado texto/grrifico e baixa resoluca"o grdfica. Observe que en- 
quaiito o modo texto estiver Ligado, a tela de baixa resolucao 
grafica nao aparece. Nao esqueca que os pares de ehav.es sao 
complementares, isto e, quando uma chavc 6 ligada sua com- 
plementar se deshga automaticamente. 

USANDO POKE EM BASIC 

Para acionar uma chavc que esteja em BASIC, utilizaremos 
o comando POKE. Um POKE 16304,0 (qualquer valor menor 
que 255 podena ser colocado no lugar do 0) ira mudar de tex- 
to para grafico, mas o modo grdfico que aparecera (aha ou 
baixa resolucao) dependera da chave do grupo 4 que estiver 
ligada. 

Estando no monitor isto se torna mais fa'cil, basta escrevcr o 
valor em hexadecimal scguido de RETURN. Isto ira re torn ar 
um valor sem sentido e a chave sera acionada. Vamos testar um 
exemplo direto no monitor? 

Ligue o computador e pressione RESET. Para entrar no mo- 
nitor tecle CALL-151 e aperte RETURN. Devera aparecer um 
astensco na tela indicando o modo monitor. Agora tecle 
C050 e aperte RETURN. Voce esta era modo grifico (baixa 
resolucao, mixado, pa'gina 1 ); agora tecle as lnstrucoes a seguu 
e observe as mudancas: 

C057 RETURN Alta Resolucao Pagina 1 

C055 RETURN - Alta Resolufao Pagina 2 

C052 RETURN - Tela Cheia 

C 5 1 RETURN - Texto Pagina 2 

C05 1 ! RETURN - Texto Pagina 1 

Vamos entrar com um pequeno programa no monitor. Co- 
pie exatamente a linha: 

0300: 8D 50 CO 8d 52 CO 8D 57 CO 8D 54 
CO 8D 55 CO 20 09 03 



Agora tecle 300L RETURN (comando que man da listar a 

partir tie $300) e vera: 



0300 
0303 
0306 
0309 
030C 
030F 



8D 50 CO STA C05Q 

8D 52 CO STA C052 

8D 57 CO STA C057 

8D 5^ CO STA C05 1 * 

8D 55 CO STA C055 

20 09 03 JSR 0309 



Este programa acionara: modo grafico, tela cheia, alta reso- 
lucao grafica, pdgina 1 e pagina 2. O looping alternara as 
paginas 1 e 2. Agora tecle 300G RETURN (comando que roda 
o programa a partir de $300) e para parar aperte RESET. Note 
que uma simples mstrucao STA e' necessa'ria para acionar a 
chavc 

Volte para BASIC e execute o programa a seguir que e o 
mesmo ja escnto antenormente em linguagem dc ma'quina. Ob- 
serve que em BASIC sua velocidade sera menor. 



1 00 


POKE 


- I 6304 


,0 


200 


POKE 


-16302 


,0 


300 


POKE 


-16297 


,0 


400 


POKE 


-16300 


,0 


500 


POKE 


-16299 


.0 


600 


GOTO 


400 





Agora digite HGR ou HGR2. Veja que quando o comando 
HGR e teclado, as chaves COSO, C0S3, C0S4 e C0S7 sao liga- 
das, uma rotina que coloca zeros de $2000 a S3FFF e exe- 
cutada para Hmpar a tela e $20(32) e colocado em $E6(230) 
para dizer as rotinas de Shapes para plotarem na pa'gina 1. 
Ja quando teclamos HGR2 as chaves tela cheia (C052) e 
pagina 2 (C05S) sao ligadas, enquanto $40(64) e colocado 
com $E6 (230) e limpam tambe'm a pa'gina 2. 

Como HGR e HGR2 Hmpam toda a tela, estes comandos 
sao usados, geralmente , apenas uma vez no im'cio do programa. 
E importaiite fnsar, tambem, que as linhas 100 e 400 do pro- 
grama 1 sao executadas sem limpar a tela. 

Temos dois excmplos que mostram caminhos diferentes pa- 
ra fazer a animacao de um desenho. O pnmeiro (Animacao 
Simples) e um pequeno e ra'pido programa que sofre uma osci- 
lacao enquanto e executado, resultando numa animacao qua- 
se perfeita. Ja o segundo trata de uma animacao mais comple- 
xa e seu resultado i perfeito. Nele sao usadas as paginas 1 e 
2 para conseguir este efeito. 

Examine estes exemplos e veja como as chaves sao liteis e 
poderao ajuda-lo em seus futuros programas. m 



Carlos Alberto Jahara 4 Engenheiro Civil, formado pela Escola Poll- 
tdcnica da USP em 1980 e trabalha na Promon Engenharia em progra- 
mas de dlculos de estrutura. Carlos Alberto 4 usua'rio pessoal de um 
Apple II plus ha" cerca de um ano. 





Anim a cao Simples 


100 


REM ANlllflCRO SIMPLES 




450 END 


122 


% 




499 : 


125 


REM UtlPfl F COLOCfl fi 


TELA 


500 REH SEGUIHTE DATA E UM SH 


CHEIFI 




APE QUE E COLOCADO (POKE) Hfi 


127 






HEMORIft fl PARTIR DE $0360 


150 


HGR : POKE - 16382, « 






174 


: 




501 : 


175 


REM ENTRRDR DO SHAPE 




350 OATH 1,0/4,0, 45,43, 34, 34, 45 


176 


i 




,45,54,62,55,62,39,60,63,63, 


209 


G0SUB 359 




54,63/36,63/36/36,37, 37,37,4 


258 


FOR XC = TO 268 STEP 


2 


5,0 


254 


i 




689 FOR X = 768 TO 796: REP.D SU: 


255 


REM DESEKHR CRRRO 




POKE X,SU: NEXT 


256 


: 




624 : 


308 


XDRRU 1 RT XC, 160 




625 REM EHDEREC0 INICTRL DO SHR 


324 


i 




PE 


325 


REM HPR&fl CRRRO 




626 : 


326 






658 POKE 232,01 POKE 233,3 


359 


XDRAU 1 RT XC100 




709 SCflLE= li R0T= 


400 


NEXT 




759 RETURN 



MICRO SISTEMAS, iulho/83 



YATECK 



DGT-100 - PROLOG 1C A 

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Vamos ver como sao implementados os chips de memdrias na UCP 
e qual o papef dos decodificadores neste processo. 



A implementacao das memorias 



Orson Voerckel Galvao 



Aimgos, com este artigo encerra- 
mos mais uma etapa na nossa 
J tentativa de familiarizar o pu- 
blico leitor de MICRO SISTEMAS com 
os microprocessadores e com um jargao 
te"cnico cada vez mais difundido em vei- 
culos de propaganda e informacSo. 

Hoje iremos tratar das mem6rias. Jd 
haviamos falado anteriormente neste 
componente vital do computador. Po- 
re"m, nSo foi descrito como implementd- 
las, o que comecaremos a fazer aqui. 

Em primeiro lugar, a memoria nSo e" 
um componente discreto, mas sim um 
conjunto de chips de silicio e outros 
componentes que, interligados e de for- 
ma apropriada, fonnam um banco de 
memcma. 

Um chip de membria 6 constitui'do 
por uma matriz de annazenamento na 
qual cada elemento 6 um bit (ou um 
conjunto de bits) e um circuito de en- 
derecamento que permite que cada um 
dos elementos da matriz seja acessado 
in dividualmente . 

Entretanto, quando e* feito o acesso 
em um chip de mem6ria, geralmente 
nio esta" se enderecando um byte com- 
pleto e sim um ou alguns bits. Para que 
obtenhamos um byte complete 6 neces- 
sano que se utilize diversos chips em 
paralelo, cada um ligado a uma das li- 
nhas da via de dados. 

Por exemplo, existe um chip chama- 
do 4262 que tern uma capaddade de ar- 
mazenar 2048 bits de informacOes. Diz- 



ALIHEMTAgAD 



UMA LINHA DA 
VIA DE DADOS 



LE OU GRAVA 
DADO HO ENDERECO 
5ELEC10NAD0 



f READ 
|^ WRITE 









\ } 








A 1 








^ 








A, 
A * 








N 


— , 






K 


— 






6 








*8 
















*9 








A 10 _, 








CHIP 



>- ENDEREC* <M *) BIT( s> 



CHIP SELECT — > 5ELECIOHA CHIP 



Figura 1 ~ Representacdo de um chip de memdria 2048x1. 



se que 6 uma memoria organizada em 
2048x1, o que quer dizer que pode-se 
acessar individualmente 2048 bits. 

Uma outra mem6ria, a 8111, tem or- 
ganizacSo diferente. Ela pode armaze- 
nar 1024 bits, mas estes bits s6 podem 
ser acessados em grupos de quatro, ou 
seja, ela 6 organizada em 256x4. 

Comparando uma com a outra, va- 
mos ver que para formar um byte com- 
pleto com a 4262 vamos precisar de oi- 
to chips tigados em paralelo, cada um 
fomecendo um bit do byte. J£ o segun- 
do chip, o 811 1 , permite que utilizemos 



apenas dois componentes para formar- 
mos um byte inteiro. Na figura 1 esta" 
representada a pinagem de um chip de 
memdria e na figura 2 um esquema ti'pi- 
co de um conjunto de chips de mem6ria. 
Agora vamos falar sobre o endereca- 
mento dos chips. Notaram que um chip 
tem uma capacidade limitada de annaze- 
namento? No caso dos dois chips aci- 
ma citados, temos 2 e 1 Kbits de capaci- 
dade. Porem, os microprocessadores de 
8 bits permitem acessar ate" 64 Kbytes 
de mem6ria. Enta"o como fazermos pa- 
ra implementar uma membria de 64 Kb? 



14 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



Vfil^^i^tifk 






Vi* OS COITROU * 



via oe iNDiM^ot ../ . 




Figura 2 — Esquema tipico de conexao de diversos chips de memdria para 
a obtengao de 1 byte. 



SELECAO DO 
COKJIJNTO DC 
CHIPS DE HEHORIA 



SELEgAO DO 
DECODiriCADQK 



L 6 G I C A 



\ 








00 


A 1 








01 


A 2 








02 
03 
04 


E1 








05 


E2 








06 


E3 








07 



CADA UH DESTES 5IHAI5 
ESTA CONECTADO AOS PIN0S 
'" CTT DE UM C0N3UNT0 DE 
CHIPS DE HEH0R.IA5 



Selegao do Decodif icador : E1 e E2 em nivel baixo 

E3 em nivel alto 

Selegao do Con junto de Chips : 



«0 


A 1 


A 2 


PINO AT IV ADO 











00 


1 








01 





1 





02 


1 


1 





03 








1 


04 


1 





1 


05 





1 


1 


06 


1 


1 


1 


07 



Figura 3 - Representagao grdfica de urn decodificador btndrio 1x8. 
MICRO SISTEMAS, julho/83 



Tomando como exemplo um chip 
4262, vimos que para formarmos um 
byte sffo necessdrios oito chips. Assim, 
ji teremos 2 Kbytes de memdria, Po- 
re*m, faltam-nos ainda 62 Kb, ou seja, 
mais 31 conjuntos de 8 chips de memd- 
ria. 

Ate' af tudo bem. Mas como endere- 
carmos cada um dos conjuntos de 2 
Kbytes individualmente? Bem, o micro 
dispoe de 1 6 linhas para o enderecamen- 
to de memdria. Como cada conjunto de 
chips necessita de apenas dez hnhas de 
enderecamento para que se acesse cada 
uma das 2048 posicOes (com 1 1 bits po- 
demos contar de a 2047 em bindrio), 
sobram-nos ainda 5 linhas para fazermos 
a selecao do conjunto de chips ao qua] 
se deseja alcancar. Usando tal esquema, 
teremos que o primeiro conjunto for- 
nece-nos enderecos de a 2047, o se- 
gundo de 2048 a 4095, o terceiro de 
4096 a 6143 e assim por diante ate" que 
o 329 conjunto nos esgote a capacidade 
de enderecamento do micro: 64 Kbytes. 

Vejamos entad como selecionar cada 
urn dos conjuntos de memdria utilizan- 
do as cinco linhas de endereco que nos 
sobraram. Para tal sera" necessaiio que 
apresentemos ao leitor um novo compo- 
nente: o decodificador binario, cuja re- 
presentacao esta" na figura 3 . 





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A IMPLEMENTAQAO DAS MEMORIAS 



O decodificador binano tem por fina- 
lidade fazer com que a partir dos sinais 
presentes nos pinos A , A t e A 2 seja 
atlvado apenas urn dos pinos entre 00 a 
07. Se cada urn destes ultimos estiver 
conectado a urn conjunto diferente de 
chips de 0161116113, teremos conseguido 
seledonar uma faixa de enderecos de 16 
Kbytes. Utilizando dois decodificadores, 
poderemos atingir 32 Kb, com tres 48 
Kb e com quatro 64 Kb. 

Os sinais El , E2 e E3 sa"o utilizados 
para selecionar qual dos decodificadores 
estara ativo a um determinado moroen- 
to. Desta forma, se utilizarmos tres li- 
nhas de endereco para decodificaca'o e 
as duas restantes para selecSo do decodi- 
ficador, teremo$ os nossos 64 Kb de me- 
m6ria. Resumindo, tendo um micro 
que nos permita endere?ar 64 Kb de me- 
m6ria por meio das linhas de enderepo 
A -A 1S e se a memOria esta implemen- 
tada por meio de grupos de chips de 
2048x1 bit de capaddade, pode-se utili- 
zar as linhas A| S e A 14 para seledonar 
um dos decodificadores responsavel pe- 
las faixas de a 1 6 Kb, 17 a 32 Kb, 33 a 
48 Kb e 49 a 64 Kb. 

Seledonado um dos decodificado- 
res, .as hnhas de endereco A 13 , A 12 e 
A } 1 slo utihzadas para seledonar, atra- 
ve"s das saidas do decodificador, um dos 
conjuntos de chip de mem6ria de 2Kb. 
Seledonando o cenjunto, as linhas de 
endereco A 10 a A enderecam o byte 
no mesmo conjunto. Na figura 4 est^ 
um esquema simplificado do que foi ex- 
posto. 

A grosso modo, 6 assim que 4 consti- 
tuida a memoria de um micro. E com 
relacSb aos perifencos, como se da"o as 
coisas? De certa forma d mais simples, 
pois o 8080 permite-nos enderecar indi- 
vidualmente apenas 256 perifencos. Po- 
re"m, atrave"s de uma t^cnica conhedda 
por I/O mapeado na memdria (memory 
moped I/O), n£o s6 e" possivel o aumen- 
to da capaddade de conexSo dos peri- 
fencos como tambe"m cria-se a capadda- 
de de utilizar instrucOes de manipulacSo 
de memorias em perife'ricos. 

Mas, qual a importanda disto? E que 
as instrucOes para a manipulacSo de 
perife'ricos (IN e OUT) acessam apenas 
o acumulador do micro. As instrucGes 
de memdria acessam tanto o acumula- 
dor como os demais registradores, aos 
pares ou individualmente . 

A implementac3o desta arquitetura 6 
um tanto complicada, mas imaginemos 
o segiunte : abrindo-se mSo de uma parte 
da mem6ria, colocariamos ai diversos 
perife'ricos que seriam enderecados co- 
mo se fossem a propria memoria. 



Pois 6 isto mesmo que ocone. 
Quando a UCP for executar uma instru- 
c3o envolvendo este endereco de mem6- 
ria do qual se abriu m3o, ela estar^ na 
realidade acessando um perife'rico. 

Bern, ai estao, de uma forma bem 
simpliflcada, alguns aspectos do fundo- 
namento de um micro. Se o leitor dese- 
jar aprofundar-se no assunto, poderd 
consultar a bibliografia ao final do ar- 
tigo. Pordm, para quern n£o deseja ficar 
s6 na teoria e quer meter a mfio na mas- 
sa, que na nunha opiniSo 6 mais provei- 
toso, deve adquirir um kit de aprendiza- 
do de microprocessadores como o 
FAST-1, Microbanana, KMD-85, o 
Nanocomputer, o TSI-1000 ou quais- 
quer outros similares, nadonais ou es- 
trangeiros. 



BIBLIOGRAFIA 

- OSBORNE, Adam, An Introduction 
to Microcomputers Vol. e 1, OSBOR- 
NE/McGrawHill. 

- ADAM, Charles K., A Beginners Gui- 
de to Computers and Microprocessors, 
Tab Books. 

- INTEL CORP., MCS-80 User's Ma- 
nual. 

- INTEL CORP., Peripheral Design 
Handbook. 

- MALVINO, Digital Computer Elec- 
tronics: An Introduction to Microcom- 
puters. 

- ARTWICK, Microcomputing Inter- 
facing. 

- CIARCIA, Build your Z80 Compu- 
ter: Design Guidelines and Aplication 
Notes. 

- CLEMENTS, Microcomputer Design 
ScConstruction: Build your own System 
with the Motorola 6800. 

- NICKOLS, Z80 Microprocessors Pro- 
gramming and Interfacing, Vol. 1 e 2. 

- R0N1, Introduction Experiments in 
Digital Electronics: 8080 Microcompu- 
ter Programming and Interfacing, Vol. 1 
e 2. 

- RONI, The 8080 Bugbook: Micro- 
computer Programming Sdnterfacing. 



Orson Voarckel GalvSo 4 Anattsta do Sistemos 
da Petrobr&s Distribuldora S. A., no Rio de 
Janeiro, Assessor T4cnico de MICRO SiS- 
TEMAS. Orson foi o sutor do Curso de BA- 
SIC publicado nos ndmeros 2 a 9 de MICRO 
SISTEMAS. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



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Figura 4 — Esquema de enderegamento da memdria 
u tilizando -$e decodificadores . 

MICROSISTEMAS,julho/83 




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• Dando continuidade a sua programacSo, a 
MICROMAQ oferece para o mes de julho os 
seguintes cursos; "BASIC para adolescentes", 
de 1 8 a 27, diariamente das 08:00 as 1 1 :00h, 
ao preco de Cr$ 35 mil; "BASIC basico", de 
25 a 29; diariamente das 18:30 as 21 :30h, ao 
preco de Cr$ 30 mil. Nas aulas prdtieas, os 
participantes utilizarab os micros Maxxi,CP- 
200, Dismac, Microengenho, TK82-C, HP-85A 
e DGT-100. Inscricoes e informacoss na Rua 
Sete de Setembro 92, loja 106 ou pelo tele- 
fone (021 ) 222-6088, Rio de Janeiro, RJ. 

• A loja Sacco esta" promovendo um curso 
de BASIC no mes de julho. O curso tera ini- 
cio no dia 18, sera" de 15 horas, de segunda a 
sexta-feira, das 19:30 as 22:30h. Maioras in- 
formacSes na Av. Euse*bio Matoso, 167. Tel.: 
(01 1 > 814-0598, Sao Paulo, SP. 




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• A Microshop promove regularmente cursos 
na ires de microcomputadores. No dia 18 de 
julho terd ini'cio o curso de "Aplicac5es Fi- 
nanceiras Estatlstieas de Projetos Vtsicalc". 
No dia 25 de julho comecard o curso de "Ini- 
ciacao em Microcomputadores e BASIC". Dia 
1 de agosto, cursos de "Visicalc, Visifilee Vi- 
siplot", e dia 8 de agosto irticia o curso de 
"BASIC avancado para sistemasoperacionais". 
Todos esses cursos sSo para executives, em 4 
semanas rotativas, durante quatro diss, no pa- 
rfodo noturno das 7:30 as 22:00h. Para as 
criancas, a Microshop estsi promovendo, du- 
rante o mes de julho, um curso de iniciacSo 
em micros. Maiores informacSes a Av. Lorena 
652, Jardim Paulista, SSo Paulo, tel.: (011) 
282-2105. SP. 

• A DM/Micro esta" promovendo cursos de 
Garenciamento de Banco de Dados no mes de 
julho, com treinamento de 16 hs em micro- 
computadores, O primeiro treinamento basico 
sera" realizado nos dias 14, 16 e 18 de julho e 
o segundo, nos dias 21 , 23 e 25. treinamen- 
to avancado sera! realizado nos dias 28 e 30 de 
julho e 02 de agosto. O hordrio dde 13:00 as 
18:00 h e as aulas pr£ticas serSTo dadas das 
18:00 as 22:00h. Maiores informacSes, na Av. 
Alfonso Bovero, 218, tel.: (011) 263-0711, 
SP. 

• Diversos cursos da drea de informdtica es- 
tSo sendo promovidos pelo Nucleo de Compu- 
tacao Eletronica da UFRJ. Sao eles: BASIC — 
de 14/07 a 05/08, 48 vagas, das 12:00 as 
14;00h, prd-requisito : gualquar linguagem; 
PROCESSAMENTO GRAFICO - de 27/07 a 
04/08, 24 vagas, das 10:00 as 12:00h, pre- 
requisite: FORTRAN; FORTRAN - 11/07 a 
04/08 225 vagas, em tres hora>ios: 08:00 as 
1000h 12:00 as 14:00h e 14:00 as 16:00h, 
pre-requisitos: 29 grau;SPSS- 1 1/07 a 29/07, 
50 vagas, das 08:00 as 10:00h, prerequisite: 
29 grau e nocSes de astatfstica e computacao; 
ALGOL- 11 /07 a 04/08, 75 vagas, das 10:00 
as 12:00h, pre-requisito: qualquer linguagem. 
E nacessa"rio a apresentaca"o de comprovante 
do pre 1 -requisite exigido no ato da inscricao. 
Maiores informacoes na Secretaria de Cursos, 
sala C-1010 do Nucleo de Computacao Ele- 
tronica, no bloco C do CCMN - Cidade Uni- 
versitdria - Caixa Postal 2324, tel.: (021) 
280-7686, CEP 20.001, Rio de Janeiro, RJ. 

• A INFORMAX esta" promovendo dois cur- 
sos no mes de julho: "Curso de ProgramacSo 
BASIC", com infcio no dia 18 de julho, as 
segundas equartas-feiras,das20:00as22:00h., 
com durac3o da um mes e o "Curso de Intro- 
ducao a Microinformdtica", com infcio no dia 
19 de julho, as tBrcas e quintas-feiras, das 
20:00 as 22:00h., duracao de um mes. A In- 
formax tambem promove regularmente cursos 
de Processador de Textos Visicalc, Visidex 
etc. Maiores informap5es na Av. Brigadeiro 
Faria Lima, 1857. Sao Paulo. Telefone: (01 1 ) 
814-0682. SP. 

• A AD-DATA EDUCAQAO E tNFORMA- 
TICA promovera" curso de Introducao a (n- 
forrndtlca-Programacao BASIC para iniciantes, 
com 45 hs/aula e pracos especiais para grupos 
fechados. Maiores detalhes podem ser obtidos 
na Rua JoaTo Ramalho 818 - tel.: (01 1) 864- 
8200 - Sao Paulo, SP. 



• Cursos de linguagem BASIC na Nasajon 
Sistemas: perfodo de 20hs, duracao de duas 
semanas, das 19:00 as 21 :00ti, pelo preco de 
Cr$ 25 mil. Esses cursos s3o ministrados em 
turmas de dez alunos, cpm distribuicSo de 
apostilas programadas.em aulas prdticase teo- 
ricas nos micros Dismac e Dfgitus. O enderepo 
da Nasajon Sistemas 4 Av. Rio Branco, 45, 
grupo 1311, tel.: (021) 283-1241, Rio de Ja- 
neiro, Ft J. 

• A SUCESU-SC continua com seu piano de 
treinamento para 1983 oferecendo o curso de 
"Projeto de Sistemas On-Line" nos dias 20, 
21 e 22 de julho, no Balnea"rio de Camboriu, 
SC. E bom lembrar que terd desconto de 20% 
sobre o valor total do curso a organ izacao que 
efetuar o pagamento das inscricoes ate 1 dois 
dias antes da realizacao do evento. Maiores in- 
formacSes pelo telefone (041) 222-7613. O 
endereco da SUCESU em Santa Catarina 4 
Rua Joao Pinto,6,conjunto 907, SC. 

• Curso BASIC, COBOL e "Micro para Exe- 
cutivos", estSo sendo langados pela JR de 
Goes ComeYcio e Assessoria, juntamente com 
o seminaYio "Micros no lar e nos negocios". 
InformacSes pelo telefone (021) 234-3945, 
Cx, Postal 241 1 7, CEP 20,522, RJ. 

• A IMAREiS estd promovendo cursos de 
"IntroducSo ao BASIC", nas 1? e 2? semanas 
do mes de julho, com duracSo de uma semana 
e aulas das 19:00 as 22:00h,ao preco de Cr$ 
25 mil; e de "BASIC avancado" (complemen- 
ter), nas 3 a e 4 a semanas do mes, com dura- 
cao de duas semanas, das 9:00 ds 22:00h, ao 
preco de Cr$ 55 mil. As turmas terao no m&- 
ximo 16 alunos e as aulas pra'ticas sera"o mi- 
nistradas nos equipamentos da loja. Maiores 
informacoes, na Rua Dr. Renato Paes de Bar- 
ros, 34, tel. : (01 1 ) 881 -0200, SP. 

• A SCREEN esta" promovendo Cursos de 
ProgramacSo BASIC, COBOL, FORTRAN e 
Assembler para microcomputadores. As aulas 
serSb ministradas de segunda a sexta (manha, 
tarde e noite) e aos sa"bados (manha e tarde) 
tendo uma carga horaVia de 52 hs, com 60% 
de aulas prdticas. Os Interessados podem obter 
uma bolsade ate 50% de desconto. A SCREEN 
fica na Av. EngP Lufs Carlos Berrini, n° 991 , 
Brooklin Novo, Sao Paulo. Maiores informa- 
cSes pelo tel.: (011) 531 -5008, SP. 

■ A SERVIMEC esta" formando novas tur- 
mas para o seu curso de COBOL. A proxima 
terd ini'cio dia 22 de julho, com aulas As se- 
gundas, quartas e sextas, das 9:00 as 12:00h. 
A turma seguinte, a partir de agosto, tera" au- 
las aossa'badosedomingos 1 das8:00as 13:00h. 
A Servimec formara", tambe"m, turmas para o 
curso de BASIC a ter ini'cio no dia 24 de agos- 
to com aulas As segundas, quartas a sextas, das 
19:30 as 22:30h. O endereco 6 Rua Afonso 
Pena, 332, tel.: (011) 227-9803, SP. 

• Para informar ao leitor sobre os cursos que 
esta"o sendo oferecidos, a revista recolhe in- 
formacoes em dfversas instituicSes ou as rece- 
be pelo correio. Portanto, na"o nos responsabi- 
lizamos por quaisquer alteracoes posterior- 
mente efetuadas por estas instituicOes nos 
program as ou prepos. 



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- CP-500 (F/D) 4.400,00* 
BIORRITMO 

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LOTO 

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TABUADA 

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SIMULADOR DE VOO 

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COMANDO UFO 
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OESTESELVAGEM 
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SENHA 

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INVASAO COSMICA 

- CP-200 IF) . 6.050,00 

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6.160,00* 
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5.610,00* 
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Para CP-500, variedade: 
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Jornada, teaser, cupim, 
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APLICATIVOS 
SOMENTE P/CP-200 (F) 
CONTAS A PAGAR 
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mes, ana e operac<5es e 
poupanca . . 13.200,00 
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de informacao atividada e 
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■fita. 165 - CEP 01 209 - SSo Paulo - 
131298 FILG BR PBX 223 7388-1 
19 - Dircios 223 1-146, 222 3456, : 
3 -Reembul-B- R17 Dire«o:.222-OOU 



CADASTRO DE CLIENTE BANNER (F/D/l) 



Cadastra p/cliente a razSb 
social, rua, bairro, cid., 
est., CEP., tel., produta 
adquirido, data da aqui- 

sicao 13.750,00 

Vl'DEO-TlTULO 

Cria ti'tulos para vi'deo-ta- 

pes, inclusive corn movi- 

mentos . , . . 16.500,00 

VU-CALC 

Destina-se a execucao de 

ca'lculos sobre uma plani- 

Iha 10.000,00 

SOMENTE P/C P -500 
CADASTRO DE CLIEN- 
TES(D) . . , 20ORTN 
MALA-DIRETA (D/l) 
Sistema de mala direta 
permitindo a impressao 
de etiquetas utilizando 
ou nao chave de acesso 

40.000,00 

FINANCAS (D) 
Engloba funcSes de juros 
compostos, analise de pre- 
co de venda e rendimen- 
tos, taxas de retorno, ta- 
bela de amortizacao, sal- 
do hipotecario, pagamen- 
tosaprazo , 40.000,00 
PROCALC (D> 
Destina-se a execucao de 
calculos sobre uma pla- 
nilha .... 120.000,00 
VIDEO (F/D) 
Editor grafico da tela. 
Desenhe com facilidade 
no CP-500. Armazena as 
telas em fita ou diskette 

10.000.00* 



Imprime mensagens em 
letras garrafais (80 col.) 

6.400,00 s - 

SCRIPY (I) 

Complete e versatil pro- 

cessador de texto 

em fita .... 32.000,00 

em disco . . . 40.000,00 

CONTROLE DE AC0ES 

(D/F) 

Para quem gosta da Bol- 

sa. Mostra os resultados 

(Lucro/Perda) 

6.400,00 ;: 

DIRETORIO (D) 
Organ iza e cadastra todos 
os seus programasearqui- 
vos em diskette automa- 
ticamente. Pesquisa por 
disco ou programs e po- 
de imprimlr ordenada- 
mente .... 16.000,00 

BANCO DE DADOS 
(D/l) 

Sistema de fichaVio ele- 
tronico. Voce mesmo cria 
as f ichas e pode pesquisar 
de varios modos, ol^m de 
permitir impressao. Simi- 
lar ao Profile 40.000,00 

CARTA ASTRAL (F/l) 
Este programs faz todos 
os calculos necessarios ao 
desenho de uma carta as- 
tral e ainda imprime a 
mesma em questao de mi- 
nutes. So nab interprets . 
15.000.00 



UTILITARIOS 

(SOMENTE P/CP-500) 
CONVERT (F/D) 
Convene numeros deci- 
mals e hexa. Pode ser 
chamado a qualquer ins- 
tante e nSo atrapalha o 

BASIC .... 6.400,00* 
LISTA (D/l) 

Imprime as listagens de 
prograrnas em BASIC de 
forma limpa e organiza- 
da. N£o se perca com 
LLIST .... 16.000,00 
SUPERTECLA (F) 
Cada tecla de seu CP- 
500 represents duas pala- 
vras do BASIC alem de 
seg valor normal. Reduz 
drasticamente o tempo 
gasto ria teclagem de pro- 
gramas 8.000,00 

ODONTO (F/D) 
Engloba setor financeiro, 
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reta, lay-out dentario . . 

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EDITOR (D) 
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ma'qu ina. Manual c/instru- , 

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SOUND (F/D) J- 
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detalhadas de como co- 
loca-la em seus progra- 
rnas 6.400,00* 



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CONGRESSO DEBATE 
INFORMATICA 

Com a presenga de lideres e politi- 
cos de todos os partidos, o Simposio de 
Informatica do Senado Federal, realizado 
em Brasilia de 14 a 16 de junho, levou 
definitivamente o debate da Informatica 
para o Congresso Nacional. 

O grande tema durante todos os pai- 
neis foi a reserva de mercado que, ao 
final dos trabalhos, alinhou todos os par- 
tidos e entidades do setor de Informa- 
tica ao lado da poiitica desenvolvida pe- 
la SEI, cujas posicoes sairam bastante 
fortalecidas. Esse apoio foi tao incisivo 
que o Secretario Joubert Brizida teve 
que discordar de projeto de lei sugerido 
pela Deputada Cristina Tavares (PMDB- 
PE), lembrando que aexplicitagao da re- 
serva de mercado em lei pode gerar 
problemas para o comercio exterior do 
Pais. 

Edson Fregni, vice-presidente da 
Abicomp, alertou ser "fundamental que 
urn pais subdesenvoivido se libere do 
conceito de gap tecnoldgico, porque, 
enquanto isso nao ocorrer, sera inviavel 
a definicao de urn caminho proprio" e 
propos que o conceito de reserva de 
mercado abranja apenas empresas de 
capital, mao-de-obra e tecnologia total- 
mente nacionais. 

Participaram do encontro a SEI, Abi- 
comp, APPD, Assespra, SBC, SUCESU e 
todos os partidos politicos. Os paineis 
abordaram os seguintes temas: "Poiitica 
Governamental de Informatica", "Infor- 
matizagao da Sociedade" (nesse painel 
a APPD levantou os problemas do do- 
cumento unico e da Lei 6.996/82, do 
projeto eleitoral, propondo sua urgente 
regulamentacao para evitar o perigo do 
controle social centralizado, e conside- 
rou imprescindivel a regulamentacao das 
profissoes de processamento de dados), 
"Informatica e Soberania Nacional", "In- 
dustria Nacional de Informatica", 
"O Congresso Nacional, os Partidos Po- 
liticos e a Area de Informatica", e "Infor- 
matica e Emprego". 

Tambem foi proposta por quase to- 
dos os presentes a formagao de uma 
Ccmissao Parlamentar de Informatica, 
para tornar efetiva a participagao do 
Congresso Nacional na busca de legiti- 
macao para as decisoes do setor. 

CONSULTORIA TECNICA 

A loja Computerland de Sao Paulo 
acaba de criar o service de consultoria 
tecnica para o consumidor, extensivo tan- 
to a pessoas fi'sicas como juri'dicas. O 
novo departamento orienta o consumidor 
desde a definicao dos sistemas e equipa- 
mentos ate a estrutura de organizagao 
mais adequada as suas necessidades. 
A consultoria tecnica oferece os servigos 
de Organizagao e Metodos na area de 



processamento de dados; treinamento 
do pessoal do cliente; assistencia e ori- 
entacao de implantagao; desenvolvimen- 
to de aplicagoes ou sistemas; e ainda 
uma assistencia permanente ao cliente. 
departamento de consultoria tecnica 
funciona nas lojas Computerland, com 
matriz na Av. Angelica, 1996. 

GOVERNO INCENTIVA 
EXPORTAQAO 

Visando fornecer aos empresarios de 
Informatica informagoes sobre as oportu- 
nidades de negocios detectadas no exte- 
rior, bem como as modalidades de apoio 
governamental as exportagoes do setor, 
realizou-se dla 9 de junho, em Sao Pau- 
lo, o I Seminario sobre Promocao, Incen- 
tivos e Mercados para a Exportacao do 
Setor de Informatica. Promovido pela 
Cacex, Secretaria Especial de Informati- 
ca e Ministerio das Relagoes Exteriores, 
o seminario reuniu representantes dos 
diversos fabricantes de equipamentos e 
perifericos e de fornecedores de softwa- 
re e servigos na area. 

Segundo o Secretario de Informati- 
ca, Joubert de Oliveira Brizida, os micro- 
computadores, ao contrario dos minis, ja 
tern o potencial necessario — tanto em 
tecnologia quanto em prego — para com- 
petirem no mercado externo e so nao 
tern alcancado volumes maiores de ex- 
portacao devido a grande demands exis- 
tente no mercado interne Brizida citou a 
America Latina como o primeiro merca- 
do a ser atacado pelas empresas nacio- 
nais, seguida dos paises africanos de lin- 
gua portuguesa e do Oriente Medio. 

Q presidente da Abicomp, Antonio 
Didier Vianna, concorda quanto a poten- 
cialidade dos micros e lembra outra van- 
tagem em relacao aos sistemas de maior 
porte: esses equipamentos, por sua sim- 
plicidade, nao exigem a instalacao de 
uma custosa filial no pais importador, 
bastando credenciar urn agente local pa- 
ra a representagao de vendas e presta- 
cac de assistencia tecnica. 

Didier situou as exportacoes no se- 
tor de informatica, hoje.entre 12% e 14% 
do faturamento anual da area. No ano 
passado, exemplificou, o setor vendeu 
US$ 1,8 bilhoes, dos quais cerca de 
US$ 200 milhoes proven ientes de expor- 
tacoes. 

Este foi o primeiro de uma serie de 
seminarios sobre o assunto previstos pa- 
ra se realizarem no Rio de Janeiro, Porto 
Alegre, Curitiba e Belo Horizonte. 

LIVRARIA SISTEMA 

A Livraria Sistema tern novo endere- 
co: Av. Sao Luiz, 153 — loja 8, Sao Paulo, 
tels.: (011) 36-1047 e 34-2123. Em suas 
novas instalacoes, na sobreloja da Gale- 
ria Metropole, a empresa pretende am- 
pliar o espago destinado a area de Infor- 
matica. 




COMPUTCHE 

Inaugurada dia 6 de maio, em Porto 
Alegre, a loja Computche que inicia suas 
atividades vendendo equipamentos da 
Unitron, Polymax, Kemitron (Naja), Digi- 
tus e Microdigital. 

Na parte de software, sao oferecidos 
os seguintes pacotes: Contabilidade Ge- 
ral; PERT/CPM; Arquivos; Mala Direta; 
Estatistica (Visiplot/Visitrend); Editor de 
Textos; Adm. de Obras; Adm. Imobiliaria; 
Visicalc; Tool Kit (tres aplicagoes: aferi- 
gao e calibragem de disk drives; edigio 
de programas; tradugao de programas 
de uma lingua para qualquer outra); Fa- 
turamento; Folna de Pagamento. Esses 
pacotes sao produzidos pela LHM — 
Software e Hardware, do Rio de Janeiro, 
a qual a loja e vinculada. 

A programagao de cursos, que inicia 
com o BASIC, incluira posteriormente 
outras linguagens. A loja conta ainda 
com pessoal especializado para orien- 
tar os clientes na escolha de maquinas e 
programas de acordo com as suas apli- 
cagoes. A Computche fica na Av. Inde- 
pendent, 599. 

JANPER USA 

A Janper Engenharia Eletronica Ltda., 
fabricante do microcomputador JP-01, 
abriu urn escritorio nos Estados Unidos 
"para fins de exportagao e formagao de 
uma Trading no ramo da Informatica", 
de acordo com o presidente da empresa, 
Pedro Brandt. A Janper USA localiza-se 
em Miami, Florida, e esta sob a respon- 
sabilidade do Sr. Wladimir Watson. 

No Brasil, a Janper tern outra novida- 
de: JP-01 esta sendo vendido em forma 
de kit, para montagem pelo comprador. 
Essa modalidade de comercializagio, 
alem de baratear o prego do sistema, diz 
Brandt, permite uma "maior assimilagao 
por parte de estudantes e interessados 
na area de funcionamento de hardware e 
software". Os kits, segundo- informa a. 
Janper, tambem estao disponiveis para 
empresas que desejem montar os com- 
putadores, beneficiando-se, na revenda, 
da diferenga adicional no prego de aqui- 
sigao. 



20 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



is; 






DANVIC LANQA DATA-ENTRY 

A Danvic, fabricante dos microcom- 
putadores DV-600 e DV-2000, esta colo- 
cando no mercado um equipamento pa- 
ra entrada de dados compativel com o 
IBM 3740:'o Danvic ED, que tern 64 Kby- 
tes fixos de memoria e um dtsquete de 8 
polegadas. Os dados inseridos no equi- 
pamento sao transferidos em seguida 
para outro floppy com formato EBCDIC, 
utilizado pela IBM. O equipamento tern 
preco de langamento na faixa de Cr$ 2 
milhoes. Olitra novidade e o sistema 
operacional DV DOS Super para o DV 
2000, compativel com o CP/M na ver- 
sao 3.0. O novo sistema pode traba- 
Ihar com mais memoria, atingindo ate 
16 particoes de 64 Kbytes e os dados sao 
acessados diretamente na memoria e nao 
no disco. Alem disso, quando a memoria 
estiver lotada e houver necessidade de 
se chamar outro arquivo, o proprio siste- 
ma verifica qual o arquivo que foi menos 
usado ate entao e o utiliza. O novo siste- 
ma operacional permite compilacoes 
ate 30 vezes mais rapidas. Ainda para o 
DV 2000, dentro de alguns meses estara 
aberta a possibilidade deste equipamen- 
to utilizer o processador Z80A e seus pe- 
rifericos. Com isto o clock do DV 2000 
podera ser eievado para 8 MHz, ficando 
mais proximo dos minicomputadores. A 
nivel de prego esta alteragao vai signifi- 
car um acrescimo de Cr$ 3 a 4 milhoes. E 
para outubro, provavelmente durante a 
realizagao da III Feira Internacional de In- 
formatics, a Danvic ja programou o lan- 
gamento do DV 600Bi, com 2 processa- 
dores: Z80A e Intel 8088. DV 600Bi tera 
tambem dois sistemas operacionais: 
CP/M e CP/M86, podendo rodar progra- 
mas tanto para 8 quanto para 16 bits, e a 
memoria para usuario chegara a 256 
Kbytes. Segundo Maurice Eskinazi, dire- 
tor da Danvic, o objetivo inicial deste 
novo equipamento sera o de atingir soft- 
ware-houses que queiram desenvolver 
aplicativos para 16 bits, para depois en- 
tao vender estes aplicativos juntamente 
com o micro. 

PROLOGICA NA FILCRES 

A loja Filcres ja esta vendendo toda 
a linha de pequenos e medios compu- 
tadores da Prologica, inclusive o novo 
CP-300. La tambem podem ser encontra- 
das impressoras compatfveis com estes 
equipamentos e um estoque completo 
de acessorios e suprimentos. A Filcres 
oferece ainda treinamento em operagao 
de computadores e assistencia tecnica 
para os micros. O pagamento e facilitado 
com financiamento da propria loja em 
tres vezes sem acrescimo, ou o compra- 
dor pode optar por financiamento exter- 
no para prazos mais longos ou pelo sis- 
tema de leasing. A Filcres fica na rua 
Aurora, 165, CEP 01299, Sao Paulo SP, 
tels.: (011) 223-7388 e 223-1446. 



COLOR 64 

Chegarao em breve as lojas especia- 
lizadas e magazines as primeiras unida- 
des do mais novo microcomputador bra- 
sileiro, o Color 64, fabricado pela Indus- 
trla e Comercio de Computadores Novo 
Tempo Ltda., do Rio de Janeiro. 

O Color 64, cuja produgao inicial de 
50 unidades/mes estava prevista para 
comegar a primeiro de julho, constitui- 
se, de acordo com o fabricante, num 
aperfeigoamento do TRS-80 Color norte- 
americano. O sistema de video, por exem- 
plo, foi reprojetado para funcionar den- 
tro do padrao PAL-M, e trabalha em re- 
solucao alta (matriz de 256 por 192 pon- 
tos) e baixa, com ate nove cores: verde, 
amarelo, azul, vermelho, carmin (magen- 
ta), bege, ciano, cor de abobora e preto. 

O equipamento ja vem de fabrica 
com 64 K de memoria RAM. Tern saida 
serial RS-232C e admite disquete de du- 
pla densidade e face simples. Pode fun- 
cionar como terminal de sistemas de 
grande porte ou, ainda, como terminal 
de videotexto. Na parte de software, o 
sistema dispoe de aplicativos em tres 
niveis: domestico (jogos, graficos, musi- 
cas, aplicagoes caseiras), comercial (sis- 
temas tradicionais, tais como folha de 
pagamento, controle de estoque etc.) e 
cientifico (engenhana civil e eletrica e 
matematica). 

NOVAS LOJAS EM SAO PAULO 

Sao Paulo tern quatro novas lojas de 
microcomputadores, todas oferecendo 
uma ampla variedade de equipamentos, 
perifericos, suprimentos, literatura na- 
cional e estrangeira e ate mesmo os vi- 
deogames recentemente langados no 
mercado nacional. 

A Chip Shop, especializada na area 
de processamento em tempo real, tern 
cursos de BASIC (basico e avancado) e, 
futuramente, Assembler, COBOL e Pas- 
cal. Esses cursos sao ministrados na pro- 
pria loja ou em escolas e empresas inte- 
ressadas. A empresa oferece ainda um 
sistema integrado de assessoria. atraves 
do qual os seus tecnicos auxiliam o clien- 
te na escolha do equipamento, desenvol- 
vem software especifico, de acordo com 
as necessidades, elaboram a documenta- 
gao e dao treinamento. 

A Compute, alem de trabalhar com 
software de outras empresas, tambem 
desenvolve programas sob encomenda. 
A loja tern assistencia tecnica permanen- 
te para todos os equipamentos que co- 
mercial iza e oferece cursos de BASIC. 

A Copec tern cursos basicos de in- 
troducao aos microcomputadores, de 
BASIC (basico e avancado), Assembler e 
COBOL. Na area de software, desenvolve 
programas e trabalha com produtos de 
outros fornecedores. 

A Data Solution oferece cursos de 
BASIC basico e avancado e comercializa 



programas seus e os desenvolvidos por 
software houses, alem de uma interface 
para acoplar maquina de escrever eletri- 
ca ao micro. 

Os enderecos das novas lojas sao os 
seguintes: Chip Shop — Rua Ofelia, 248, 
tel.: (011) 211-4261; Compute — Rua Es- 
tados Unidos, 2141, tel.: (011) 852-8290, 
Copec — Rua Dr. Jose Ferreira de Ouei- 
roz, 110, tel.: (011) 282-2618; Data Solu- 
tion — Av. Euzebio Matoso, 654, tel.: 
(011) 813-3355. 

SUPRIMENTOS INST ANTAN EOS 

Os usuarios de computadores de Sao 
Paulo contam agora com dois novos ser- 
vicos de fornecimento imediato de supri- 
mentos: o S.O.S. CPD, da Vector, e o 
Supri S.O.S. , da Supridata. Ambos aten- 
dem a qualquer hora do dia, sendo que o 
Supri S.O.S funciona inclusive nos feria- 
dos e fins-de-semana. contato com o 
S.O.S CPD pode ser feito atraves do tel.: 
(011) 815-3344 Bip 5L93. O Supri S.O.S 
atende pelos telefones (011) 543-0740/ 
542-9117/815-3344 Bip 5AK7. 

PRO SOFT EM NOVO 
ENDERECO 

A Pro Soft comunica o seu novo en- 
dereco: Rua da Quitanda, 185 — grupo 
701, CEP 20091, Rio de Janeiro — RJ, 
tel,: (021) 233-8928. Em suas novas insta- 
lagoes a empresa esta comercializando, 
alem dos pacotes tradicionais, os siste- 
mas de crediario, controle de clubes, dis- 
tnbuigao de mercadorias, controle de 
almoxarifado, controle de custo de pro- 
dugao, acompanhamento e orgamento 
de obras, ativo imobilizado, anahse esta- 
tistica e simulacao de ativos financeiros, 
entre outros. 

SIMPOSIO DE 
TELECOMUNICACOES 

As Faculdades Estacio de Sa vao 
promover, de 8 a 12 de agosto, o seu 
I Simposio de Telecomunicacoes, que 
marca a formatura da primeira turma do 
Curso de Telecomunicagoes da Faculda- 
de Politecnica Estacio de Sa. Alem de 
divulgar a disponibilidade e a capacita- 
gao dos novos Tecnologog em Teleco- 
municagoes, com especializagao em Re- 
des de Dados e em Comutagao, o sim- 
posio tern como objetivo debater os se- 
guintes temas: o ensino dessas especia- 
lidades; o mercado de trabalho; o perfil 
do profissional recem-formado e suas 
atitudes diante da tecnologia, dos equi- 
pamentos e sistemas atuais e futuros. 
O simposio, com entrada franca, sera 
realizado sempre as 19:00 hs no Audito- 
rio das Faculdades Estacio de Sa, Rua 
do Bispo, 83, bloco A, 4.° andar, Rio 
Comprido, Rio de Janeiro. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



21 



No comando de um bombardeiro, o piloto recebe a missao de pousar 
num aeroporto inimigo. E $6 voce* pode ajudci-lo\ ! ! 



Aeroporto 83 




Renato Degiovani 



o 



programa Aeroporto foi escrito 
para o TK82-C e para quern 
tem pouca ou nenhuma expe- 
riencia com a digitacSo de programas em 
linguagem de maquina. Trata-se de um 
jogo onde o jogador e" o co-piloto num 
aviSo bombardeiro que ird pousar num 
aeroporto inimigo. A pista encontra-se 
obstrufda e o co-piloto devera bombar- 
dea^la ate" que nab reste nenhum obsta- 
culo; caso contrario, o aviSo explodira 
ao pousar. Para Ian car as bombas basta 
digitar qualquer tecla. 



Os programas em Assembler sao cn- 
ticos quanto a digitaca'o. Portanto, e" 
precisp muita atenca"o e seguir rigorosa- 
mente a listagem do programa. Comece 
pela listagem 1 . As linhas 1 a 7 s5o os es- 
pa9os reservados para o Assembler. Digi- 
te, em cada Hnha, tantos caracteres 
quantos estiverem indicados entre paren- 
teses (assegure-se destas quantidades, 
pois qualquer erro sera fatal). 

As linhas 130, 510 e 540 sao blocas 
de impressao. A t^cnica utilizada aqui e 
a mesma para a linguagem de maquina, 
com uma diferenca: nelas iremos dese- 
nhar com o POKE. No final da listagem 
1 entre com o comando : 

PRINT PEEK 1639£*25£«PEEK 16397 

o resultado dever4 ser 18129; caso isto 
n2o ocorra e* porque houve erro na digi- 
taca'o. Localize o erro e teste novamente. 



Se tudo estiver correto, tecle RUN 
1000 e comece a operar a entrada dos 
blocos. No final de cada bloco tecle M 
para novo endereco (ou novo bloco). Se 
houver algum erro pressioneS e recomece 
o bloco (RUN 1000 e endereco). 

programa foi escrito em blocos pa- 
ra facihtar a visualizacSo completa do 
mesmo. Cada bloco esta posicionado nu- 
ma linha REM: 

• Bloco 1 — Infcio e STACK do siste- 
ma. 

• Bloco 2 — Movimento do avia"o, radar 
e cheque de explosoes, 

• Bloco 3 — Comando da bomba e lo- 
cal de explosSo. 

• Bloco 4 — Explosao da tone . 

• Bloco 5 — Explosffo do radar. 

• Bloco 6 — Explosao do aviao. 

• Bloco 7 - Rotina de SCROLL. 



22 



MICR O SISTEMAS, julho/83 



Comece a digita^o dos bio cos (em 
hexadecimal). A entrada de dados aceita 
qualquer quantidade de bytes, por 
exemplo: Dl e ENTER (NEW LINE no 
TK82-C) ou D1AF12131A ... e ENTER. 
N£o de espafo entre os bytes. Quando 
terminar, pare o programa e de* o co- 
mando RUN 2000, eliminando depois 
as linhas 1000 a 2060. 



Agora entre com a listagem 2 e faca 
uma gravacSo do programa. Rode-o e ve- 
rifique se houve algum erro. Se houver 
algum na parte em Assembler, procure 
localizar o bloco em que tal erro aconte- 
ceu, checando todos os bytes ate" encon- 
tra-lo. Se tudo estiver em ordem, grave o 
programa com RUN 900 e feliz aterris- 
sagem... 



Blocos em Assembler 



BL0CO 1 

16514 
16522 
16530 
16538 
16546 
16554 
16562 
16570 
16570 
16566 
16594 

BLOCO 2 

16602 
16610 
16618 
16626 
16634 
16642 
16650 
16656 
16666 
16674 
16662 
16690 
16698 
16706 
16714 
16722 

BLOCO 3 

16730 
16736 
16746 
16754 
16762 
16770 
16778 
16786 
16794 
16602 
16B10 
16616 
16826 
16834 
16842 
16B50 
16858 
16866 

BLOCO 4 

16877 
16885 
16893 
16931 
16909 
16917 
16925 
16933 
16941 
16949 
16957 
16965 
16973 



00 06 0A 
00 00 EC 
3£ FF FE 
21 82 40 
70 23 01 
23 70 23 
10 FC E5 
02 09 EB 
77 23 13 
72 23 77 
18 06 



0A 


86 


00 


00 


00 


46 


00 


F0 


46 


03 


00 


C8 


3D 


16 


FA 


01 


00 


06 


71 


23 


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86 


71 


23 


71 


AF 


06 


05 


77 


23 


2A 


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40 


01 


71 


El 


73 


23 


72 


23 


13 


13 


13 


73 


23 


2A 


0E 


40 


2B 


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Dl AF 
20 01 
42 3E 
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03 00 
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92 40 
IF 42 
40 21 
60 CD 

00 20 
02 EB 
20 IE 

01 6E 
20 8E 
00 00 



12 13 

13 1A 
12 12 

8F 40 
ED B0 
FE (90 
3A 8B 
CD 92 
85 40 
92 40 
3C CD 
21 FF 
CD 92 

02 m 

01 00 



1A 3C 
FE 00 
D5 CD 
21 82 
CD 92 
C2 A5 
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40 ED 
01 03 
3A 88 
92 40 
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40 2A 
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92 40 
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40 3A 
42 CD 
00 C2 
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00 ED 
40 FE 
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ED 52 
00 40 
FE 12 
C9 00 



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89 40 
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01 13 

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ED 52 
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73 42 
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52 28 
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23 A7 
32 88 



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52 CA 
ED 52 
00 09 
2A BC 
28 El 
20 El 
ED 52 
ED 52 
40 16 



40 Dl 
72 16 
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72 42 
CA 72 
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40 E5 
23 E5 

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28 15 
28 0E 
9A 



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40 01 
01 23 
09 36 
23 36 
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2B 3C 
01 44 
23 23 
36 01 
00 0E 
00 C3 



01 32 

44 00 
23 23 
06 0C 
00 23 
36 6 
3A 6B 
32 8B 
00 A7 
23 36 
23 36 
IF 09 
14 41 



SB 40 
A7 ED 
36 87 
09 36 
36 00 
23 36 
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40 2A 
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00 0E 
86 23 
36 04 
AF 32 



D5 


21 


D3 


ED 


01 


22 


77 


20 


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88 


40 


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28 


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23 


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23 


42 


El 


52 


CA 


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A7 


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00 


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B0 


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ec 


40 


36 


00 


1C 


09 


23 


36 


23 


36 


8R 


40 



16981 
16989 
16997 

BLOCO 5 

17010 
17018 
17026 
17034 
17042 
17050 
17058 
17066 
17074 
17082 
17090 
17098 
17106 
17114 
17122 

BLOCO 6 

17131 
17139 
17147 
17155 
17163 
17171 
17179 

BLOCO 7 

171B6 
17194 

BLOCO 8 

17227 
17235 
17243 
17251 
17259 
17267 
17275 
17283 
17291 

BLDC0 9 

17382 
17390 

17398 
17406 
17414 
17422 
17430 
17436 
17446 
17454 
17462 
17470 
17476 
17486 
17494 
17502 

BLOCO 10 

17600 
17606 
17616 
17624 



2A 0C 40 01 25 00 A7 ED 
42 77 23 77 0E IF 09 36 
04 23 36 81 C3 14 41 



El 3E 01 
40 01 41 
0A 0E 22 
87 0E 3F 
36 00 23 
06 21 62 
C3 DA 40 
28 IE 3C 
40 01 41 
00 0E 22 
00 09 20 
AF 32 8E 
IF 00 A7 
87 09 23 
C3 09 41 



32 BE 
00 A7 
09 36 
09 3E 
77 23 
40 77 
3A BE 
32 8E 
00 A7 
09 36 
36 81 
40 2A 
ED 42 
36 09 



40 2A 8F 
ED 42 36 
06 23 36 
80 77 23 
77 AF 06 
23 10 FC 
40 FE 02 
40 2A 6F 
ED 42 36 
8A 23 36 
C3 09 41 
8F 40 01 
77 23 36 
23 36 80 



3A 91 40 FE 00 20 0C 3C 
32 91 40 3E 92 12 IB DS 
C3 EF 40 FE 01 20 0B 3C 
32 91 40 3E 08 IB EF FE 
02 20 06 3C 32 91 40 3E 
17 16 E2 AF 12 01 FF FF 
C9 



2A 0C 40 E5 11 21 00 19 
Dl 01 D6 02 ED B.0 C9 



06 86 00 0A 66 00 00 8A 

8A 8A 8A 8A 8A 6A 8A 8A 

8A 8A 8A 8A 6A 8A 8A 8A 

BA 8A 33 8A 8A BA 00 00 

82 81 83 81 03 82 81 B0 

80 80 80 80 80 80 80 80 

80 80 80 80 80 80 80 80 

80 80 80 80 B0 80 80 83 

81 82 



00 63 
83 63 
83 04 

83 00 
85 00 
05 00 
00 85 

00 05 
85 03 
07 84 
03 01 

84 00 
02 00 

01 00 
00 00 
00 01 



B3 00 
00 00 
00 67 
83 83 
00 05 
05 85 
00 05 
00 05 
03 05 
00 65 
00 05 
00 05 

00 01 

01 00 
00 02 
00 01 



B7 83 
83 83 
8 3 04 
04 87 
85 63 

00 00 
00 65 
00 05 
85 00 
00 00 
00 85 
00 05 
212 03 
03 03 
03 01 
00 02 



83 00 
00 87 
00 83 
83 04 

00 00 
05 85 
00 05 
00 B5 
00 00 
05 B5 
00 07 
00 85 
03 00 
00 02 
00 01 
03 01 



80 9D A5 A4 9F 80 80 97 

97 B0 B2 AE A8 87 84 80 

98 AE B6 69 AA 62 A6 B6 
80 97 97 90 80 B7 A9 80 



MICRO SISTEMAS, jultio/83 




PHOKIJRA 



SOFTWAp 

APLICATIVOSPARAOSSEGUIN- 
TES MICROS: MAXXI, UNITRON," 
MICRO ENGENHO;. APPLE, 
POLY^CP/M'ECP.SOO*. '•"' ''■' 



APLicATivos, ; ::■•'•; 

CbntasaReceber 

Faturamehto 

FolhadePagamento 

ControledeEstoques 

Conlabilidade 

GontasaPagar 

MalaOireta 

Banco de Dados 

Agenda 

Orcamento de Obras 

PERTobra 

ControiedeAssociados 

Subrotinas 

Cadastro de Imoveis 

Imabiliario * 

Controle Hospitalar 

Cobrangajuridtca 

Acompanha'mienUi 

Orpamentario 

Topografia 

Cilculo Estrutural 

Prok-Caic 



ORTN 
100 
100 
200 
100 

■.-■•; ioo : 

''■:■; 'i.oo: 

75 
250 

65 
125 

40 
190 

10 

75 
125 
110 
150 

65 

, 30 

50 

10 

Temos ainda: 500 peque'nos pro- 
gramas de aprendizado listados 
em papei (em ingles).' 
Adaptamos e desenvolyemos pro- 
gramas para OJK82-C. •'-'••.."■' 

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AER OPORTO 83 



LEMBRETES 

- O bloco 7 e uma rotina de SCROLL 
que funciona melhor do que o comando 
SCROLL do computador. Voce podera 
us£-la em qualquer programa, basta in- 
cluir a linha 7 e teclar RAND USR (en- 
dereco de inicio da rotina). 



— A linha 200 indica a primeira linha de 
lmpressao do aviao. Ela pode ser altera- 
da para iniciar em qualquer lugar. 

— Voce podera manipular os obsta'culos 
da pista a vontade (linha 1 50), mas nao 
podera" modificar o desenho do aeropor- 
to , da torre e do radar. 

— Os m'veis do jogo podem ser alterados. 



A varidvel X, na linha 470, determina a 
velocidade de descida do aviao. 



Renato Degiovani 4 formado em Comunica- 
f£o Visual e Desenho Industrial pela Pontifi- 
cia Universldade Catd/ica do Rio de Janeiro. 
Hi mais de um ano utiliza urn NE-Z8000 para 
cdlcu/os em sua 4rea de trabalho. 



Aeroporto — listagem 1 



REN 1111 
REN 111 
REN 111 
REM 111 
REM 111 
REC1 1111 



11111 
11111 
11111 
11111 
11111 
11111 
11111 
1 (96) 
(192) 
(95) 



REI*1 1111 

130 PRINT AT 18,30; 

510 PRINT AT 7,0; " 

540 PRINT AT 19,0; " 
1000 5CR0LL 
1010 SCROLL 
1020 PRINT "ENDERECO DD BLOCO?" 
1030 INPUT E 
1040 LET D$="" 
105B SCROLL 
1060 PRINT E; " "; 
1070 IF PEEK 16441=1 THEN GOTO 1 
050 

1080 IF Dfl = "" THEN INPUT DS 
1090 IF D$="H" THEN GOTO 1000 
1100 IF DS="S" THEN STOP 
1110 PRINT " ";D$( TD 2) ; 
1120 POKE E,16*C0DE DS+CODE Dj(2 
)-476 

1130 LET E=E + 1 
1140 LET D$=DS(3 TO ) 
1150 GOTO 1070 
2000 FOR A=0 TO 31 
2010 POKE 17350+A,138 
2020 POKE 17568+A,13S 
2030 POKE 17510+A,137 
2040 POKE 17632+A,137 
2050 POKE 17293+A,126 
2060 NEXT A 



10 SLOW 

20 GOTO 500 

30 FOR A=l TO 150 

40 NEXT A 

50 FOR A=l TO X 

60 RAND USR 17186 

70 NEXT A 

B0 PRINT AT la, 3; 

90 RETURN 
100 IF INKEY$="" THEN GOTO 100 
110 IF INKEYB = "f!" THEN GOTO 400 
115 IF NOT INKEY$="I" THEN GOTO 
690 

120 CLS 

140 FOR A=5 TO 27 
150 LET B=INT (RND*1B+129) 
160 IF 0=134 OR B=132 THEN LET 
B=4 
170 IF B»135 THEN LET B=0 
180 PRINT AT 1B,A;CHR$ B 
190 NEXT A 

200 PRINT AT 1,0;»»"; 
210 LET B=USR 1653B 
220 IF 6=0 THEN GDT0 350 
300 PRINT AT 21,6>"U0CE F0I DES 
TRUID0." 
310 GOTO 100 

350 PRINT AT 21, 5; "PARABENS. I/O 
CE C0NSEGUIU-" 
350 GOTO 100 
400 CLS 

410 PRINT AT 4,4;"NIVEIS DE 3 QG 
LU"**»*»"i - PRINCIPIANTE",,,"2 
- ESPERT0",,,,"3 - PIL0T0 SUICID 
A" 
420 IF INK£Y$="" THEN GOTO 420 
430 LET X=PEEK 16531 
440 IF INKEY$="1» THEN LET X=25 



Aeroporto — listagem 2 







450 IF INKEYS="2" THEN LET X=17 
3 

460 IF INKEY$="3" THEN LET X=15 


470 POKE 16531, X 

480 GOTO 120 

500 CL5 

520 LET X=7 

530 GOSUB 30 

550 LET X=23 

560 GOSUB 30 

570 PRINT "VOCE EH C0-PIL0T0 
NUPl AVIAOBOmBARDEIRO.CUJA HISSAO 

E ATACARUP1 AEROPORTO INIFIIGO*" 

580 LET X=6 

590 GOSUB 30 

600 PRINT "A PISTA ESTA OBSTRUI 
DA E l/OCETEfl QUE DESIMPEDI-LA PA 
RA POUSAREM SEGURANCA-" 

610 G0SU8 30 

620 PRINT "A CADA VOLTA PILOT 
DESCE UN NIUEL E NAO HA COMUN 
ICACAO ENTRE VOCE E ELE. " 

630 GOSUB 30 

S40 PRINT "EVITE DESTRUIR POSTO 

DE RADARE TORRE DE CONTROLE-" 

S50 GOSUB 30 

560 PRINT "BOA SORTE ..." 

S70 LET X=20 

680 GOSUB 30 

690 PRINT AT 4 , 4; "COriANDOS: « , , , 
,,,"1 - INICIA riISSA0",, t "m - P1U 
DANCA DE NH/EL",,,,,,,»PARA LANE 
AR BOflBA PRECIONE UNA TECLA QUA 
LQUER." 

700 GDTO 100 

900 SAVE "AEROPORTO" m 

910 RUN m 




O MELHOR SISTEMA DE CONTROLE DE ESTOQUE PARA CP-500 

- Caroctensticas fisicas dos cadastros definidos pelo usudrio 

- Filosofia conversacional tnterativa, possibiiitando fdcil operacdo 

- Consultas e atualizacoes allamente dindmicas 

- Elaboracdo de Orcamenfos Pedidos com opodo de Baixa Automdtica 

- Emissoo de relafdnos estatTsrico e administratfvos 

- Documentacoo completa 

- Adaptdvel a Micros compatives com TPS80 Modelo Hi 

- Preco; 60 ORTNs 

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24 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



UMNOVO 

CONTROLE 

N AS PRINCIPAIS 

EMPRESAS 

PAIS. 




Todaa as empresas ai abaixo estao agora sob 

o controle doe microcomputadores AP II 

oomprados na Clappy. E voce quer saber por 

true? Primeiro: devido a sua extrema 

uexibilidade e facil manuseio, o AP II e o 

microcomputador mais adequado para as 

neeessidades das pequenas, raedias e grandes 

empresas. 

Com memoria basica de 48 K, ele pode ser 

expandido com 384 K, adicionais. No AP n 

podem ser conectadas ate 6 unidades de disco, 

alem de placas para utilizacao de CP/M, video 

de 80 colunas e impressoras serials ou 

paralelas. 

Outra vantagem do AP II e que ele aoeita todos 

os programas e todos os periferieos do 

microcomputador de maior sucesso nos EUA: 

oAPPLE. 

Segundo: na Clappy,estas empresas 

encontraramo menor preco e as melhores 

condicoes de pagamento do mercado. 

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Sua empresa ftcara em boa companhia. 



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dos tu*< r» rp base de 

C °Soresdel6bits, 
ml croproces S adores^ l6b . tSf 

osfamMOsmiww f0 rte 

■ N s?sco atrabalham 
Superhero S.scoj ant o 

comUCPsde^D^ ascom 

models paramo 
y^°S?pro^iado^ 
de ^er ado americano. 




abado, meia-noite e uns quebrados. Esfregando os 
olhos de sono em frente ao monitor verde de um 
D-8000, contemplo o resultado de dias, ou melhor, 
noites e mais noites de programacao: um programa de plane- 
jamento de entradas e saidas para, respectivamente, matenas- 
pnmas e produtos. 

Feito para um afortunado possuidor de um micro america- 
no com disquetes, o programa resultou,entretanto, muito len- 
to e nao por culpa sua. Afinal, todo aquele volume de calcu- 
los, cerca de 900 operates de precisao simples a cada altera- 
cao de um valor, era o coracao do programa, o mi'nimo absolu- 
tamente necesstfrio. 

O problema nao estava no programa e sim no fato de se es- 
perar do micro, configurado com o padronizado BASIC inter- 
pretative, algo mais que ele (ainda) nao tern: a capacidade 
computacional de um grande computador, 

Analisemos isto com mais detalhes. Capacidade computa- 
cional (computing power) nao e' um conceito facilmente quan- 
tificavel, isto e, expressavel em numeros. £ muito mais facil 
analisa-la atraves de seus parametros, como veremos a seguir. 



BITS, Velocidade e instrucOes 



Vejamos o pnmeno parametro de rnteresse: o numero de 
bits armazenados que sao manipulados paralelamente pelo pro- 
cessador, ou seja, o tamanho da palavra do processador. Ge- 
ralmente, quanto maior o numero de bits tratados paralela- 
mente, maior a capacidade computacional, pelo simples fato 
de nao ser necessario fracionar os entes do processamento em 
partes a serem tratadas separadamente uma apos outra. 

Vejamos por exemplo a comparacao de duas strmgs de 48 
bits (que normalmente acondicionam um m^ximo de seis ca- 
racteres, ou apenas cinco, caso seja utdizado um byte como m- 
dicador de final). Num computador Burroughs 6700, cujo ta- 
manho da palavra e de 48 bits, essa operacao 6 realizada numa 
unica etapa, Um processamento equivalente num Z80, micro- 
processador muito comum em nosso meio, usado como UCP 
dos Dismac, Prologica, Microdigital, Digitus e outros, 6 feito 
atrave's de um ciclo onde se carrega um byte de uma das 
strings e se compara este com o byte correspondente da outra 
string, repetindo-se este ciclo ate que a primeira diferenfa se 
mamfeste. 



26 



MICROSISTEMAS,julho/83 



s!del6t>ft s 




Por outro lado, ha um limite supenor para esse parametro, 
imposto pelo fato de que a eficiencia volta a diminuir quando 
se trabalha com uma palavra maior que o ente que se deseja 
processar; se os meus dados utilizam um formato em ponto 
flutuante de 64 bits, o que fazer com os 36 bits restantes de 
um processador de 100 bits? 

Um segundo parametro de relevancia € a velocidade do pro- 
cessador. Entendam bem que a velocidade do processador nao 
se da simplesmente em funcSo de seu clock. Um microproces- 
sador 6809 a 1 MHz pode ser ta~o ou mais rdpido que um Z80 a 
2,5 MHz. O que ocorre 6 que o numero de ciclos de clock ne- 
cessarios para se executar uma instrucffo 6 diferente para ins- 
trucOes equivalentes de ambos os processadores, de tal forma 
que o clock passa a ser determinante secundario (observem, en- 
tretanto, que para um mesmo processador o clock 6 determi- 
nante principal, como por exemplo no caso dos TRS-80 Mo- 
dels 1 e 111, ambos com UCP Z80, no qua] o ultimo, apesar de 
compativel com o primeiro, usa um clock mais alto, obtendo 
maior rapidez no processamento). Por isso, nao se lmpressio- 
nem com especificacoes como 8, 1 ou 20 MHz. 

Alem disso, o numero de clocks necessarios por instrucao 
e funcao desta tambe'm, com grande vanagao. Por isso certas 
aplicacoes sao mais rapidas em dado tipo de processador em 
relacffo a outros tipos, ao passo que com outras aplicacoes 
ocorre o in verso. 

O conjunto de rnstrucoes 6 o terceiro parametro. Este 6 um 
aspecto totalmente qualitativo, na"o se tratando de quantas 
instrucoes um processador tern, mas sim quais, de que tipo 
etc. Os grandes processadores, como o IBM 370, tern instru- 
cQes que lidam diretamente com varidveis em ponto flutuante, 
o que e' uma grande vantagem em processamento cientifico. 
Por outro lado, instru95es de movimentacoes de dados que se 
auto-repetem ciclicamente, como as que possui o Z80, sao van- 
tajosas em manipulacoes de textos ou de mformacoes graficas. 

E o ultimo parametro £ a capaadade de multiprocessamen- 
to, ou seja, a divisao das tarefas entre varios processadores que 
trabalham simultaneamente , coisa praticamente impossivel de 



ser feita pela primeira geraca"o de microprocessadores de 8 bits. 
Mas hoje a hist6ria e outra... 



AS "FAMlLIAS" DE 16 BITS 



E £ justamente no hoje que se ve surgir o que se esperava 
para o amanha". Surgem nos Estados Unidos os primeiros mi- 
cros com microprocessadores de 16 bits: o da IBM, com o 
8088; o TRS-80 Model 16, com Z80 e 68000; os novos Apples 
Lisa e Mackintosh, ambos com o 68000; o da Olivetti, com o 
Z8001 ; e uma infinidade de outros. O que me proponho a fa- 
zer neste artigo e mostiar os coracoes (ps chips) dessas novas 
maquinas. 

Existem no mercado americano cinco principals familias 
de microprocessadores de 16 bits: 

— A familia TMS9900 da Texas Instruments. E a mais antiga, 
por6"m de pequena penetracao no mercado, por problemas de 
suporte funcional. Ha" entretanto uma tendencia para o pro- 
gresso desta familia, devido a entrada do TMS9995 e de cir- 
cuitos de suporte mais funcionais; 

— A familia 8086, da famosa Intel. A verdadeira pioneira nos 
mi ao processadores de 16 bits de alta capacidade, detendo por 
isso a maior parcela de equipamentos ja instalados (em parte 
auxiliada pela esplendida aceitagao do micro da IBM); 

— A familia Z8000, da Zilog. Atualmente esmagada entre o 
pioneirismo da Intel e a sofisticaca"o da Motorola, esta tentan- 
do reerguer-se atraves do lancamento de ampla linha de ele- 
mentos de suporte funcional; 

— A familia 68000, da Motorola. A mais sofisticada do mer- 
cado e que tern sido a base da maioria dos novos projetos; 

— A familia INS16000, da National Semiconductors. Mais 
recente e ainda nao completamente desenvolvida.parece equi- 
parar-se e ate ultrapassar a familia 68000. 

Vamos ver agora com mais detalhes cada uma destas fami- 
lias. 

— Texas Instruments: 

Esta familia apareceu em 1976 como uma implementacSo 
em chip da UCP da sene TM990 de minicomputadores. Em- 
bora muito poderosa para a e'poca, nao obteve sucesso por cau- 
sa de concepcoes equivocadas sobre o mercado que fizeram a 
Texas nao dar o apoio de hardware necessa"rio ao desenvolvi- 
mento de sistemas em torno do microprocessador, coisa que 
so recentemente congou a ser corrigida. 

O TMS9995 e, na verdade, um microcomputador-em-uma- 
pastilha que conte'm, num encapsulamento de 40 pinos, os se- 
guintes elementos: 

— Clock interno de 6 MHz; 

— Interrupcoes vetonzadas em sete niveis ; 

— Ahmentacao de 5 volts; 

— 256 bytes de RAM interna; 

— Temponzador/contador de 1 6 bits. 

TMS9995 e ra"pido e trabalha com tempos de acesso a 
maquina de 120 ns. Acoplado a um 99610 (mapeador de 
memoria), ele pode endere?ar ate 16 Mbytes, alem de possuir 
estrutura interna tubular (pipelined architecture). 

— Intel: 

A familia do 8086 surgiu atrave's dele mesmo, ha cerca de 
tres anos, e vem crescendo desde enta"o. Hoje ja - conta com os 
microprocessadores 8086, 8088, 80186 e 80286, alem dos co- 
processadores 8087 e 8089, sendo que o 8086 6 oferecido em 
quatro versOes que diferem umcamente quanto ao clock ma- 
ximo aceito (a saber, 4 , 5 , 8 ou 1 MHz). 

Algumas caracten'sticas do 8086 sao impares: 

— Sua UCP esta dividida internamente em uma unidade de exe- 
cucao (EU) e uma unidade de interface com a barra BIU, que 
funciona assincronamente. A BIU mantdm uma fila de instru- 
cSes em cddigo-objeto de 6 bytes que ela vai atualizando quan- 
do nSo esta ocupada movimentando informacoes sob o co- 
mando da EU. A EU le as instrucSes sempre da frente da fila e, 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



27 



MICROPROCESSADORES DE 16 BITS 



dessa forma, grande parte do tempo de acesso a - instrucSo 6 eli- 
minado acelerando-se o processamento ; 

— Varios de seus pinos tem dupla funcao, funcionando de for- 
ma diferente em sistemas simples e em sistemas de multiplas 
UCPs; 

— Todo o enderecamento de memdria e" do tipo relativo-a- 
base, o que favorece o uso de programas objetos relocaveis 
(ou seja, que possam ser executados em qualquer ponto da me- 
moria sem alteracoes); 

— Possui instrucOes-prefixos que modificam a interpretacfo 
do c6digo-objeto da instrucao seguinte. 

Vamos olhar mais a fundo este microprooessador. Ele con- 
tain quatro registradores de uso geral de 16 bits, subdivisiveis 
em oito de 8 bits, compardveis aos sete registradores do 
8080A. Existem ainda quatro registradores de uso especifico, 
como os indexadores (inclufdo o indicador de pilha), o conta- 
dor de programa, o registrador de status e quatro registradores 
de segmento, todos de 16 bits. 

Todos os enderecos de mem6ria s3o computados somando- 
se o endereco efetivo com 1 6 vezes o valor de um dos registra- 
dores de segmento, o que nos oferece um endereco de 20 bits 
capaz de referenciar ate" um total de 1 .048,675 bytes (1 Mbyte). 

O 8086 vem num encapsulamento de 40 pinos, necessitan- 
do de uma alimentacSo simples de 5 volts. Todos os seus pi- 
nos s5o compativeis com TTL, exceto aentrada de clock, que 
e fomecida pelo integrado auxiliar 8284 de 18 pinos. Seus ci- 
clos de barra utilizam quatro ciclos de clock e para utilizacao 
de configurates mais complexas torna-se necessario o uso do 
controlador de barra 8288. 

8086 trabalha com tres tipos de interrupcOes ; software, 
nao-mascaravel e mascaravel-vetorizada, atem do modo de ope- 
rafSo passo-a-passo (step by step). Seu conjunto de instrucoes 
e potente e conte'm instructs de multipli cacao, divisao, tra- 
du93o e de movimentacifo repetitiva. Contudo, ele 6 limitado 
a manipulacao de palavras de 16 bits. 

A caracterfstica mais interessante do 8086 6 sua capacidade 
de atuar profundamente hgado a coprocessadores. Isso por si 
s6 n3o seria nada de exceptional se os coprocessadores 8087 e 
8089 nao fossem o que s3o. 

O 8087 6 um coprocessador para calculos matematicos, 
sendo o circuito integrado mais complexo em producao co- 
mercial, com seu custo em mais de quatro vezes o do 8086. Ele 
trabalha com oito registradores de 80 bits (!), enderecamento 
tipo pilha sobre sete formatos de dados diferentes, tres dos 
quais em ponto flutuante, tres em complemento de 2 e um 
BCD Compacto. 

O 8087 6 capaz de efetuar adicSo, subtracSo, multipli cacao, 
divisao, raiz quadrada, modulo, tangente, arcotangente , ex- 
ponencial, logaritmo, negacSo, calculo de resto e comparacSb 
para todos os sete formatos com instrucoes unicas. 

Quatro regras de aproximacSo sa*o utilizadas pelo 8087, de 
acordo com a programacSo (mais proximo, pr6ximo maior, 
pr6ximo menor, mais proximo de zero) e automaticamente 
sub-rotinas de excecSo na ocorrencia de um dos seguintes 
erros: operacao invalids, transbordamento, divisao por zero, 
anulamento, operando nao normalizado e resultado inexato. 
Ale'm disso, conta com as constantes internas 0, 1, PI, log2, 
log(2,10)elog(2,e). 

Fisicamente, o 8087 6 um circuito integrado de 40 pinos 
com alimentacSo simples de 5V, clock maximo de 5 MHz, sen- 
do pelo menos cem vezes mais rapido, em m£dia, que sub-roti- 
nas de calculo utilizando as instrucoes de um 8086 a 5 MHz. 

J a" o 8089 6 um coprocessador especializado em entrada/saida 
de dados com dois canais DMA e outxas caracten'sticas impor- 
tantes. NSo me estenderei mais sobre ele. Sugiro a leitura da 
referenda bibliografica 1-4. 

8088, (ce'rebro do micro da IBM, 6 praticamente um 
8086 cuja interface de dados foi afunilada para 8 bits. Suas pi- 




: Operando normaHzado - Aquele que em ponto flutuain- 

pM &M^pMMti& : mmtt$s£ ''-zeros' £'esqu£rda' dd; primesro-, ! 

Ponto flutuante (floating point) - Formato de jepresen- 
;. tacSb numSrica dride se armazena o numero decomposto 




■ .meow' on de se fixa. um endere^o (base) c se especifica 
ps outrbs. atfaves de sua distancia a base. Dessa forma, 

<s enderecos 

< ; -v i de'um^"sdi'^vezi..-- ! V : :-; ' : -. ■.■..■.■-. 

c se uistalar unv 
iwMito da memd- 
: na, 'independents do local de ongem do piograma, e 
t ■qitc'i .uma' tafefa-,ta"o mais cotrsptexa e passive! de erros 
!:quanto maiot for o numero de etidere^os a serein iecal- 
* ciskdbs'(o 'encterecarnehto teIativo4-base e simpliiicador 
nessa situa^ao). • 

String - Variivel alfanume"rica formada por uma cadeia 
de caract^res. de coinptimento vansvel, cujo ultimo elo 6 
;/ um cafater especial de controle utilizado exatamente pa- 
V ra' iri'dicai^ o firn da £&4em. 

I "iSuporte 'fkpUim^ ~ Conjunto de drcuitos auxiliares pa- 
" ''ta a e-xccu^o de funcSes especiBcas. Exemplos- contro- 
i-:>lad'bre^;d?.;-pftlA',;-cohtroladoies de disquetes, tempori- 
: , 'zadores.^ortas'paraieias e aeoais etc. 
\ T^MisborciatB^ato {overflow) - Quando o resultado de 
t ■ '■ »eracapaci- 

r ' dadc .cfc.iepjssejJtacSo de um dado formato. 



28 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



nagens sSo muito parecidas e seu conjunto de instrufoes € exa- 
tamente o mesmo. No funcionamento, o 8088 difere principal- 
mente quanto a seu tempo de execucao, maior que o 8086, de- 
vido a necessidade de acessar a mem6ria duas vezes para cada 
transferencia de 16 bits. Outras diferen$as sao: o tamanho da 
fila de instni95es (4 bytes ao inv^s de 6), o atraso de um pulso 
na temporizacSo do estado de parada e um clock maximo de 
5 MHz. 

Os mais novos membros da famflia sao o 80186 e o 80286. 
Este ultimo 4 supenormente compativel ao 8086, isto e", con- 
tain novas instrucOes e novas capacidades. Ele tern estrutura 
tubular e esta dividido em quatro unidades intemas, o que lhe 
da" seis vezes mais velocidade que o 8086 para um mesmo 
clock, concorrendo igualmente para isso o fato dele possuir 
pinos separados para dados e endere§os. Alem disso, ele possui 
internamente os circuitos de gerenciamento e protecao de me- 
m6ria que, atuando sobre um espafo fisioo de 16 Mbytes, for- 
nece aos programadores um espaco 16gico de 1 Gigabyte , apro- 
ximadamente um bilhao de bytes. 

O 80186, por sua vez, 3 tambem superiormente compativel 
ao 8086, apresentando a nfvel intemo varios circuitos espe- 
ciais: 

— Clock intemo (8 MHz); 

— Dois temporizadores de 1 6 bits; 

— Dois canais de DMA; 

— Controlador de interrupfOes (uma na"o-mascaravel e quatro 
mascara 1 veis); 

— Controle de sele9a"o e espera de acessos a" memoria; 

— 256 bytes de memoria RAM como um bloco de controle 
dessas funcoes auxiliares. 

Os fomecedores dessa famflia (aqui quando eu falo em for- 
necedores, na~o me refiro a revendedores, mas sim a fabricantes 
que tern a permissao da empresa criadora do microprocessador 
para fabrica-lo e comercializa'-lo) sa*o, atem da pr6pria Intel, a 
Mostek Corporation, a NEC Microcomputers Inc., e a Sie- 
mens AG (Europa e Brasil). 

— Zilog: 

A famflia Z8000 & formada pelos rrdcroprocessadores 
Z8001 , Z8002, Z8003 e Z8004. Os dois ultimos modelos sao 
uma versSo melhorada e ampliada dos dois primeiros e por isso 
trataremos aqui apenas do Z8001 e Z8002. 

Os dois sao praticamente iguais, diferindo quanto a capaei- 
dade de enderecamento de memoria. O Z8001 pode enderecar 
diretamente 8 Mbytes, enquanto o Z8002 endere9a somente 
64 Kbytes. Dai decorrem as demais diferencas. 

Ambos utilizam barra de dados/enderecos multiplexada, ali- 
mentacSo simples de 5 V e clock maximo de 4, 6, 8 ou 10 
MHz. Z8001 vem num encapsulamento de 48 pinos, enquan- 
to o Z8002 6 acondicionado num chip de 40 pinos. 

Uma das caracteristicas que diferenciam esta famflia da 
anterior 6 o duplo-modo de operacao. Os Z8000 operam nos 
modos System e Normal. No primeiro modo todas as ins- 
trucSes estao a disposigao, enquanto no segundo 6 bloqueado 
o acesso a certas instn^Qes de controle de processo. Tipica- 
mente, mantem-se os programas do usuario em modo Normal e 
o sistema operational em modo System. A comutacSo de um 
modo para o outro e" feita atraves de instnifoes de chamada 
(N-J-S) e retorno (S-j-N), ou automaticamente na ocorrencia de 
oertos erros, atrave's de traps (armadilhas) que levam ao modo 
System. 

Os Z8000 tern 1 6 registradores de uso geral de 1 6 bits, oito 
dos quais acessdveis como 1 6 registradores de 8 bits e todos os 
1 6 concatendveis em registradores de 32 e 64 bits. O registra- 
dor R15 6 duplo, retendo valores diferentes nos modos Sys- 
tem e Normal, pois 6* utilizado como um stack pointer (indi- 
cador de pilha). No Z8001, o R14 tambe"m 6 duplo, pois os 
endere90s completos utilizam 23 bits e demandam dois regis- 
tradores para serem armazenados (note-se que o indicador de 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



3a3JiaXg2^a2a23XKJ333333 33Ja333Xg 3 



M 



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MICROPROCESSADORES DE 16 BITS 



pilha utiliza R14 para armazenar a parte superior do endere 50). 
Alem disso, existem os registradores de controle e renovacSo, o 
contador de programa e o apontador da area de status. Os qua- 
tro sSo de 16 bits no Z8002 e de 32 bits no Z8001 (exceto o 
de renovacao). 

O Z8001 utiliza segmentacSfo de memdria, ou seja, com a 
ajuda de um circuito auxiliar (MMU Z8010 ou Z8015) ao inves 
de enderecar-se a memdria diretamente como um espaco linear 
de 8 Mbytes, ela 4 dividida em 128 blocos de tamanhos e posi- 
coes"-variaveis,em incrementos de 256 bytes, passi'veis de se so- 
breporem parcial ou totalmente, o que facUita a realocacao de 
programas e o intercambio de dados entre processos (Z8010) 
ou a divisa'o da memdria em 4096 pagjnas de 2048 bytes num 
arranjo de memdria virtual (Z801 5). 

Os Z8000 na"o utilizam o esquema tubular da famflia 8086 
no acesso as instrucdes, empregando, entretanto, o me*todo de 
procura antecipada: pouco antes de terminar o processamento 
de instrugdes que nSo ocasionam saltos, a instrucSd seguinte 
ja e* acessada. 

Ambos os processadores tern circuitos de renovacSo autc- 
matica para memdrias dinamicas. 

Por razoes de estrate"gia de lancamento, os Z8000 nSo con- 
seguiram firmar-se no mercado americano, mas estao tendo 
chance na Europa atrave's da Olivetti, que projetou seu primei- 
ro microcomputador em cima do Z8001 . 

Outros fornecedores da Zilog s2o a Advanced Micro Devices 
e a SGS-ATES Component Elettronici SPA (Europa). 
— Motorola: 

A Motorola desenvolveu ate - agora quatro microprocessado- 
res de 16 bits, sendo o MC68000 o principal e mais antigo de- 
les. Ele utiliza um encapsulamento dip de 64 pinos de tal for- 



MICRO 
CONSORCIO 



Grupos de 
Nacionais de 





ma que na"o necessita multiplexar as linhas de dados com as li- 
nhas de enderecos, ganhando assim em desempenho. 

Todos os quatro utilizam alimentacao simples de 5 V, ni'veis 
TTL e clock maximo de 8 ou 10 MHz (e 16 MHz no caso do 
MC68000). 

A exemplo dos Z8000, a familia Motorola 16 bits tern dois 
modos de operacao : o Supervisor (equivalente ao System) e 
User (que se equivale ao Normal). A16m disso, o MC68000 
endereca 1 6 Mbytes como um espaco continue 

No seu encapsulamento de 48 pinos, o MC68000 tern barra 
de dados de 8 bits e endereca ate" 1 Mbyte de memdria. O 
MC68010, apelidado de maquina virtual, 6 muito similar ao 
MC68000, tendo inclusive o mesmo invdlucro de 64 pinos. Sua 
principal diferenca 6 um sistema intemo de controle de falhas 
de acesso a memdria para a implantacSo de sistemas multiusud- 
rios com memdria virtual. 

O MC68020, por sua vez, tem uma barra de dados de 32 
bits e por isso vem num cftip carrier (portador de pastilha), 
tendo ainda uma memdria especial intermediiria para instru- 
cdes (caeh.4 memory), para maior agUizacfo. 

Internamente , eles contem 17 registradores de 32 bits, sen- 
do oito Data Registers, acessiveis na forma de 8, 16 e 32 bits, 
enquanto os nove restantes sSo os Actress Registers, acessiveis 
em 16 ou 32 bits. Ale'm disso, existe o contador de programa 
(32 bits) e o registrador de status ( 1 6 bits). 

Embora os MC68000, MC68008 e MC68010 sejam assin- 
cronos, eles contem circuitos que opcionalmente simulam um 
modo assi'ncrono para ser compativel com dispositivos perife*- 
ncos de seus predecessores 6800/6809, de 8 bits. 

Uma das caracteristicas mais impressionantes desses micro- 
processadores 6 seu modo Trace, onde eles executam as ins- 
trucdes uma por vez e apds cada instruca"o executam uma sub- 
rotina de teste (debug) que permite testar e corrigir programas 
em linguagem de maquina pela verificacSo passo-a-passo do 
que/est^ acontecendo. O 8086 tem uma forma similar desse 
processo. 

Comparando-os mais uma vez com os Z8000, ve-se nos 
MC68000 as exceptions (excecdes) equivalentes as traps dos 
microprocessadores da Zilog, que neste caso tambe'm forcam a 
entrada em modo Supervisor quando da ocorrencia de erros. 

Duas coisas distinguem estes microprocessadores de todos 
os outros: sua Idgica de espera no acesso a memdria e a ldgica 
de reexecucSo de ciclos de barra. Normalmente os micropro- 
cessadores necessitam que a informacSo requerida apresente-se 
em suas linhas de dados dentro de um dado intervalo de tem- 
po. Se isso n2o puder acontecer, o dispositivo deve requerer 
que o microprocessador prorrogue esse intervalo ate - o momen- 
ta em que os dados estejam disponiveis. 

No MC68000 ocorre o inverse Ele automaticamente aguar- 
da que o dispositivo envie um sinal avisando que os dados es- 
tao na barra. Enquanto isto nao ocorre, ele executa ciclos de 
espera. Esse sistema usa quase a mesma ldgica externa que o 
outro, mas e* intrinsecamente mais seguro e facilita enorme- 
mente a interconexao de vanos processadores e de circuitos de 
acesso direto a" memdria (DMA). 

MICRO SISTEMAS, julho/83 



A outra 16gica especial e" a que reexecuta ciclos de baira. 
Por exemplo, imaginemos que uma mem6ria com verificador 
de paridade, ao ser acessada certa localidade, peca reexecucSo 
de ciclo. Nesse caso, o microprocessador repete o acesso. Se 
era urn soft-error (erro espora*dico) £ bem possivel que ele de- 
sapareca quando do segundo acesso. Caso contrano, um novo 
pedido de reexecucSo de ciclo 6 rejeitado e ocoire uma das 
exceptions que leva a uma sub-rotina que deve corrigir o erro 
ou pedir manutencSo. 

Por esses e outros motivos o TRS-80 Model 16, os novos 
Apple Lisa e Mackintosh, o Concept da Corvus e outros micros 
recentes utilizam-se do microprocessador MC68000. E muitos 
outros mais va"o aparecer. 
— National Semiconductors: 

A familia INS16000 6 formada por tres UCPs 16008, 
16016 e 16032 e pelos coprocessadores 16081 (coprocessa- 
dor aritme'tico) 16082 (MMU). As informacoes que teriho so- 
bre esses circuitos integrados sa"o poucas, mas dSo conta que as 
tres UCPs sa"o similares, pore"m com capacidades diferentes, 
como nas outras familias. 

O 16008 tern barra de dados de 8 bits, registradores de 16 
bits e executa dois sets de instrucoes: o seu prbprio e o do 
8080. O 16016 tern as mesmas caracterfsticas do 16008, mas 
tern barra de 16 bits. 

Ji o topo da linha, o 16032, tern barras de dados de 16 bits 
e de endere£OS de 24 bits, enderecando diretamente 1 6 Mbytes 
de mem6ria. Ele tern oito registradores de 32 bits de uso geral 
e mais sete de uso especi'fico, os primeiros podendo ser mani- 
pulados como 8, 16 ou 32 bits. Acrescido do coprocessador 
1 6081 , que tem mais oito registradores de 32 bits, para opera- 
coes em ponto flutuante , ele torna-se extremamente poderoso. 

Bom, ai estao os cdrebros (ou quern sabe coracSes) da nova 
geraccto de micros de alta capacidade que esta* nascendo e que 
hi de chegar ao Brasil da mesma forma que a primeira geracSo 
jd nos chegou. 



BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 

1.1 — Manuais do Burroughs B6700 (computador de grande 
porte). 

1 .2 — OSBORNE, Adam, An Introduction to Microcomputers, 
volume 1, BASIC Concepts, Osborne/McGraw-Hill. 

1.3 - RECTOR, Russel e ALEXY, George, The 8086 Book, 
Osborne/McGraw-Hill. 

1.4 - OSBORNE, Adam, 8089 I/O Processor Handbook, 
Osborne/McGraw-Hill. 

1.5 - ?, 8086/8088 16-Bit Microprocessor Primer, Byte Books. 

1 .6 - ZILOG, Z8000 CPU User's Reference Manual, Zjlog 
Inc. 

1.7 — KANE, Gerry, 68000 Microprocessor Handbook, Os- 
borne/McGraw-Hill . 



BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 

2.1 -Vex 1.1. 

2.2 - OSBORNE, Adam e KANE, Gerry, Osborne 16-Bit 
Microprocessor Handbook, Osborne/McGraw-Hill. 

2.3 — Revistas Electronics International, Electronic Design, 
Popular Electronics e Byte. m 



Antonio Rafael Diss Taixelra 4 astudante de Enganharia Eletrdnrce na 
Escola Pofite'cnica da (JSP e trabalha como t&cnico freelancer em Pro- 
cessamento de Dados em S8o Bernardo do Campo, SP. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



APUCAgOES S&UAS 



C/programas listados por impressora. 

Folha de pagamento, balaocete, contas a re- 
ceber, a pagar, correcao monet&na das contas 
do balance, correcao das cbntribuigoes do 
IAPAS; cadastrode clientcs, conta bancSria,: 
tabela price, estatfstica, correcao de pro vas, 
editor, detextos, ram toper, sub-rotjnas em 
cassette, chaining prpgramas, cbntando bs 
bytes das lirihas, do programa, das matrizes, 
economizando mem6ria, etc. . etc. 
i Iricluindo: . 

Conhecendo a impressora, vale a pena? Veja 



Projeto cbmpletb de tecladb mecanico, com 
lay-out dos circuitos impressbs, dospaineis e 
gabinere. etc., '■./•;■ 
Langamento Cr$3.000,00 

TMNTAJOGO$ • ;:^ .i 

tigo listados 



programas em 
por impressora. 



jogo de damas, labirintb, guerra nas estrelas, 

enterprise, paredao, demolidor, velha, cassi- 
1 no, roleta russa, corrida de cavalos, golf, vinte 
1 e um, cubb magico, senhai banco impbili^rio, 

bbmbardeio, som por software, etc. . . 

Lancarnento Cr$2.500,0G 



45 PROGRAMAS 



. • — ; 



Prontos para rodqr 



;... ■ 



, Arquiv6s f estoque, piano corit£bil, agenda te- 
lefdnica, inyasores, caga aopato, apague a tri- 
lha, jogo da velha, forca; dado, tabelas, tabua- 
das, conversao de coordenadas, m^dia, >ro- 
gressao, fibonaccl, biorritmo, renumerador de 
linhas em codigo, etc.. . etc . . 



4: 



MICRON 

ELETRONICA COMfeRCtO E INDUSTRIA LTDA. 
Av.S. JoSo, 74 ■'• Tafefone 224194 • S. Josd dos Campos 



Se voce 6 programador, nao vire a pagina antes de fer este artigo. Veja como 
o micro pode a/uda'-lo na definicao de mascaras de te/as. 



Como automatizar sua 
programacao 



Jose' Rafael Sommerfeld 



odo programador vive tentando 
aprimorar seus programas, ge- 
ralmente no intuito de fornecer 
um determinado conforto e seguran9a 
ao usuario final. Pore"m ele se esqueoe 
que isso implica em ter que desenhar di- 
versos lay-outs, contar posica*o por posi- 
cSo, letra por letra... e assim ir definin- 
do seus relatdrios, telas, arquivos etc. 

Foi pensando nisso que achei uma in- 
justica deixar um professional especiali- 
zado passar horas, talvez dias,,contando 
nada mais do que posicQes, virgulas, 
ponto e vi'rgula e outras coisas mais. 
Questionei-me se seria verdadeira aque- 
la famosa frase Casct de ferreiro, espeto 
de pau, pois afinal o programador que 
cria a cada dia rotinas as mais incremen- 
tadas, agilizando assim uma massa de 
processamento, se utiliza de metodos 
quase sempre arcaicos para confeccio- 
nar seus programas. 

Num ato de protesto, convoco to- 
dos os programadores a se armarem de 
instrumentos para auxilia-los em suas ar- 
duas tarefas, e o meu voto vai para o 
microcomputador. 

Como prova de que mTo sou apenas 
um agjtador, e sim um inovador, apre- 
sento neste artigo como eliminar, ou 
pelo menos minimizar, o grandioso tra- 
balho que envolve a definicSo de masca- 
ras de telas em uma linguagem como o 
COBOL, que nos extrai toda a atencSo 
para suas minuciosas definicOes. Aqueles 
que j^ conhecem a linguagem sabem: ao 



definir e codificar as telas de um progra- 
ma, deve-se prestar o maximo de aten- 
cao. Qualquer erro na contagem de uma 
ou duas posicoes podera causar — no 
momento da execuc5o do programa — 
um trauma, frustracSo, complexo ou 
coisa parecida no programador ao ver 
uma tela totalmente distorcida ou in- 
complete. 

A TELA DESENHADA NO VIDEO 

A experiencia a ser relatada foi de- 
senvolvida em um microcomputador 
Cobra 305, qual se utiliza do Sistema 
Operational SOM e linguagem COBOL 
Interativo. Este esquema, mediante algu- 
mas alteracdes, podera funcionar em ou- 
tros micros, mesmo que operem com sis- 
temas diferentes. 

Como ja falei, acho injustos os meto- 
dos de trabalho de que se vale um pro- 
gramador. Para definicao de telas, o pri- 
meiro passo seria pegar uma folha de 
lay-out de video e ali desenhar a tela re- 
petidas vezes, pois, afinal, dificilmente 
conseguimos desenhar a tela ideal na 
primeira vez. 

Depois de muito escreve-apaga, final- 
mente o programador teria a sua frente 
a imagem (no papel) da sua tela , com os 
campos e a mascara (ilustracOes) all de- 
finidas. A pr6xima etapa seria enta"o a 
codificacSo dos campos (Terminal Sec- 
tion) e da mascara (Working-Storage 
Section). 



Pois bem. Esquecamos a folha de lay- 
put do video. Sentemo-nos a frente do 
micro e vamos executar um programa 
que, em geral, ja vem com o sistema; um 
programa editor de textos, normalmente 
usado na digitacao de programas-fontes. 
Alguns sao bastante complexos e sofis- 
ticados e quanto maior for sua flexibili- 
dade, maior serd o nosso conforto na 
realizacSo desta tarefa. 

A esta altura ja criamos um arquivo. 
"Enchendoo" com a imagem do video 
atraves do editor^ vamos desenhar ali, 
no pr6prio vfdeo, a nossa definicSo de 
tela, e para tal nao precisaremos de ne- 
nhuma borracha para correcSes, pois os 
editores geralmente permitem empurrar, 
inserir, suprimir, transportar, alterar ou 
puxar um carater, uma linha ou um 
conjunto de linhas. E 6 claro que com 
todos esses recursos nao ha tela que nSo 
fique, pelo menos, bem feita. 

Na figura 1 temos um exemplo de te- 
la com a definicao de sua mdscara e seus 
campos. No caso do Cobra 305, o video 
para programas em COBOL se configura 
em 20 linhas de 80 colunas. No progra- 



NOME 


********* 


EMPRESA 


********* 


ENDERECO 


********* 


CEP 


***** 


CIDADE 


********* 


E5TAD0 


• ** 



f********** ********** 

V ********* *********** 

****** + ****■********** 



Figura 1 - Exemplo de uma mascara com ! 
seus campos (represen tado s por asterisco s) . 



32 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



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para nao se 

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grnas 
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EMPRESA. 
CARGO 



DATADENASCIMENTO: 
PROFISSAO; 



ANEXQCHEQUEN": 



DATA 



UF._ 



. TEL:. 

.CEP;. 



ESTADO CIVIL 



SEXO 



BANCO 



ASSINATURA 



OENDERECOACIMAE □ DOTRABALHO ] DARESIDENCIA 



AR0.UIVO 


DE 


TELA 


reg i s t ro 1 


regi 


s t ro 


2 



reg I s tro 20 



fS ; 



VfDEO 



t 



1 T nha 1 


1 i nha 


2 


iiii 
i ■ i i 
i t i i 
iiit 


li nha 


20 ! 



Figura 2 — Rekfco arquivo-video 

ma editor do sistema e* permitido criar 
registros de ate" 80 colunas. Logo, con- 
vencionaremos o seguinte: cada linha 
que aparecer na tela do programa sera" 
igual a um registro do arquivo criado pe- 
lo editor, estabelecendo urna relaca"o ar- 
quivo-video (figura 2). Para que isto seja 
feito, basta inserir uma pequena rotina 
no ini'cio do programa e o arquivo sera 
carregado na mem6ria. 



Podemos ver na listagem um exemplo 
de rotina nas linhas 38 a 43 ; as linhas 32 
e 33 mostram a variavel que teri guar- 
dada a imagem da tela. Nas linhas 25 a 
28 temos a definicSo do arquivo de tela 
(criado pelo editor). Na linha 31 vemos 
a variavel I que servira" para controle do 
looping da rotina MONTA-TELA e de 
indice para a montagem da imagem da 
tela. 



Para programas que necessitem de 
mais de uma tela, deve-se digitar a se- 
gunda a partir do 2 1 9 registro no arqui- 
vo de tela, e a terceira a partir do 419 
registro, e assim por diante, cada* tela 
ocupando 20 registros. Devemos alterar 
tarabdm o controle da rotina do progra- 
ma, criando mais espaco para as outras 
telas na memoria (Working-Storage Sec- 
tion). 

Resumindo, este me'todo apresenta, 
entre outras, as seguintes vantagens: 

• permite alterar a mascara sem alterar 
o programa; 

• reduz o tempo gasto para o desenho 
da mascara ; 

• podemos visualizar a mascara no pr6- 
prio video no momento da confeccao; 

• reduz o numero de linhas nos progra- 
mas-fontes; 

• possibilita listarmos o conteudo do 
arquivo de tela para efeito de documen- 
tacao. ■ 





Exemplo de rotina para gravacao 


— 






do arquivo de tela na memoria 




0001 




. . . . 








0002 


INPUT-OUTPUT SECTION. 








0003 


FILE-CONTROL. 








GO 04 




.... 








0005 




SELECT ARGTEL ASSIGN TO 


ULQ5-S 




0006 




.... 








0007 


DATA DIVISION. 








0008 


TERMINAL SECTION. 








0009 


TD 


VIDEO. 








0010 


01 


TELA. 








0011 




03 FILLER 


PIC 


X(051Q) . 




0012 




03 CAMP0Q1 


PIC 


X(0030). 




0013 




03 FILLER 


PIC 


X(0130). 




0014 




03 CAMP002 


PIC 


XC0030). 




001S 




03 FILLER 


PIC 


X<0130> . 




0016 




03 CAMP003 


PIC 


X(0030>„ 




0017 




03 FILLER 


PIC 


X C 01 30 > . 




0018 




03 CAMP004 


PIC 


X(00O5K 




0019 




03 FILLER 


PIC 


X(0155) . 




0020 




03 CAMPO05 


PIC 


X<0015>. 




0021 




03 FILLER 


PIC 


X(0145) . 




0022 




03 CAMPOOA 


PIC 


X(0002)., 




0023 




03 FILLER 


PIC 


X<0288> . 




0024 




■ • ■ ■ 








0025 


FILE SECTION. 








0026 


FD 


ARQTEL 








0027 




LABEL RECORD IS OHITTED 








0028 


01 


REG-TELA 


PIC 


X(80>„ 




0D2? 




.... 








0D30 


WORKING-STORAGE SECTION. 








0031 


77 


I 


PIC 


99 VALUE 1. 




0032 


01 


MASCARA. 








0033 




03 MASC 


PIC 


X<80> OCCURS 20. 




0034 




.... 








0035 


PROCEDURE DIVISION. 








0036 


ABRE-ARQ. 








0037 




OPEN INPUT ARQTEL. 








0038 


MONTA-TELA. 








0039 




MOVE SPACE TO REG-TELA. 


READ AROTEL AT END DISPLAY 




0040 




'ERRO NO ARQUIVO DE TELA' GO TO FIM. 




0041 




MOVE REG-TELA TO MASC <I> ADD 1 TO I. 




0042 




IF I < 21 GO TO MONTA-TELA. 






0043 




CLOSE ARQTEL. 








0044 




.... 








0045 




.... 








0046 


INICIO. 








0047 




MOVE MASCARA TO TELA. 








0048 




.... 








0049 




.... 








0050 













Jos€ Rafael Sommerfeld trabalha ha~ tr§s anos 
com programafSo de microcomputadores, utl- 
lizando as linguagens Assembler, BASIC, CO- 
BOL e L TD. Atuatmente trabalha no IB AM — 
Institute) Brasileiro de Admin istra^o Munici- 
pal. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



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QI-800 



OQI-800, microcoraputador de 
uso profissional fabricado pela 
.__ I Quartzil Informdtica S. A. em 

Montes Claros, Minas Gerais, trabalha 
com ate" quatro disquetes de 8", fitas 
magne'ticas e discos Winchester de 5 ou 
10 Mb. 

Com UCP Z80A, o QI-800 tern siste- 
ma operacional compativel com CP/M e 
oferece varios pacotes aplicativos nas 
areas administrativa e comercial. 

HARDWARE 

A UCP do, QI-800 esti apoiada no 
microprocessador Z80A de 8 bits, com 
barra de endere90 de 16 bits que Jhe 
permite o acesso a 64 Kb de memoria , 
com dock de 4 MHz. 

O monitor de video que acompanha 
o sistema 6 integrado ao gabinete e pos- 
sui tela de 12", com display de 24 li- 
nhas por 80 colunas, admitindo ainda os 
fonnatos 24x80, 12x40 e 12x80. Alem 
das fiu^Ses usiiais, o video do QI-800 
possui subdivisSo programavel da tela 
em janelas emolduradas, conjuntos de 
caracteres graficos e para processamen- 
to de texto em lingua portuguesa, cur- 
sor programavel e piscante e video inver- 
so. 

O teclado do sistema compreende 97 
teclas em padrao IBM, com teclado nu- 
me*rico reduzido, caracteres especiais e 
teclas de funcGes. 

Sua memoria principal compoe-se de 
64 Kb RAM, sendo 56 Kb disponiveis 
para o usuario. Como mem6ria auxiliar, 
o QI-800 utiliza disquetes de 8", face e 
densidade dupla configurando 1,2 Mb 
por disquete e comportando ate" quatro 
unidades acionadoras de disquetes. 

Alem disso, o QI-800 pode utilizar 
uma unidade de fita magne"tica com ve- 
locidade de transmissao de 20 Kb/s, 
densidade de 1600 BPI e carretel de 
1200 pe"s, ou mesmo duas unidades de 
disco rigido Winchester, de 5 ou 10 Mb 
cada. 




O interfaceamento do QI-800 permi- 
te a ligacSo com impressoras matri- 
ciais de 80, 100, 160 ou 340 CPS, im- 
pressoras de linha de 300 ou 600 LPM 
e ainda impressoras margarida (daisy- 
wheel) de 45 ou 55 CPS, voltadas para 
processamento de texto. 

Um multiplexador de impressoras per- 
mite a ligacao de duas impressoras no 
mesmo sistema, sendo uma margarida e 
a outra serial ou matricial. 



SOFTWARE 



O software basico do QI-800 6 com- 
posto pelo sistema operacional SO/800, 
compativel com o CP/M, que vem resi- 
dente em disco, ocupando 9 Kb de me- 
moria RAM, sendo carregado automati- 
camente atrave's de uma funcao boot 
strap. Alem disso, o QI-800 traz varios uti- 
litarios como software de apoio que per- 
mitem copia de um ou mais arquivos, es- 
tati'stica da utilizacao dos discos, edi- 
tor de textos, procedimentos cataloga- 
dos, sort/merge com ate" 32 arquivos, 
dump, conversao de disquetes para o 
formato IBM e vice-versa, e incluem ain- 



da um editor de programas e um proces- 
sador de texto. 

As linguagens de programacao dispo- 
niveis sao o COBOL 80 superset do 
COBOL padrao ANSI 74), o BASIC Co- 
mercial , que dispoe de tratamento de ar- 
quivos com acesso randomico e sequen- 
tial e tamanho de registro fixo e varia- 
vel, um FORTRAN comparavel ao 
FORTRAN IVeum Assembler que in- 
corpora quase todas as facilidades do 
Assembler de grandes computadores, 
sem sacrificar velocidade ou espa90 de 
memoria. 

Como aplicativos, a Quartzil oferece 
pacotes para folha de pagamento, ad- 
ministracao de clubes, e de escolas, con- 
tabilidade geral, gestao de vendas para 
come'rcio e indiistria, controle de esto- 
que, controle e gerencia de financia- 
mentos/leasing, emissao e controle de 
a96es, acompanhamento de custos de 
obras e outros. O software aplicativo do 
QI-800 £ desenvolvido pela softhouse 
Spress Informa'tica Ltda., de Belo Hori- 
zonte, empresa coligada a Quartzil. 

O endere90 da Quartzil em Belo Ho- 
rizon te e" Rua Ouro Preto 655, 29 an- 
dar, Belo Horizonte, MG, CEP 30000, 
tel.: (031) 335-8700. ■ 






MICRO SISTEMAS, julho/83 



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Como os programas sao protegidos? Aqui estao a/gumas tecnicas e truques, 
e o resto... fica por conta da sua imag'magao. 



Escondendo o jogo 
no TK82-C 



Ronaldo de Almeida Santos 



A proteca'o de programas e um dos assuntos mais pole- 
micos entie os usuarios de computadores — cada um 
^ ) tern seu modo particular de encarar a coisa. Protegem- 

se programas contra tudo: abelhudos, curiosos, piratas, esperti- 
nhos e concorrentes. 

Mas em que pese o atual ni'vel de conhecimento,nao existe 
nada ate - agora que possa ser considerado 100% eficiente. Dai a 
discordancia entre os usuarios, cada um achando que o seu sis- 
tema 6 superior ao do colega. Na realidade, o que todos que- 
rem e evrtar que seus programas sejam copiados. 

Existem vdrias maneiras de se proteger, ou melhor, dificul- 
tar o acesso aos nossos programas. Algumas sSo famosas, ou- 
tras nem tan to, mas o fato 6 que nada impede que algue'm crie 
um sistema de proteca'o capaz de anular outro, e contra isso 
nada pode ser feito, apenas tentado. Alias, e justamente af que 
esta" o "x" da questSb, pois qualquer sistema que pretenda ser 
eficiente tern que considerar a possibibdade de ser entendido e 
anulado. 

Quando se fala em proteca'o de programas, escritos em BA- 
SIC, a primeira coisa em que se pensa 6 desativar a tecla 
BREAK. Este talvez seja o modo mais errado de se abordar o 
problema, uma vez que o interpretador BASIC residents na 
ROM checa se a tecla foi pressionada no final daexecu$a"o de 
cada Hnha de programa. BREAK nao pode ser desativada via 
software, pelo menos a um custo baixo. 

Insistindo na tecla, um belo dia acabanamos nos encon- 
trando no interpretador do BASIC, e ai poderiamos escrever o 
programa em outro local da memdria sem o teste do BREAK. 
Mas isso exigiria uma paciencia ilimitada... 

Sabemos que qualquer programa pode ser interrompido, 
correto? Pois i justamente ai que devemos usar a nossa criativi- 
dade. Com o programa interrompido e listado, o que temos a 
fazer 6 achar um meio de dificultar, ao maximo, a sua com- 
preensao, evitando, assim, que alterafGes sejam introduzidas. 

modo mais 6bvio, e no entanto um dos mais eficazes, 6 
construir o programa sem espaco entre as linhas, assim: 

1 PRINT . . . 

2. LET . - - 
3 IF ... 



Parece ser simples, mas qualquer alteracao, principalmente em 
programas grandes, se torna tao complexa que desestimula as 
tentativas. 

Programas desestruturados tambe'm da"o grandes dores de 
cabeca aos espertinhos e abelhudos. De fato, um programa po- 
de ter tantos GOTOs e GOSUBs que fique difi'cil entende-lo. 
O que n6s pensarfamos de sub-rotinas que chamassem outras 
sub-rotinas, e estas por sua vez chamassem outras e outras e no 
final retornassem para um ponto que nao foi o de partida? Pa- 
receria extremamente complicado, mas e muito simples de ser 
feito. 

No caso dos GOSUBs, o enderego de retorno da sub-rotina 
6 guardado no STACK do GOSUB (topo da RAM) como a pro- 
xima linha a ser executada em retorno. RETURN retira esta 
linha do STACK e passa a executar o programa a partir dela. 
Se o niimero da linha que estiver no STACK for trocada, entao 
RETURN funcionara como GOTO algum lugar. 

Para achar a linha armazenada no STACK basta consultar a 
variavel ERR-SP (16386/87) + 2 e teremos o endereco onde 
foi guardada a primeira linha de retorno de sub-rotina. No en- 
tanto, 6 preciso um pouco de cuidado, pois cada GOSUB ar- 
mazenara uma linha, e cada niimero de linha e guardado em 
dois bytes. 

Podemos checar isso rodando o programa: 

10 GOSUB 100 

99 STOP 

100 LET A=PEEK 16386+Z56* 

PEEK 16387+2 

130 PRINT "RET0RNA PARA A LINHA "; 

140 PRINT PEEK A+256*PEEK (A+1) 

150 RETURN 

151 PRINT "OKAY" 

Observe que a linha 151 nunca sera executada, ja que o pro- 
grama serd interrompido pela linha 99. No entanto, se acres- 
centarmos: 



36 



MICRO S1STEMAS, julho/83 



110 POKE 
120 POKE 



A, 1 51 

A+1,0 



RETURN sera 1 desviado para a linha 151 e nao mais para o 
ponto de origem. 

Parece comphcado, na"o? Mas e" para ser mesmo! Aqui 6 que 
deve entrar a nossa imaginacao, partindo para a elaboracao de 
desvios a, base de RETURNs. Nao ha limite para o tipo de des- 
vio que podemos criar, basta urn pouco de paciencia e algu- 
mas contas de somar e subtrair. 

Outro modo de confundir os curiosos sao as instrugoes flu- 
tuantes. A teoria na qual elas se baseiam 6 muito simples, po- 
re'm a sua utilizacao requer cuidado e um profundo conheci- 
mento sobre o programa que as e stiver utilizando. 

Instru$ao flutuante e toda aquela que, rtuma detenninada li- 
nha do programa, pode ser substituida por outra sem que a 
execucao do mesmo seja comprometida. Se rodarmos o pro- 
grama : 



10 SAVE 
30 GOTO 



"OK" 
10 



ele entrara num loop de gravacao que nao tera mais fim. No 
entanto, se tivermos uma linha: 

20 POKE 16513, 2*5 

entffo a instrucao SAVE sera utilizada apenas uma vez, sendo 
entao transformada numa instrucao PRINT. Podemos flutuar 
quase todas as instrucoes, desde que respeitando a sintaxe de 
cada uma delas. 

Os numeros que constam no programa sao tambe'm 6timos 
locais para se criar alguma confuslo. Todos eles (exceto os que 
correspondem as linhas) sao armazenados com 5 bytes para o 
valor do numero mais um codigo 126 indicativo de numero. A 
teoria aqui e igualmente simples: apos a edicao da linha (por 
exemplo, LET A = 5), o valor do niimero estara gravado apos a 
sua representacao grailca. O interpretador BASIC apenas con- 
fere a sintaxe da linha e utiliza o valor gravado que vem depois 
do c6digo 126. Deste modo, podemos trocar a representacao 
grdfica do niimero sem alterar o seu valor. Portanto, 

10 LET A=5 
20 PRINT A 

dara como resultado a impressao de 5, Se.no entanto, dermos 
o comando POKE 16516,30, a linha 10 sera alterada para 
LET A = 2. Ainda assim, toda vez que a linha 10 for executa- 
da, a varia~vel A recebera* o valor 5. 

Este recurso pode ser utilizado em todos os numeros do 
programa. Se imaginarmos que eles n£o sao aquilo que pare- 
ce m ser, entao qualquer tentativa de arteraca"o pode fazer com 
que o curioso perca o rumo de casa. E isso ainda n3o e* tudo. 
Se uma linha com esta alteracSo for editada (SHIFT EDIT), 
o numero passara a ter o mesmo valor de sua representacao 
griflca. 

DESCOBRINDO OS RECURSOS DO MONITOR 

Existem algumas maneiras da gente realmente esconder o 
jogo. Elas se baseiam na forma como o monitor faz a listagem 
das linhas dos programas. Sabemos, por exemplo, que a maior 
linha possivel e* a 9999. Isto imphca em que o monitor nao lis- 
tara nem reconhecera as demais que ultrapassarem este valor. 
Podemos checar isto com o programa: 

1 CLS 
10 PRINT "ONOE ESTA ESTA LINHA?" 
20 POKE 16515,255 



Apos a execuca"o, restart apenas a linha 1. Isto aconteceu 
porque a linha 10 recebeu o numero 65290. Na"b significa que 
elas desapareceram ou que foram eliminadas, mas sim que elas 
nao podem ser listadas e nem mesmo acessadas. EJte recurso 
pode ser utilizado como bloco de execucao unica e depois ser 
colocado na moita. 

Para desfazer a magica basta voltar ao estado anterior com 
POKE 16515,0. Se troc&semos a hnha 50 por: 

50 POKE 16513,118 

restaria apenas, desta vez, o numero 1. Bom, o que aconteceu 
aqui foi algo bem diferente. 

N6s colocamos um c6digo 118 no lugar do CLS e, como 
ap6s o CLS original ji havia um codigo 118 indicando o final 
da linha, o monitor entendeu que ali era o fim do programa e o 
initio do arquivo de imagens — e nao imprimiu mais nada. A 
diferenca para o me"todo anterior e" que, aqui, as linhas conti- 
nuam sendo acessadas normalmente. 

A area de variiveis do sistema tambem pode ser explorada. 
Algumas experiendas podem ser desastrosas, mas outras certa- 
mente n£o o serab. Vejamos: a variavel E-PPC (16394/95) ar- 
mazena o numero da linha que contem o cursor. Por exemplo : 

20 LET A*PEEK 1 6 3 9 4 + 2 5 6*PE E K 16395 
30 PRINT "CURSOR NA LINHA " ; 
40 PRINT A 

Este programa nos indicara" em que linha esta o cursor. 
Acrescentando 10 POKE 16395,255 obteremos, como respos- 
ta, o numero 65290. Aparentemente nada aconteceu, mas se 
NEW LINE for utilizado, o monitor ficara eternamente pro- 
curando pela linha 65290. mesmo, porem, na*o funciona 
com o comando LIST (o que & uma pena). 

MAIS ALGUMAS DICAS 

Como podemos constatar, na"o ha um meio realmente se- 
guro de se proteger um programa, e basta saber como a coisa 
pode ser feita que logo alguem achara um meio de desfaze-la. 

Mas ainda ha um recurso, bastante eficaz inclusive - a lin' 
guagem de maquina. Um programa em Assembler nao passa pe- 
lo interpretador BASIC; logo, BREAK n£o sera testado. Por- 
tanto, 6 impossivel (?) pard-lo. So que,nesse caso,o programa 
todo tera que ser escrito em linguagem de maquina. Mesmo as- 
sim ainda ha riscos, pois bastaria uma rotina de gravacSo dife- 
rente e todo o trabalho iria por agua abaixo. 

Na pratica, a coisa pode ser um pouco diferente. Sabemos 
que o comando de gravacao tern que comecar identificando o 
nome do programa e, a partir dai, iniciar a gravacSo da RAM. 
Ao final da gravacSo, o programa continua sua execucao nor- 
mal. Se nos adiantassemos ao cheque do nome e com isso in- 
troduzissemos um erro no sistema, ao final da gravacao o sis- 
tema pararia, acusando um erro qualquer. 

comando LOAD comeca no endere^ 832 e podemos 
tentar entrar na rotina em qualquer endereco ate 842: e so tro- 
car LOAD " " por RAND USR 837 no modo FAST,(d o que 
melhor funciona). Ate" hoje nao hi uma protecfo eficaz con- 
tra isso e o melhor mesmo e partir do principio de que o pro- 
grama sera 1 interrompido. 

Esses sffo alguns conhecimentos bdsicos que o usuario de pe- 
quenos micros deve possuir, mas vale a pena lembrar que nada 
adianta um programa super protegido se ele for iniitil. Deve- 
mos nos preocupar sim, em produzir programas eficazes e cria- 
tivos, porque o resto... bem, o resto 6 apenas folclore . ■ 



Ronaldo de Almeida Santos 4 formado em Engenharia MecSnica pela 
FBI, Atualmente trabalha na drea de pesquisa e desenvofvimento de ter- 
minals etetricos, sendo pmprietdrio de um TK82-C hi um ano. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



37 



As impressoras: suas caracterfsticas e aplicagoes e os problemas e pianos da rndtlstria. 



No mundo das impressoras 



Dentro do elenco de penfencos 
do computador, a impressora e* 
„,._ I um dos mais solicitados em ter- 

mos de trabalho e tambem um dos mais 
caros: nos sistemas pequenos, o seu pre- 
90 nao raro ultrapassa o do proprio 
computador. Isso e particularmente ver- 
dade no Brasil onde, em virtude dos pre- 
90s elevados, conforme observa Antonio 
Carlos J. F. Visconti, gerente de desen- 
volvimento e introdugao de novos pro- 
dutos da Elgin Eletronica, "os micros 
pessoais geralmente nao sa"o usados em 
casa, mas sim em pequenas e me'dias em- 
presas". 

Com o orcamento curto e pouca ex- 
perience em Informatica, os responsa- 
veis por essas empresas — sobretudo as 
pequenas — geralmente enfrentam difi- 
culdade quando, ao sairem a procura de 
uma impressora, deparam-se com uma 
ampla variedade de marcas e modelos e 
uma multiplicidade de caracteristicas 
expressas num jargao te'cnico que desco- 
nhecem. Surge, entao, a pergunta: "Co- 
mo escolher?" 

defhmicOes iniciais 

"Antes de pensar em escolher", acon- 
selha Marcelo Meirelles, diretor da Kris- 
tian Eletronica, do Rio de Janeiro, "o 
usuario de micro computador, de aplica- 
fSes pessoais ou comerciais, deve estar 
bem certo de que realmente precisa de 
uma impressora. Urn bom meio de saber 
isso e se questionar acerca da utilizasao 
que pretende dar ao sistema: se for para 
escrever muitas cartas, por exemplo, 6 
claro que uma impressora & imprescin- 




A Emilia, da Elebra 

dfvel. Se for, pore'm, para um relatorio 
de poucas linhas, utilizado apenas pou- 
cas vezes por semana, ja deixa em duvi- 
da a necessidade do penfenco lmpres- 
sor". 

Constatada a necessidade de se adqui- 
rir uma impressora, os parametros que 
passam a guiar a escolha sao a natureza 
da aplica^ao e o volume do trabalho a 
ser executado. 

"Em muitos casos", diz Nilson 
Giunchetti Vasconcellos, diretor da Ser- 
vimec, Sao Paulo, "a aplica9ao determi- 
na a impressora. Uma impressora de 
margarida 6 propria para processamento 
de textos, pois tern bastante qualidade, 
mas trabalha com velocidades bastante 
baixas. Se o usuario necessita de uma 
saida impressa para graficos tera que 
optar por uma matricial grafica, Mas o 
que geralmente define uma impres- 
sora", prossegue Vasconcellos, "e a sua 
velocidade de impressao, para qualquer 
tipo de apli cacao. Ou seja: na~o importa 
se o usuirio vai usar a sua impressora 
para controle de estoque ou folha de 
pagamento, que importa e' quantas 
folhas de pagamento ele tern que ter 



impressas num determinado dia e qual 
tempo que a impressora leva para fazer 
esse serwjo". 

Outro fator fundamental a ser 
considerado — e que se prende direta- 
mente ao tipo de aplicacao a ser desen- 
volvida — e o niimero de colunas que a 
impressora em vista e' capaz de imprimir. 
Ha dois tipos basicos de colunagem: 80 
e 132 caracteres por linha. Esses nume- 
ros podem variar para menos ou para 
mais, conforme o modelo, e ha mode- 
los que admitem dois ou ate" varios 
formatos diferentes de coluna, o que e 
conseguido pela varia9ao no espa90 
existente entre os caracteres e pela 
compressao ou alargamento desses ca- 
racteres. 

TIPOS DE IMPRESSORAS 

Neste ponto cabe recordar um 
pouco os processos de impressao atual- 
mente utilizados. As impressoras divi- 
dem-se, basicamente, em dois grandes 
tipos: de na"o-impacto e de impacto.No 
primeiro caso — no qual se incluem as 
impressoras tdrmicas, eletrosta"ticas, la- 
ser e de injegao de tinta — nao ha con- 
tato mecanico entre o elemento de 
escrita e o papel. Essas impressoras, 
alem de geralmente muito caras, s3o 
muito sujeitas a problemas te'cnicos, nao 
permitem imprimir com copias e o papel 
que utilizam nao € barato nem ta"o 
facilmente encontrdvel quanto o das 
impressoras de impacto. Por esses 
motivos, as impressoras de mTo-impacto 
sao pouco populares no mercado, 
seja aqui ou em outros pai'ses. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



Nas impressoras de impacto, o 
mecanismo de impressao transfere os 
caracteres para o papel atrav^s de una 
fita tintada. Essas impressoras podem 
imprimir caracteres s61idos (urn carater 
inteiro, cheio, como nas maquinas de 
escrever) ou form ados por uma matriz 
de pontos. As impressoras podem ainda 
ser lineares (imprimem a linha inteira de 
uma s6 vez) ou seriais (imprimem 
cardter a carater, em se'rie). As im- 
pressoras lineares sa"o muito rapidas e 
caras, destinando-se mais a minicompu- 
tadores e sistemas de maior porte do 
que propriamente a micros. 

Nos sistemas de microcomputado- 
res, as impressoras seriais matriciais de 
impacto sao de longe as mais utihzadas. 
Digamos, portanto, que seja este o tipo 
de equipamento escolhido. Feitas as 
opgoes iniciais de velocidade e largura 
de coluna (opcoes essas que devem ser 
feitas levando-se em conta futuros 
aumentos no volume de trabalho, bem 
como a diversificacao das aplicacoes, de 
modo que o modelo escolhido nao se 
tome insuficiente , pelo menos a me- 
dio prazo), ha diversos outros fatores a 
considerar. O conjunto de caracteres e 
as caracteristicas a ele relacionadas 
encontram-se entre os mais importantes. 




Globus M- 1 00 

CONJUNTO DE CARACTERES 

Precisa-se saber, para comec^r, 
quais as fontes (tipos de caracteres) 
disponi'veis e se eles se adequam a 
aplica^ao em vista. Se, por exemplo, o 
objetivo e' produzir correspondenaa 
comercial, a impressora deve obrigato- 
riamente oferecer caracteres maiiisculos 
e minusculos, alem da acentua<jao e do 
9. Se os relatorios a fazer forem de 
natureza cientifica, os caracteres nor- 
malmente utilizados nesse setor devem 
estar disponi'veis. Ja se o usuano preci- 
sar fazer grdficos, a impressora deve 
dispor dos caracteres proprios para esse 
fim. 

Esses conjuntos de caracteres sao 
armazenados na impressora em memdria 
ROM, sob a forma de o6digos de bits. 
Sao esses cbdigos que, a um comando 
do computador, ira"o definir as variadas 
configura^oes que as agulhas da cabeca 
deverao formar para imprimir os diver- 
sos caracteres. A impressora pode ter 
um ou va'rios desses conjuntos, inter- 



cambiaveis a um comando do computa- 
dor e ha modelos dotados de mem6ria 
RAM para armazenar conjuntos de 
caracteres especiais progiamados pelo 
usuario. 

Alguns modelos permitem a densi- 
dade dupla, que consiste em fazer a 
cabeca de impressao passar duas vezes 
pela mesma linha, modificando ligeira- 
mente o seu posicionamento na segunda 
passagem. Com isso, ela preenche os 
espa90s vazios entre um ponto e outro, 
tornando os caracteres mais densos e, 
portanto, mais legfveis. Essa caracterfs- 
tica e* bastante util para as aplica- 
9oes que exigem uma qualidade maior 
de impressao. Outros modelos aceitam a 
sobreposi?So de caracteres, ou seja, a 
impressao de diferentes caracteres num 
mesmo lugar. Assim, torna-se possi'vel 
fazer desenhos e construir simbolos 
especiais (por exemplo, batendo-se o I 
em cima do T, pode-se fazer o simbolo 
matematico PI). 

Se a aplicac^o exigir a impressao de 
tabelas, e" importante conhecer a capaci- 
dade de tabulacao da impressora. Alguns 
modelos nao tabulam horizontal e/ou 
verticalmente , enquanto outros nao so 
tabulam como ate" permitem programar 
essa tabulacao, via computador, segundo 
as necessidades especfficas do usuario. 

INTERFACES 

tipo de interface, a velocidade de 
transmissSo e a memoria intermediaria 
(buffer) da impressora sSo tres fatores 
que tambe'm merecem toda aten9a~o. 

A interface determina a compatibi- 
lidade entre a impressora e o computa- 
dor, e pode ser de dois tipos; serial ou 
paralela. Na paralela, os oito bits do 
byte sao transferidos para a impressora 
todos de uma so vez, atravCs de oito 
fios. Na serial, os bits s2o enviadospelo 
mesmo fio, um atras do outro. Para as 
interfaces paralelas sJo empregados os 
padroes IEEE488 e os das empresas 
Centronics e Data Products, h'deres do 
mercado norte-americano. £ importante 
conhecer essa distinc>io porque, apesar 
de todas as interfaces paralelas funcio- 
narem do mesmo modo, a rela9ao entre 
cada fio e sua fun?ao € dif erente . Para as 
interfaces seriais, o padrao universai- 
mente adotado £ o RS-232-C. Tambe'm 
serial, mas com sinal analogico em 
vez de digital, e' a interface de loop de 
corrente, utilizada nas teleimpressoras. 

Qual delas 6 a melhor? "Depende 
da apbca9ao", explica Visconti. "As in- 
terfaces seriais foram desenvolvidas para 
aplica?6es & distancia. Elas podem traba- 
lhar ate" 50/60 metros de distancia do 
micro, sem modems, e a quilometros, 
com modems. Sua caracterfstica desfa- 
voravel e" a velocidade : elas sao mais len- 
tas que as.saidas paralelas que, no entan- 
to, tem que trabalhar sempre perto do 
micro". 




-.,i>^ 



Stratus 310 



A velocidade de transmissSo, ex- 
pressa em bauds ou em bits por segundo 
~ bps — representa a rapidez com que 
os bits de dados ou comandos sao trans- 
feridos do computador para a impresso- 
ra. 

Obuffer tem a seguinte utilidade: 
como o computador 6 geralmente mais 
rdpido que a impressora, ele tem que fi- 
car esperando que ela fique desocupada 
para enviar-lhe mais dados. Com o buf- 
fer, ele envia uma certa quantidade de 
bits que ficam armazenados nessa me- 
m6ria intermediaria. Enquanto a impres- 
sora descarrega no papel o conteiido 
dessa memoria, o computador fica livre 
para prosseguir na execu9ao do progra- 
ma, e so serd interrompido outra vez 
quando, finda a impressao do que esti- 
ver no buffer, a impressora solicitar mais 
dados. Quanto maior a capacidade do 
buffer, menor a frequencia dessas in- 
terrup96es e, por extensao, melhor o de- 
sempenho geral do sistema. 

O papel, encontrado nas lojas de 
micros ou em firmas especializadas em 
suprimentos para Informatica, pode ser 
basicamente de tres tipos: formulario 
continuo, rolo ou folhas soltas. Nem to- 
das as impressoras aceitam esses tres ti- 
pos de papel, e ha* larguras diferentes, 
tambem. Portanto, 6 bom observar es- 
ses detalhes. O numero de c6pias que o 
equipamento pode imprimir simultanea- 
mente tambem e' importante porque em 
certas aplica9oes, como a emissao de 
notas fiscais e faturas, 6 precise tirar va- 
rias vias. 

Outro fator t£o importante quanto 
as caracteristicas te'emcas do equipa- 
mento e o grau de confiabilidade que 
ele oferece. Conforme lembra Visconti, 
"os perifencos tem tempo de vida me- 
nor que as UCPs, pois sa~o elejtromecani- 
cos. Uma impressora serial, por exem- 
plo, pode funcionar atd 500 horas sem 
assistencia te'enica. Uma UCP funciona 
mais de 2 mil". Assim sendo, prosse- 
gue, "6 necessario saber se a impressora 
oferece confiabilidade, ou seja:. qual o 
seu tempo de funcionamento sem as- 
sistencia te'enica? Qual o seu tempo 
real de utilizasSo e n5o-utiliza9ao (quan- 
to tempo ela tem que ficar desligada)? 
Qual o seu tempo de vida? O fabricante 
ou distribuidor oferecem assistencia 
te'enica?" 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



39 



NO MUNDO DAS IMPRESSORAS 



Para quern nao tern grande volume 
de trabalho, ha ainda a op9ao de utilizar 
uma maquina de escrever eletrica liga- 
da ao micro atrav^s de interface especi- 
al. Apesar da baixa velocidade (cerca de 
15 CPS), a qualidade de impressSo 6 
muito boa e ja existem alguns modelos 
disponiveis no mercado brasileiro. Essa 
alternativa, contudo, 6 mais mteressante 
para quem ja" dispoe da maquina de es- 
crever, pois a compra simultanea dos. 
dois equipamentos (miquina e interfa- 
ce) pode ultrapassar o valor de uma im- 
pressora. 

RESPALDO TfiCNICO 

O usuario precisa ter respostas para 
todas essas duvidas antes de se decidir 
por um modelo (e atd mesmo para esco- 
lher o lugar onde ira realizar a compra). 



Para isso "ele preasa de um respaldo 
te'cnico", diz Vasconcellos. "Ele deve re- 
correr a pessoas da area e empresas es- 
pecializadas". E nessas firmas, conforme 
ressalta Meirelles, "deve exigir o maxi- 
mo do revendedor em relacao as carac- 
teristicas e precos". 

O tratamento que se dara - a impres- 
sora apos a compra tambe"m ira influir 
no seu desempenho. Ao respeitar sem- 
pre as recomendacoes do fabricante no 
que tange a umidade, poeira, varia9oes 
da rede eletrica e condicoes gerais de 
operacao, bem como nao ultrapassar os 
prazos de manutencao preventiva, o 
usuario estara garantindo um bom fun- 
cionamento da maquina e, consequente- 
mente, menos gastos com ela. 

Publicamos a seguii uma lista das 
principals impressoras para microcom- 
putadores disponiveis no Pais, suas ca- 




Poly print 90 

racten'sticas e pre 90s. Especificamente 
quanto aos pre90s, e" bom frisar que eles 
estao sujeitos a varia96es devido a infla- 
cao, desvaioriza95es do cruzeiro (que in- 
cidem sobre o custo dos componentes 
importados) e outros fatores. E como o 
leitor podera - constatar na tabela, nem 
todo.s os fabricantes gostam de divulgar 
os prefos dos seus produtos. 



O que pensam (e fazem) os fabricantes 



O mercado de microcomputado- 
res e" bastante promissor. Nesse 
1 ponto concordam quatro dos 

maiores fabricantes brasileiros de im- 
pressoras ouvidos por MICRO SISTE- 
MAS. impacto da rnicroinformatica 
na indiistria de impressoras tambem na"o 6 
coisa do futuro: Elebra, Elgin, Globus e 
Scritta, que antes so vendiam em OEM 
para os grandes fabricantes de UCPs, 
voltam-se agora para circuito das lo- 
jas, onde estao os compradores de mi- 
cros. Os modelos destinados a esse 
segmento estao recebendo aperfeifoa- 
mentos e ja se registram ate" novos lan- 
camentos. 

Se todos os fabricantes estSO sendo 
beneficiados pelo rapido crescimento do 
mercado, juntos enfrentam tambem al- 
gumas dificuldades. A come9ar pelas 
ainda pequenas dimensOes do mercado: 
a baixa escala de producao dai conse- 
quent© torna difi'cil tanto reduzdr o pre- 
50 do produto final quanto retarda 
processo de nacionalizacao, uma vez que 
a fabricacao local de certos componen- 
tes s6 se torna economicamente via'vel 
quando produzidos em grandes quanti- 
dades. 

O aumento do rhdice de nacionaliza- 
cao tambe'm 6 prejudicado por falhas na 
estrutura tarifitria de importacao vigente 
que em muitos casos cobra mais impos- 
tos de quem importa menos, e vice-versa. 
E para complicar, a indiistria enfrenta 
ainda a concorrenda de alguns grandes 
fabricantes de computadores, que verti- 
calizam a sua producSb, e a competicao 
ilegal dos contrabandistas de computa- 
dores e perifencos, que Ihe rouba pre- 
dosos clientes. 



40 



"O oontrabando continua introdu- 
zindo no pais uma grande quantidade de 
equipamentos e perif^ricos", diz Isu 
Fang, Presidente da Elebra. "fi impor- 
tante alertar o usuario que se ele compra 
um perife'rico contrabandeado por um 
pre 90 bastante acessivel (isento de im- 
postos e encargos sociais), ele nao teri 
a protecao do fabricante com relacSo a 
manuten9ao, assistencia tdcnica e garan- 
tia", lembra Fang. 

Na opiniao de Fernando Suarez, Di- 
retor de Marketing da Globus Digital, 
"o unico caminho'' para combater 
contrabando 6 "fazer um produto su- 
ficientemente barato que tome essa 
'importacao' inviavel". 

Ironicamente , o caminho para evitar 
a importa9a"o, seja a de que modalidade 
for, conduz obrigatoriamente & expor- 
tacao, pois so ela pode oferecer a esca- 
la de produpao necessana tanto para re- 
duzir os pre9os dos produtos para o con- 
sumidor, quanto para viabilizar a pro- 
ducao local de componentes como cabe- 
cas de agulha, motores de passo e cir- 
cuitos integrados. 

Outra possibilidade para que a in- 
dustria de perife'ricos fature alguns d6- 
lares para o Pais, aponta Suarez, e* a fa- 
bricaclo em regime de draw-back, no 
qua! importam-se os componentes, faz- 
se a montagem aqui e exporta-se o pro- 
duto acabado. Essa prtftica, explica Sua- 
rez, nSo onera a balanca de pagamentos 
do Pais, gera empregos e proporciona 
uma boa competitividade no mercado 
internacional devido ao baixo custo da 
mao-deobra no Brasil. 

Os fabricantes, alils, estiTo preocupa- 
dos em aumentar o mais rapido possi"- 



vel a nacionakzacSo dos seus produtos. 
A Elebra, por exemplo, ate" o final deste 
ano ja" devera" estar fazendo as suas pr6- 
prias cabefas de agulhas, o que elevara* 
para 80% o indice de nacionalizaca"o de 
suas impressoras. A Scritta, segundo o 
Vice-Diretor Edmundo Panzoldo Teixei- 
ra, ji investiu Cr$ 150 milhQes no setor 
de mecanica fin a e de predsao,e espera 
dentro de 18 meses estar produzindo os 
componentes que ainda importa (cabe- 
cas de agulhas e motores de passo), que 
equivalent a 15% do produto. A Elgin, 
premida pelos efeitos da maxidesvalori- 
zaqao do cruzeiro, acelerou o seu pro- 
grama de producao nadonal de com- 
ponentes mecanicos e, para isso, conta 
com uma boa retaguarda: as divisOes in- 
dustrials da Elgin Maquinas S. A., A 
qua! pertence. De acordo com Jose" Car- 
los Capeto, Gerente de Marketing, a 
medida permitiu evitar repasse para o 
consumidor dos aumentosnos prefos de 
virios componentes importados. As im- 
pressoras da Elgin atingem hoje a faixa 
de 47% de nadonalizacSo. A Globus, 
por sua vez, espera a sua producfo atin- 
gir uma escala que justifique a produ9ao 
interna de cabe^as de agulhas. Esse mo- 
menta parece nao estar muito longe, 
prindpalmente agora que, conforme re- 
vela Suarez, a empresa comefa a expor- 
tar impressoras matridais para os Esta- 
dos Unidos, venda essa que em breve de- 
verd atingir a dfra das 500 unidades por 
mes. 

O esforco de nadonalizacffo — exigi- 
do pela SEI para a aprovaca"o dos proje- 
tos de fabricacSo - tern sido, no entan- 
to, pardalmente prejudicado pela atual ^ 
estrutura tarifaria, ditada pelo Conselho m 

MICRO SISTEMAS, julho/83 



PlkroScopus, 

o computador 
bem acompanha 



Na hora de decidir-se por 
um microcomputador, diversas 
caracteristicas sao sempre 
analisadas: memoria, sistemas de 
aplicacao, utilitarios, 
possibilidades de expansao, etc. 

Mas isso nao basta para 
garantir um bom investimento. 
E preciso avaliar cuidadosamente se 
o fornecedor tern uma estrutura 
capaz de oferecer uma assistencia 
adequada ao cliente. 

Todo profissional, ao analisar 
o microcomputador 
da Scopus, 
observa 
que as 

caracteristicas 
tecnicas 
do produto 
atendem as 
suas expectativas. 
Alem disso, 
o Microscopus vem acompanhado de 
varios servigos que a Scopus 
oferece aos seus clientes. 

Mesmo antes de optar por um 
equipamento, o usuario ja pode 
contar com a assistencia da Scopus. 

Nessa primeira fase, ele 
recebe uma autentica consultoria na 
sua area de interesse, feita por 




.scop 03 



engenheiros e analistas experientes 
em teleprocessamento, aplicagSes 
comerciais e administrativas. Como 
resultado', a implantacao e a 
operagao de um sistema Scopus 
nao Ihe causarao problemas, pois 
os analistas de suporte continuarao 
o planejamento desenhado 
na primeira fase. 

Mais do 
que isso, 
para que 
o usuario do 
Microscopus 
elimine 
suas duvidas 
com maior 
rapidez, 
a Scopus 
mantem uma linha direta com os 
analistas de desenvolvimento e 
suporte: o servigo Disque Sistema. 
Atraves de um simples contato 
telef6nico, os clientes que 
desenvolvem seus proprios programas 
ou os que usam os sistemas de 
aplicagao Scopus podem obter uma 
consultoria sobre qualquer aspecto 
relacionado a operagao do 
Microscopus e seus sistemas. 

A Scopus oferece tambem um 
servigo de treinamento, realizado 




pisgw| 




atraves de 

cursos, 

que atendem 

as varias 

necessidades 

do cliente: 

da operacao 

do Microscopus 

ate a sua programacao 

em linguagens de alto nivel. 

Complementando esses servicos, 
o usuario tern a sua disposigao uma 
completa documentacao tecnica sobre 
os mais diversos aspectos do 
equipamento e seus sistemas. 

E para manter o Microscopus em 
permanente disponibilidade, o usuario 
dispoe de uma 
linha direta 

(PU) COma 



ASS 



assistencia 
tecnica 
« Scopus, 

prontamente 
o seu chamado. 
Toda essa estrutura montada pela 
Scopus tern um objetivo claro: oferecer 
um microcomputador sempre bem 
acompanhado de solucoes completas 
e continuas aos seus clientes. 



Belo Horizonte - Tel.: (031) 201-5893 
Brasilia - Tel.: (061) 224 9856 
Campinas - Tel,: (0192) 31-6826 
Curitiba - Tel.: (041) 223-4491 
Porto Alegre - Tel.. (0512) 21-8743 




C0PU5 



a evolupao brasileira 



Recife - Tel.: (081) 221-3566 

Rio de Janeiro - Tels.: (021) 262-7188 e 240-5663 

Salvador - Jel.: (071) 233-1566 

SSo Jose dos Campos - Tel.: (0123) 22-8247 

Sao Paulo - Tel.: (011) 255-1033 



Filiada a ABICOMP 



NO MUNDO DAS IMPRESSORAS 



de Poh'tica Aduaneira. De acordo com 
Fernando Suarez, o problema deve-se a 
insuficiencia no detalhamento de diver- 
sos produtos, juntamente com o valor 
das alfquotas atribuidas a cada um de- 
les. Assim, explica Suarez, para se im- 
portar um determinado subconjunto pa- 
ga-se, por exemplo, 30%. Caso se queira 
trazer esse mesmo subconjunto desmon- 
tado com alguns componentes a menos 
para aditionar componentes similares ji 
fabricados no Pais, ocorre o seguinte: 
a cada um desses componentes importa- 
dos sera" adicionada uma aliquota espe- 
ci'flca e a soma dessas diferentes alfquo- 
tas acaba ultrapassando o valor que se 
iria pagar pelo subconjunto pronto. Des- 
sa forma, muitas vezes sai mais barato 
comprar o produto acabado do que tra- 
zer apenas parte dele para agregar-lhe 
componentes e mao-de-obra nationals. 

TECNOLOGIA E FABRICACAO 

Edmundo Teixeira e" de opimSo que 
"no Brasil ja" existe capacidade tecnol6- 
gica, tanto em mecanica fina como de 
precisSo, criada em geral pelos pr6prios 
fabricantes ou por microempresas a eles 
vinculadas. Isso acontece", prossegue, 
"porque, em geral, a maioria dos forne- 
cedores de componentes j& estabelecidos 



no mercado se nega a fornecer compo- 
nentes em pequena escala para uma em- 
presa nova que ainda nao tern grande es- 
cala de producao". Para Teixeira, a falta 
de recursos humanos com experientia 
no setor 6 outro problema cri'tico rela- 
tivo & nacionahzacao dos produtos. Jose" 
Carlos Capeto, concorda e diz que isso e" 
principalmente verdade no desenvolvi- 
mento de impressoras, "que sao produ- 
tos bem complexos em termos de enge- 
nharia, ]£ que unem precisoes mecani- 
cas com precisoes eletronicas". Fernan- 
do Suarez, no entanto, nao ve tao pro- 
blematica a questao dos recursos huma- 
nos: 'Temos capacidade. O que falta 6 
dar mais apoio as Universidades no de- 
senvolvimento de novos produtos, acre- 
ditar que eles sao capazes". Quanto aos 
fornecedores, ele tambdm acha que a pe- 
quena escala de encomendas e" uma difi- 
culdade e diz que £ preaso que essas 
empresas se acostumem "a ter um con- 
trole de qualidade" compativel com as 
exigencias daindustria. 

J a a Elebra, que pertence a poderosa 
Cia. Docas de Santos, n5o se queixa dos 
seus 50 fornecedores, de quern compra 
desde pldsticos ate circuitos integrados. 
Isu Fang, acredita que a tecnologia na- 
cional tern um nfvel bastante satisfato- 
rio, mas faz questao de salientar: "e 



Nao pare seu programa 
nem perca a memoria 



It] 



Gerador Eletronico Portatil de 200 VA 




mj) GUARDIAN 

■^Zs Equipamentos Eletr6nicos Ltda. 



Gerador Eletromco GERATROr 



MATRON contintlar'i ahmeH'tihi 



nm fpprosenuintr.- hfjjf' 



'i 1 ! • Ronfp iOeii 2\ 



preciso manter a reserva de mercado pa- 
ra as empresas nationals, pois s6 com o 
apoio do mercado national e* que essas 
empresas poderao operar, desenvolver-se 
e desenvolver tecnologia". 

"O setor de microinformitica, em 
termos de volume, representa hoje um 
potential enorme", diz Suarez, acres- 
centando que esse mercado s6 tende a 
crescer a medida em que novos usuirios 
forem aderindo a Informatica, sobre- 
tudo empresas ("toda empresa tern con- 
dicoes de ter um micro"), escolas (tita 
o exemplo dos Estados Unidos) e os que 
usam sistemas ligados a bancos de dados 
("onde se consulta praticamente tudo"). 

Todos os fabricantes de impressoras 
reconhecem a importancia da micro- 
informitica e, em vista disso, estao 
orientando suas industrias para atender 
a esse mercado. Um claro exemplo disso 
sao as transformacoes por que passaram 
as suas estruturas de comer cializacao, 
antes voltadas exclusivamente para o 
mercado OEM, e agora abertas tambe*m 
para os distribuidores de varejo. Essa 
abertura para as lojas implica numa se- 
rie de modificacSes no funcionamento 
da empresa, desde a responsabilidade di- 
reta pela manutencao dos equipamentos 
— antes atribuicSo dos integradores de 
sistemas — ate a necessidade de formar 
estoques, posto que as lojas nao tern, ge- 
ralmente, capital de giro sufitiente para 
comprar muitas unidades de uma vez, 
mas, ao mesmo tempo, pretisam ter 
uma resposta rapida quando fazem um 
pedido de equipamento. 

As impressoras serials, principalmen- 
te as de velocidade ate 200 CPS, sa"o as 
mais procuradas nesse mercado em que 
um dos fatores que mais pesa 6 o preco. 
Os fabricantes estao atentos a esses de- 
talhes e ja preparam a sua estrat^gia pa- 
ra ataca-lo. A Elgin, por exemplo, esta 
lancando a Elgin Lady, impressora de 
matriz 9x7, 100 CPS e adaptavel prati- 
camente a qualquer microcomputador. 
A Elebra esta" aperfeicoando a sua ja 
famosa Emilia, enquanto que a Globus 
enfatiza a sua linha de impressoras ma- 
tritiais. E todos os quatro modelos que a 
Scritta produz sao para uso em micro- 
computadores, 

Quanto aos precos, todos concordam 
que deverao cair a medida em que au- 
mentar a produclio e Isu Fang faz uma 
previsao: a longo prazo, a expanslo do 
mercado fari com que o usuano se tor- 
ne cada vez mais exigente em termos de 
qualidade, Ou seja, cada vez mais ele 
exigira um produto que requeira o mi- 
nimo de reparos e tenha um maior tem- 
po de vida. 



Taxto final: Rico-do Inojosa 
ApurafMo SP: Beatrix Carolina Goncalves 6 
Stela Lachtarmachar 



MICRO SiSTEM AS, jutfto/83 




W/^mnC I^Vnlir^r TotalWare eaomesmo tempo hardware e software, 
veil l ll/O v?yv|^iii^ai ■ equipamento e oportunidade, servico e confiabilidade, 



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TotalWare e uma exclusividade CompuShop, a loja especializada em microcomputadores 
onde voce encontra software, perifericos, acess6rios, a mais completa linha de livros e revistas 
nacionais e importados bem como diskettes e formularios, alem de cursos e assistencia 
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o microcomputador certo, de acordo com as suas necessidades. r — 

Mas apenas isso ruio basta. Foi por isso que a CompuShop /"* #%| J 

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Foi por isso que criou TotalWare. 



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Aberta de Segunda jk Sexta das 9 as 19 horas e aos Sabados das 9 as 14 horas. 



































MAHCA 


1 


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IMPRESSAO 


DENSIDADES 


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MMHW cj ■ eonlunto CPL - caraotara. por Mnh. dlap. - d i.pori.l.o Hi. - a*»a»lal (.1.1 PB - lolha. M ltaa FC - rormulirlo conifmio Intagr. - ln*ag..do. N 



44 



MICRO SISTEM AS, |ulho/83 





TABULAQAO 


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Alarms de 

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PAPt-L 


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MICRO SISTEMAS, julho/83 



45 



Estoque suas mercadorias e fique tranquilo... O micro avisari quando algum item estiver em baixa. 



Controle de estoque 
no PC-1500 



Newton Braga Junior 



Com capacidade para armazenar 
ate" 200 itens, com seus rcspec- 
tivos precos e quantidade, po- 

dendo cada urn deles ter ate" dez caracte- 
res, o program a Controle de Estoque foi 
desenvolvtdo no micro PC-1 500 (Pocket 
Computer) da Sharp, mas tambe'm pode 
ser executado no PC-2 da Radio Shack 
(que i o pr6pno PC-1500, so que com 
outro nome) e necessita um mi'nimo de 
4K RAM para ser rodado. 

Uma caracterfstica interessante deste 
programa 6 que um sina) sonoro, de aler- 
ta, sera" sent pre emitido em situacOes es- 
peciais, tats como apagar a memona,tn- 
troduzir registro, item de baixa, venda 
impossivcl,etc. 

Vamos ver, entffo, as scte funcOes 
que detcrminam este programa: 
A - Apaga a memoria e se pre para para 
uma nova tabela ; 

C — Consulta ao arquivo. Esta consulta 
pode fornecer resultados na impressora 
(opaonal) ou no video. No primeiro ca- 
so, o item em baixa (quantidade < 2) 6 
lmpresso cm vermelho; 
D - Apaga registro (apaga item do ar- 
quivo); 

i — Lista todo o arquivo (tabela), O 
item em baixa tambe'm aparece em ver- 
melho ; 

M — Modiftca registro. Em primeiro hi 
gar 6 mtroduzido o nome do item em 
referenda. Se voce* nSo deseja modificar 
o paramctro de um dcterminado item, 
pressione ENTER, sem qualquer intro- 
dueffo; 

S - Esta opeffo permite ler ou gravar o 
arquivo no cassete; 



V — ManutencSo do arquivo (venda efe- 
tuada): se for feita uma venda, a funcao 

V deve ser executada, para dar baixa no 
estoque; se este nao for suficiente para a 
venda (estoque menor do que a quanti- 
dadc vendida), a baixa do estoque na"o 6 
efetuada; e se com a venda, o estoque 
do item catr para rnenor ou igual a 2, se- 
ra' emitido um smal sonoro; 

X - Coloca registro. Quando um item a* 
apagado, no seu litg.it fica um cspaco va- 
zio, conforme mostra a figura 1 . 











1 


4- 1 ' •— 

-4 ilr. 

a] cspaco vailo no 1 u q n r 

de ub iii -■ apagado 

■4 1 turn 
4) 1 i <■- 


2 




% 
5 









Figura I 

£ rmportante voce" saber que ao ser 
colocado um registro, o programa pro- 
cura ju stamen tc por um cspaco vazio. 
Caso este cspaco nSo seja encontrado, o 
item sersi colocado no final do arquivo. 
Alem disso, se o arquivo for gravado no 
cassete depots de um registro ser apaga- 
do, o programa n3o grava um espaco va- 
zio, Assim, ao se carregar outra vez o 
arquivo, n£o sera" mais encontrado um 
cspaco vazio entre os registros. 

A seguir 6 dada uma tabela de refe- 
renda com todas as funcCes que voce 
I int In a utilizar: 



A - APAGA HE NOR I A 

C - CONSULTA AO ARQUIVO 

D - APACA Rt CI SI R0 

l - LISTA ARQU I VO 

N - HODIF ICA Rf CI ST RO 

S - l.ER/CRAVAR NO CASSETE 

V • HANUTENCAO DO ARQUIVO 

X - COIOCAR REGISTRO 

Finalmente, para operar o programa, 
coloque (at raves da tecla MODE) o PC- 
1500 no modo RUN. Quando desejar 
uma determinada operacflo, pressione a 
tecla DEF e a letra correspondente a 
funcflo. Para facihtar, cstamos mos- 
trando na figura 2 um cxemplo de lis- 
tagem de estoque composto de sete 
itens, mas que podenam chegar a 200. 



«m*?t MSTMCn 00 rsmgu 


MIMM 


■MM 




OUHNt. 


"RECC 




AMOZ 




Id 




7W.M 


HUM 




J» 




2M.M 


LMNM 




M 




lOt.M 


I <WN£ 




J 




.400.00 


Fftcn 




1 




: fw . n.i 


Mini 




» 




79. « 


NNTM 




23 




22*. M 


r ITEMS 


™ 


ESTOflUC 







Figura 2 - Listagem geral 



Newton Duarte Braga Junior tarn curio da 
programacSo COBOL pala Datamac a da pro- 
gramacMo FORTRAN pala Unlvarttdada Fa- 
daral da Mlnai Garais. Sau fntaraaaa por ala- 
trOnlca comacou no Curio da Etcofa T4cnlca 
Rerenda Rameli a, a partlr da 1980. vam am- 
pfiando sens confmdmm tos na iraa da com- 
putacMo. Atualmante 4 propriattrio da doit 
micros: DG T1O0 a PC 1500. 



MICRO SISTEMAS, Julhc/83 











Controle de estoque 








3 


"A" I CLEAR :D1M 




(I) ) iLPRINT 


75:FOR I=lTO 200: 




##*###### ## ". 




C-0END 




I*{200) ,Q(200> 




TAB (15); USING 


IF I$(I)="" 




P(I) 


16 7 


IF C<10R C>2 




,H200> :BEEP 1 




"*#*#" ;Q(I) ; : 


GOTO 77 


107 


IF C-1GOT0 19 




GOTO 165 




,32, 399: BEEP 1 




LCURSOH 23 j 


76: GOTO 80 


10a 


GOTO 110109C=0 


170 


iON CGOTO 171,1 




,64, 289 i BEEP 1 




LPRINT USING " 


77:I$(I)°x$:Q(I). 




: COLOR 1 




81 




,16,699 




********* .** " ; 


YiP(I) -ZsGOTO 


110 


•NEXT I:LF 2: 


171 


:FOH I-1TG 200: 


4 


PAUSE "MEMORIA 




P(I) 


65 




LPRINT USING " 




IF Q(I) -""GOTO 




APAGADA":ENI> 


37 


iLF 7:IF C=l 


80:NEXT I:BEEP 1, 




####" jCTr" ITE 




175 


5 


"C":K-1:REM -C 




COLOR 1 


1,799$BEEP 1,1 




NS EM ESTOQUE" 


172 


sPRINT* If (I) s 




QNSULTA- 


40 


tCLS SPRINT "CO 


6, 699: PAUSE "A 




iLF 7 : (END 




PRINT* Q(I) ,P( 


6 


INPUT "COD/NOM 




D/NOME: "}I$(I 


RGUIVO SEM ESP 


120 


"V"tREM -VENDA 




I) 




E DO ITEM! "jC 




) ; PRINT "QUANT 


ACO":END 




S- 


175 


•NEXT I:I$(0)»" 




$:IF C*-"0"END 




IDADE H "iQ(I) 


90:"L":REM -LTST. 


130 


tK-3:GOTO 6 




FIM". -PRINT I 


7 


ir LEN C$>15 


4S 


: PRINT "PRECOi 


ARQ- 


140 


r INPUT "QUANT./ 




(0) [END 




GOTO 6 




"j USING "#*#** 


95iCSlZE 1: COLOR 




VENDIDA -> "jJ 


101 


FOR 1=1T0 200: 


10 


FOR I-1TO 200: 




####, ":P(I>: 


1:C=0:CT=0 


141 


:IF Q(I)-J<0 




INPUT # I$(l) : 




IF I*(I)=C* 




END 


97:LF 2:LPR1NT "* 




GOTO 150 




It I$(I)-"FIM" 




THEN ON KGOTO 


SO 


:"D":K«2:REM -D 


****** LISTAGE 


142 


: IF Q(I)-J>2 




END 




20,55,140,200 




EL.REG- 


M DO ESTOQUE * 




GOTO 145 


1B2 


INPUT* Q(I) ,P( 


15 


:NEXT 1:BEEP 1, 


hi 


tGOTO 6 


******* » . L[i> 1 ; 


143 


•BEEP 1,RND 100 




1) :NEXT I :END 




200,250: PAUSE 


55 


:I$(I)-"":PAUSE 


LPRINT "COD/NO 




U'AUSE "ESTOQU 


190 


"M":REM -MOD.R 




"NAO EXISTE — 




C(i n : APAGAOO" 


ME"; 




E BAIXO" 




EG- 




>";Cf :END 




:END 


9B:LPRTNT TAB (15 


145 


:Q(l)=Q(D-a: 


195 


K=4:GOTO 6 


20 


: INPUT "IMPRIMI 


GO 


:"X" iREM -IN. RE 


) f "QUANT."; : 




END 


200 


sKS-"": INPUT "C 




R <P) "jCJiIF C" 




G- 


LPRTNT TAB (23 


150 


iBSBP l.RND 100 




OD/NOME »» ";X 




$-"p"GOTO 40 


65 


:BEEP 1,64,289: 


) ) "PRECO":LF 2 




: PAUSE "VENDA 




fit? Xt="0"END 


30 


: COLOR 1:CSTZE 




INPUT "COD/NOM 


100:FOR I = lTO 200: 




TMPOSSIVEL"t 


201 


:Y=0: INPUT "QUA 




1 iLPRINT "*** 




E ■» ";X$:IF X 


IF 1$(1)="" 




BEEP 1,RND 150 




NT. «■> "?Y:'Z=0 




REG: "j USING " 




$~"0"END 


GOTO 110 




: PAUSE "SALOO 




: INPUT "PRECO 




#*#'jTp" ***" 


|| 


ilF LEN X$>15 


lOlsCT-CT+1 




NEGATIVO" 




-> ",Z 


31 


:L"RINT "COD/NO 




GOTO 65 


10 3: IF Q(l) -2THEN 


151 


:BEEP 1,RND 100 


202 


:IF X?=""GOTO 2 




ME" j : LPRINT 


70 


: INPUT "QUANTID 


COLOR 3iC-l 




:1>RTNT "DIFKRE 




04 




TAB (15), -"CUNT 




ADE -> "jY:IF 


105:LPRINT 1$ ( I ) j : 




NCA = > ";ABS ( 


203 


:I$U)=X* 




.") : LPRINT TAB 




if'999GCTO 70 


LPRINT TAB (15 




Q(I)-J) :END 


2U4 


:IF Y-OGOTO 206 




(2 3) ["PRECO" 


73 


, [fjpuT "PREgO = 


) ;USING "**##" 


160 


: "S"iREM -LER/G 


205 


:Q(I)-Y 


33 


:IF Q(I)«;-2THEN 




■ " ;2:IF Z>999 


• QU> ; 




RAVAR- 


206 


.'IF iS=0GOTO 210 




COLOR 3:C=1 




ggq^q, 99GOTO 7 


J 06 iLCURROR 23: 


165 


: INPUT "1=LER 2 


207 


:P(I)-Z 


35 


:LF 2:LPRINT I* 




3 


LPRINT USING " 




"GRAVAn";C:IF 


210 


I BSD 

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n 




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Com bem-humoradas e significativas ilustracoes, em 
(inguagem adequadamente simples e dida*tica, este e o 
primeiro livro publicado no Brasil destinado a introduzir, 
de maneira facil, criancas e adolescentes na arte e tecnica 
de programar em linguagem BASIC um microcomputa- 
dor, preparando-os para o uso de um instrumento que 
dominard o diaa-dia das novas geracdes. 

Desvendando os segredos da estrutura e do funciona- 
mento da maquina, o texto, atraves de explicacoes ame- 
nas e sem problemas de grande complexidade, encamt- 
nha com seguranca seus jovens leitores a assimilacao das 
noc5es elementares do microcomputador, possibilitan- 
do-lhes sua utilizagSo como uma segura opcSo de estudo 
e lazer. 

primeiro capftulo, narrando usos e costumes, acorn- 
panha a evoluc3o dos numerosos instrumentos para c&\- 
culos surgidos na Antiguidade, atf chegar aos microcom- 
putadores dos nossos dias. Partindo da idade da pedra 
lascada, vao desfilando: o Abaco, que os chineses inven- 
taram; a Pascaline, criada por um f ranees chamado Blaise 
Pascal; e varias outras invencoes ate* chegar ao EN I AC, 
em 1946, o primeiro computador comercial de que se 
tern not fa a. 

A formacao do computador 6 apresentada, no segun- 
do capftulo, dividida em quatro partes principals: Uni- 
dade de L6gica e Aritmetica, Unidade de Mem6ria, Uni- 
dade de Controle e Unidade de Entrada e Safda. JA o 
terceiro capftulo 4 dedicado ao BIT e a sua missao de 
formar letras, numeros e sinais especiais. 

quarto capftulo apresenta o microcomputador e 
demonstra como 6 formada a sua memiria. Os dois iil- 
timos ensinam sucessivamente como "Conversar com o 
Microcomputador" e, f inalmente, como programd-lo. 

Durante a fase de elaboracao deste livro foram uttli- 
zados como leitores experimentais duas criancas a um 
adulto, tendo o autor recebido dados e respostas que de- 
ram base a conformacSo final do livro. A narrativa flui 
natural, por vezes em didlogo direto com a crianca, 
transformando o trabalho num pequeno cento que in- 
duz a leitura espontanea e assimilacSo sem esforoo dos 
concertos fundamentais apresentados. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



'De programador e mOsico todos nds temos urn pouco". E se voce tambem 
tern um HP-75, nao deixe escapar esta chance. 



No ritmo do HP-75 



Paulo de Safles Mourao 



Vivemos \i em plena revolu£ao 
cibem^tica e, no entanto, vez 
por outra precisamos de certos 

dados que so a duras penas conseguimos 
alcanfar, 

Isto aconteceu comigo ao ten tar 
obter as frequencias dos sons musicals a 
fim de compor musiquinhas no HP-75. 
Sabe como fiz afinal? Peguei meu 
violao, medi o comprimento de cada 
traste v\€ a parte que fica presa a sua 
caixa (por onde entram as cordas) e, 
baseado em uma frequencia de 440 para 
o LA normal, deduzi, pelas leis das 
cordas sonoras, as frequencias da oitava 
me'dia, incluindo os semitons da escala 
temperada. 

Pronto, resolvi meu problems : para 
achar a prbxima oitava mais alta, basta 
dobrar as' frequencias. Oaro que alguma 
impretisao se incorpora, mas posso 
garantir que funciona a contento. EntSo 
imaginei que seria util fomecer tais 
frequencias para aqueles que tivessem 
o mesmo objetivo. Pois aqui esta"o elas, 
na figura 1 . 

E para completar e exemplificar, es- 
crevi um programa que executa a toada 
diamantinense Peixe Vivo. Voce podera 
observar que os inputs K e L permitem, 
respectivamente, transpor a melodia a 
frequencias diferentes e governar o 
andamento (velocidade). Sugiro come- 
car comK=l eL=3. 



d6 


261 


MI 


328 


SOL# 


414 


d6# 


277 


FA 


348 


LA 


440 


RE 


293 


FA# 


369 


lA# 


467 


RE# 


310 


SOL 


390 


SI 


494 



Figura 1 





Peixe Vivo 




10 


DATA 329, 1 ,390,1 ,390,1 ,348,1 ,348,1 ,440,1 




20 


DATA 440,1,390,1,329,1,390,1,390,1 ,348,1 




30 


DATA 293,1 ,348,1 ,328,2 




40 


DATA 293,1 ,328, 1 ,261 , 1 




50 


DATA 261 ,1,261 ,1 ,440,1 .5,494, .5,522,1 .5,494, 


5,440, 1 ,390,1 


60 


RESTORE© INPUT 'K,L';K,L 




70 


GOSUB *100@ GOSUB 140® RESTORE 50® GdsUB 140 


80 


RESTORE @ GOSUB 100® GOTO 60 




100 


FOR J=1 TO 12® GOSUB 200 @ NEXT J 




1 10 


FOR J=1 TO 3® GOSUB 200® NEXT J 




120 


RESTORE ® FOR J=1 TO 12® GOSUB 2 00 @ NEXT J 




130 


RESTORE 40® FOR J=1 TO 3@ GOSUB 200 @ NEXT 


J @ RETURN 


140 


WAIT 2.5*L@ FOR J=1 TO 8@ GOSUB 200@ NEXT 


J @ RETURN 


200 


READ A,D @ BEEP K*A,L*D @ RETURN 


M 







Paulo de Salfes MourSo ef Engenheiro Civil, formado pela Universidade Federal de Mines 
Gerais e um dos fundadores da Biblioteca de Programas de Cdlct/lo Eietronico da Sociadade 
Mineira de Engenheiros, onde 4 membro do Conselho TScnico. "' 



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MICRO SISTEMAS,julha/83 



49 



Marque urn momento importante no seu logo ou a espera de entrada de dados 
em um programa peio som de beeps. Pod&ser uma grande ajuda. 



Ef eito sonoro no TK e NE 



Octavio Nogueira Neto 



G 



"jeralmente quando estamos jo- 
gando no TK e NE, ou entao 
quando estamos trabalhando 



em programas muito longos, que de- 
moram um certo tempo para rodai, sen- 
timos falta de efeitos sonoios que nos 
indiquem um determrnado momento no 
jogo, em que ponto devemos enttar com 
os dados, se o computador esttf pronto 
para recebe-los etc, Dispondo de um 
beep, nosso problema estaria resolvido, 
certo? 

A forma normal de se fazer um beep 
seria liga-lo a uma das poitas de sai'da do 
micro, mas isto traria oertos inconve- 
nientes: teriamos, por exemplo, que es- 
crever uma rotina em linguagem de ma- 
quina no comedo do programa, uma vez 
que o BASIC nao tern acesso direto as 
portas do micro. 

Sabendo desta e de outras desvanta- 
gens, resolvi optar por outro me'todo. O 
beep foi colocado como se fosse uma 
posicao de mem6ria; assim, basta fazer 
um POKE naquek posica"o para que ele 
emita um som. Com isto eliminamos a 
rotina em linguagem de maquina, pois 
o beep e' ativado pelo pr6prio BASIC. 
Para simplificar o circuito de decotbfi- 
caca"o usei ainda um outro artificio: o 
beep n5o esta" como uma unica posicao 
de memdria, mas de uma posicSo em 
diante. 

No esquema apresentado na figura 1 
podemos observar que a unica linha de 
endereco utilizada foi a A15. Analisan- 
do o esquema, vemos que, para a safda 
ir para nive l baixo, e" necessario que 
A15= 1, WR= e M5E§=0, ou seja, a 
sai'da ira" para o nivel baixo quando es- 
crevermos um dado numa posicSo de 
mem6ria maior que 2 1S , isto e\ 32.768. 






Iplno ?.i do 280) 



DECOOlFtCADOR 



fl-ED* 



v - ( pi no 5 



. pi no 5 do £B0 ) 

IC1 , ICZ = 7*00 




C( Ding 



[ptng 19 do ZBO ) 
12 



® 



®> 



— C m 



GERADOR DE SOM 



rr 



S 100KO 



1 



=b 



10nFJ_ 
lotcfi 



«BKfl 



-ffl — 

yj 10VF ( + 




(•1 N.R. - Para •eltitr r en a I icn to , 
luqar de 100(1 e klvF no luqar 



icrniieHiigi usar «) 7 U 1 / <m no 
de 10VF- 



Figura 1 

EntSo, para ativar um beep, 6 s6 fazer 
um POKE em qualquer posicao acima 
de 32 J68. E importante frisar que nao 
hi perigo de que um programa venha a 
usar estas posicoes de mem6ria: elas 
n3o estSo disponiveis para ele. 

O circuito que gera o som e" clissico 
com dois integrados. primeiro funcio- 



na como monoestdvel, controlando o se- 
gundo, que 6 estivel. ■ 

Octavio Pupo Nogueira Neto estuda Engenhe- 
ria ElatrOnlca na FEI. IntBressa-se por elatro- 
nica desds os 14 anos, e desde antSo vem ad' 
quirindo conhecimantos sobre a materia atra- 
yes do llvros a revlstas t4cnicas. 



50 



MICRO S1STEMAS, julho/83 



As linhas completas de 
microcomputadores , das marcas 
de absoluta qualidade, voce 
encontra na Imares. E em regime 
de pronta-entrega. 
Parece igual a outras lojas de 
computadores? Mas nao e. Para 
initio de conversa, a Imares 
implantou uma filosofia propria 
de comportamento que engloba 



uma serve de servigos: coloca 
equipamentos, softwares e 
pessoal experiente a disposigdo 
da sua clientela e da global 
orientagdo de compra do 
equipamento adequado as suas 
necessidades, atuais efuturas. 
Feita a escolha, o seu 
relacionamento com o 
microcomputador sera de 



permanente tranquilidade. 
A Imares tern um corpo de 
tecnicos de hardware e software 
altamente especializado, pronto 
a prestar plena assistencia 
tecnica e manutencao, sempre 
que necessdrio. E de mats 
a mais, na Imares o seu micro tern 
dupla seguranga; da propria 
Imares e do fabricante . 




Na Imares 



seu micro tern 
dupla seguranga 



imciic^ 

microcomputodore/ 



Av. dos Imares, 457 - Tels.: 61-0946 J4049 - CEP (H085 - Moema - SP 
Rua Dr. Renato Paes de Barms, 34 - Tels.: 88 1-0200 fl 156 - CEP 04530 - Itaim - SP 



Eis aqui urn programa para o D-8002 que vai /he dar uma "maozinha' 
nesta fouca corrida contra (ou a favor) dos/uros. 



Tabela Price em BASIC 



Ivan Falcao de Domenico 



Esempre bom a gente fazer uma 
aplicacao financeira ja sabendo 
1 antes o quanto jreraos lucrar 

(evitando decepcoes). E mais seguro pe- 
dir urn empre'stimo ou financiamento 
conhecendo, dc antemao, o valor das 
mensalidades a serem pagas de acordo 
com o prazo escolhido (evitando surpre- 
sas desagradaveis). 

Pensando msso, resolvi elaborar um 
programa de Matematica Financeira ba- 
seado na Tabela Price, o qual podera" ser 
aphcado em projecoes que envolvamju- 

ros de 6%aomes. 

Imagine, por exemplo, que o usuano 
deseja saber quanto rendera a Caderneta 
de Poupanca cujo montante inicial € de 
CrS 10 mil, rendendo juros de 6% ao 
mes, durante scis meses. Basta tomar, na 
Tabela Price (veja figura 1), o fator mul- 
tiple cativo da coluna FJC* relativo a 
tres meses — 1.19102 - e multiplica-lo 
pela soma inicial de CrS 10 mil. Teria- 
mos, portanto, a quantia de CrS 11. 
902,00, que e o resultado final de Cr$ 
10.000,00x1.9102. 

Outro caso sena o do usua'rio que de- 
seja saber quanto pagara de prestacoes 
mensais relativas ao financiamento de 
um vei'culo cujo valor e CrS 1 milhao,a 
ser fmanaado em 18 meses a uma taxa 
de 6% ao mes, Recorrendo a Tabela Pri- 
ce, ele dever£ tomar o fator multiplica- 
tivo na colirna FRC, na linha correspon- 
dente a "18 meses", que no caso e 
0.0923566, e multiplica-lo por Cr$ 1 
milhao, obtendo, assim, a prestacao 
mensal de CrS 92.356,60. 



HE5ES 


FJC* 


FVft* 


FJC 


FVP 


FFA 


FRC 


1 


1,06 


.943396 


1 


.943397 


.999999 


1.04 


2 


1,1236 


.BB9996 


2,06 


1.83339 


,485437 


.515437 


3 


1.19102 


.839619 


3.1836 


2,67301 


.31411 


.37411 


^ 


1.26248 


.792094 


4.37462 


3.16511 


.228592 


.288592 


5 


1.33323 


.747258 


5.63709 


4.21236 


. 177396 


.237396 


b 


1.41852 


.704961 


6.97532 


4.91732 


. 143363 


.203363 


7 


1.50363 


.665057 


8.39384 


5.59239 


.119135 


,179135 


a 


1.59365 


.627413 


9.89747 


6.20979 


.101036 


.161036 


9 


1.68948 


.591899 


11,4913 


6.30149 


.0370223 


.147022 


10 


1.79065 


.358395 


13,1 BOB 


7.36009 


.075B6B 


.135868 


n 


1.89B3 


.524788 


14.9716 


7.3B687 


.066793 


.124793 


12 


2.0122 


.496949 


16.3699 


B.3B3B4 


.0592771 


,119277 


13 


2.13293 


.46BB39 


IB. 3821 


B.8526B 


.0529601 


.11294 


14 


2.2609 


,442301 


21.0151 


9.29498 


. 0475849 


.107585 


15 


2.39656 


,417265' 


23.276 


9.71225 


.0429628 


.102963 


16 


2.54035 


.393646 


25.6725 


10.1059 


.0389522 


.0989522 


17 


2.69277 


.371365 


28.2129 


10.4773 


.0354448 


.0954448 


is 


2.85434 


.350344 


30.9056 


10.B276 


.0323566 


.0923566 


I? 


3.0256 


.330513 


33.76 


11.1581 


.0296209 


.0894209 


26 


3.20713 


.111 BOS 


36,7856 


11.4699 


.0271846 


.0671 Pi 



Figura 1 - Tabela Price - juros de 6% 

O programa foi rodado no D-8002 e 
e totalmente auto-explicativo. Veja, no 
box anexo, o que representam os si'm- 
bolos utilizados. 



Ivan Falcao de Domenico 4 Engenheiro Civil e 
Oiretor Presidente da ORION Engenharia e 
Empreendimentos fmobiliirios Ltda. 




futur inheiro 

i -nte a 
juros. 

na se"rie 

- . >s. A soma 

de ju- 



52 



MICRO S1STEMAS, julho/83 



Programs Matematica Financeira 



1 REH PROS PARA CALCULO DE TflBELA PRICE 

2 REM COPYRIGHT!*) DE BGMENICD 82 

3 REM VQLTA 300 K-7 OOlfl VQL=7 TDNE=9 

4 CLEAR 2000 

5 INPUT'TAXA DE JUROS KINICIAL) £ V (FINAL! E Nd DE MESES K'NMCX 
4 DIM FJCtX),FVA(X5,JC(X) f VA(X),FF{XJ,flC(X; 
10 CLS 
14 FOB 1= I TO K 

26 LPfiItiT:LPRlNT:LPRlN7 

27 LPRINTCHR* (14) TftB (22) ! "TftBELA PRICE -JURDB DE'I'I 
22 LPRIN-TTAE(33>? , '( Cortesia de ORSON Ensenfcaria e EiPreendiisento5 I«obiliario5 Ltds i' iLPftlNTJLPRIKT 

30 FDR N* 1 TO X 

40 FJC(N)=(1+I/I00)XK 

41 FVAIN)=1/FJC(N) 

42 JC(N)=(FJCiHM)/(I/100) 

43 FF<N>=1/JC(N> 

44 Vfl(N) = <FJC(N}-l)/(FJC(,N)*inOOI 

45 HCfNMMHflJ 
50 NEXT N 
44 LPRINTCHRJI14) ITiLPRINT 

65 LPRINTCHR*fi5)TAP<2Q>rnEbE5VTJC*STVA*VFJCVFVAVFFAVm^lPRIN7 
67 FOR Y=l TO X 

70 LPRIKTCHM»5>TAB(20)S Y,Fu T Cm.FVAi¥),JC(V) f Vft(VJ,FFtVI,fiC(Y) 

80 NEXT V 

31 NEXT I 
B5 PRINT N VDCE EUER OUTRfl TABELA 

96 I F N^'SIH" GOTO I ELSE 87 

S7 LPMfroWlJ«nM(Z2HT A E E L A P R I C E':LPRINT:LPRINTTAB(30>;" ( Cartesia de ORION EMm; s f?wr«fl*iwi» Irc-tiliar 
fas Ltda 1 B : LPRINT:LPRIHT:LPRIJIT: LPRINT;LPRINT: LPRIKFTi LPRIMTtLPRINT B S I H 1 L a G I S":LPRINT:L?SINT 

S3 LPRIH7-I= TflKfi DE JURQS POP PERI DDE"; LPR38T »n= HUHERO DE HESES'sLPRINFMo = MPPGRTANCIA ATUflLfSBW DE DJKHEIRC M* EERI IOTA 
NTE CQNSIDER4DQ COHO PRESENTS) EX: VALOR DE Uli TERREND ^A VISTA' 

99 LPRINT«f1n = 3DMA FliTURA DE DINtfEIRO QUE NO Fid DE n PERICDQS E ESUIVALENTE A Ho It TAXAS SE JURCS.":LPRINT "A = rftDA PMftEHK 
OU PRE3TAGA0 MUMfl SERIE UNIFORHE DE n PA6AHENTU5, A SOMA DA SERIE E IGUflL A to x TAXAS DE JUROSfi),' 
90 LPRINT 

9L LPRINT-A FIJI DE FACILITAR A MEflORIZACftC DCS FAT0RE5 DE JUROS COJIPOSTOS IDEKTIFICAREMDS TOSOS ELES CD*1 FORMAS IM&f&fl&G 
ELAIOTE COLQCAREHOS TAflBEH AS 3EFIMICDES Eft INSLES,PARA FACILITAR .":LPRINT:LPRINT 

92 LPRINT"!- BRUPO DE P A G A M E N T UNICO {*J":LP»JNT 

93 LPRI«T H i- FJ€*= FATQR DE JURO CQHPOSTQ 01! CAPITALIZAIHPABTd UNICO). - CAF* = COMPOUND AMOUNT FACTOR ISMBLE PAWMT) 

94 LPRTMT-2- fVfl*= FA70R VALOR ATUALi PAGTd UNICG) ' 

95 LPRINT: LPRINT" II- SRUPO DE SERIES N 1 F D R H E S (PRESTAC0E3I 
% LPRINT"3 FJC = FATOR JUROS CAPITALIZABG [ SERIE liNIfGRKE! 

97 LPRINTH- FVA = FATOR VALOR ATUAL (SERIE UHIFORME) 

98 LPRIMT-5- FFA = FATGR FtiNDQ DE AMORTIJfiCAG 

99 LPRINT-6- FRC = FATOR RECUPERACAO DE CAPITAL 



CQIt B1FERENTE5 JURQE?": INPUT itt 



PARAL 



100 LPRINT:LPRINT:LPRINT ,J E E U A C D E S 
RIMT:LPRINT:LPRINT 



PHF* = PRESENT KGRTH FAC7DR(5INGLE PAYMENT" 
"iLPRINT 

CAF = CCMPOUND AMOUNT FACTOR UNIFORM SERIES!' 
P«F = PRESENT HORTH FACTOR (UNIFORM 3E9IESK 
3FF = SINKING FUND FACTOR 
CRF = CAPITAL RECOVERY FACTOR': LPRIK7 



:LPRINT!LPR]KT:LPRINT" AS ESUACOES AEAIXO HOSTAM AS RELACKE CGMC USAfi A Tffl& FF!CS":LP 



101 LPRINT'DADO Mo 

102 LPRINT'DADO Ita- 

103 LPRINT'DADO fl - 

104 LPRINT'DADO Mft- 

105 LPRINT'DADO No- 

106 LPRIHT'DADO A - 

107 END 
16512 



ft)?. . .Nn = Ho * (FJC*) PAGTo UNICD'iLPRINT 

flo?. . .Ho = fffi x (FVA*) PABTo yillCO'i LPRINT 

tin?. , M. = A x (FJC ! SERIE UNIFORMS' sLPRHJT 

A?. . . A = Hn X (5FF> SERIE UNIFORHE":LPRI*IT 

A?. . . A = flo X (FRC! SERIE llHIFORHE B :LPfiIHT 

Nb7. . .Ho a A X (FVA) SERIE UMIFOftME":LPRINT 



FOR ESSA 

TJma novldade que parece um acha 
do. O SONAB/INSPEC. 

Voce recebe resumos selecionados 
pelo computador, dentro do ambito 
exato do seu interesse — pontual- 
mente a cada 15 dias. 

Veja alguns assuntos abordados: 



VOCE nAo esferava... 

apllcagoes, tecnologia de software, 
controle de processos, automagao de 
escrltorlos, microeletronica, para ci- 
tar apenas alguns. 

Tudo isso pelo preoo da assinatura 
de tuna revista: 5 ORTN's por ano. .f^Hr^ '■ •Jan.fco-Rj - * 

E voce ainda pode fazer uma expe- ^-lUf l'- t«i.: (021> 2W-S646 t«i*x (02i) 2 



riencia: recebe o servigo durante dois 
meses, sem pagar nada. 

E facil: Telefone, escreva ou envle 

um telex ao CIN. 

Com t— in ItoclMwl d* Emrgta NudMr 
Cwitra d* kfhma mf6m NucImih 
Rua Ganaraf Savwtano, M 




212M CNEN BR 



MICRO SISTEMAS,ju!ho/83 



53 



Agora voce ja tern um compliador para poder usarafamosa Unguagem FORTH, 
em micros TRS*80 e compat/'veis. 



Compilador FORTH 
paraZ80 



Antonio Costa 



y^r if| ma das linguagens para micro- 
II computadores cuja popularida- 
1 y^ I de vem crescendo rapidamente 
nos Estados Unidos e" o FORTH. Progra- 
mas nesta Unguagem sao publicados qua- 
se todos os meses em revistas americanas 
e, entre estes, esta o vencedor do ultimo 
concurso Byte de jogos de video. A 
principal razao para esta popularidade e 
ser o FORTH rapido e compacto e, por- 
tanto, ideal paia apIicacOes em que a 
economia de mem6ria e velocidade de 
processametito sao elementos cruciais. 
Entre estas aplicacQes, esta"o os jogos de 
video, o processamento de texto, o con- 
ttole em tempo real, a aquisicSo de da- 
dos e o processamento de imagens. 

Pode parecer exagero mas a verdade e 
que FORTH £ a unica linguagem de alto 
m'vel que possibilita elaborar jogos de 
video de boa qualidade em microcom- 
putadores. Os jogos desenvolvidos com 
os compiladores de BASIC, Pascal ou 
LISP dispom'veis no mercado usam mui- 
to mais memoria do que o necessario,e 
os desenvolvidos com inte'rpretes sao 
lentos demais. Acredito, por£m, que es- 
ta nao foi a linica raza"o que levou as em- 
presas do poite da Atari, por exemplo, a 
escolherem o FORTH para seus jogos. 
Outra razao pode ser a comodidade com 
que se pode criar graTicos animados. 



O COMPILADOR 

compilador aqui apresentado 6 
compacto, rapido e se destina ao desen- 
volvimento de jogos de video e de estra- 
tegia. Ele faz 16 mil multiplicacOes in- 
teiras em pouco mais de dez segundos. 
Aceita palavras de ate' 255 caracteres e 
os reconhece todos. Trabalha em qual- 
quer base de numeracao. E totalmente 
recursivo, como LISP ou LOGO. Possui 
todos os recursos que the permitirao es- 
tendS-lo a vontade, entre eles as pala- 
vras < BUILDS e DOES >. Foi escrito 
em linguagem de maquina do Z80 e fun- 
ciona sem modificacOes no D-8000, 
DGT-lOOeCP-500. 

Vejamos entao como introduzir o 
compilador em seu computador. Cada 
linha da listagem 6 constituida pelo en- 
dereco onde ela deve ser introduzida, se- 
guido por 16 bytes de codigo de maqui- 
na e pela somatoria decimal destes 16 
bytes. Voce deve usar um monitor do ti- 
po DEBUG ouDIGBUG para colocar os 
16 bytes no endereco especificado. 
Quando terminar de passar o compila- 
dor para a memoria, escreva um progra- 
ma em BASIC para calcular a somatoria 
de cada grupo de 16 bytes e compare 
seus resultados com os impressos na lis- 
tagem do compilador; se houver discre- 



pancias, corrija a Unha correspondente, 
Pore'm, antes de escrever seu programa 
em BASIC, na"o se esqueca de proteger 
a regiao de mem6ria onde esta' o compi- 
lador. 

Para obter uma cdpia do compilador, 
execute-o a partir do endereco 5E51 e 
voce" vera na tela a mensagem FORTH 
INICIALIZADO. Se seu computador e 
um CP-500 e voce teclar CSAVE ap6s 
esta mensagem, o compilador gravara" 
uma copia de si mesmo numa fita cas- 
sete. 

Ja se voce possuir um Dismac D-8000, 
DGT-1 00 ou TRS-80 Modelo I, voce" de- 
ve teclar o programa da listagem de 
CSAVE/DISMAC (figura 1). Ao fazer 
isto, respeite rigorosamente os espa^s, 
pois eles nao sao optativos em FORTH., 
Finalmente, grave sua copia do compi- 
lador usando CSAVE/DISMAC em vez 
de CSAVE. 

As copias gravadas segundo estas ins- 
trucOes sao do tipo SYSTEM e se cha- 
mam FORTH, 



CREATE 


CASD 






AF 


C, CD C, 


12 C 


!. 02 C, 


NEXT 








CSAVE/DISMAC 


CASD 


CSAVE ; 



Figura 1 ~ Listagem do CSA VE /DISMAC 



54 



MICRO SISTEMAS,julho/83 



EXTENSIBILIDADE 

Vanas palavras pertencentes ao 
FORTH padrSo nfo foram inclui'das em 
nosso compilador. Noentanto,vocedeve 
incluf-las na linguagem antes de comecar 
a programar. As definicoes destas pala- 
vras sao dadas a seguir e devem ser in- 
tioduzidas no computadoi com FORTH 
trabalhando nabase 16: 

• HOLD — Usado na formatacao de 
rtiimeros: 

: HOLD SWAP ; 

• LIST — Lista buffer cujo endereijo 
esta no TOS: 

: LIST OUP DUP 2 -@ + SWAP DO I 
CS 1 EMIT LOOP ; 

• LOAD — Compila buffer cujo ende- 
refo esta no TOS: 

i LOAD tSP ! 1 FTOKEN ! OUTIN ; 

• FORGET — Esquece parte do dicio- 
nario: 

: FORGET CURRENT @ CONTEXT ! ■ DUP J - @ 

CURRENT <3 1 OP @ C@ i *■ - DP ! ; 

• IMMEDIATE - Coloca palavras no 
vocabula"rio de compilacao: 

: INHEDIME ENTRY DUP DUP C@ f* + DUP 
@ CURRENT # ! COMPILER @ SWAP < 
COMPILER I ; 

• BEGIN ... UNTIL - Controle de laco 
de repeticSo: 

: BECIH HERE ; IMMEDIATE 

i UNTIL '# *E»D END, ; IMMEDIATE 

• BEGIN ... WHILE ... REPEAT - 

Controle de laco: 

WHILE *# *IF DO, » C, • IMMEDIATE 
REPEAT «AP »# -WHILE END, HERE OVER - 
SWAP C! ; IMMEDIATE 

• ALLOT — Reserva espaco no dicio- 
nario: 

ALLOT DP +1 ; 

• / — Divisao mteira: 

; / 6 SWAP D/HOD DROP ; 

• /MOD - DivisSo com resto: 

/MOD B SWAP D/MOD SWAP ; 

• #IN — Le mimero e coloca no 
TOS: 

: #m BEGIN .■ 7- SD« DUP LDP ! INPUT 
ASPACE TOKEN NUMBER UNTIL ; 

• DECIMAL - Coloca FORTH na base 
10: 

DECIMAL PA BASE ! 

• HEX - Coloca FORTH na base 16: 

HEX 1» BASE ! 5 

• BUFFER — Permite criar buffers: 
MICRO SfSTEM AS, julho/83 



DUP 


I 


ASCII 


TYPE 


?EXECUTE 


c, 


< 


OSET 


NEXT 


#> 


a 


OVER 


> 


1SET 


J 


- 


*< 


c: 


0> 


*IF 


1 


7SEARCH 


+loop 


CR 


ROT 


*ELSE 


DOES> 


! 


LEAVE 


R> 


EMIT 


*END 


<BUILDS 


?NUMBER 


DO 


SCODE 


KEY 


*WHILE 


PTC 


*# 


LOOP 


CONSTANT 


DROP 


PAGE 


+SP 


/ 


n 


VARIABLE 


CSAVE 


NUMBER 


PICK 


ENTRY 


;CODE 


QUESTION 


INPUT 


* 


SWAP 


+ : 


IF 


OUTIN 


TOKEN 


+ 


<# 


2+ 


ELSE 


EXECUT 


SEARCH 


- 


ABS 


: 


THEN 


# 


0- 


C@ 


#S 


CREATE 


1+ 




END, 


D/MOD 


SIGN 


r 


DO, 





Figura 2 — Palavras inclui'das no niicleo bdsico 



: BUFFER <BUILDS , ALLOT D0E5> 2 +. J 

As palavras do niicleo basico acresci- 
das destas que acabei de definir formam 
um FORTH bastante completo, mas se 
voce tentar usar um programa FORTH 
neste compilador e ele nab funcionar, 
verifique ,qual palavra causou problema 
e defina-a, da mesma maneira que defi- 
ni FORGET, IMMEDIATE, /MOD etc. 

As palavras inclui'das no niicleo basi- 
co esta"o na figura 2 e as variaveis e cons- 
tantes do sistema sao as seguintes: 



MUUE LBP CURSOR flOKEtt BASE ASPACE 
CONTEXT CURRENT COHPILLER STATE DP HERE 



Nao incluimos dupla precisa"b, visto 
ser desnecessiria em jogos. 

Voce devera escrever um editor para 
corrigir erros nos buffers. Tal editor po- 
dera ser em FORTH ou em linguagem 
de mxtquina. Vou mostrar como cnar 
uma palavra em linguagem de miquina 
por meio de um exemplo. Eis como 
criar a palavra NOT: 

HEX CREATE HOT El C, 7D C r 8* C , 11 C, ». 
20 C, 1 C, 1C C, OS C, NEXT 



Fdcil, nSo? Disassemble NOT para 
ver como ele funciona. 

COMO USAR BUFFERS 

Qualquer programa que voce teclar 
sera imediatamente compilado e a fonte 
se perderd. Para preservar o programa 
fonte e" conveniente guardaMo num buf- 
fer. Voce poderi criai dois tipos de buf- 
fers: os temportirios e os permanentes. 
O buffer tempordrio deve situar-se abai- 
xo de 5DC0 (24000 em hexadecimal) e 
na"o serd gravado por CSAVE ou CSAVE/ 
DISMAC. Eis como entrar com um pro- 
grama num buffer tempordrio localizado 
em 23000: 



DECIMAL 23000 INPUT 
: OU^DRADO DUP * ; 

Para compilar este programa, tecle 
23000 LOAD e para lista-lo tecle 23000 
LIST. 

Para criar um buffer permanente de 
500 bytes, tecle DECIMAL 500 BUF- 
FER TUTU, onde qualquer nome pode- 
ra ser usado no lugar de TUTU. Eis co- 
mo entrar com um programa no buffer y> 
TUTU: m 




v^;^■■::■.•■ : ;:^>k■■■'.olSMAC::0■«qoo■-,• 

- > MANUttNCAO PREVENTIVA ■& 



PERSONAL' 
CROMENCO ":; ' 




> SOFTWARES GERAiS E ESPECIEiCOS [ 

.WWoirFfCHAOO^Ot MAK!WA)*E 

E SOF'WAHP 

. jjonos e pesspai.- ic.cn icp.ud inais.'. 
^qua]id^e^ft3ra.o-- yodo^apbio, 
• ... necessaftOj erri terdware .^somyare . 




COMPILADOR FORTH PARA 280 



TUTU IKPUT 

: CUBO DUP DUP * » 



Para compilar TUTU, tecle TUTU 
LOAD, e para listar tecle TUTU LIST. 

Finalmente, informamos que o com- 
pilador foi projetado para maquinas de 
16 Kb, sendo, contudo, facil modifica'- 
lo para usar toda a memoria de maqui- 
nas maiores. Para isto voce deve afastar 
para o ,M fim da memo/ia os ponteiros da 
pilha de retorno e da pilha de parame- 
tros que estao nos endere£Os 5DC7 e 
5DC1, respectivamente. Para um com- 
putador de 48 Kb, sugiro colocar nestes 
ponteiros os valores -1 e -2000, teclan- 
do: 



HEX .1 5DC7 



-200D SDC1 ! 



Em seguida, tecle QUESTION para 
reiniciar o FORTH. E, 6 claro, faca uma 
gravacSo do compilador usando CSAVE 
ou CSAVE/DISMAC. Esta gravacSo sera 
de um compilador para 48 Kb. 

Recomendo ainda que os leitores ad- 
quiram livros sobre FORTH para um 
melhor entendimento da linguagem. 
Dois livros que podem ser encontrados 
nas livraiias especializadas do Rio e de 
Safe Paulo sa"o Starting FORTH, de Leo 
Brodie e FORTH, de Knetch, observan- 
do-se que o FORTH aqui apresentado 
nao 6 totalmente compativel com as ver- 
s5es descritas nestes livros, o que nao 
invalida sua leitura. 

Nota: Este artigo apresenta o chamado 
micleo da linguagem FORTH; nao 6 
um sistema de desenvolvimento de 
software FORTH. Este ultimo contem, 
aldm do micleo ba'sico, editores de tex- 
to, Assembler, aritme'tica de ponto 
flutuante, inteiros em dupla e tripla 
precisao, sistema operacional, contro- 
ladores de impressora, formatadores de 
entrada e saida programaveis, compi- 
lador cruzado (que permite gerar oodi- 
go de maquina recolocavel), manipu- 
lador de graficos, manipuladores de 
texto, gerador de compilador (que per- 
mite ao usuano criar sua pr6pria lin- 
guagem) etc. Este sistema conte'm, por- 
tanto, tudo para facilitar o desenvolvi- 
mento de software comercial e cienti- 
fico. Seria tambdm interessante frisar 
que este compilador nfio d compativel 
com o sistema FORTH desenvolvido 
pelo autor e por Humberto Jemma, ou 
com outros sistemas FORTH, como o 
MMS FORTH ou o Poly FORTH. 



Antonio Eduardo Costa Pereira € formado em 
Engenharia E/etrdnica pefa Escola Polite'cnica 
da USP e em Ffsica pelo Instituto de Ft'slca 
da USP. Fez Mestrado em CiSncia Espacial no 
Instltuto de Pesquisas Espaciais em Sao Josd 
dos Campos, SP, e Doutorado em Engenharia 
Eletr&nica na Cornell University em Ithaca, 
Nova Yorque (EUA). Atuatmente 4 professor 
na UNESP. 



Compilador FORTH 



5DC0 


00 


00 


7D 


C0 


5D 


04 


69 


FE 


7F 


52 


69 


00 


5D 


00 


00 


IE 


1210 


5DD0 


69 


00 


00 


10 


00 


CF 


5D 


CF 


5D 


CE 


67 


00 


00 


00 


SD 


51 


1204 


5DE0 


5E 


00 


00 


00 


00 


00 


00 


00 


FF 


FF 


FF 


FF 


FF 


FF 


FF 


FF 


2134 


5DF0 


00 


00 


F4 


5D 


DD 


4E 


00 


DD 


23 


DD 


46 


00 


DD 


23 


0A 


6F 


1560 


5E00 


03 


0A 


67 


03 


5E 


23 


56 


23 


EB 


E9 


DD 


2B 


DD 


70 


00 


DD 


1655 


5E10 


2B 


DD 


71 


00 


4B 


42 


FD 


E9 


46 


4F 


52 


54 


48 


20 


49 


4E 


1574 


5E20 


49 


43 


49 


41 


4C 


49 


5A 


41 


44 


4F 


2E 


43 


4F 


4D 


50 


49 


1151 


5E30 


4C 


41 


44 


4F 


52 


20 


46 


4F 


52 


54 


48 


20 


50 


4F 


52 


20 


1094 


5E40 


41 


20 


43 


4F 


53 


54 


41 


2B 


23 


7E 


CD 


3A 


03 


ID 


20 


FB 


1254 


5E50 


C9 


CD 


C9 


01 


3E 


0D 


CD 


3A 


03 


IE 


1C 


21 


2B 


5E 


CD 


47 


1453 


5E60 


5E 


3E 


0D 


CD 


3A 


03 


IE 


13 


21 


18 


5E 


CD 


47 


5E 


3E 


0D 


1080 


5E70 


CD 


3A 


03 


21 


Dl 


5D 


36 


00 


2A 


C5 


5D 


ED 


7B 


CI 


5D 


FD 


1886 


5E80 


21 


FE 


5D 


DD 


2A 


C7 


3D 


01 


8D 


5E 


C3 


04 


5E 


8F 


5E 


91 


1846 


5E90 


5E 


C3 


09 


49 


03 


44 


55 


50 


00 


00 


9C 


5E 


El 


E5 


E5 


C3 


1735 


5EA0 


FE 


5D 


01 


3C 


94 


5E 


A8 


5E 


Dl 


El 


A7 


ED 


52 


11 


00 


00 


1B49 


5EB0 


F2 


54 


5E 


1C 


D5 


C3 


FE 


5D 


01 


3E 


A2 


5E 


BE 


5E 


El 


Dl 


j£-3i3q 


5EC0 


C3 


AA 


5E 


02 


30 


3C 


B8 


5E 


CA 


5E 


11 


00 


00 


C3 


A9 


5E 


1618 


5ED0 


03 


52 


4F 


54 


C3 


5E 


D8 


5E 


Dl 


El 


E3 


D5 


E5 


C3 


FE 


5D 


2492 


5EE0 


04 


45 


4D 


49 


54 


D0 


5E 


E9 


5E 


El 


7D 


CD 


3A 


03 


C3 


FE 


2001 


5EF0 


5D 


03 


4B 


45 


59 


E0 


5E 


F9 


5E 


CD 


49 


00 


6F 


E5 


C3 


FE 


2057 


5F00 


5D 


04 


44 


52 


4F 


50 


Fl 


5E 


0A 


5F 


El 


C3 


FE 


5D 


05 


43 


1685 


5F10 


53 


41 


56 


45 


01 


5F 


18 


5F 


FD 


E5 


FD 


21 


92 


5F 


D9 


2A 


1786 


5F20 


C9 


5D 


11 


CI 


5D 


AF 


ED 


52 


23 


CD 


87 


02 


3E 


55 


CD 


64 


1920 


5F30 


02 


06 


06 


FD 


7E 


00 


CD 


64 


02 


FD 


23 


10 


F6 


25 


FA 


4F 


1616 


5F40 


5F 


3E 


3C 


CD 


64 


02 


AF 


CD 


64 


02 


CD 


79 


5F 


18 


EE 


AF 


1864 


5F50 


BD 


28 


0C 


3E 


3C 


CD 


64 


02 


7D 


CD 


64 


02 


CD 


79 


5F 


3E 


1585 


5F60 


78 


CD 


64 


02 


3A 


DF 


5D 


CD 


64 


02 


3A 


E0 


5D 


CD 


64 


02 


1790 


SF70 


CD 


F8 


01 


FD 


El 


D9 


C3 


FE 


5D 


47 


7B 


CD 


64 


02 


7A 


CD 


2S19 


5F80 


64 


02 


83 


4F 


1A 


CD 


64 


02 


81 


4F 


13 


10 


F7 


79 


CD 


64 


1561 


5F90 


02 


C9 


46 


4F 


52 


54 


48 


20 


03 


4C 


42 


50 


0E 


5F 


A0 


5F 


1211 


5FA0 


21 


CB 


5D 


E5 


C3 


FE 


5D 


A9 


5F 


21 


01 


00 


22 


CD 


5D 


2A 


1772 


5FB0 


DD 


5D 


22 


CB 


5D 


E5 


C3 


C3 


5F 


05 


49 


4E 


50 


55 


54 


98 


1915 


5FC0 


5F 


C3 


5F 


3E 


0D 


CD 


2D 


60 


El 


C5 


E5 


CI 


CD 


49 


00 


FE 


2182 


5FD0 


08 


20 


06 


2B 


36 


20 


C3 


F2 


5F 


FE 


0A 


C2 


EC 


5F 


2B 


3E 


1601 


5FE0 


08 


CD 


3A 


03 


3E 


08 


CD 


2D 


60 


C3 


CC 


5F 


FE 


5B 


20 


08 


1569 


5FF0 


7E 


23 


CD 


19 


60 


C3 


CC 


5F 


FE 


0D 


28 


04 


77 


23 


IS 


F2 


1712 


6000 


36 


00 


A7 


ED 


42 


0B 


7C 


02 


0B 


7D 


02 


3E 


08 


CD 


3A 


03 


1135 


6010 


3E 


20 


CD 


3A 


03 


CI 


C3 


FE 


5D 


E5 


6F 


3E 


08 


CD 


3A 


03 


1771 


6020 


7D 


CD 


3A 


03 


3A 


37 


60 


CD 


3A 


03 


7D 


El 


C9 


CD 


3A 


03 


1683 


6030 


3A 


37 


60 


CD 


3A 


03 


C9 


B0 


00 


06 


43 


55 


52 


53 


4F 


52 


1336 


6040 


B9 


5F 


44 


60 


21 


37 


60 


E5 


C3 


FE 


5D 


05 


54 


4F 


4B 


45 


1711 


6050 


4E 


39 


60 


55 


60 


D9 


2A 


CB 


SD 


ED 


5B 


C9 


5D 


CI 


3E 


20 


1876 


6060 


B9 


20 


06 


BE 


20 


03 


23 


18 


FA 


E5 


04 


23 


7E 


B9 


28 


0C 


1388 


6070 


C5 


0E 


00 


B9 


*£.& 


03 


CI 


18 


Fl 


CI 


18 


0F 


3E 


20 


23 


BE 


144S 


6080 


20 


03 


23 


18 


FA 


7E 


0E 


00 


B9 


20 


08 


E5 


21 


00 


00 


22 


1005 


6090 


CD 


5D 


El 


22 


CB 


5D 


78 


12 


13 


El 


48 


06 


00 


ED 


B0 


D9 


1943 


60A0 


C3 


FE 


5D 


06 


53 


45 


41 


52 


43 


48 


4B 


60 


AE 


60 


D9 


El 


1869 


60B0 


E5 


ED 


5B 


C9 


5D 


0E 


00 


1A 


BE 


20 


11 


47 


23 


13 


1A 


BE 


1471 


60C0 


20 


0A 


10 


F8 


11 


03 


00 


19 


Dl 


E5 


18 


10 


El 


16 


00 


5E 


1170 


60D0 


13 


19 


5E 


23 


56 


EB 


7C 


B5 


20 


D6 


0E 


01 


06 


00 


C5 


D9 


1480 


60E0 


C3 


FE 


5D 


06 


45 


58 


45 


43 


55 


54 


A3 


60 


EE 


60 


El 


CZ 


2023 


60F0 


04 


5E 


04 


4D 


4F 


44 


45 


E3 


60 


FB 


60 


21 


Dl 


5D 


E5 


C3 


1824 


6100 


FE 


5D 


04 


61 


El 


DD 


75 


FC 


DD 


74 


FD 


El 


DD 


75 


FE 


DD 


2891 


6110 


74 


FF 


11 


FC 


FF 


DD 


19 


C3 


FE 


5D 


1C 


61 


DD 


E5 


El 


Dl 


2692 


6120 


7B 


C3 


2B 


61 


26 


61 


DD 


E5 


El 


3E 


01 


86 


77 


23 


30 


01 


1668 


6130 


34 


56 


23 


96 


7A 


23 


9E 


DA 


01 


62 


11 


04 


00 


DD 


19 


03 


1225 


6140 


C3 


FE 


5D 


01 


40 


F2 


60 


49 


61 


El 


5E 


23 


56 


D5 


C3 


FE 


2217 


6150 


5D 


02 


30 


3D 


43 


61 


58 


61 


El 


7D 


B4 


1 1 


00 


00 


20 


01 


1133 


6160 


13 


D5 


C3 


P£7 


5D 


06 


46 


54 


4F 


4B 


45 


4E 


51 


61 


70 


61 


1622 


6170 


21 


CD 


5D 


E5 


C3 


FE 


5D 


04 


45 


4E 


44 


2C 


65 


61 


0A 


5E 


1667 


6180 


EB 


65 


2F 


66 


E8 


62 


03 


68 


F2 


5D 


01 


49 


77 


61 


90 


61 


17SB 


6190 


DD 


6E 


00 


DD 


66 


01 


E5 


C3 


FE 


5D 


04 


30 


53 


45 


54 


8A 


1852 


61A0 


61 


A3 


"61 


El 


36 


00 


23 


36 


00 


C3 


FE 


5D 


04 


31 


53 


45 


1472 


61B0 


54 


9A 


61 


B5 


61 


El 


36 


01 


23 


36 


00 


C3 


FE 


3D 


03 


2A 


1569 


61C0 


49 


46 


AC 


61 


C6 


61 


El 


7D 


B4 


CA 


DA 


61 


03 


C3 


FE 


5D 


2299 


61D0 


05 


2A 


45 


4C 


53 


45 


BE 


61 


DA 


61 


0A 


ai 


4F 


30 


01 


04 


124 7 


61E0 


C3 


FE 


5D 


04 


2A 


45 


4E 


44 


D0 


61 


EC 


61 


El 


7D 


B4 


CA * 


2173 


61F0 


01 


62 


03 


C3 


FE 


5D 


06 


2A 


57 


48 


49 


4C 


45 


E3 


61 


01 


1394 


6200 


62 


0A 


81 


4F 


38 


01 


05 


C3 


FE 


5D 


04 


50 


41 


47 


45 


F6 


1455 


6210 


61 


13 


62 


CD 


C9 


01 


C3 


FE 


5D 


04 


42 


41 


53 


45 


0A 


62 


1558 


6220 


22 


62 


21 


D3 


5D 


E5 


C3 


FE 


5D 


06 


4E 


55 


4D 


42 


45 


52 


1703 


6230 


19 


62 


34 


62 


D9 


2A 


C9 


5D 


46 


23 


7E 


FE 


2D 


3E 


00 


20 


1450 


6240 


03 


3D 


05 


23 


08 


11 


00 


00 


D5 


D5 


7E 


D6 


30 


38 


12 


FE 


1271 


6250 


0A 


38 


06 


FE 


U 


38 


0A 


D6 


07 


SF 


3A 


D3 


5D 


3D 


BB 


30 


1383 


6260 


05 


El 


D9 


C3 


FE 


5D 


E3 


EB 


C5 


E5 


01 


00 


0B 


3C 


69 


61 


2148 



56 



MICRO SISTEMAS, julho/83 




f 1M PARA HAM 






6270 


29 


8F 


30 


01 


19 


10 


F9 


Dl 


19 


CI 


E3 


23 


10 


CC 


Dl 


El 


1 S£i(b 


6280 


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A7 


28 


03 


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52 


EB 


D5 


37 


F5 


D9 


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FE 


5D 


7A 


A8 


2334 


6290 


08 


7A 


A7 


F2 


9C 


62 


21 


00 


00 


ED 


52 


EB 


60 


69 


7B 


A7 


1868 


62 A0 


F0 


21 


00 


00 


ED 


42 


C9 


7D 


01 


00 


08 


61 


69 


29 


8F 


30 


1345 


62B0. 


02 


19 


89 


10 


F8 


4F 


C9 


08 


F0 


EB 


21 


00 


00 


ED 


52 


C9 


1744 


62C0 


01 


2A 


29 


62 


C6 


62 


D9 


CI 


Dl 


CD 


BE 


62 


CD 


A7 


62 


CD 


2217 


62D0 


67 


62 


E5 


D9 


C3 


FE 


5D 


01 


2B 


C0 


62 


DD 


62 


El 


Dl 


19 


2381 


62E0 


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FE 


5D 


01 


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D7 


62 


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62 


Dl 


El 


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ED 


52 


E5 


2611 


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C3 


FE 


5D 


02 


43 


40 


E4 


62 


FA 


62 


El 


5E 


7B 


17 


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57 


2060 


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D5 


C3 


FE 


5D 


05 


44 


2F 


4D 


4F 


44 


F3 


62 


0E 


63 


D9 


El 


1995 


6310 


Dl 


CI 


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AA 


08 


7D 


A7 


F2 


1C 


63 


ED 


44 


57 


60 


69 


7B 


2081 


6320 


5A 


A7 


F2 


2F 


63 


2F 


21 


00 


00 


ED 


42 


C2 


2F 


63 


3C 


57 


1515 


6330 


CD 


3C 


63 


CD 


B7 


62 


E5 


C5 


D9 


C3 


FE 


5D 


06 


10 


29 


7A 


2220 


6340 


8A 


57 


93 


FA 


48 


63 


2C 


57 


10 


F4 


4A 


C9 


06 


41 


53 


50 


1693 


6330 


41 


43 


45 


04 


63 


57 


63 


21 


20 


00 


E5 


C3 


FE 


3D 


05 


41 


1396 


6360 


53 


43 


49 


49 


4C 


63 


68 


63 


El 


3E 


30 


85 


FE 


3A 


38 


02 


1512 


6370 


Ch 


07 


6F 


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C3 


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5D 


04 


4E 


45 


58 


54 


5E 


63 


0A 


5E 


1707 


6380 


DB 


65 


C3 


00 


03 


68 


DB 


65 


FE 


5D 


EB 


65 


F2 


5D 


01 


4A 


2035 


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94 


63 


DD 


6E 


04 


DD 


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05 


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5D 


01 


27 


1939 


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63 


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63 


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47 


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AC 


60 


1440 


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0A 


03 


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AC 


60 


C4 


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03 


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63 


F2 


5D 


05 


44 


1644 


63C0 


4F 


45 


53 


3E 


9E 


63 


0A 


5E 


43 


68 


03 


66 


9A 


5E 


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62 


1524 


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DB 


65 


05 


00 


DB 


62 


DB 


62 


A3 


65 


5B 


68 


DD 


2B 


DD 


70 


2015 


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00 


DD 


2B 


DD 


71 


00 


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23 


46 


23 


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07 


1829 


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42 


55 


49 


4C 


44 


53 


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63 


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DB 


65 


00 


00 


70 


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6400 


68 


F2 


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03 


50 


54 


43 


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63 


0A 


5E 


51 


64 


DB 


65 


40 


1680 


6410 


00 


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62 


DB 


62 


DB 


65 


00 


3C 


DB 


62 


DB 


65 


20 


40 


A3 


1887 


6420 


65 


F2 


5D 


03 


2B 


53 


50 


03 


64 


2B 


64 


El 


39 


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C3 


FE 


1851 


6430 


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04 


50 


49 


43 


4B 


23 


64 


0A 


5E 


96 


65 


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62 


DB 


65 


1532 


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02 


00 


C4 


62 


29 


64 


47 


61 


F2 


5D 


04 


53 


57 


41 


50 


31 


130B 


6450 


64 


53 


64 


El 


E3 


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C3 


FE 


5D 


01 


23 


4A 


64 


0A 


5E 


08 


1B28 


6460 


65 


20 


62 


F8 


62 


0C 


63 


66 


63 


51 


64 


F2 


5D 


02 


3C 


23 


1502 


6470 


59 


64 


74 


64 


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2B 


DD 


74 


00 


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FE 


2312 


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5D 


03 


41 


42 


53 


6D 


64 


89 


64 


Dl 


CB 


7A 


28 


07 


21 


00 


1370 


6490 


00 


A7 


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52 


EB 


D5 


C3 


FE 


5D 


02 


23 


53 


81 


64 


0A 


5E 


1929 


64A0 


5D 


64 


9A 


5E 


56 


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61 


FB 


08 


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04 


53 


49 


1801 


64 B0 


47 


4E 


99 


64 


B6 


64 


DD 


CB 


00 


7E 


28 


03 


2E 


2D 


E5 


C3 


1792 


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FE 


5D 


04 


54 


59 


50 


45 


AD 


64 


CB 


64 


D9 


El 


7D 


CD 


3A 


2079 


64D0 


03 


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F2 


CC 


64 


3E 


08 


CD 


3A 


03 


3E 


20 


CD 


3A 


03 


D9 


1629 


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02 


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2308 


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23 


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01 


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64 


0A 


5E 


72 


64 


87 


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1781 


6500 


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64 


B4 


64 


EF 


64 


F2 


5D 


0A 


65 


21 


00 


00 


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C3 


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2034 


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07 


43 


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54 


45 


58 


54 


F6 


64 


ID 


65 


21 


D5 


5D 


1464 


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E5 


C3 


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5D 


07 


43 


55 


52 


52 


45 


4E 


54 


11 


65 


30 


65 


1592 


6530 


21 


D7 


5D 


E5 


C3 


FE 


5D 


08 


43 


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4D 


50 


49 


4C 


45 


52 


1723 


6540 


Z4 


65 


44 


63 


21 


D9 


5D 


E5 


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FE 


5D 


05 


53 


54 


41 


54 


1741 


6550 


45 


37 


65 


55 


65 


21 


DB 


5D 


E5 


C3 


FE 


5D 


07 


3F 


53 


45 


1749 


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41 


52 


43 


48 


4B 


65 


0A 


5E 


IB 


65 


47 


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47 


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AC 


60 


129B 


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5E 


C4 


61 


20 


F9 


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47 


61 


C4 


61 


19 


08 


5F 


42 


65 


1674 


6580 


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AC 


60 


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5E 


C4 


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06 


08 


65 


D8 


61 


03 


96 


65 


1659 


6590 


53 


65 


A3 


65 


F2 


5D 


98 


65 


21 


01 


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73 


23 


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FE 


5D 


07 


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1880 


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55 


4D 


42 


45 


52 


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65 


0A 


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32 


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C4 


61 


15 


F9 


60 


1550 


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47 


61 


C4 


61 


09 


DB 


65 


DB 


65 


EB 


65 


EB 


65 


08 


65 


D8 


2107 


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61 


03 


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F2 


5D 


02 


2A 


23 


AD 


65 


DD 


65 


0A 


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03 


1469 


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57 


03 


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C3 


FE 


5D 


01 


2C 


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65 


Dl 


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2005 


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5D 


73 


23 


72 


23 


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C9 


5D 


C3 


FE 


5D 


05 


45 


4E 


54 


52 


1580 


6600 


59 


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65 


0A 


5E 


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65 


47 


61 


47 


61 


F2 


5D 


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66 


2A 


1502 


6610 


C9 


5D 


16 


00 


5E 


13 


D5 


C3 


FE 


5D 


02 


44 


50 


FB 


65 


21 


1719 


6620 


66 


21 


C9 


5D 


E5 


C3 


FE 


5D 


04 


48 


45 


52 


45 


1A 


66 


31 


1673 


6630 


66 


2A 


C9 


5D 


E5 


C3 


FE 


5D 


02 


2B 


21 


28 


66 


3F 


66 


El 


1819 


6640 


Dl 


7E 


83 


77 


23 


7E 


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77 


C3 


FE 


5D 


02 


32 


2B 


38 


66 


1798 


6650 


52 


66 


El 


23 


23 


E5 


C3 


FE 


5D 


06 


43 


52 


45 


41 


54 


45 


1692 


6660 


4B 


66 


0A 


5E 


03 


66 


55 


63 


53 


60 


2F 


66 


2E 


65 


47 


61 


1213 


6670 


A3 


65 


0D 


66 


IF 


66 


3D 


66 


EB 


65 


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66 


50 


66 


EB 


65 


1678 


6680 


F2 


5D 


84 


66 


ED 


5B 


CF 


5D 


26 


00 


1A 


6F 


19 


11 


03 


00 


1417 


6690 


19 


E5 


C3 


FE 


5D 


01 


3A 


59 


66 


0A 


5E 


2E 


65 


47 


61 


IB 


1492 


66A0 


65 


A3 


65 


62 


66 


DB 


65 


0A 


S£ 


82 


66 


A3 


65 


F9 


60 


B3 


2009 


6&B0 


61 


F2 


5D 


01 


3B 


00 


00 


0A 


5E 


DB 


65 


F2 


3D 


EB 


65 


F9 


1836 


66C0 


60 


Al 


61 


F2 


5D 


08 


3F 


45 


5B 


45 


43 


55 


54 


45 


95 


66 


1542 


66D0 


0A 


5E 


53 


65 


47 


61 


53 


65 


Al 


61 


F9 


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47 


61 


F2 


66 


1755 


66E0 


C4 


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60 


E7 


68 


DB 


61 


03 


EB 


65 


F2 


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01 


3D 


2017 


66F0 


C5 


66 


F4 


66 


El 


Dl 


A7 


ED 


52 


11 


00 


00 


20 


01 


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D5 


1856 


6700 


C3 


FE 


5D 


02 


2A 


28 


EE 


66 


0A 


67 


0A 


57 


03 


0A 


CD 


3A 


1452 


6710 


03 


15 


20 


F8 


03 


C3 


FE 


5D 


05 


2B 


4C 


4F 


4F 


50 


B3 


66 


1492 



m 



MICRO StSTEMAS, jutho/83 




CURSOSDE 
PROCESSAMENTO DE DADOS 



FORMACAO DE PROGRAMADORES 
(COMPLETO) 

Dura$ao: 8 meses 

Horario: 2 a a S a feira de 19:00 as 22:00 hs 

MICROCOMPUT ADORES E A 
IINGUAGEM BASIC 
Durafao: 3 semanas 

Horario: 2 a a 5 a feira de 19:00 as 22:00 hs 
Turmas de 15 alunos 



AMPLA UTILIZACAO DO 

IBM-4341 E DO LABORATORIO 

DE MICROCOMPUT ADO RES 



Visite o CPD-ORT - Diariamente apos 
13:00 hs — R. Dana Mariana, 213-Botafogo 
Rio de Janeiro - Tels.: 226-3192-246-9423 




CURSOS DE ESPEOALIZACAO 
PROFISSIONAL 





MICROCOMPUTADORES i 

MICROPROCESSADORES 

SOFTWARE 

BASIC 
ASSEMBLER 

HARDWARE 

INTERFACES DO 8080/85 

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LOGICA DIGITAL I e II 
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43 52 
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23 



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10 IE 

68 C3 

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12 B7 



61 

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67 0A 
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67 0A 
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4F 2C 

67 05 
4F 56 
02 43 
22 68 

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5D 05 
65 F2 
62 66 
41 52 
C3 FE 
2A C9 
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5D 5E 
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FE 5D 
4F CD 
49 4E 
65 56 
D0 66 
00 00 



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02 DD 
5E DB 
DB 65 
5E DB 
DB 65 
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0A 5E 
46 8C 
SD 04 
08 65 

67 0A 
31 2B 
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68 Dl 



45 
21 



52 
11 



36 68 
68 DD 
53 43 
5D 08 
EB 65 
49 41 
5D 08 
5D 3E 
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23 56 
2B IB 
49 41 
0D CD 
0A 5E 
3A 03 
95 68 
61 C4 
6E 61 
00 00 



7E 61 F2 

77 00 C3 

65 2A 67 

02 61 F6 
65 24 61 
08 67 EB 
IF 66 3D 
DB 65 5B 

67 0A 5E 
45 4C 53 

03 68 51 
5E 2F 66 
03 67 EA 
0A 5E EB 
2A C9 5D 
FE 67 1A 

68 29 68 
3E 0D CD 
6E 00 DD 

"T" r T' T" T'W 

43 4F 4E 

5B 68 EB 

42 4C 45 

51 55 45 

0D CD 3A 

CD 3A 03 

EB 22 C9 

7E 12 C3 

2E E9 68 

3A 03 21 

A7 5F 26 

3E 4B CD 

0A 5E 55 

61 17 6E 

47 61 C4 

00 00 FF 



Dl 
73 



SD 2C 67 
FE 5D 05 
EB 65 F2 

67 F2 5D 
7E 61 F2 

65 DB 65 

66 F2 5D 

68 EB 65 
DB 65 C4 
45 A2 67 

64 D5 67 
1 Q 68 Eo 

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65 2F 66 
73 23 22 

68 El 
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3A 03 C3 
23 DD 66 
3E 68 0A 
53 54 41 
5E 23 56 
65 68 0A 
53 54 49 
03 5E 23 
3A Dl 5D 
SD 7E 85 
61 5E 50 
2A CI 5D 
DB 6"S CD 

69 0F 69 
3A 03 C3 
63 53 60 

47 61 
06 FF 



61 

61 



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DD 7E 
4C 45 
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04 4C 

5D 02 
22 00 

05 3B 
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E5 C3 
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D5 C3 
5E 70 
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CD 47 
A7 CA 
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FF 61 
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FF FF 



03 DD 
41 56 
44 4F 
4F 4F 
2E 22 
53 60 
43 4F 
Al 61 

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FE 5D 
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D5 C3 
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23 E5 

68 82 
53 6S 
FE 5D 
68 5B 
80 68 
5E 3E 
61 5E 
01 24 
48 41 
72 30 

F8 11 

05 4F 
C4 61 
12 FF 

A0 68 
FF FF 



1823 
1652 
1585 
1607 
1457 
1599 
1671 
1907 
1797 
1533 
1798 
1434 
2007 
1517 
196B 
2184 
1808 
1412 
1781 
1484 
1514 
2040 
1206 
1731 
1504 
1590 
1583 
1180 
1688 
1505 
1892 
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58 



MICRO SISTEMAS,julho/83 



A MAIOR VERSATIUDADE 
PELO MENOR PRECO. 



O JP-01 eum 
computadorpes- 
soal para uso em 
pequenas e 
medias em- 
presas que, 
por sua 
compatibili- 
dade com 
os sistemas 
e linguagens 
mais usados no 
Brasil, apresenta 
uma versatilidade 
impar. 

Na sua configura- 
cao maxima permi- 
fe ao usuario todas 
as combinagoes pos- 
siveis para a instala- 
cao de perifericos a 
sua escolha, umavez 




que incorpora em 
seu circuito as op- 
goes de RS-232 
(comunicagao se- 
rialf, controladores 
de disco de 5" ou 8", 
saida para tres mo- 
nitores simulta- 
neos,_alta reso- 
lugao de gra- 
f icos a cores 
e P&B, me- 
m6riase- 
parada 
para gra- 
ficos, 
saida 
a para 
impres- 
sora 
paralela 
eRGB. 



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RGBROM 250RTN 

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IMPRESSORA132COL.FT/GT ■...., 300ORTN 



IMPRESSORA "DAISY WELL" 320ORTN 

DOUBLER C/"SOFTWARE" 580RTN 

UNIDADEDE5"S/D 120ORTN 

UNIDADEDE5"D/D 150.ORTN 

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Tel.: 253-0827 Telex 3421 3 PEDM-BR 



RJ 



Com este programa, sua HP4 1 ou 4 1-C estara' pronta 
para /he dar qualquer resposta em volts, ohms, ampires e watts. 



Eletronica na HP -41 



Pedro Ricardo Drummond 




ste programa foi elaborado pa- 
ra estudantes, projetistas, en- 
fim, para todos aqueles que ne- 
cessitam fazer, com frequencia, as ope- 
rates matematicas que mesmo a eletro- 
nica basica nos obriga a fazer. 

Uma vez inserido na mem6ria da HP- 
41, o programa estara pronto para ser 
rodado, bastando apertar as teclas XEQ 
ALPHA ELETRON ALPHA. Feito isso, 
ele comecari a perguntar a exatidffo re- 
querida nos calculos, ou seja, a mime- 
ro de casas decimals com que se quer 
trabalhar; e so responder e apertar R/S. 
A partir dai, as teclas superiores da 
calculadora (£+, 1/X,VX e LOG) pas- 
sam a valer para os calculos e,no modo 
USER, comecam a operar como VOLTS, 
OHMS, AMPERES e WATTS, respecti- 
vamente. Desta forma, inserindo dois 
dados quaisquer na maquina, teremos 
imediatamente os outros dois. 

Por exemplo, suponhamos que temos 
uma lampada incandescente de 100 
watts ligada a rede de 110 volts funcio- 
nando apropriadamente e queremos sa- 
ber a resistencia eletrica de seu filamen- 
to. Teclamos 110 VOLTS (110 e I +) 
como primeiro dado e 100 WATTS (100 
e LOG) como segundo dado ; apertamos 
OHMS (1/X) e teremos o resultado de- 
sejado no visor: 121 OHMS. 

Se teclarmos AMPfiRES (VX~), te- 
remos o outro resultado, ou seja, a 
corrente: 0,909 A. O programa trabalha 
tentando as f6rmulas possi'veis ate' en- 
contrar a ideal, a que utiliza os dados 
inseridos. 



Vamos ver outro exemplo. Temos 
um resistor de 4700 ohms submetido a 
uma ddp de 12 volts e queremos saber 
qual a sua dissipacSo em watts. Pois 
bem, ja temos o programa na calculado- 
ra; teclamos XEQ ALPHA ELETRON 
ALPHA e aparecera no visor: EXATI- 
DAO? Vamos supor que queremos o re- 
sultado com uma precisao de tres casas 
depois da virgula ; apertamos 3 e R/S pa- 
ra continuar o programa. Com isso, apa- 
recerl no visor 3,000, que 6 a prova de 
que ja temos as tres casas desejadas. 

Em seguida, entramos com 4700 e, 
como se trata de uma resistencia, acio- 
namos 1/X (correspondente a OHMS), 
depois 12 e t + (correspondente a. 
VOLTS). Pois bem, ja" temos dois dados 
inseridos e agora poderemos pedir qual- 
quer outro. Como queremos saber a po- 
tencia dissipada, pressionamos a tecla 
LOG (correspondente a WATTS) e te- 
remos no visor 0,031 W, que represen- 
ta o resultado no formato pedido (tres 
casas decimals). 

INFORMACOES COMPLEMENT ARES 

O leitor que tern o sadio hdbito de 
analisar os programas publicados para 
ver como a coisa fundona, pode ter fica- 
do na duvida quanto a razao de ser da 
funcao SF 25 que liga o FLAG 25 — li- 
nhas 9,21,33,45,78,85,97 e 105 da lista- 
gem. 

A explicaca"o 6 simples: sem ela, a cal- 
culadora interromperia os calculos a ca- 
da vez que tivesse que efetuar uma di- 
visffo por zero, mostrando no visor sua 



mensagem de erro DATA ERROR. Te- 
mos que prever este tipo de coisa, uma 
vez que vamos fazer a miquina testar 
f6rmulas que podem, a principle, nao 
nos servir. 

O leitor notari tambe'm que, a cada 
dado rnsendo ou fornecido, a miquina 
emitira* um beep que, se nSo desejado, 
bastara retirar do programa as linhas 17, 
29, 41 e 53. Outra coisa: as linhas 15, 
27, 39 e 51 sffo formadas pela funcao 
APPEND (SHIFT XEQ em modo AL- 
PHA), seguidas de um espaco em branco 
e das respectivas letras. Sendo assim te- 
remos como resposta, usando o segundo 
exemplo, 0,031 W e nao 0,03 1W. 

Apenas como sugestao, seria conve- 
niente que se fizesse o ASSIGN (funcffo 
da maquina que permite ao usuano defi- 
nir teclas com as funcSes que lhe con- 
vie r) da funca"o CLRG (funcao que lim- 
pa todos os registradores ou memorias 
de dados disponiveis) na tecla LN e a 
executasse apos cada operaca'o realizada, 
de modo a evitar interferencias de dados 
de opera cOes anteriores, o que poderia 
nos fornecer resultadoserroneos. 

Podendo mesmo ser rodado na HP- 
41C, sem nenhum m6dulo de mem6ria 
adicionai, acreditamos ser um programa 
muito convenient^, principalmente pela 
economia de tempo proporcionada. 



Pedro Ricardo Drummond estuda Engenharia 
Eietrdnica na Universidade Mackenzie. Entre 
outros, j4 fez os cursos de Projetos de Circui- 
tos Eletrdnicos, Sistemas Digitate. Micropro- 
cessadores Z80 e 8080/8085 e Fibras Opticas. 



60 



MICRO SISTEMAS, Jul ho/83 



81- 


►LBL -ELETSGN 


62 


"EXftTIIifiO?" 


83 PROHPT 


M K-f5 


85 


CF 29 


86 


FIX If 2 K 


87 


STO- 


88+LBL fl 


39 


3F 25 


W 


X=6? 


ii 


XEQ 61 


12 


STG 81 


13 


CLfi 


14 


RRCL 81 


15 


-t- V" 


16 


RVIEW 


17 


TONE 8 


13 CLX 


1? 


RTN 


28+LBL S 


21 


3F 25 


22 


X±8? 


23 


XE8 92 


24 


STO 62 


25 


CLfi 


26 


SRCL 02 



Calculos em Eletronica 



27 "V 0HHS* 

28 flVIEW 

29 TONE 3 
38 CLX 

31 RTH 
32+L8L C 

33 SF 25 

34 X=8? 

35 XEQ 93 

36 STO 83 

37 CLfi 

38 fiRCL 33 

39 "I- fl" 

4e mm 

41 TONE 3 

42 CLX 

43 RTN 
44*L8L D 

45 SF 25 

46 X=9? 

47 XEQ 84 

48 STO 04 

49 CLfi 

58 fiRCL 84 
51 "I- H" 



52 


9VIEH 


53 TONE 8 


54 


CLX 


55 RTN 


56+LBL 81 


57 


RCL 82 


53 


RCL 93 


59 


* 


68 


X*8? 


61 


RTN 


62 


RCL 82 


63 


RCL 8* 


64 


* 


65 


SSRT 


66 


x*e? 


67 RTN 


68 


RCL 84 


69 RCL S3 


78 


/ 


?! 


RTH 


?2*LBL 82 


?3 


RCL 81 


74 


RCL 83 


75 


/ 



? 6 X*8? 



77 


RTN 


78 


3F 25 


79 


RCL 81 


86 m 


81 


RCL M 


82 


/ 


83 


X*8? 


84 


Rjfl 


85 


SF 25 


36 


RCL 64 


87 RCL 83 


88 


Xt2 


89 


/ 


99 RTfi 


91 < 


>lbl S3 


92 


RCL 81 


93 RCL 82 


94 


/ 


95 


X*8? 


96 RTH 


9? 


5F 25 


98 


RCL 84 


99 SSRT 


188 RCL 82 


181 


S«RT 



182 / 
193 X*8? 

184 RTN 

185 SF 25 

186 RCL 84 

187 RCL 

188 / 

189 RTH 



81 



U0*LBL 


84 


Hi 


RCL 


83 


112 


Xt2 




113 


RCL 


82 


114 


* 




115 


x*r 


1 


116 


RTN 




117 RCL 


81 


118 


Xt2 




119 


RCL 


92 


128 


/ 




121 


X*8' 




122 RTN 




123 


RCL 


81 


124 


RCL 


83 


125 


* 




126 


RTN 




127 ENB 












MEMPHIS e 

Central em suprimentos para informatica 

Para a sua empresa que tem necessidade de um fornecimento ininterrupto de su- 
primentos para a area de processamento de dados, existe a Central de Suprimentos 
da Memphis. Industrializando e distribuindo produtos para informatica a Memphis 
constitui-se hoje na alternativa mais confiavel devido ao know how acumulado du- 
rante seus 13 anos de atividades, o que assegura a sua empresa o excelente desem- 
penho dos produtos Memphis. Alem disso, 
onde voce tem a comodidade de encontrar 
no mesmo local todos estes produtos: Fitas 
Magneticas, Cassetes, Discos, Diskettes, Disk 
Packs, Etiquetas, Datas Cartridges, Mesas 
para Terminais e Impressoras, Pasta para 
Formularies Contfnuos, Fitas Impressoras e 
Arquivos Modulados para Pastas. 

A MEMPHIS distribuidora exclusiva para o 
Brasil dos produtos Verbatim, ianca agora 
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MICRO SiSTEM AS, julho/83 



61 




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comentados p/TK8ZC - TK85 - CP200 - Carlos Lagrotta Filho .... 3 800 

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3) APPLE II USER'S GUIDE - Poole " 13 ' oo' 

4) 8ASIC PARA MICROS PESSOAIS - Pereira Filho 2 950' 

5) CP/M HANDBOOK WITH MP/M - Zaks I7W 

6) ELAB0RA?AO, ANALISE E RACIONALBAQAO DE FORMULARIO - Pedroso . 1 SOo' 

7) CRIANgA TAMBEM FAZ PROGRAMAS - Silva 1 390 

8) GATBfVAY GUIDE TO THE Zx81 AND 2x80 - Mora than 70 programs - 
Charlton . 13.000 

9} INTRODUCAO AO VISICALC - Garbin ^ 300 

10) INGLES P/PROCESSAMENTO DE OADOS - Galante i'eoo" 

11} MICROCOMPUTER ARCHITECTURE AND PROGRAMMiNG - Wakerly 1500o' 

12) ORGANIZAQOES E METODOS - Cury 310o' 

13) PROCESSAMENTO INTERATIVO: A LIMGUAGEM OE PROGRAm'aQAO APL - 
Zimmerman 5 200 

14) PET FUN AND GAMES -Jeffries is'ooo' 

15) PROCESSAMENTO DE DAOOS - Conceitos bSslcos - Shimizu 2 200' 

16) PROCESSAMENTO DE DADOS NAS EMPRESAS - Shimizu 4 OOo' 

1 7) PROGRAMAgAO COBOL - Curso basico - Shimizu 2 100 

18) PROGRAMAgAO ■ codificagao ■ testes - depuragao da erros - documentacao - 
Alves 1. 80rj| 

19) 6502 ASSEMBLY LANGUAGE SUBROUTINES ■ Leventhal 13 000 

20) 6520 ASSEMBLY LAfJGUAGE PROGRAMMING - Leventhal 13 000* 

21) TIMEX PERSONAL COMPUTER MADE SIMPLE - T1MEX/SIPJCLAIR 1000 . . 3.80o' 

22) TRS-80 EXTENDED COLOR BASIC - Has kelt 15 000 

23) TRS-80 ASSEMBLY LAfJGUAGE SUBROUTINES - Barden ... 19 OOo' 

24) YOUR SMALL BUSINESS COMPUTER - Shaw 12,500! 

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• a localiza^o do 6timo volume do gravador, atravfa de 2 LEDs Indica- 
dorss, facilitando a opsragSo LOAD. 

• DUPLICAR qualquer programs, mas mo aqueles "fediados", que 
nlo admitem as instrucBes SAVE e LIST, 

• carregar (LOAD) e DUPLICAR simultanBamente. 

• gravar (SAVE) em 2 gravadores ao mesmo tempo. 

• monitorar as operaeSes LOAD, SAVE ou DUPLICAgAO atraves 
de fone, sem manipular fios, plugs ou o contr5le de volume. 

• filtrar as interferencias eletricas de baixa frequ£r>cta, que sa*o 
a causa da maioria dos problemas de LOAD/SAVE. 

TIG-LOADER 6 pequeno (8 x 5 x 2,5cm) e nSo requer modificaQo"es 
no microcomputador, nem bloquela a expans«o de mem6ria. 

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CEP 01 547 - Sao Pauto - SP 



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Dsspnai por conta do comprador 





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80, ZX-81, TK-80, TK82-C, NE- 
Z80, NE-Z8000 ou CP-200 e qui- 
ser receber um jornal com progra- 
mas, dicas e outras rnformacSes 
complernentares, vocfi sera* bam 
recebldo no Clube Nacional dos 
TK/NE/Sinclair, qua publics pe- 
riodicamertte o boletim "Micro 
Dicas". Quern quiser participar do 
clube e so entrar em contato com 
David Anderson, Micro Bits, Clu- 
be Nacional dos TK/NE/Sinclair, 
Cx. Postal 12464, CEP 04798, 
SP. 

• Texas TI99. Gostaria de entrar 
em contato com possuidores deste 
sistema para troca de informacoes. 
Edmar Mattos, Rua Washington 
Luis, 477, CEP 79100, tel.: (067) 
382-8512, Campo Grande, MS. 

• Gostaria de trocar informaoSes 
e programas na drea comercisl, jo- 
gos e software ba'sico para todos 
os microcomputadores. Disponho 
da varios programas para a linha 
TRS-80 Modelo III. Tratar com 
Claudio pelos telefones: (081) 
222-6673 e (081) 268-0444. Pra- 
ca do Entroncamento, 50/1002, 
Gracas, Recife, PE, CEP 50000. 



• Gostaria de fundar em Campi- 
nas um clube de usudrios de com- 
putadoras Commodore (PET, 
CBM, VIC-20, C-64). Pertenco ao 
TORONTO PET USERS GROUP 
e creio que a experiencia e 6tima. 
Dr. Eduardo Chaves, Caixa Postal 
5631 CEP: 13100, Campinas, SP. 



• Possuo um NE-Z800O e gosta- 
ria de entrar em contato com os 
usuarios do TK/NE/Sinclair para 
troca de idems e programas. Quern 
estiver interessado escreva para 
Luciano Fernandas, Rua Pero 
Correa, 291/41, Bairro Itarare", 
Sao Vicente, S*o Paulo, CEP 
11300. 

• Gostaria de entrar em contato 
com usuarios do TK82-C e NE- 
28O00 para troca de programas, 
princtpalmente jogos. Jose' Rober- 
to Canto, Rua Bruno Lima, 110, 
Florian6pol[s, SC, CEP 88000. 

• Gostaria de entrar em contato 
com pessoas que tenham o Apple 
U para trocas de programas tan- 
to da area comercial como jogos. 
Carlos Alberto Jahara, tel.: (01 1) 
211-2491, SP. 





Gmr'-erro 


napAgina 

No numero 20 


ONDESE L£ 


LEIA-SE 


28, figure 2, dlt. 

linha, prim. col. 


Ml 


SI 


71,2? col., 1? linha 


termina a lista 


termina a linha 


71,3a col. , 39 parag., 
6? linha 


deumavaria'vel 
numerica 


de uma cadeia 
numerica 


72,29 para'g. ,9? linha 


uma variavel 
numerica 


uma cadeia 
numerica 


72,69 para"g., 2? linha 


para bina'rio em 
ASCII 


de bina'rio para 
ASCII 


73,1? col., ult. para'g., 
7? linha 


16552,237 


16562,237 


74, linha 01 10 


40EGH 


40E6H 



MICRO SISTEMAS, julho/83 




SOFTWARE 

• Vendo ou trooo program as pa- 
ra as calculadoras programdveis 
TMS8/59. TamMm faco progra- 
mas sob ancomendas e envio ja" 
gravados em carta"o magnetic© 
cam listagem complete. Disponho 
da programas de jogos tais como: 
Senna, Genius etc. Fabio Fran- 
cisco de Paula, R. das Pafmeiras, 
342, ap. 31, CEP: 01226, Santa 
Cecflia, Slo Paulo. 

• Vende-se ou troca-se progra- 
mas para os micros TK82-C, TK- 
85, CP-200 e ZX81 . Tratar com 
Maurfcio Xavier, Av. Maria Coe- 
Iho Aguior, Rua Particular n° 68, 
Santo Amaro, tel.: 1011} 493- 
3322, SP. 

• Van do ou trace programas pa- 
ra o TK82-C. CP-200 e NE-Z8000. 
Tratar com Renato Strauss. Rua 
Cardoso da Almeida, 654/32, CEP 
05013, Slo Paulo-SP. 

• Vendo ou trooo aproximada- 
mente 150 programas {jogos e 
aplicativos). Tratar com Maurfcio 
Xavier, Av. Maria Coelho Aguiar, 
possagem particular, 68, CEP 
05805, SP. tel.: (011) 493-3322. 

EQUIPAMENTOS 

• Vendo TV de 13, Orion, co- 
lorida, sistema NTSC original. 
Ideal para monitorar microcom- 
putadoras importados tipo TRS- 
80. Tratar com Silva pelo tele- 
fone: (011) 258-3520, SP 

• Vendo um Sinclair ZX81 c/1 6 
K ao preco de Cr$ 110 mil, ori- 
ginal do TK82-C; a tamba'm urn 
CP-200 (16K) ao preco de Cr$ 
150 mil, am bos na caixa com to- 
dos os scessdrios e manuais ori- 
ginals. Motivo: compret urn CP- 
500. Tratar com Pedro, de 2 a a 
6 a , das 14:00 is 17:00h, tel.: 
(01 1)263-201 2, SP. 

• Compro NE-Z80/8000 ou ou- 
tro computador dassa elasse, com 
baixa capacidade, usado, na confi- 
guracao mmima, para desenvolvi- 
mento em torno do masmo, tais 
como: expansoes de mem6rta e 
linguagem, modem, dtscador tele- 
fonico, som/voz, video a cores, 
disquetes e muitos outros. Dante 
Eickhoff. Caixa Postal 68, CEP 
98910, Trtsde Maio.RS. 

• Vendo micro NE-Z8000 com 
expansao de 16 Kb. Julio Cesar 
M. Piccolo, Rua Seta de Setem- 
bro, 96, tel.: (016) 634-7219, Ri- 
beirao Preto, CEP 14100, SP. 

• Vendo TK82-C com 16K de 
expansao com slow e fast. Acom- 
panha manual com o programs Si- 
con. Tratar com Celso. Tat.: (01 1) 
241-7546. Sao Paulo, SP. 



• Troco NE-Z8000 com slow, 
safda para Joystick a expansSo de 
16K com oito jogos em cassete 
(Assembler). Aceito ofertas; J. P. 
Martins, Cx. Postal 28 CEP 
27200, Piraf, RJ. 

• Vendo TK82-C com expansSo, 
slow, joystick, gravador e progra- 
mas de xadrez e TK-MAN por 
CrS 100 mil; ou troco por urn 
ATARI. Tratar com Roberto 
Tsuyoshi Ujlte, Rua Thomaz Gon- 
zaga, 1 14, Liberdade, CEP 01506 
tel.: (011 ) 35-4997, Sab Paulo, SP 

• Vendo uma Data-Entry Olivet- 
ti 523 com uma unidade de casse- 
te e uma unidade de fita 800 BPI. 
Tratar com eng9 Fausto pelo tel.: 
(011) 257-6700, SP 

• Vendo micro CP-200 da Prold- 
gica, na garantia, por CrS 160 
mil. Acompanha duas fitas com 
jogos animados e os numeros 2,4 
e de 9 a 18 de Micro Sistemas. 
Tratar com Ney pelo tel.: (011) 
454-1900, Santo Andre, SP. 

• Vendo TK82-C com expansSo 
de 16 Kbytes, joystick e 20 pro- 
gramas. Tratar com Simlo pelo 
tel.: (011) 287-5266 (depois das 
13 hs). 

• Vendo CP-500 com urn dis- 
cmote, modem 1 .200 bps e curso 
de BASIC por CrS 1 milhab e 
200 mil. Tratar com Carlos pelo 
tel.: 717-7863, apos as 19:00h. 

• Vendo calculadora HP-41CV, 
importada, sem uso, na embala- 
gem, com certificado de garan- 
tia, livros de instrucoes e baterfa 
sobressalente, ao preco de Cr$ 
210 mil. Cx. Postal 70033, CEP 
22420, RJ. 

• VendD Impressora papel te>mi- 
co Sinclair para TK82-C, Sinclair 
e Tjmex. Tel.: (021) 226-8089 
(noite) Jean-Pierre. RJ. 

• Vendo ou troco por vfdeo- 
cassete nacional urn microcompu- 
tador TRS-80, (modelo 1) com 
48K de memoria e Interface de 
expansSo. Tratar com Edson tel.: 
(067) 383-5472, Cempo Grande, 
MS. 



D J VERSOS 

• Compro numeros evulsos ou 
colecoes da revista "POCKET 
COMPUTER NEWSLETTER". 
Cartas para Moises, Caixa Postal 
82, CEP 85.800, Cascavel, PR. 

• Compro os numeros 3, 4 6 7 
a 9 de MICRO SISTEMAS, desde 
que am bom astado, Marcos Joib 
Morales, Av. Hildebrando de Li- 
ma, 1204, Osasco, Slo Paulo, CEP 
06000, tel .: (01 1 ) 802-9769. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



INTERSOFT 



SOFTWARE 

• Programas espeefficos para todas as areas. 

• Aplicativos: Folha de Pagamento - Contabilidade - 
Estoque - Controle Banc^rio - Contas a Pagar e 
Receber - Faturamento Integrado - Mala Direta - 
Cadastro de Cliente - Cadastro de Imdvets - Outros 

• Editor Assembler - Compiladores Basic e Cobol - 
Jogos 

CURSOS 

• Sistemas Operacionais: NEW DOS - TRS DOS - DOS 
e CP/M 

• lntegrados a KBASIC - MBASIC - BASIC 
respectivamente 

• VISICALC 

SUPRIMENTQS 

• Disketes [5 1/"e 8'] - Formularios 

• Fitas Impressoras - Fitas Cassete Digitals 

COMERCIALIZACAO DE MICROS 




INTERSOFT 

SISTEMAS E CDMERCIO EM 

COMPUTACAO LTDA. 

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Dimensoes: 1 20 2 x 39 mm 

SPRITE -11 watts 

Vol, de ar 1 3L/ seg - Peso: 51 1 gramas 

Dimensoes: 79 ! x 42 mm 

WHISPER XL - 7 watts 

Vol. de ar 30 L/ seg - Paso: 488 gramas 

DimensSes: 119^x39 mm 

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lntegrados CMOS, 
memorias e 
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TELEX (011 ) 30926 - VILA MARIANA - SAO PAUI O 



Garanta precisao e rapidez na anotacao dos comunicados de seu proximo concurso de radioamadores. 




Um programa para 
radioamadores 



A ma/do Mefano 



ide"ia do desenvolvimento deste programa surgju nu- 
tria conversa com um amigo (que, como eu, tambe'm e 

radioamador), durante a qual verificamos a dificulda- 

de que temos ao participar de concursos para radioamadores. 

Nestes concursos, principalmente no caso de contatos em 
telegrafia, s3o realizados inumeros comunicados onde varios 
dados devem ser anotados com precisao e rapidez. 

programa aqui apresentado armazena em memoria os da- 
dos obtidos em cada comunicado e, ao final do concurso, per- 
mite a impressao do relatorio final. No canto inferior direito 
da tela, ele apresenta a indicaca'o do tempo gasto na parti cipa- 
cao do concurso, tempo este que 6 atualizadoa cada novo co- 
municado. 

O programa foi desenvolvido em BASIC, podendo ser pro- 
cessado nos computadores TRS-80 Models I e III, DGT-100, 
CP-500, D-8000 e outros sistemas compativeis. 

Para processa-lo sao necessarios mais do que 16 Kb de me- 
moria. Porem, 6 possivel o uso do programa com 16 Kb atra- 
ves de modificacoes nas linhas 10, que reserva espaco para os 
comunicados, e 50109 que reserva espaco para os caracteres. 
O espaco necessario deve ser calculado levando-se em conta 
que cada letra ocupa 1 byte. Assim, para o prefixo PY1EIR 
sera"o necessarios seis bytes; em mil comunicados, serSo neces- 
sdrios 1000 x 6 = 6000 bytes, considerando-se prefixos com 
seis caracteres. 



As variaveis utilizadas pelo programa s2o as seguintes: 

Q — horario do comunicado 
CS — prefixo da estacao 
S — reportagem enviada 
R — reportagem recebida 
D — niimero do comunicado 
S$ — segundos 
MS— minutos 
H$ — horas 
ER$ - erro 

NCS — nome do operador 
PX$ — prefixo do operador 
ENS— endereco do operador 
CE$ - cidade e estado 
CP$ - CEP e pais 

Teste o programa em seu proximo concurso e boa sorte. 



Arnaldo Milstern Mefano 4 Engenheiro Eletrdnico e possui mestrado em 
Eletrdnica pefa UFRJ-Coppe. AtualmenW trabalba nedrea de Desenvol- 
vimento de Tests na Cobra Computadores e Sistemas Bras. Ltda. e tf 
professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ. 



64 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



Controle de Comunic ados para Concursos deRadioam adores 



:PRIN 



1 GOT OS 0000 

5 CIS 

6 REN + ******♦*****#■*******■*****+**##■+****■***■* 

7 REM * DIMENSIONAMEMTO DOS VE TORES DADOS * 

8 REM ********#*##+'*#*¥**#*******#***^#*****#* 
10 DIM 0(1000) , CS( 1000) ,Bi 1000 i , R< 1000» 

20 D=0 

30 CLS' PPINT320, "ENTRADA DE DADOS" 

40 PRIMT3140, "EWTRE COM OS DaDOS NA 3EGUINTE ORDE!M 

: QTR - CALL - RST SEND - RST RECEIVE 

41 PRINT 
*2 !)=[>+! 

4 3 PRINT" tiSO NUlfERO : ":D 

4^ PRINT"MEI'10RIA DISFOWIVEL PARA STRINGS 

IFRCtCJ) ; "EyTES" 
t5 PRINT : PRINT 

50 REM *»**»*******Mft*-jt^«|.»*-*»f*«***********-*#*#jHt 

51 REN * ENTRADA DE DADOS * 

52 REM H************************-*****.*****..****.** 
60 INPUT "$TR" ;&<07 
70 INPUT" CALL" ;C*(D> 

75 PRINT "RST - SEND DIGITE S 

7o PRINT" RST - RECEIVE - DIGITE P 

B0 INPUT PS 

83 R=A3C(R$) 

8"5 IF R=S2 OR R=83 GOTO 90 

=>0 IF LEFT*! R*, 1 > = " P" THEN 

1 00 I MPUT " R3T-SEND " i S ( D i 

102 INPUT" RST -RECEIVE" ; R < D .' 

10f GOTO J 22 

110 INPUT* ftST-RECEIve* ;P(D> 

120 INPUT" PST-SEND" iS(D> 

1 22 CLS : PR I NT : PR INT : PRI NT" Q 1R " 
-R" 

123 REM **•**■** DADOS NOSTRADOS NO VIDEO ****** 
1Z4 Ai$=STRIN5*<54, "■*" S sPftlNTA* 

12£> PRINT :PRINTd!(D) , C* f D > , S (D) , R i D > s PRINT-: PRINT - PR 

INTSTiS . STR I NG*-( 63 . " = " ' 
12' S*=MI!>*< TIMES, 16, 2 > lM5=riID*f TIME*, 13,2) :HS=riIP 

%'. TIME*, 10,2' 
1.29 PRTNTS914J, "TEMPO DE OPERACAO = 
" !MS? " M1N: " ;S«M" SEG" 

129 PRINT3930, "MEMORIA DISPONIVEL 
LIVRES" 

130 ER*=='X" :PRINT3320, STRING*; 63, " 

SELECIONE UMA OPCAO : 

ERRO - 

FIN DE EWRADA DE DADOS 

CO.NTINUACAO ENTRADA DE DADOS - 



ELSE 
GOTO 



CLS! 
1 10 



GO TO 75 



'CALL", " R3T-S" , "RST 



■ PR I NTH*;" H: 



;mem! 



EYTE<: 



) :PRINT3338, " 



■- DIGITE 
■■ DIGITE 
■■ tfPERTE 
131 REN ** VERIFICA SE EXISTE A CONDICAO DE 



ER 
N 

ENTER" 
ERRO *• 



132 STOP 

140 IF LEFT*fER*, 1 )="N" GOTO 9000 
150 CLS=G0T042 
S000 CLS 

10000 PRINT:PRINT33, " AO TERMING DO PROGRAMA TODOS 
OS DADOS SERAO PERDIDOS" 

10005 PRINT 

10006 REM *■**************■**+#***********#**#*#*-**.* 

10007 REM * OPERADOR SELECIOMA OPCAO DESEJADA * 
10003 REM fr************-************************-*** 
10010 PRINT3212, "SELECIONE A OPCAO DESEJADA :" 
10020 PRINT" <1> > CON 

TINUACAO ENTRADA DE DADO'a" 
10030 PRINT" <2> > IMP 

RESSAO RELATOR 10 FINAL" 
10040 PRINT" <3.> > pi*1 

DE PROGRAMA" 



10050 IMPUTN:IFN<10RM>3 THEN 100©a 

3 06560 I F'f4= I THEN3B 

10062 IF H-2 THEN 1010(3 

10063 REM ****- [|1PRESS#i DO RE! ATOPIO ***■* 
HTObS PPINT :PRJNT" Fin DE PRr.GRAMfi" 
10070 LFRIMT--LPR1WT 
10100 LPRIMT"L06 FOR CitNTEST" 
1H101 LFRIIJT 

OF 'ERA 1 1 



: El-ID 



101 10 LFPlhll 

101 11 LFRIMi; 

1B120 LPRtNT 

1.S131 L.PRIHT 

10136 LFRIWT 

IS131 LPRINT 

101'tt? LPRINT 

10141 LPRIM-T 

1(3150 LPRINT 



CALL 



v H t', : 



IPX* 



IIP - COUNTRY 



10131 LPRIN1 :t.PRINTiLPRIWT 



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!(K : , R(t> 



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10160 L PRINT" 

1017B LPRiNTA*- 

10180 LPRTNT 

IB 185 FOR 1 =IT:.'P 

10200 LPRINT LSKi,C5iKi 

10? 10 NEXTh 

101,23 SOTOB000 

10300 REM +**#**t*«H)(*n. ) nn„ ! n.*» ) mn 1 » iHH( , !M(Mt , t . | 

10301 REM * INICTALIZACAO DRIVERS DE 1,0 + 

10302 REM ■t**»tn*n-M((nnn#m (< » )( , H ,,n.. ( , ) n ti(f(1(w 

sraaaa poke lcSi^tiBs 

50001 POKE l,iS27,B 

50002 X=*JSR<0) 

50019 1 RF.M t*n.mm •■*»**n.«.j.nt» Mt *»nn ( , )l) n mt1f , 
50304+ rem # IMICIrtLIZACAO [1ARCACA0 TFnpr, ripEPflMB* 

aiasaas rem n(i*Ksii.(n t »»»t.*«*..»,.j MS ,.n.,,j lWfJf , l . I |iitw ,. 

5BB10 P'.>H.E 1:;O^1,0 
5001 1 POKE 16-720,0 
5GES12 POPS lfc.*f.t5,B 

CLS 

REM **•**»*****#*#*#+***#****.#«.*.».»*, (.«**((.**» 
Saai? REM * GERACAO EPFITOS OF TELA 1M1X14JS * 

501118 HEM *»****{■.**<»«* *K-*Hf He-*********.**,, .»*»»#(,.#*# 
5002G PPIMTCHRSi 2L'J > 

5C->a3Q PRINT" L 05 DE COMTFST - PoDro^MADOR" 
503 tO FOr< /•> 1 TO lyB(S = h1E»T it 
511B5 CLS 
50100 CLEViP 250 
50J01 DEF9rfift-F:F=STRINGiif32, 1 23 > s A-CHF* < 19.1 n-STRI 

NS*f 2, 131.' : B=A+A:C=£+£!D=e+0:£=c.*.OJ-C+.M<HP* : 

JO] : 

SQlS'il FOR V-0TO932'5TFF.i,4 iPRlf-fl'St 
.STPlNS# f 61-<i3I)i 

50103 F0RY-=5<?2T023:'STF.F-t4-RRLNT3V ,Fl I NF XT i PRI HX&2 
72,STRIT1S*<3Z. 131 ■> ! 

50104 PRINTVH4B4, "CONTROLE DE L03 - COPITEST " ', 
5(3105 PPINT3'iia, "ARNALI'O 1-1. MEFANO PVl~E:iR»i 
5010* FOR V=lTO230a:NEJTV 

5010- REM *■«■ RESiERV'*! ESPACO PARA VARA AVE IS STRINGS 

50103 CLS 

501 0? CLEAR 6010 

50110 PRIM ["ENTRADA DE DADOS DO OPERADOR DA ESTAf^A 

O" SPRUIT 
5011 1 REM ^'rt************^****-^******.***-******^*** 
50112 REH * ENTRADA DOS DADOS DO OPERADOR ESTArAO* 

5011.3 REM »H«H*HHIIIMM»HtHH«UHm.„,« 

501.20 INPUT"NOME COMPLETC" i'MC* 

501 38 INPUT" PREFrXO" JPXt 

5H)im !NRUT"EMDERECO i PUA E NUMFRO 

50130 INPUT" CI DADE E ESTADO";cE« 

5014PI INRUT"CEP E PAI5";CP* 

50170 CLS: PR INTaS'i, "OERIFI CACAO DOS DADOS" :FOp 

TO5W0: NEXT: CLE 
50130 PR!NT"NOME : " sNCt 
50190 PRIMT"PREFIXO J "iPX* 
502C10 PPIMT"EN!>ERECO : " iEN* 
50210 PRINT" CIBADE E E3TAD0 : " ; CE* 
30220 PRIMT"CEP ~ PAIS : " ; CP* 
50230 PRINT* INPUT" OS DADOS ESTAO CORRETOE 

t 
502^*0 IF LEFT*' N*, 1) = "N" THEN50108 
50300 50T05 



sHEKTiP.RlN'T49<?ii 



■ ; EMt 



tS,'N)" ;N 



S 



t 



GEKTRALD ATA 

til, j lortKilitlti Uti. 



SUPRIMENTO E COISA SERIA 

* Matenla o sau computadw bam ilimentido adquirindo produtm d|o qualidade consagrada 



DISTRI0UIDOR NASHUA 

Discos Magn^ticos: 5 Mb, 16 Mb, BO Mb etc. 
Diskettes: 5 1/4, e 8 Poiegadas — Simples e Dupta Face 



amaMaazEagE^g^Mi iMEaiiBEa^ 



• FttaMagni«ca:600,1200*Z400Ns 

• FHa CARBOFITAS p/lmprassorai: Globus M 200 — B 300/600 

• FHa p/lmprassoras: Ehbri, Digilab. Diablo, Cantronicatc. 

• Cartucho Cobra 400 

• EHquatmPittH p/Formuliriot ConUnuot. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



65 



Ex/stem a/guns recursos de programagao capazes de "esticar" 
memdrias (aparentemente) pequenas em micros TK, NE e CP-200, Vale a pena tentar. 



Pequenas memorias, 
grandes economias 



Renato D eg to van i 



odo proprietdrio de micros pessoais, mais cedo ou 
mais tarde, certamente enfrenta uma se'rie de proble- 
mas causados pela pequena capacidade de mem6ria 
RAM destes micros. Tais problemas podem se apresentar de 
varias formas: ou o programa nao cabe na memoria, ou nao ha 
espaco suficiente para os calculos que o programa eventual- 
men te faria, ou na*o ha* espaco para um dado qualquer ser im- 
presso na tela. 

A repercussao de uma mem6ria lotada pode ir, de simples 
mensagens de falta de espaco (as vezes nem elas podem ser im- 
pressas), ate" a ocorrencia de coisas estranhas, como o compu- 
tador entrar em "parafuso", apagar tudo e, alguns segundos de- 
pois, imprimir aquele "kazinho" no canto do video (isso 
quando ele consegue sair do dito parafuso). 

manual do computador nos alerta para esse fato e ate' su- 
gere que, nessa hipotese, facamos um "regime" no programa, 
eliminando as linhas de comentano (REM). Mas, se nao for o 
suficiente? Bern, ai e cada um por si. 

De qualquer modo, devemos levar em consideracao que a 
memdria RAM do computador possui um limite ffsico para a 
gravacSo de dados, o qual pode ser atingido com muita facili- 
dade. Para que isso nao aconteca, ou pelo menos para tentar 
evitar uma mem6ria lotada, devemos adotar uma postura mais 
coerente com a capacidade do equipamento que estivermos 
utilizando. Em outras palavras, estruturar os programas, ja - na 
primeira linha, tendo em vista uma ocupacao racional da me- 
m6ria disponfvel. 

Uma ocupacao racional 6 possfvel desde que se conheca co- 
mo o sistema operacional organiza, na RAM, os diferentes ti- 
pos de informacSo, e ai uma boa olhada no manual de opera- 
coes pode ajudar muito. 

ORGANIZACAO DA MEM0RIA 

Na figura 1 podemos visualizar como as coisas se passam 
num equipamento como o TKS2-C, NE-Z8000 e CP-200, com 
uma memoria de 1 , 2 ou 1 6 Kb. 



66 



Cada byte armazenado no computador, seja da ROM ou da 
RAM, possui um endereco que vai de zero ate" onde for deter- 
minado pela arquitetura da maquina. No caso especffico do 
TK e NE, os bytes correspondentes a RAM, ou seja, a memo- 
ria que pode ser manipulada pelo usuano, iniciam no endere- 





nssfiioria RAH 

byte contendo BOh 






VARIAVEIS DO 
SIKTEMA 


PROGRAMA 


ARQUIVO DE 
IMAGEH5 


vartAveis 




LINHA DISITA-i 
DA + ESPACO 






1 1 1 1 
16 384 16509 D-FILE VARS E-LINE 






f 


STACK DO 
CALCULADOU 


REEEKVA 


stjyck da 

mRquima 


STACK 

GDSUB 


EOT IN AS 

USH 




_ 


3TKB0T STKEND PONTE3RO ERH-SP RAMTOE* 
SP 





Figure 1 



NE Z8000 


TK 82C 


CP 200 


D-FILE 


D-FILE 


HAP TELA 


VARS 


VARS 


VARS 


E-LINE 


ELINE 


LIDIGIT 


STKBOT 


PILFUN 


STKCOM 


STKEND 


PILFIM 


STKFIM 


ponteiro SP 


ponteiro SP 


ponteiro SP 


ERK-SP 


ENSP 


RETGSB 


RAMTOP 


RTP 


MENTOP 



Figura 2: Tabela de compatibittdade de nomenclature! 

MICRO SISTEMAS, julho/83 



co 16384 e vSo ate" o endereco RAMTOP (primeiro byte ine- 
xistente). Para 1 Kb, RAMTOP tern endereco 17408; para 2 
Kb, 18432; e para 16 Kb, RAMTOP tern endereco 32768. 
(Consulte, na figura 2, a tabela de compatibilidade entre as no- 
mendaturas do TK, NE e CP-200). 

Do endereco 16384 ao enderego 16508, estao as vari£- 
veis do sistema. Esta area e" utilizada pelo sistema operational 
(interpretador BASIC) e conte'm algumas informa?Qes real- 
mente irhportantes e uteis na elaboraca"o e estruturasao dos 
programas. 

O programa propriamente dito esta gravado do endere90 
16509 ate" o endereco em D-FUJE (este depende do tamanho 
do programa a ser rodado). Nesta area estSo gravadas apenas as 
linhas que compSem o programa, da forma como apareoe na 
figura 3. 



-^►byte + significative 



byte - signlflcatlvo 



bytes | 2 bytes ! 



X 



1 byte 



I 



numero da 
linha 



tamanho do 

texto + ENTER/NEWLIHE 



ENTER/NERLINE 



Figura 3 

Na pratica, para uma linha de programa 1 REM TESTE, te- 
remos a seguinte organizacao: 



endere90 
da RAM 


codigo 
gravado 


significado 


16509 







I- n"? da linha (D x 256 + 1) 


16510 


1 






16511 


7 




_ tamanho do tsxto -i ENTER/NEWLIHE 


16512 







(0 x 25 6 +■ 7) 


16513 


234 




REM 




16514 


57 




T 




16515 


42 




E 




16S16 


56 




S 


- texto 


16517 


57 




T 




16S10 


42 




E 




16519 


118 




ENTER/HEWL1NE 


16520 






D-PILE 



Para o numero correspondente a linha, gravado em 2 bytes, 
o primeiro byte € o mais signrficativo e deve ser nuutiplicado 
por 256, Para o tamanho do texto, o segundo 6 o mais impor- 
tante. Ao final de cada linha aparecera o cbdigo 118,indicati- 
vo de ENTER ou NEWLINE (de acordo com o equipamento). 
No manual de operac5es de seu micro existe a listagem com- 
pleta dos codigos e seus significados. 

Se o numero da linha for alterado para 9999, que 6 o maior 
numero de linha possfvel, a RAM sera" gravada da seguinte ma- 
neira : 



16509 
16510 
16511 
16512 
16513 
16514 
16515 
16516 
16517 
16518 
16519 
16520 



39 

15 

7 



234 
57 
42 
56 
57 
42 

118 



- (39 x 256 + 15)=9999 

(0 x 256 + 7)=7 

REM 

T 

E 

S 

T 

E 

ENTER/NEWLINE 

D-FILE 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



A primeira vista, pode parecer que o numero dado a uma li- 
nha nao influi na quantidade de memdriaji que ele sempre se- 
li gravado com 2 bytes. Se assim fosse, o numero 3 ocuparia 
a mesma quantidade de memoria que o numero 3000, por 
exemplo. Porem, nas instrucoes GOTO e GOSUB.o numero da 
linha aparece ap6s a instruc£o ou texto, sen do que, nesse caso, 
a gravacao da RAM ser£: 



GOTO 



16509 
16510 
16511 
16512 
16513 
16514 
16515 
16516 
16517 
16518 
16519 
16520 
16521 




1 
9 


236 
29 

126 

129 





118 



1 

9 

GOTO 

1 

n9 



- 1 



ENTER/NEWLINE 



Ha uma diferenca fundamental na representafao de um nu- 
mero de linha quando ele aparece apos uma instrucao GOTO 
ou GOSUB. Isto se da porque qualquer numero existente no 
programa (exceto o numero da linha) 6 gravado com sua re- 
presentacSo graiica (1 byte por dfgito), mais um codigo 126 
(indicativo de numero) e mais 5 bytes para o valor do numero. 

Para a linha 1 GOTO 9999, a representacao ficara assim: 



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COMERCIAIS E DE 
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Tel.: (021) 591-3297 e 249-3166 / Caixa Postal 63008. 



PEQUENAS MEMORIAS, GRANDES ECONOMIAS 



16509 
16510 
16511 
16512 
16513 
16514 
16515 
16516 
16517 
16518 
16519 
16520 
16521 
16522 
16523 
16524 





1 

12 



236 

37 

37 

37 

37 

126 

142 

28 

60 





118 



- 12 

GOTO 
9 
9 
9 

9 
n9 



- 9999 



ENTER/NEWLINE 



portanto, 1 GOTO 9999 possui 3 bytes a mais do que 1 GOTO 

Conclusao: se a numerate* adotada naslinhas for uma pro- 
gressao grande (1000, 2000 etc, por exemplo) e o programa ti- 
ver muita instrucSo GOTO ou GOSUB, muito espaco de me- 
m6ria estara sendo gasto desnecessariamente. 

RACIONALIZE O ESPACO 

O computador permite alguns recursos com os quais pode- 
mos diminuir o espaco ocupado pelos numeros. Existe a fun- 
cao denominada VAL, por exemplo, cuja operacSo e; operan- 
do = string. VAL faz calculos como se fosse uma expressao nu- 
me'nca, ou seja, fornece valor de uma determinada string. Se 
esta funcSo for aplicada na linha 1 GOTO 9999, a RAM sera 
gravada ; 



GOTO VAL "9999" 



16509 
16510 
16511 
16512 
16513 
16514 
16515 
16516 
16517 
16518 
16519 
16520 
16521 





1 

9 



236 

19 7 

11 

37 

37 

37 

37 

11 

118 



- 1 
9 



GOTO 
VAL 

ir 

9 

9 

9 

9 
11 

ENTER/NEWLINE 



Como podemos ver, a fun$ao VAL economiza 3 bytes na 
representacSo de um determinado numero. 

Frequentemente nos esquecemos de que a imagem apresen- 
tada na tela do video tambem tern que estar gravada na RAM. 
Este arquivo de imagens come$a no endere§o em D-FILE 
e vai ate o endere^o em VARS. Neste espaco, o programa ope- 
racional coloca uma cdpia dos caracteres enviados a tela e pos- 
teriormente faz uma "leitura" para a gerafSo da imagem. Os 
endere9os do initio e do final do arquivo podem ser encontra- 
dos pelas formulas: 



arquivo de imagens e iniciado por um c6digo 118, segui- 
do de 24 linhas de impressao, terminadas pelo mesmo codi- 
go. Se total de membria disponfvel for superior a 3 1/4 Kb, 
entao o arquivo ja tera gravado um espaco (codigo 0) para ca- 
da carater da linha (cada linha tern 32 caracteres), ocupando, 
portanto, 793 bytes (esta quantidade £ fixa, nao importando 
se for impressa apenas uma letra ou a tela toda). Para 1 ou 2 
Kb de mem6na disponfvel, o arquivo nao grava os espagos 
(isso para economizar mem6ria), sendo composto pelo codi- 
go 1 1 8 lmcial e um codigo 1 18 indicative de final de linha para 
cada uma das 24 linhas, totalizando 25 bytes de arquivo. Des- 
ta forma, a quantidade de caracteres impressos determinara" o 
tamanho do arquivo de imagens. 

Para um arquivo que, por exemplo, miciasse no enderet^o 
1 6530, a RAM seria gravada: 



para 16k &e RAM 



Para IK de RAM 



16530 
16531 
16532 
16533 



16554 
16SSS 



16563 
16564 
16565 



17320 
17321 
17322 
17323 



118 






118 





c 



'lie 



118 
118 
116 
118 



118 



D-FILE 
19 linha 
29 linha 
39 linha 



249 linha 
VARS 



29 linha 



249 linha 
VARS 



portanto, quando se dispoe de pouca mem6na s a formatagao 
da tela de video torna-se de vital importancia para a ocupacao 
rational da RAM. 

Com rela$a~o a um programa que objetive a impressao de um 
dado qualquer, a gravacSo da RAM sera: 

1 PRINT "ALO" 



16509 
16510 
16511 
16512 
16513 
16514 
16515 
16516 
16517 
16518 
16519 
16520 
16521 
16522 
16523 
16524 
16525 
16526 
16527 





1 

7 



245 

11 

38 

49 

52 

11 

118 

118 

38 

49 

52 

118 

118 

118 

118 



1 

7 

PRINT 

A 
L 


ENTER/NEWLINE 

D-FILE 

A 

L 1<? linha 

O 

2? linha 
39 linha 
49 linha 



inicio 
fim 



D-FILE 
VARS 



PEEK 16396 + 256 x PEEK 16397 
PEEK 16400 + 256 x PEEK 16401 



Se quisermos imprimir este mesmo dado numa posicjfo qual- 
quer da linha, usando a func£o TAB, teremos a gravacSo con- 
forme a figura 4. 



68 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



1 PRINT TAB 8;"AL0" 




16509 





~H 




16510 


1 






16511 


16 


"fie 




16512 





J 




16513 


245 


PRINT 




16514 


194 


TAB 




16515 


36 


8 




16516 


126 


n9 




16517 


132 






16518 









16519 





- 8 




16520 









16521 









16522 


25 


. 




16523 


11 


" 




16524 


38 


A 




16525 


49 


L 




16526 


52 







16527 


11 






16528 


118 


ENTER/NEWLINE 


16529 


118 


D+FILE 




1653Q 





coluna 




16531 





coluna 1 




16532 





coluna 2 




16533 





coluna 3 




16534 





coluna 4 




16535 





coluna 5 




16536 


a 


coluna 6 


— 19 linha 


16537 





coluna 7 




16538 


38 


A 




16539 


49 


L 




16540 


52 







16541 


118 






16542 


118 


29 linha 





£ precise lembrar que, quando a memona dispom'vel e 16 
Kb, todas as colunas, de todas aslinhasja conterao o carater 
"espaco". Isto signifies dizer que o dado pode ser impresso em 
qualquer posicao sem alterar a quantidade de mem6ria utiliza- 
da. 

Se desejarmos espaco entre as hnhas de impressao, isto e, 
pular linhas, o programs pode ser escrito de tres formas dife- 
rentes (veja a figura 5). 

Estes tres programas produzem o mesmo resultado: impn- 
mir a string "ALO" no ini'cio da segunda linha. Mas cada urn 6 
estruturado de urn modo diferente, ocupando mais ou menos 
espaco da RAM. 

A funcao VAL pode ser igualmente usada para reduzir o 
espaco ooupado pelos numeros. Entretanto, deve-se levar em 
conta que todos os itens a serem impressos devem estar em 
uma mesma linha de programa. Deste modo, 

1 PRINT "A" 

2 PRINT "B" 

3 PRINT "C" 

deve ser escrito: 1 PRINT "A", "B", "C". 

Racionalizar espaco € um habito de grande utilidade que 
pode nos salvar de ocasiOes dificeis. Tambem e bom lembrar 
que programas menores ocupam menos espaco do arquivo em 
cassete e,portanto,gravac5es menos demoradas. 



Figura 4 



Renato Degiovant 4 formado em Comunicapao Visual e Desenho Indus- 
trial pela PUC-RJ e Professor de Fotografia nests mesma Universidade. 
Hi mais de um ano utilize o NE-Z8000 para odlcuios na irea em Que 
atua. 



1 PRINT 

2 PRINT "ALO" 



1 PRINT AT 1,0; "ALO" 



16509 





16510 


1 


16511 


2 


16512 





16513 


245 


16514 


118 


16515 





16516 


2 


16517 


7 


16518 





16519 


245 


16520 


11 


16521 


38 


16522 


49 


16523 


52 


16524 


11 


16525 


118 



PRINT 

ENTER/NEWLINE 

2 



PRINT 

A 
L 

O 

ii 

ENTER/NEWLINE 



16509 
16510 
16511 
16512 
16513 
16514 
16515 
16516 
16517 
16518 
16519 
16520 
16521 
16522 
16523 
16524 
16525 
16526 
16527 
16528 
16529 
16530 
16531 
16532 
16533 
16534 
16535 
16536 



Figura 5 

MICRO SISTEMAS, julho/83 





1 

24 



245 

193 

29 

126 

129 









26 

28 

126 











25 

11 

38 

49 

52 

11 

118 



1 


16509 




16510 


24 


16511 




16512 


PRINT 


16513 


AT 


16514 


1 


16515 


n9 


16516 




16517 




16518 


1 


16519 




16520 




16521 



- 



A 

r, 

o 

ENTER/NEWLINE 



1 PRINT , , "ALO" 




1 
9 


245 
26 
26 
11 
38 
49 
52 
11 

118 



PRINT 



ENTER/NEWLINE 



m 



69 



mm 




■{ Pergunta - Tendo a oportunidade de 

comprar um micro nos Estados Unidos 

I e n§6" tendo a quern recoirer senao a 

1 MICRO SISTEMAS, gostaria de terin- 

J formacdes a respeito do micro Timex 

J Sinclair 1000: quais as possi'veis expan - 

\ sdes e perife'ricos? Terei algum probfe- 

j ma com a geracao de imagens na TV? 

| (Diomsio Sitva Jr., MG) 

l MICRO SISTEMAS - O Timex 1000 

1 possui expansoes de mem6ria e impres- 

' sora. Quanto a geracao de imagens, as 

J dificuldades resumem-se na diferenca 

1 do sistema de transmissao americano 

com o nosso sistema, necessitando que 

j voce providencie a conversao da TV 

;| brasilelra para o sistema americano. 



Pergunta — Ao adquirir a unldade de 
disquete da Digitus para o DGT-100, 
a interface vem inclufda? Onde posso 
adquirir por reembolso o Manual de 
BASIC e a fita? 
(Renato Nogueira Mendes, RJ) 
MICRO SISTEMAS - A interface nao 
faz parte da unidade de disquete. O 
Manual de BASIC e, a fita fazem parte 
do equipamento. Se ao recebero com- 
putador voce nao encontrar o Manual 
e a fita, faca um comunicado a quern o 
vendeu ou a propria Digitus. O endere- 
co da Digitus Ind. Com. Serv. Eletro- 
nica Ltda. 6 Rua Gavea, 150, Jardim 
America, CEP 30000, Belo Horizonte- 
MG. 



Pergunta — Como se reserva espaco de 
memdria para uso de rotinas em lin- 
guagem de ma'quina em um programa 
em BASIC? Por exemplo: no programa 
"Fdrmula 1" pubficado em MICRO 
SISTEMAS n° 16, para executar o 
programa e~ necessa'rio responder PRO- 
TEGER com determ/nado numero. Is- 
so 6 muito inconveniente, pot's se o 
computador ja" estiver ligado terei que 
desliga'-lo quando surgir PROTEGE R 
para poder reservar a area. Se na linha 
2 tivesse uma instrucSo de reserva seria 
muito mats pra'tico, 

Gostaria tambdm de saber como de- 
sativar o comando CSAVE no DGT- 
100. 

(Jose" Carlos Taveira, MG) 
MICRO SISTEMAS - Para proteger 
ou reservar uma area na memdria para 
rotinas em linguagem de maquina use 
o POKE para colocar na posicao 



16561 o byte menos significativo do 
endereco, e na posicao 16562 o byte 
mais significativo do endereco. Com 
relagao a materia "F6rmula 1", de- 
senvolvida para o D-8000 e publicada 
em MS n° 16, se voce quiser informa- 
coes adicionais sobre como reservar es- 
paco de mem6ria para uso de rotinas 
em linguagem de miquina no D-8000, 
leia o artigo "A Funcao do USR (X) 
no D-8000", publicado em MS n9 17, 
pagina 20. 

Desativar o comando CSAVE £ im- 
possfvel. Se voce deseja proteger o 
programa contra copias, o que pode 
ser feito e" armazenar o programa em 
um disquete e usaro comando ATTRIB 
para definir o programa como apenas 
para execucao. 

Pergunta — Com as funcoes que o mi- 
cro TK82-C dispoe no teclado, qua! 
delas eu poderia substituir no lugar de 
uma funcao: SET; DATA; RESTORE; 
DEF FN; ELSE; e o que vem a ser e 
para que serve o si'mbolo @ ? 

Mais uma coisinha: eu uso para ar- 
mazenar meus programas uma fita cas- 
sete Scoth C45, normal. Mas dot's me- 
ses ap6s a gravacao, a fita fica ruim e 
suja muito o cabecote do gravador. Pa- 
ra que o som saia bom 4 necessa'rio for- 
gar a tampa do gravador para fora. As- 
sim, tenho que regravar meus progra- 
mas periodicamente. Tentando resol- 
ver, comprei uma fita Scoth cromo. 
Resultado: nao gravou nem 50% em re- 
lacao a Scott) normal. Por que? O que 
fazer? Como fazer? Que fita devo com- 
prar e como conservar a fita? 
(Amauri Pereira Lucio, SP) 
MICRO SISTEMAS - Voce n§o pode- 
ra" implementar novas instrucoes no 
seu TK82-C pois o interpretador BA- 
SIC esta" gravado permanentemente na 
memoria EPROM. As instrucoes 
READ e DATA poderao ser simuladas 
atrave's da utilizafSo de uma matriz. 

O si'mbolo @ chama-se "arroba". 
Em alguns Assemblers este sfmbolo 
serve para indicar que o numero que o 
segue € um endereco de memdria. Por 
exemplo: @ 17FB querdizer endereco 
de memoria 17FB (hexadecimal). Em 
aiguns BASICs este si'mbolo & utiliza- 
do como ma" sear a de formatacao nas 
instrucoes PRINT USING. 

Com relacao ao problema de grava- 
cSo, seu gravador provavelmente esta" 



com o cabecote alinhado fora do azi- 
mute. Mande-o para um te*cnico de 
confianca para que realize o realinha- 
mento das cabecas. Outra opcao e" 
comprar um gravador de qualidade su- 
perior que, de preferencia, suporte fi- 
ta de metal. A fita cromo exige um 
gravador especial. 

Pergunta — Gostaria de obter informa- 
coes a respeito do computador pessoal 
ingles Sinclair ZX Spectrum. Por meio 
de revistas especializadas estrange! ras 
ja o conheco, mas possuo algumas dti- 
vidas que somente voces podem me 
responder com seguranca: o ZX fun- 
ciona em UHF e no sistema de trans- 
missao de cor ingle's PAL, que nSo e' 
compati'vel com o nosso sistema PAL- 
M. Existe alguma maneira de adaptar 
o computador ao nosso sistema, ou 
ao nosso televisor dome'stico? 

A Timex ja" comercializa nos EUA 
esse aparelho com o nome de Timex 
Sinclair 2000. O sistema usado neste 
equipamento 4 o mesmo que o "pai" 
britanico, ou usa o sistema de cores 
NSTC? Em caso afirmativo de se adap- 
tar tanto o computador como o apa- 
relho de te/evisao para uso aqui no 
Bras/I, onde poderei fazi-io em Sao 
Paulo? 

(Marcefo Rodrigues Soares, SP) 
MICRO SISTEMAS - Segundo tive- 
mos informacao, a transcodificacao do 
sistema PAL para o PAL-M & muito 
cara. Iz preferfvel a adaptacao do Ti- 
mex, o ZX americano, que utiliza o 
sistema NSTC, e e* bastante conhecido 
pelos te"cnicos brasileiros, principal- 
mente depois dos videocassetes no 
mercado nacional. Uma boa forma de 
voce saber quais as empresas que faz- 
zem a transcodificacao para o PAL-M 
e* consultar os classificados do Jornal 
"O Estado de Sao Paulo", nasecao re- 
ferente a video-cassete e video-games. 

Pergunta — Gostaria de saber como e" 
feita a manJpufacao de arquivos no 
TK82-C. Caso esta nao se/a possi'vef, 
como posso fazer para simular a mani- 
pulacao de arquivos? 
(Claudia N. B. Souza, RJ) 
MICRO SISTEMAS - A utilizacao de 
arquivos no TK82-C sd e" possfvel ope- 
rando-se com matrizes. Voce define 
matrizes com a funcao DIM, armazena, 
junta mente com o programa, em uma 
fita cassete comum, e quando desejar 
uma consulta, & sd carregar o progra- 
ma. £ importante observar que aposo 
carregamento do programa nSo deve-se 
usar o comando RUN, mas sim GOTO 
X, ou seja, GOTO e o numero da li- 
nha. E o numero desta linha tern que 
ser o de uma linha do programa apds 
o comando DIM. 




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Solugao recursiva, um programa BASIC e urn microcomputador (no caso, o DGT-100): 

nao ha Torre de Hanoi que resista. 



Torre de Hanoi : 
uma solucao em BASIC 



Joao Henrique A. Franco 



E 



ste artigo procura mostrar como podemos lmplemen- 
tar o principio da solucao recursiva em programas 
BASIC, utilizando como exemplo o problema da 



Torre de Hanoi. Em processamento de dados, Recursividade e a 
capacadade que determinadas linguagens tern de permitir que 
uma sub-rotina chame a si mesma sem esquecer o estado do 
processamento anterior. 

O problema da Torre de Hanoi consiste em transfenr uma 
pilha de n discos de tamanhos diferentes, ordenadamente, de 
um pino para outro. Apenas um disco podera ser movido por 
vez, sendo que um disco maior nao podera ser colocado sobre 
outro menor. Um terceiro pino 6 utilizado como auxiliar (veja 
figura 1). 

Chamando os pinos de A, B e C, e numerando os discos de 
Ian em ordem crescente de tamanho, nosso problema se resu- 
me em transfenr a pilha com os discos do pino A para o pino 
C com o mi'nimo de movimentos possivel, Se tivessemos um 




unico disco, a solucao sena simplesmente mover o disco 1 do 
pino A para o pino C. Para dois discos, moven'amos lmcial- 
mente o disco 1 de A para B, em seguida o disco 2 de A para 
C e finalmente o disco 1 de B para C. 

Generalizando, e facil concluir que a solucao para um pro- 
blema com n discos pode ser expressa, recursivamente, em fun- 
cJTo da solucffo com n-1 discos. Em outras palavras, sena equi- 
valents as seguintes solutes (ou problemas, para os pessirms- 
tas): 

! 1) Transfer! r n-J discos 

I do pi no A para o pino B 

j {usando C como auxiliar) 

! |_ 2t(n-l)-1 movimentos _] 

Transferi r n discos \ 2) Transferir o disco n 



do pino A para o pino C, i 

(usando B como auxiliar) , 

f_ 2+n-l movimentos _| ; 



do pino A para o pino _C 
(3 I movimento ~} 

3) Transferir n-1 discos 
do pino B para o pino C 
(usando A como auxiliar) 
£ 2+ (n- 1 ) - 1 movimentos] 



E claro que poden'amos segmr nesta sequencia, colocando a 
solucao para n-1 discos em funcab de uma outra para n-2 dis- 
cos e assim por diante, mas € muito mais interessante deixar 
que o computador fa^a isso para nos. 

Vale a pena lembrar que a solucao para o problema de n 
discos exige um mihimo de 2+n-l movimentos. Assim, para 
n= 1 temos 2+1-1 = 1 movimento; para n= 2, temos entao 
2+2-1 =3 movimentos. Pelo mesmo processo de inducao (fini- 
ta), venficamos que : 



{2i(n-D-l} + {1} + {2+(n-l)-1} = 2+n-l 



O PROGRAMA DA A SOLUCAO 

A primeira listagem do programa — escrito em BASIC para 
o DGT-100 mostra a simplicidade que a solucao recursiva re- 

MICRO SISTEMAS, julho/83 



presenta. Um ponto importante a ser notado e o emprego de 
vanaveis indexadas (IS, AS, F$) em substiUnyao as vanaveis 
alocadas dinamicamente (normalmente em stacks), as quais sSo 
encontradas em algumas linguagens (Pascal, PL/M, FORTE 
etc.), menos em BASIC e FORTRAN. 

E facil ldcntificar (na linha 10) o programa principal, e nas 
linhas 100 a 160 a sub-rotina recursiva, que e chamada tarito 
pelo programa principal como por si pr6pna, nas linhas 120 e 
150. Esta sub-rotina fomece a solucao para o problema da 
Torre de Hanoi com n discos, reportando-se, sequencialmente, 
a solucao com n-1. n-2,...l discos (tal como foi exphcado an- 
teriormente). Seus parametros de entrada sao: 
N — Niimero de discos a serem transfendos (tamanho da pilha) 
I$(N) - Pino lnicial (onde esta a pilha) 
AS(N) — Pino auxiliar 
FS(N) — Pino final (onde devera ficar a pitha) 

Assim, por exemplo, se quisermos transferir quatro discos 
do pino A para o pino B (usando C como auxiliar), seus pa- 
rametros de entrada serao: N=4, IS(4) ="A", AS(4) = "C" e 
FS(4) = "B". 

Podemos entender agora o porque de utilizarmos vanaveis 
indexadas em lugar de vanaveis simples: os valores miciais 
(bem como os seguuites) das vanaveis sunples senam perdidos 
a partir da primeira auto-chamada da sub-rotina. 

Fehzmente o mesmo nao ocorre com a vanavel N (niimero 
de discos) que, por ser apenas incrementada/decrenientada por 
uma constante no interior da sub-rotina, pode ter endereco 
fixo (ou seja, pode ser alocada estaticamente). Desta forma, e 
possivel empregarmos a vanavel N para indexar as variaveis IS , 
AS e F$ em cada ni'vel de chamada da sub-rotina. 

Na segunda listagem foram acrescentadas algumas facilida- 
des, como a utihzafao repetitiva do programa para vanos tama- 
nhos de pilha (se n ^O, o programa e interrompido),a indica- 
$£o do niimero minimo de movimentos e a numeracab e pagi- 
nacao dos movimentos em telas de 15 linhas. 



Progra m a Simplifica do 



10 INPUT N : r$(N)="A" : A$(N)="B' 

OSUB 100 : STOP 
100 IF N=0 THEN RETURN 
110 I${N-1)=I*{N) : A$(N-1)=F$(N) 
120 W=N-1 : GOSUB 100 
130 N=N+1 : PRINT N, 1$ (N) , F$ (N) 
140 I|{N-1)=A$(N) : A$<N-l)=I${PO 
150 N=N-1 : GOSUB 100 
160 N=N+1 : RETURN 



F$<N)="C" 



F${K-1}=A$(N) 



F$<N-1)=F$IW 



5 

10 

15 

20 

25 

30 

40 

50 

60 

70 

80 

100 

110 

120 

130 
140 

150 
200 



Programa Final 



REM < 

REM TORRE DE HANOI 

REM (C) 1983 BEGIN INFORMATICA 

REM CAIXA POSTAL 1640 - 13100 CAMPINAS, SP 

REM 

CLS : PRINT TAB (16) "TORRE DE HANOI" : PRINT 
INPUT "numero de discos"? N : PRINT 
IF N=0 THEN STOP 

PRINT "numero de movimentos:" ; 2+N-l PRINT 
L=0 : M=0 : IS (N) -"A" : A?(N)="B" : F$(N)="C" 
: GOSUB 100 
GOSUB 200 : GOTO 30 
IF N=0 THEN RETURN ELSE N=N-1 

I$(N)=I$(N+1> : A$(N)=F$(N+1) : F$ (N) =A$ (N+l) 
: GOSUB 100 

M=H+1 : PRINT M ; ".nova o disco" ,- N+l ; "do 
disco" ; I? (N+l) ; " para o disco" ; F$(N+1) 
L=L+1 : IF L=15 THEN L=0 : GOSUB 200 
I$(N)=A?(N+1) : A$(N)=(N+1} : F$ (N) =F$ (N+1) : 
GOSUB 10 

N=N+1 : RETURN H 

IF INKEY$="" THEN GOTO 200 ELSE RETURN « 



JoSo Henrique de A. Franco 6 engenheiro e/etrdnho pela Escota Po- 
Hte'cnica da USP e cursou o CEAG na FundafSo Getulio Vargas, na 
drea de M4todos Quantitatlvos e tnforma'tica. Atualmente 4 Enge- 
nheiro do Projeto TROPICO-RCno CPqD da Tefebras. 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



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1000 folhas 


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- 


2 


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400 jogos 


sem imptessfo 


- 


1 


375mm x 11" 


1000 folhas 


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000 


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A 5000 0010 
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^X) 1000 
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1 1 1 fjcKF 




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u i oft ^bib 




y§ icoc 


'voiV 




%001C 


'01' TW^ 




L ^ffiG 


'*■"' 1 ioNhumi 







Curso de 
Assembler - 



VI 



onttnuemos com a descricSo deste grupo de instru- 
foes do microprocessador Z80. 



1 1 — Move constante para memdria 
Formato ;LD(IY+d),n 

Operagao: Move uma constante n de 8 bits para uma posd- 

csFo de memoria indexada por IY. 
Codigo objeto: 



LD 



(IY+d) 



n 



TVT 



—i — i— 

1 

I I 



H — h 



J I 



— 1 — | 1 — | — 

1110 1 

I I I I 
10 110 

I I I I 



J — I — L 



EXEMPLO: 



LO 



(IY+9) 



M 



1 1 

— t— 



1 

— r— 
O 
■H— 



1 

l_ 



— 1 — I — I — I — 
1110 1 

—\ — I I I 

10 110 

I I I I 

10 1 

I I I I 



-> FD 



> 36 



-> 09 



> ZB 



Descrigao: O operando n de 8 bits 6 cairegado na posicao 
de mem6ria dada pelo somat6rio do conteudo do 
registrador IY com o deslocamento (d). 



LD (IY+17),127 



(IY+17) < 127 



Ciclos de mdquina (M): 5 

States (T): 19 (4,4,3,5,3) 

Flags afetadas: Nenhuma 

Como exemplo, se o registrador IY con tern o numero 
4200H, a instrucao LD (fY + 7),64 resulta no armazenamento 
do byte 64 na posicao de memdria (4200H + 7). 

1 2 — Move mem6ria para o acumulador 
Formato: LD A,(BC) 
Operando: Move o conteudo de uma posicao de memoria 

apontada por BC para o acumulador. 
Codigo objeto: 



LD 



(BC) 



- 1 — I — I — p— l — I — I — 
10 10 

I I I I I I ! 



>- 0A 



Descrigao: O conteudo da posicSo de mem6ria apontada 
pelo par de registradores BC e' transferido para o 
acumulador. 



LD A,(BC) 



(BC) 



Ciclos de maquina(M): 1 

States (T): 7 14 ,3) 

Flags afe tadas : Nenhuma 

Vejamos um exemplo. Se o par de registradores BC contem 
o numero 4000H, e a posicao de memdria 4000H contem o 
byte 5FH, entao a instrucao LD A, (BC) transfere o valor 
5FH para o acumulador. 



74 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



1 3 — Move mem6ria para o acumulador 
Formato :LDA,(DE) 
Operaqfio: Move o conteudo da posifSo de memoria apon- 

tada por DE para o acumulador. 
Cddigo objeto: 



LD 



(OE) 





1 


■"- 



t 




l 


1 

i 


1 

L i 


1 



J 


1 

I 


1 — 


1 



> 1A 



DescrigSo: O conteudo da poacffo de memoria. apontada 
pelo par de registradores DE e transferido para o 
acumulador. 



LD A,(DE> 



(DE) 



Ciclos de mdquina (M): 2 

States (T): 7 (4,3) 

Como exemplo, se o par de registradores DE conte'm o nu- 
mero 7146H e a posicSo de mem6ria 7146H conterh o byte 
77H, entao a instrucao LD A, (DE) move o valor 77H para o 
acumulador. 

14 — Move mem6ria para o acumulador 
Formato: LD A, (nil) 
Operagao: Move o conteudo da posjcao de memoria dada 

por rui para o acumulador. 
Cddigo objeto: 



LO 



I 1 



— I 1 1 1 ! 1 1 

1110 10 

I i I I ! I I 



EXEMPLO; 



LD 



(37E8H) 



l i I i I I i 
00111010 



I I I 



1110 10 

i i i i i i i 



110 111 

__! I I 1— J ' ' 



> 3A 



> E8 



> 37 



Descn'fdo: O conteudo da posicao de memona especifica- 
do pelo pai de operandos on e carregado no acumula- 
dor. O primeiro n e* o operando de baixa ordem dos 
dois bytes que especificam o endereco da memoria 
(observe o exemplo acima). 



LD A,(5000H) 



A«- 



(5000H) 



Ciclos de mdquina(M): 4 

States (XI; 13(4,3,3,3) 

Flags afetadas: Nenhuma 

Como exemplo, se o conteudo do operando nn & 7000H e a 
poacSo de mem6ria 7000H conte'm o byte 44H, apds a instru- 
ct LD A, (7000H), o valor 44H sera carregado no acumulador. 

1 5 — Move acumulador para memoria 
Formato :U>(BC), A 
Operando: Move o conteudo do acumulador para a posJcSo 

de mem6ria apontada por BC. 

» 

m 

MICRO SISTEMAS. julho/83 



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uma questao de capacidade 

Quando a capacidade e a versatilidade forem essenciais, sua escolha so pode 

ser DAN VIC. 

Os computadores. DV-2000 e DV-600. sao compativeis entre si a nivel de 

disketes. Voce podera comecar com o DV-600, e quando a necessidade de 

expansao requerer mudanca para multi-usuario/multi-tarefa com discos 

rigidos, voce podera trocar pelo DV-2000 sem nenhuma modificacao de 

software. Os dois modelos possuem softwere de comunicacao para 

computadores grandes (IBM, BURROUGHS, etc.) e poderao ser utilizados 

para consultas, transference de arquivos ou stg^gsmente entrada de dados. 



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■ Interface para impressoras Metrician au de ti> 
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- Interface para ale 16 unidades de 4) jfceies de 
potepx/ai, 

- Interface para Unicodes 'Winchester ou CDC 
Phemx de 32/96 Mb. 

■ interface para at£ 8 terminals comunt e man 
IS terminate inteH^entes. 

■ Interface para uaidade de fita, 

■ iictema openxhmal DV-DOS, CP/M 2.2 ou 
MPM II. 

-Jritemo operational DV-DOS SUPER (comp. 
cam CP/M versao 3.0), ja dtspanfvel, 




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■ 64 Kh <h memoria RAM. 

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CURSO DE ASSEMBLER - VI 



Codigo objeto: 
LD 



(BC) 












1 


1 








1 

1 


1 — 


I 



-> 02 



Descricao: O conteudo do acumulador e carregado na posi- 
cao dc membna especificada peio par de registrado- 
resBC. 



(BC)<- 



LD (BC),A 



Ciclos de mdquina (M): 2 

States (T): 7 (4,3) 

Flags afetadas: Nenhuma 

Um exemplo: se o acumulador contem o byte 7 AH e o par 
de registradores BC contem 7000H, a instrucao LD (BC),A 
resultara na carga do byte 7AH na posicao de memoria 7000H. 

1 6 — Move acumulador para memoria 
Formato:LD (DE), A 
Operac.do: Move o conteudo do acumulador para a posicao 

de memona apontada por DE. 
Codigo objeto: 

LD (DE) , A 



— 1 



1 







1 


1 — 

1 


I — 


I 





1 


T 


I 



"► 12 



Descricdo: O conteudo do acumulador e carregado na posi- 
cao de memoria especificada pelo par de registradores 
DE. 



(DE)<«- 



LD (DE),A 



Ciclos de mdquina (M): 2 

States (T): 7(4,3) 

Flags afetadas: Nenhuma 

Como exemplo, se o conteudo do par de registradores DE 
e 4500H e o acumulador contem 45H, a instrucao LD (DE), A 
resulta na transference do byte 45H para a posicao de meino- 
na 4SO0H. 

17 — Move acumulador para memoria 
Formato: LD (nn), A 
Operaeao: Move o conteudo do acumulador para a posicao 

de memona apontada por nn. 
Codigo objeto: 



LD 



(nn) 

I L_ 



EXEMPLO 



i i i i i i i 
110 10 



H | 1 — | j- 



-I — I h 



J I I I I L 



LD 



(37E8H) 



— i 1 1 — i 1 1 1 — 

110 10 

_i — i — i — | — | — ^_ H — 

1110 10 

— H — 1 — I — I — I — I — (— 

110 111 

i I I I I — I — I — 



> 32 



> E8 



-> 37 



Descrigda: conteudo do acumulador e carregado no en- 
dereco de memoria especificado pelo operando nn. 



Em codigo de maquina, o pnmeiro operando n e o en- 
dereco de mais baixa ordem. 



LD U000H),A 



U000H) < 



Ciclos de mdquina (M): 4 

States (T): 13(4,3,3,3) 

Flags afetadas: Nenhuma 

Como exemplo, sc o conteudo do acumulador e o byte 
7DH, apos a execucSb da mstrucao LD (3140H),A, o byte 
7DH sera transferido para o endereco dc memoria 3140H. 

1 8 — Move registrador para registrador 
Formato: LD A,I 
Operando: Move o conteudo do registrador I de 8 bits para 

o acumulador. 
Codigo objeto: 

LD A , I 



— I — I — i — i — i — i — i — 
1110 110 1 

—I — I 1 — I 1 1 — h- 

10 10 111 

I I I I — I — I — 1_ 



> ED 

> 57 



Descriqao: O conteudo do registrador de interrupcao veto- 
rada I 6 carregado no acumulador. 



LD A, I 



A<- 



Ciclos de Mdquina (M): 2 
States (T): 9(4,5) 

Flags afetadas: S — Setado se o registrador I e negative Ca- 
so contrano ele e ressetado; 
Z — Setado se o registrador I e zero. Senao e 

ressetado; 
P/V - Contem o valor de IFF2; 
N — Ressetado; 
C — Nao afetado. 
Como exemplo, se o vetor de interrupcao I contem o byte 
4AH, apds a execucao de LD A,I o acumulador tambem con- 
tera4AH. 

19 — Move registrador para registrador 
Formato; LD A,R 

Operando: Move o conteudo do registrador R de 8 bits pa- 
ra o acumulador. 
Codigo objeto: 

LD A , R 



— i 1 1 1 1 1 1 — 

1110 110 1 

— I 1 — I 1 1 1 h— 

10 11111 

I I I I I I I 



> LD 



> 5F 



Descricdo: O conteudo do registrador de refresh R e carre- 
gado no acumulador. 

LD A,R A-4 R 

Ciclos de Mdquina(M); 2 
States (T): 9(4,5) 

Flags afetadas: S — Setado se o registrador R for negativo, 
ressetado em caso contrano; 
Z — Setado se o registrador R e zero, res- 
setado em caso contrano; 
P/V - Contem o valor de IFF2; 
N — Ressetado 
C — Nao afetado 



76 



MICRO SISTEMAS, jutho/83 



Um exemplo; se o rcgistrador de refresh R contem o byte 
4AH, apos a execucao de LD A,R, o acumulador tambe'm con- 
tera o byte 4AH. 

20 — Move registrador para registrador 
Formato: LD I, A 

Opera^do: Move o conteudo do acumulador para o registra- 
dor I. 

(.odigo objcto: 



Operagdo: Move o conteudo do acumulador para o registra- 
dor R. 
Codigo objeto: 

LD R , A 



— 1 1 — i 1 1 1 1 — 

1110 110 1 

— I — I — I — I — I — 1 — k— 

10 1111 

I i I I I I I 



> ED 

-> 4F 



LD 



1110 110 1 

—I 1 — I 1 — I — I 1— 

10 111 

1 1 I I I I L_ 



ED 

► 47 



Descricao; O conteiido do acumulador e transfendo para o 
registrador de interrupcao vetorada I. 



1<- 



LD I, A 



Ciclos de mdquina (M): 2 

States (T): 9(4,5) 

Flags afetadas: Nenhuma 

Como 'exemplo, se o conteudo do acumulador e o byte 
57H, apos a instrucao LD I,A, o registrador I tambe'm contera 
o byte 57H. 

21 — Move registrador para registrador 
Formato: ID R.A 



Descrigao: O conteiido do acumulador e carregado no re- 
gistrador de refresh R. 

LD R,A R4 A 

Ciclos de mdquina (M); 2 

States (T): 9(4,5) 

Flags afetadas: Nenhuma 

Como exemplo, se o acumulador contem o byte 5 AH, 
apos a execucao da instrucao LD R,A o registrador R contera' 
o byte 5AH. 

_ Na proxima aula vamos ver as mstrucoes do Z80 que corn- 
poem o grupo de carga de 1 6 bits. Ate la. ■ 



■ Amaury Correa de Almeida Moraes Junior 4 formado pelo curso de 
An6li,se de Sistemas da FASP, tendo feito diversos cursos de aperfei- 
coamento nas areas de Eletronica Digital e Microprocessadores. 
Amaury trabalha como Analista na PRODESP, na irea de mini/micro- 
computadores, presta consultoria a empresas para a implantaqao de sis- 
temas de microcomputadores e da" aulas de Assembler na Sacco-Micro- 
computadores, Software e Hardware, em Sao Paulo. 



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: £g;**tg 



1 




1 


i 


I 


IE 


n 



£#•>* 



CHS^H3>B CartSo de expansao de meino- 

ria RAM de 16 Kb. BltiaWMiti j fl Cartao adi- 

ciona| para utilizar CP/M. WtiSSSEffiJM 



ter m i rial para 80 colunas e 24 linhas. 

t la iltW ifclffliaigifl Cartao para programar 

tfc e quei mar 10 tipos E PROM's de 24 pi- 

V%. : nos. GaaflggiiS Igj Cartao para de- 

'%.■■ senvolvimento e teste de novos 

projetos. Ik'HJMiJL^ Cartao de 

Interface para 2 discos driver. 

EfljMBaJM Cartao de Interfa- 

» qe para impressora tipo paralelo. 



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Com urn investimento refativamente pequeno, 4 posswel para o arquiteto 
simplificar e agilizar o sea trabalho no TK82-C, 



Composicaode 
pregos unitarios — II 



Jos& Eduardo Maluf de Carvalho 



Esta € a continuacSo do programa ComposicSo de Precos Unitarios, que permite elaborar 
o^amentos para construcao civil. programa permite fazer 271 composites de precos 

unitarios, seguindo a ordem padrSd de una planflha quantitativa. 

Em virtude das limitacoes de mem6ria do sistema utilizado — o TK82-C, com 1 6 K — o 

programa foi dividido em duas partes. A primeira delas, publicada na edicSo n9 21 de 

MICRO SISTEMAS, abrange ate* o item 12 (coberturas) da planilha padrao, 

num total de 136 composicSes de pre9os. A segunda parte, aqui publicada, 

cobre os itens restantes, perfazendo 135 composico'es. 



Precos Unitarios — 1 ? parte 



le rem "psecos unitrrids- 

15 CLERR 

se SL.au 

as print err b i 2;"precos u&ctar 

30 PRINT RT lL,aj"PRQGRflHn OE6 
ENUOLUIDO PELS RRaUTTCTO JG5E ED 
URRDO MRLUF D6 CfiRUfiLHO" 

a-w PRUse ise . 

50 POKE 16437 .,255 

e.e> cls 

62 PRINT RT U.>&; ' RKCfTE QUfWTFO 
S E BUR IS SRQ OS ITEN5 SUE UtJCE 
UHI USRR HO PRQJETO, PRRR R SBMR 
TDRIR FINRk" 

63 PRU5E 189 

64 POKE 16437, ass 
58 CI_S 

66 PRINT RT 9,2; "PRECOS BftSE t> 
O MES DE JUNHQ DE 1962 - DRTH=18 
73 . 37" 

70 LETT J = 1S75.37 

72 PRINT RT lS,S;"OIG3TE a XND 
ICE DE RERJUSTE tORTN OU 5INDJICH 
TQS DE COMSTRUCRD - EX. I RERJUST 

e de 59. 68 pc - digite i.sesssia 

73.37) " 

7+ INPUT H- 
76 CLS 

7a let K=rt- J '0 

S© i^XM Ft [1.37) 

SB E>XH S5il37,i6; 

9S rRST 

iaa let c=a 

110 FOR C = l TO 137 

120 LET B*{1) ="1-£>EM DE FUMD H3 



FIU1 =S46B 



126 LET 
128 LET 
CONC=" 
130 LET 
132 LET 
RM M2 = " 
13* LET 
136 LET 
L OU CER = 
136 LET 
140 LET 
NC M3=T 
1*2 LET 
144 LET 
RRM M2=" 
1-4-6 LET 
US LET 
Oss- 
IS© LET 
isa LET 
l"tL = " 
154 LET 
156 LET 
B>V.'C ML = " 



fitSi =S46B 

B* (4) ="4 -DEM DE REV RRS 



ft 14.) = 110 

B* C5) ="S-DEK 



REU R2U 



R 15) = 1S5 

G* (61! = "6-DE!"t DE PI3Q CO 



R £©) =3619 

G£C7i ="7-DEN DE PIJ 



B(7) =165 

6$ (S) ="E~DEM DE PI5Q MR 



B ES2 =L1B 

B«(S) ="S-D£H *>£ TUBO FF 



fl (9) =BS 

BS(10) ="ia-DEM DE TUBO 



155 LET R I 10) =102 

1&4 LET 65(11) ="114)£TIR DE SLU 
EH M3-" 

166 LET R(11)=S1SS 

163 LET 8t(l£)="13-R£TIH DE MOD 

P..' TELM n2 = " 

17B LET fiii2i=60B ^_ _^„ 

17S LET E$(13)^"13-seTIR DE ESQ 

USD H2 = " 

174 LET fit 131=715 

175 LET Bt(W?="l-i-RETIR DE ESO 
HETRL M2=" 

178 LET H(14)=5fla 

iee let B¥ • i-s> =-i5-retir de int 

ER E TOHi" 

IBS LET H(i5)a« 

184 LET ESH5J ="1B-RET1R DE COM 

DUIT HL=" 

156 LET ftll6)=lfS 

1SB LET BS117)="17-RETIR DE FVPR 
R ILUMIMc" 

1SB LET fl(17)=23S 

192 LET B# tlSJ ="1S-RETIR DE RPR: 
R SRt*TT = " 

194 LET ft(lB>=78& 

196 LET B*U9)="19-RETIR DE CX: 
DHGUR=-" 

195 LET R(19) = 1390 

£36 LET Q* (20> i T, aO-TBPUME TE PI 
M="' 

SOB LET R t2@> =2000 

E10 LET Bf (21) ="Sl-BRRRHCRO TE» 
PIN=" 

212 LET a £21) =16132 

214. LET B!|i(a£)="a2-1M5T PROU «G 
UR = RT " 

216vLET R!S3)«!l61S9 

218. LET Et(33)="e3-IN5T PROU LU 

-2647 



;"a4- IN 5T PfiGU FQ 



Z PT*=' 

£E0,LET R03) 

aae let at. i a* j 

RCR PT=" 

S24 LET R(S4) = B132 

2SE LET Bt(25i= , 'SS-IN5T PROi.' S(R 
NIT Vr = " 

22S LET fl (25) =15474 

336 LET B$ (26; = "E6-HMP TERRENO 

~232 LET R(SB) =4.2 ^__ 

S34 LET B«<27) ='=7-CORTE OU BTE 

RRO M3=" 

236 LET R 127) =622 

a3s let e« (2b; r-aE-soMCRSEWS tM 

TH 4Bi ML=" 
240 LET R(aE)=455S 
242 LET SS<22) ="29-LOC FUND H2= 

244 LET R!a9)=9Q 

£46 LET B*t3Bl="3B-ESCRU MRU H3 

_ 248 LET FK3B)=760 
aSa LET 6*(31>="31-ESCORRM M2=" 

SS2 LET R(3i)=ana 

254 LET B* (32) = -32-RPXLQRW H3=" 
35B LET R!3ai=137 

255 LET E$ (33! ="33-ClrTTR C Ft RE 
5P RLU «3=" 



26Gt LET RtSS) =37337 

aea let b* (34) ="34-brqcr & as m 

L=" 

ES4 LET R(34)=127S 

E6& LET BSt3S)="3S-EST PRE MOLD 

3BT ML=" 

268 LET R (3S) ^3511 

270 LET S* 136) = "36-E5T STRRUS E 
«T ML=" 

272 LET Rt3GJ=lSSS 

S74 LET BJ 137* ="37-6ST STRPUS 3 
ST ML=" 
E76 LET R137)=22SS 

273 LET 6* t36J ="3B-EST PESF MET 
H SX<3 HL=" 

2S3 LET H !2SJ =4S+H 

262 LET BS(39i ="3S-nL'.i iFIS TIJ 
BRR H3=" 

284 LET Rt33J=123ai 

290 LET Bt(4B)="40-C5 PREP OSRR 

2SQKG=" 

292 LET R(4B)=15848 

294. LET B$ (41) ="41-FGRMRS P/ CR 

M2 = " 

236 LET H(41)=HE33 

S93 LET 6* (42) ="42 -PER CQRT DOS 
R CR50LKG=" 

see let R(42)=a2i 

302 LET B* (43) ="43-C fl SSTR 303 
KG M3=" 

304 LET R(43lsS3aai 

306 LET B*(44)= ,, 44-CURR CWC M3 

SOS LET Rt44)=2470 

310 LET BSf45)="45-ENSRIO COHP= 

3ia let pi <45) =2asee 

314 LET B*(46)="46-RLy IT TIJ 8 
FIR=" 

316 LET R<46)=3171 

318 LET BtS47)="47-RUJ 1/ST TIJ 

EIRR = " 

330 LET R(47)=1S86 

322 LET B* I4S1 ="4B-RLy IT TIJ L 
RH=" 

324 LET R(4S)=S402 

326 LET B*149)="49-RLV l/^aT TIJ 
LRM = " 

325 LET R (49) =S7B1 

330 LET B*(5B)="5a-RLV XT TIJ B 

332 LET R(Sa>=2221 

334. LET BlttSl) ="E1-RLW li^2T TU 

BRI=" 

336 LET" ft (SI) =1A4& 

333 LET BSI53)-"S=-RU' EL. GONC 
20 = " 

340 LET R 152) =2325 _„,,_ 

342 LET Bt(S3)="53-RLU BL CONC 

344 LET R(53) =1S1S 

346 LET Bi(54) = 'S4-RLU PEDRRa 

346 LET fl(S4)=9B76 

3S8 LET BSI56J ="SS-«LtJ CORT CR 
3BBKG H3=" „ „. 

3S2 LET R CSS) =61431 . _...,_ 

3S4 LET B$!56>="S6-IMPEf)tI FUND 
M 3= - 



78 



MICRO SISTEMAS, julho/83 



356 LET R(5Si=1.33d. 

3SS LET BSE57! ="57-IMP PRR J.HT 

eyrr=- 

360 LET H(57i=14?l 

362 LET BS(SB)="58-IHP CX C-«G P 
ISC M2 = " 

364 LET Ft<58)-3SeS 

366 1_ET 6S(S9)="Sa-IKP LfiJES=" 

37B LET R{S9)=ae>aS 

37E LET Bt(6e)="SC-IMP LRO C .' T 
ERHEC=" 

374. LET F)t6e)c3SBS 

376 LET 6)!t6I.I="61-IHP JUNT Gf 
CH CQBRE=" 

378 LET fl (61) =3529 

380 LET B* !B2) ="6E-REU CHRP CI 
HH 13 = " 

362 LET H16E)=£3S 

_3B4- LET BS(63l="53-REy XNT CRC75 

3B6 LET H(63)=*B3 

3B8 LET S« (64.) ="64-REU INT FIN = 

395 LET R(64>=3&9 

_39a LET Bt(B5)="65-BEU £XT BROS 

391 LET R (65) =659 

396 LET Bt(66)='-6e-REV EXT FIH = 

397 LET Hl66)=+74 

398 LET B«(57)="67-FR5T FRIR +X 
4 = " 

400 LET HlB7f=5E©9 

402 LET B$ (68) ="68-fiEO PAST POR 
C *Xi= M 

AB4. LET B(66!=5ia3 
_*06 LET B* £63* ="63-L£TQGERRMICR 

40B LET R(B9)=39aS 

4- IB LET B$ (70) ="70-REU PED MINE 

413 LET R(70>=3436 

4.3.4. LET BJ(71i="7I-SEV,' PES SRfiN 
ITO = " 

416 LET R(71)=W76 

tlS LET BVI721 =' , 72-RElJi HARM BR 

ESP STO = " 

4E0 LET R (72) =4625 

433 LET B$(73) ="73-RELt HARM THB 
U£RT=" 

4.34- LET B1731 =74B6 

+26 1_ET B»(7+l ="74-REy «RRH PRR 
RNR = " 

12S LET H(7*)=B5a6 

430 LETT B*(75l = '75-SEy MSRH TIJ 

PRE = " 

4.33 LET R(7S)=iaBlS 

4.34 LET B*176) ="76-fiZUL BR S.SX1 
S=" 

436 LET R (765=3067 

43B LET B*(77)="77-fiIUL 15X3.5 C 
ORs" 

440 LET H(77)=3197 

4*2 LET BS<7B)="7B-RZUL 15X1S i> 
£C = " 

4.4.4. LETT R (7B) =34.5"? 

4*6 LET B*(79>="79-»ZUL CUNT fiL 
UM Mt_j=" 

+*B LET R179I =854 

4S0 LET Dt<e0) ="88-LfiMBRI5 CEDR 

tiS tff gi11ir^S1-L«H E RI S IMBU 

4S6 LET fK6iJ=2437 

4S& LET B*(6£)="3£-LRMESIS JSCR 
RRNDR=" 

4se let Rt3ai=a6B6 

462 LET BS(B3J ="B3-REU CM DtlRH = 

4.64. LET Rl83)=3al3 

466 LET B*ie4->="B4-FO« TB ?IN H 
HC-FEH = '* 

46B LET R(B4) =26*0 

479 LET Bf (SS) ="SS-FQR CH DURA 
60X68=" 

47E LET BtSSJcSfflSl, 

474 LET B«(SB> ="B6-FOR CM DLSRR 
TenMHCUST:" 

476 LET R(66)=37S9 

4.78 LET eS(67)="E7-FOR PL GESSO 

- 4.SB LET R(S7)=l=>ft© 

432 LET B* (SB! a"BB-FOR RLUMINIO 

434 LET njBB] =B53a 

4S6 LET B»(B3)="B3-FQR PWC RIGI 
DO = " 

4SB LET R*69J=as6© 

490 LET B$(SB)="S8-l=aR LRvJE PRE 

492 LET fit9«J=4167 

494 LET 6S01)="*I-LRJE PREL-" 

496 LET BI91I=6325 

493 LET B»(9£)="aa-LRSTP.O C 5 6 
CM = " 

S00 LET R [921 zll78 

SlflLET Bfl93)="93-CERfiH ESM 7. 

5 12 LET R (93) =2960 

S14 LET B*(94)="a4-LRJOTfl 33X30 

~316 LET ft[94)=2U7 

SI© LET B«(9S!="9S-C-RCe CERRM=" 

32® LET H!9^J±2213 

522 LET B$ ESS) ="96~PISQ CER 15X 
15 = " 

3S4 LET Pi 196) --26S4 

326 LET BS (97) ='-97-PISO CER SBX 
23=" 

528 LET H 1375 =3B54 

530 LET Bf !9S) ="96-PlSQ GER aax 
313=- 

332 LET H!98):d589 

_ -j34 Lf=T B| [991 ="99-PISO GRflHIL= 

S36 LET R (99) =2123 

S3S LET 6$ (ISO) = "10S-GFSflNIL ESC 
ML=" 

548 LET fl(109)=a63B 

54-2 LET B* ( 101) ="lBl-PISO PD HI 
NEIRR=" 

544 LET R(lBl)=2a7B 

545 LET B$lie2)="lB2-PI5CI SRflHI 
TO = - 

S4-B LET fi(lS3!=lS37 

SS0 LET BJ! (1B3) =" 1B3-PXSO PO IT 

ncoLOMi=" 

555 LET R< 103) =4599 

554 LET B* ( 104) =" 104-PISO ISRn 
BR E STO = " 

556 LET R(lB4)=597a 



555 LET tj?(10SJ 
TRRUERT=" 

560 LET fl(105)= 

sea let stciaei 

564 LET R ( 1_B6) = 
566 LET BS(107) 

TIJ PHETO=" 

565 LET RS107) = 
570 LET B$lia6l 

MM=" 

572 LET fl<10S)= 

574. LET BS (139) 

7X21=" 

S7S LET R ( 1B9) = 

S7S LET B*<110> 

CR=" 

5S0 LET fUlLBIs 

561 LET Bf(lll) 
CONVENC H2=" 

SBE LET R (111) = 

583 LET Bt !11S) 
ITE=" 

534 LET Rtli.2* = 

556 LET Bt(l 13) 



="lB5-rI5a MfiRM 



lisei 

="ie7-PI50 MRRN 

:1611t 
='10B-PRUIFL£X 2 

3 IBS 

="tOQ-PISO TRCO 

="iie-prso TRB p 

443S 

= "tll-F£ffl«IPISO 

34B5 

= "tia-R;QD BRRNIL 

1237* 

= "113-RQO PI> MDM 



592 LET 

594 LET 

PE=" 

596 LET 

596 LET 
CDRDs>" 

fjJOB LEX 

BB2 LET 

EX = " 

604 LET 

6B6 LET 

~60B LET 

610 LET 



R<113) =73B 

Bi (114) ="114—ROB snnNrr 

R (114.) =717 

B * ( 115! = " 11S-RQD MARnOR 

r (list s=aas6 

asillnJ ="ll£.ROD PER Cx 

H { 1 1«» .578 

B$tll7)="117-ROO PHUIFl. 

R( 1171 =494 
Btllia)="118-PeiT CERRM 

R (11B) =946 

B$!119) ="119-PEXT HRRH = 



61E LET R (119) =144-2 

§14 LET S$(12B!='-12B.SOLEIHS CE 
HHM = 

616 LET R U2B) = 1554© 

618 LET Bf(121)z"lSl-50LEIRR HR 

6a© LET fit 123.) =1663 

Hl-|flfel5=? 5tl221 -" ia3 - Mfi£I "' T ^ 

62* LET R( 122) =3032 

S26 LET B*(123) ="123-MRD P.' TEL 

ni rm=" 

saa LET B ( 123 > =2415 

530 LET 84 ( 124) = " 124-CQB TEL FR 
RNC=" 

633 LET R(121) =1882 

634- LET BS<lS5)="laS-COB TEL PF* 

636 LET ft!ia5i=P152 

638 LETT B$I12B3="136-COB TEL PL 

540 LET R (125) =1437 

642 LET B*ia.27)="127»7eL FIB CI 

M 3t-iri=- 

S44 LET fl[127i=lS9S 

646 LET BS(iaS) ="133 -TEL CRHflLE 
Tt 99 = 

54.B LET fitias) =1999 

S5S LET B5I1S9) ="129~T£L CRMRLE 
TE 43=" 

652 LET R{1,29)=29SS 

654 LET BS (133) ="13S-TEL RLUM 1 
MH = " 

656 LET R(130] =3s4S 

656 LET. B* (131) ="131-TEL PUC = " 

660 LET fi(131:=SS97 

cS2 LET BJI1331 ="13S-TEL C-OftQS 

561 LET a ( 132) =26663 
RCRIL-" T BitlSSi.-^S-TEL POMOS 

66S LET R (133) =46160 

670 LET Bt(134}="134-PQRT INT C 
RT FER=" 

672 LET R!134.)=12BB7 

674- LET B9 (135) ="135 -PORT E>TT B 
RT FER=" 

S76 LET R(13S)=143BS 

67S LET B»tl36)="136-dflN COR UE 
N FER = 

630 LET S (136) =14624- 

662 LET BJ (1371 ="137 -PERS EMR E 
XT FER=" 

634 LET R I 1371 =12202 

714 PRINT BJIC); INT [K*R(Cj) 

7 IS NEXT C 

72a PROSE 1 2S0 

721 POKE 16437 .aSS 

722 CLS 
73» SLOU 

731 LET TOTRL &ft QBRH=S 

732 PR TUT "OUflNTOS XTENS U3CE V 
RI USRR?" 

733 INPUT X 

734 CLS 

738 FOR M=l TO I 

740 PRINT "QUE XTENS I'OCE URI u 
SRRT" 

75B INPUT C 

r 7 .I£=. P 5~ NV ' OUHm ' f,S <-"E7iE3 (BURNT 

IQRDE) r 
770 INPUT Q 

78B PRIMT BS(C),Ilsrr (KtFitCfH 
76)0 PRINT "TOTRU= ": »: "X" : INT ( 
K*R(C)),;" =",TfiB 24.; INT (0*K.iR(C 

7S2 LET TDTRL DP OSRR= TOTTIL DR 
OBRR+IKT (0*K«R(C)) 

794 NEXT M 

795 PRU5E 60S 

797 POKE 16437, 2SS 
799 CLS 

« S SS ES2H T .2 T a.-a, -TtrrRL e>q gust 

°..°a OBRft NE5TE PROeHR«a='r-CR* 
.TOTAL OR OBRR * 

810 PAUSE 500 

820 POKE 16437.255 

830 CLS 
^S«l, PRINT RT 9,2; "SHTISFexTQ IS 

859 INPUT 5$ 
65S 7 CLS 

§§£ JE" =* = "N" TH6N GOTTT Eff 
37a XF S* = "S" THEN PRINT RT la-, 
a; "OBRIGRDO - FTFE LOGO" 

see pause ibs 

S9S poke ists7, ass 

SOB CLS 

9-1B STOP 



Preeos UnMrios —2* parte 



10 REM "PRECOS UNUflBIOS" 

J.S REM "2fi. PRHTE" 

IS CLEAR 

20 SLOU 

25 PRINT RT S.£; "PRECOS UMXTOtf 
105" 

30 F»RD>Fr RT 11,8; "PROSfSWVf- DES 
ENUOLWIDQ PEL.O RRQtHTETO ,JOSE Ee 
URRDO MHLUF £>E CRRURLHO" 

40 PAUSE 180 

50 POKE 18*37,255 

50 CLS 
_ ga PRINT RT II 2, "RMOTET OURMTO 
S E 9URXS SRO OS ITEMS QUE UOCE 
VRI USRR, PRRR EU SOHfl-LOS" 

63 PRU5E K40 

64 POKE 16437,255 
66 CLS 

68 PRINT RT 9, £>; "PRECOS BRSE D 
3 HES DE UUNHO DE 1982 - ORTH=a» 

78 LET Jq1873.37 

tl 72 PRINT RT ia,S; "DiernET R ORT 

N DO HES C.FJSEJ8DO {QU UH 4*»iCE 
DE REflJUSTE) " >»-«<« 

74 INPUT H 
76 CLS 

75 LET K=M^J 

60 DIM B* (137,26) 

QB DIM B(137) 

95 FRST 

100 LET C=3 

110 FOR C=l TO 137 

^120 LET e*(l) ="l-CflXX FE BftSC M 

122 LET Ril)=7316 

124 LET B* (2> ="2-CRIX FE CtWtRER 
M2 = " 

1S6 LET R(2)=>11134. 

128 LET E* (3) ="3-CRTX FE MRXIMR 
R M2=" 
130 LET fi (3) =14254 

133 LET BS<4) ="4-JCRIX FE PORTR 
RBRI M2=" 

134 LET R(4) =17894 

136 LET B* (5J ="S-CSXX FE CRHUEr 
PROT M2=" 

138 LET fl(5)>=S18B 

140 LET B*(6) ="6-CB-IX FE PORTR 
ENR M2=" 

142 LET R( 6) =10333 

^£*-j£: LET " B*(7) ="7-CR-TX FET PORTR 
RRNT M2= 

146 LET ft(7) =1859» 

143 LET BJlB)="3-CBrX RLUtt CORR 
ER M&-" 

ISO LET fl (S) =18632 

152 LET B*(9) ="9-C«IX flLUH BRSC 

M2 = " 

154 LET ft(9)=211SS 

156 LET B*(10J ="10-CflIX RLUM MR 
XIHRR M2=" 

158 LET fi(l«l=21882 
MM 6 M2=^' r B)(iI, -' 11 - llII > TRRNSP 3 

169 LET flf 11) =4.537 

164 LET Bttia)="ia-UID TRRNSP B 
MM M2s" 

166 LET R( 12) =6631 

155 LET B*(13)=-t3-WH> FfWr *Mt-t 
M2=" 

170 LET R( 13) =3731 

172 LET 8J (14J ="14--Ur& RRRMRCO 
smm na = 

174 LET Rt 14) =10933 

176 LET B*(lS)="lS-Vlff CRNEE. 4W 
M ?i2 = 

179 LET Rtl5> =11440 

18ft LET BJS16) ="16-ttIO PR03QL. 4. 
MM HE-" 

1S2 LETT Rt 16) =11**0 

1S4 LET Bi(17) ="17-UXD PRDSEJL 6 
MM M2=" 

156 LET R(17) =19240= 

iaa let B*tiei ="io-uid C£iLa(5.GL« 

190 LET R f IS) =lS(S6?i 

192L LET" B*(igj ="19-TtlBU P«C^ «SfcJ 
R 1^3=" 

194 LET HU9.W494 

196 let b« o»} ="ae-Ttm& we «au 

R 3^4=" 

198 LET Rf2R) =631. 

aB» LET" B$<21) =~ax-TtBBC Wg HSU 
R 1=" 

382 LET R(21)=7S7 

SB4 LET BS (S2> ="P2-TUSO PUC RGU 
R 1 l/-4 = " 

206 LETT n(22) sStSS 

288 LET BS (S3) ="23-TlJ30 PVC RGU 
R 1 1/-S = " 

210 LET R (23) =1203 

212 LET Bt(24) ="23-TUBO PVO RGU 

r a=" 

214 LET R (24) =1435 

£16 LET B* f2S) ="SS-TUBO PlIC ESG 

2 = " 

ais let fl t2B) =ieia 

220 LET B* (26) ="26-TOSO PL'C ESG 

3 = " 

332 LET fl(2SJ=!S£l 

224 LET SS <E7) = J 27-TUEJO F«C ESG 

236 LET R (27) =1446 

828 LET B* (23) ="2S-TUBO PUC ESG 

230 LET Bi23)=S122 

232 LET a* (29) ="29-TUBO COBRE 1 

234 LET R (29) =1137 

236 LET BS(38)="3l3-TU80 COBRE 3 

238 LET ft (33) =1431 

240 LET BS(31) =' 31-TUSO COBRE 1 

242 LET R(31J=1743 

^, a ** t - ET B* (32) ="32-TUBO FF E5G 

246 LET R (32) =3309 

243 LET BS l'33.l ="33-TiJH£t jFJ=- £se 

250 LET R (33) =4163 

252 LET B*(34) ="34-TUBO FF ESG 

234 LET B (34) =3449 

S5o LET Bt(3S)="3S-TUBO CIMRMXR 

258 LET R (35) =1229 



MICRO SISTEMAS, Jul ho/83 



79 



COMPOSIQAODEPREgOSUNITARlOS- II 



£60 LET E$ (361 -"36-Ti-SSO CIMflNIfl 
NTS 4 = " 

262 LET R!36) 5151S 

264 LET B$(37! =*'37-BflCIfl SIF CO 

a c/ met= - 

266 LET fl(37) =lS39i3 

?5S LET B$i3S-' ="3S-3IDE -L.i)R C ..." 
E>UCHR=- 

270 LET H(33)=E3337 

372 LET S* (3S) ="39-SAN EHB COR 
C/ MET 5P = " 

274 LET fli39J=91767 

£75 LET BS (4.03 ="*8-J_RV 6/ COL C 
/MIS 6SXSO=" 

273 LET fl (40) =1518+ 

28B LET EJftl! ='4-l-LftU C- ■• COL l_. 
fMIS 5EX50=" 

aeaj.ET (siai) =2331* 

284. LET BS (42) ="4-2-)-?XCT COB C/ 
HET 44X77=" 

336 LET A (42) =8268 

233 LET Bt(43)="*3-Pl"fl INDX 47X 
33 C/ MrST=t" 

298 LET A (43) =25+452 

292 LET 3ti4.4)="*4.-PW INOX 56X 
33 C/ MIST=" 

394 LEX A (44.) =25322 

296 LET B* (+5) ="45-CHW BRfJCO F- 
XXO = " 

£98 LET B (4-5 J =+953 

3*« LET B*(4-&) ="46-CHUtt HRftCLD ft 
RTIC=" 

332 LET Rf+6)=924t3 

3«4 LET B*(4.7) ="4.7-£3<!.«-' ELETRXC 
Q = " 

3B& LET fl<+7)=3753 

3BS LET BJ(*SJ ="4.S-CX OESO PWC = 

3xa let ft(4.gj-4.eg3 

313 LET B* (+9) ="49-CX ASUA CIM 
HH 590L=" 

31* LET ft (*9) =1B796 

316 LET Bt (50) s'-SO-CX fiCUfi CIK 
RM 750L=" 

318 LET fl ?58) =31826 

338 LET BSI'51) ="51-C^ HGUA CIM 
Bl-I 1M3=" 

322 LET A<511=24-95& 

32+ LET B* r62) ="S2-TO C&HC S8X6 
a C/ HET = " 
326 LET R(52)=9B+3 

323 LET BJ(53!="53-TO LOUM 63X 
£55 C/ CBL = 7r 

330 LET ft (S3 J =17626 

332 LET BS (54) ="S*-TO GRANXL SB 

xse=" 

33* LET fl(5+) =134.63 .»_„, 

336 LET E*(553 ="SS-TO XNOX 63X7 
3 = " 

338 LET R( 55 J =234-18 „„™«™, 

340 LET B*fS©) i-56-FILTRO PAREC- 

3+2 LET A (S6) =11557 

34.4. let Bt(S7j="S7-fis«JEe- aeufl e 

LET 15BL =" 
3+6 LET R (57J =5g=ra» 

34.8 LET »S*5<B) ="SS-flSU£C AGLU4 S 
AS 10L = " 

358 LET fl (S3.» =36533 

352 LET B*4S9) ="53-AeJUEC CriBTOL 
CENT=" 

354 LET A (S3) =23738 

336 LET B* (60) ="60-AOUEC EN i?OL 

ar iep=** 

353 let fi(68*=593eee 

360 LET Ot (613 ="6i-BESEP ELET 4- 
0L = " 

362 LET fltSlS=S66Si 

364- LET BJ (6fi> ="62-rtOT3BOHBS CE 
NT 3/4=" 
366 LET fl (62) =57928 _ 

363 LET BJi63) ="63-MOTOBOHBB CE 
NT 2 = " 

370 LET fl (63) =63276 

372 LET BS (64) ="64-f"tfiN£ INC 1 X 
/2 ML = " 

374. LET fl (64) =731 

376 LET B* i'6B) ^"65-ES« »*C 1 1/ 
2 = " 

375 LET R (66? =19ftl 

360 LET B* (66) ="66-ABRIGO 6«X3e 

xsa = " 

382 LET A (66) =9711 __ _ ^^ 
384- LET Bt(B7)="67-EKT 002 6hS = 

3S6 LET A 167) =3.3623 



^fi s SSMM^MWil 




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338 LET Bt(53)="S3-EXT PO OUIH 
6KS=" , ^„ = , 

390 LET ft (S3) =7253 —*«,,«- , 

ai =■• 

394. LET R (691 =5623 «*»««■ 

396 LET B*(73)="70-EHT GER POaT 

E 25KU=" 

398 LET fl(7S) =io99S ^^„ _ 

40(3 LET Bt(71J='-71-CX ENT HE& E 

XT' 25KW=" 

4,02 LET fi(7il=33077 ~«v-3« 

40 + LET B* t.72> ="72 -CX PAi> SSX2S 

Xie = " ~, ,= = = 

D +10 lSt^TS) =34-^21 

+ 12 LET B*(74.)="74.-OUfl RUT 26 U 

is-j ch asR=" ,„,„_ 

414 LET fl C74-> ^eSS'BS 

+16 LET BsfcCTS) ="75-CH BASE HARM 

3X30fl=" .„„ = 

IIS blT B iTf6?i"?l-CH BABE *RR« 

3XWOB = " ^„^„ 

til LET bU T^f^-CH BR3, PORC 
EL 3X3Bfl=" 

til t§T S iT? 3 r=^3-CH BA5E PORC 
EL 3X60R=" 
4-30 LET fl (76) =1003 „„„ _, w.wai, 
+32 LET S*C7S) ="7S-CX TEL 25KK20 

xd.5— " 

+ 3+ LET S(79)=35»0 ^ _„_ 

+36 LET B* (3B) ="8B-9USO TEL 3X2 

XB . 2B=" 
t2l blr !i1iir=*Bl?PTO 3ECQ CON 

D 3/-*=" 

t£f bir g^Mrt-^gi-auRD ur«r em 
B tll tfr" gi?i 3 r=^tl-Ba™ a R, c«« 

+SB LET fl (33) =57™=PB „„„^„„_, ___ 
+52 LET B» (B+l ="S*-PfWlflRflXO Ffifl 

N *S+ N LET f)(S4)=£2537 „„ 

4.E& LET BS13SJ ="85-PTQ LUZ GENT 

**+5e LET fl(85)=*S3* „„-,, ^ 

460 LET B*t&&i ="SS-rT4TER RISK. 1 

+62 LET ft(3S)=aESB 

+ 6+ LET 8(187) ="-»7-INT£» PXflfL 2 

AL +X4=" 

+66 LET B(S7)=3790 

+63 LET Bti'QB) =-"e3-IMTEir PIK 6 
RL *X+=" 

*7» LET R (33) =5S9S 

472 LET B$(S9)='89-TOK E«B 113V 



4.74 LET fl(3SJi2413 

4-76 let b*o») c-ee-To« sua 



ssat* 



+78 LET fS(3©)=32*6 

+B0 LET B$(9i! ="3i-TOM PISO ALU 
H TRMPR"" 

+B2 LET fl (31) =4684 

+8+ LET B$ (32) ="32-PLftFDNIER GL 
OBO LEXT = " 

+86 LET R (32) =6133 _ 

4Q3 LET B* (33) ="33-RPflR LUI FLU 
OR 2X2BU=" 

+3B LET ft f 93) =6223 , s 

+32 LET BS (2*) ="94-fiP(W LUT FLU 

oa +.x+eij=" 

+3+ LET RO+3=Sl&2 

+36 LET B* (3S) ="3S-CflBC PLAST N 
6 = " 

+98 LET fi(9S) =330 

533 LET B* (36) ="S6-CftBO PLflST N 

502 LET fl(36)=SS4- ^™a„ „ «- T „ 
SB4- LET BJ07! ="37-Cft80 PLR^T H 

6S6 LET fl f27> =314 _ „__ 

S(Sa LET B$<96) ="36-CflSO PLfl-ST 3. 

/-a = " 

518 LET R(33)=12SS 

512 LET BJOS) ="S9-FIO PIRR6TIC 

1+=" 

514 LET ft (33) =64.3.3 

616 LET B*(13B)="I»ffl-FIO [JJRflST 
IC 12=" 

515 LET flUOBi =Sb 

S26 LET B*V1B1> ="i31-FI3 PUJflST 
IC 10=" 

522 LET S(iei(=il7,a7 „„„__ 

52+ LET B* C1B2) ="i«^-PXl3 PXftfljT 

52S _ LET f)(lC2J =136-62 

526 LET B*(1B3) ="lffl'3-FIO PIRflST 
IC 6 = " 

53B LET fl i 103 i =273.72 

532 LET BJ(13«="134-CQMD PUC R 
I G 1*"2 = " ^„„ 

S3* LET Rf 134.) =353 

536 LET Bl-flBS) -"18S-COWO WC R 
IG ■3^' + = '* 

538 LET fl(lCl61=+-3+ 

5+0 LET B*(1BS) ="106-C0W0 PUC R 
IG 1 = " 

5+2 LET fl(lB6)=55S 

54+ LET 9*(107) ="lffl7-CONB PUG R 
IG 1 ly+=" ___ 

5+6 LET fl(lS>7) =735 _ 

S+l LET B*(133)="333-CSW )^fC- R 
IG l 1/2=" _ 

^^0 LET fl ( ieS) =S63 

ss2 let B$(iee>' ""' 

55+~LET ftflB9, ! =2335 

556 LET BJ(iiB)="il(S-COMD FP i.^ 
2 = " 

5S5 LET R(11S>=522 _„„^ „ , 

56B LET BSf 111) ="ill~COM0 FS 3/ 

562 LET H(111)=B42 = ^ i 
56+ LET B*(112S ="1I2-CCND (=6 1 = 

566 LET fi(llS) =3S* 

563 LET S*<113) ="-i23-C*m£> FS 1 
1/4 = " 



■a03~C0'HD P> l JC fl 



575 LET Rfli3)=9«7 

572 LET B* (114) ="ll+-COHD FO 1 
1/2=" 

57+ LET B! 11+) =1166 

576 LET BS (J15) ="116-COND •=(? s = 

578 LET ft (115) =1+62 lm __ _ 

560 LET Btfli6!="116-C!»© PS 2 
1/2 = " 

532 LET R (116) =2233 

5S+ LET B4 ( 117) =" 117-COt-tO *=G 3 = 



588 LET fi( 117) =264-6 
ESS LET B* (IIS) ="118 

SOB LET fl(i!3)=796 
532 LETT 6* (113) ="113 

53+ LET fltilS) =12335 
536 LET B*(1£C) ="ia«' 

S38 LET fl (128) =566 
6»6 LET S*(121) ="121- 
/ MAS COR=" „„_ 

602 LET fl(121)=338 
©a* LET B*(12E)= 122- 

S ISs = LET ft (1223=653 

633 LET B*(1S3) ="123- 
C/ flflS COR=" 

613 LET fl (123) =114-3 
612 LET Btfi24)="i24- 

/ MRD=" = „_ 

614 LET ft(124)=6SS 
SIS LET B*(1253= 126- 

^613 LET fl(125)=10S3_ 
62B LET B*(126)="12b- 

3/ HRD=" 

62S LET fl(12S)=&31 
62+ LET B* (127) ="127- 

°826 LET H( 127) =386 
628 LET BJ(12S)="128- 

633 LET 0(123) =491 
632 LET B*(129) ="123- 

^63+ W LET fl ( 129) =646 
636 LET B*(130)= "ISO- 

/ C50 FE=" 
636 LET fl(13SJ) =1*13 
S+0 LET B*(131) ="131' 

5/ ESO FE=" 
6+2 LET flii31*=936 
6++ LET B»(I32» =132 

6/ ESO FE=" 
3+6 LET n(132)=931 
648 LET B*fl33) ="13'3 

6S0°LET fl(133)=361 
652 LET B*(134)="134 



DISJUMTOBE 
■P73 LUZ CO 
■P I»T LflTEX 
■PINT LflT C 
-PXt^T OLEO 
■ PINT OL£D 
-P INT ESI1 S 
-PINT B5M C 
-PINT OLEO 
-PINT OLSO 
-PIHT UEBH 
-PIMT MER C 
-PINT E6M 6 
-PINT 0L£0 
-PINT GRAF 
•RHSiP CflL flF 
-LXMP PI505 

lie LIT B**i35.r="i35-LiMP viwc 

5 Ili blT g^l86)=!"136-LX»P REV C 

Pftfltt"" 

112 LET Bi(137f=^37-LIHP flPRR 

^pwrr=" 

666 LET A (137) =205 

714 PRINT BSCC) ;ftfC) 

718 NEXT C 

723 PAUSE 3»a 

721 POKE 16+37,255 

722' CLS 

•731 LET TOTAL DA OBR»*3 
III PRINT "SUANTOS ITEMS VOCE V 
fll OSAR7" 

733 INPUT I 

734 CL5 

73q FOR M=l TO I 

7+0 PRINT "SDflL ITEM VOCE Ufll U 
5AR7" 

76» PRIMT "OUflKTAS UEI£S?(8U»!*V 
IDfl&E) " 

770 INPUT O 

78B PRINT B$*C);INT *K*A(C)) 

790 PRINT "TOTAL = " ; 9; ",X ; IKT 
(K*A(C));" = ";TAB 26; INT (a**s*fl 
< C) ) 

792 LET TOTAL Dfl BBRft=TOTAL Off 
CBRR+ TNT <0*X »fl t CI ) 

734 NEXT H 

735 PAU^E 6»« 

797 POKE 16437,235 

800 PRINT AT 20,2i "TOTAL COS MB 

teriais Sa Sbra n*5ste pfloewwft-; 

TOTAL Ofl OBBfl 
813 PAUSE S0« 
820 POKE 16437,2BS 

III PRINT AT g,2;"SBTI3FerrO? < 
3/N) " 
850 INPUT S* 

sll if S s*="n" then wraaa „_ 

87S IF S*="S" THEM P»IKT AT 19, 
Si '■OBRIGRBO - ATE LOGO ■ 
380 PAUSE 180 „_ 
090 POKE 1S437,2SS 
900 CLS 
910 -STOP _ 



Arquitsto formado em 1976, Josd Eduardo 
Maluf de Carvalho trabalha como autdnomo 
em seu escritdrio, reaHzando projetos residen- 
tial* e comerciafs. Atua tamtxfm am plana/a- 
mento urbano na SEMPLA — Secratarla Mu- 
nicipal de Ptanejamento de Sffo Paulo. 



MICRO SISTEMAS, jutho/83 




Vqam o que a untie de 3 emprtsas stilidas especializadas, pqdem oferecerpam suprir o seu computador. 



miin piim.Hilii.iilp 




Cassete Digital (Todas as CompatfaSidades) 
Data Cartridges {Carbichos Magniticos para Cobra 400/11 ■ 3MB) 



Discos Magniticos 
(Fan todos as Tipos de Drives) 




doOiapoqueao Clud 

"senntEBOAs mnossOES" 

fitas Improsoras de fabricate propria pant micros a grandes computations, dsssrcualufctas abaoesde Know-how pntprio, of ens- 
certdOBepfSoportlijtannadotmtau Nylon importada. 

Diskettes 8', Hint-Diskettes 51/4', fitas X-7 Digital. DataCa rtridges, Msras ftagnetkos, fitas nagnetkas. Leader Macho, leader 
tones, fita Adesiva para ConexSo de Leader, Espettics RefleOvos, fitas de Arrastro. Tape-seat, fitas de PclieUtenopaia Magneti- 
za&o e Fte-tiartac&o (CMC-7), Fita de nylon OCR. Wduefc para CFD, Pastas Anjuwospara Diskettes e fxmvuiirios Continuos, 
RecuperafiodeDiscosFtagniScos, Reentmtagemdefitastmpressoras, 



GRUPO MACMADO 

MR Corn, tk" Hrod XerogralktVi I Ida 
Palo kibbon Irtd. de Hui> lmprc-,<irui I Ida 
Djta Nm;| A-ai-sv '[itniua S/C i Ida. 



Adm. Vcnd,i*- Hid* I i>rd (>>rkr<>ne, 775 - Ipirtimjd 
f rp. 1)42 U- I ck:v [Oil Ml 2 24 
Tds : 273 2594. 274 1<SM 21^-4562/274 6240 
Filirtl: Rij.i SiTMdor [)tinf*t«i h 75 ■ 22" Andtir 
rUr>.du l.p.uir.. RJT L -t.; 220-4181 



O tamanho e os precos diminuem, enquanto aumentam a capacidade 
e o desempenho, Sao os novos perifSricos para micros, mostrados na NCC'83 



NCC^: avezdos 
perifericos 



Ds nuerocomputadores, que ano 
passado conseguiram firmar-se 
| n;i National Computer Confe- 
rence NCC dos Estados Urudos como 
ma'qinnas "s^rias", recebendo uma 
atencjlo antes monopolizada pelos siste- 
mas rnaioTes, oonsohdaram a sua posi$3o 
na NCC'83, realizada de 16 a 19 de 
maio no condado de Anaheim, Los An- 
geles. 

Isso porque, se em 1982 foi a vez dos 
computadores, notou-se este ano urn 
accntuado aperfcieoamenta dos pcnfe - - 
ncos para maquinas de pequeno portc. 
As impressoras, por exemplo.tornaram- 
se mais leves, compactas, velozes (a 
maiona utilizando a impressSo bidire- 
eional) e com precos relativamente mais 
baixos, niirnero de fabncantes tambdm 
aumetitou, mas os estandes da Epson 
Amenca. Okidata e C-ltoh foram os que 
atrai'nim o major mimero de visit antes. 
As t^cnicas de impressao a cores, apre- 

sentadas am paid rotnoi dois estandes, 

deverao atingir miuto breve grande po- 
pulandade, em virtude dos recursos que 
oferecem. 

DISCOS E TP 

O armazenamento de dados for outro 
setor em que a industna alcancou gran- 
dcs avancos. Os discos n'gidos com tec- 
nologja Winchester ficaram leves, com- 
pacts, com maior capacidade e menor 
preco, A Apple apresentou o proFile, 



<lrivf com capacidade de 5 Mbytes desti- 
nado a uso com o computador Apple 
III, enquanto que a Radio Shack ofere- 
cia aos usuanos do TRS-80 Mod. 12, 
por US$ 3 mil 945, urn disco rigid o de 
12 Mbytes expansivcl ate - 48 Mbytes, ii 
uma companlua japonesa, por sua vez, 
mostrou uma umdade de 50 Mbytes, do 
tamanho de urn floppy de 5 1/4 polega- 
das, por apenas US$ 5 mil. 




If .,:■ 



imM 974. M 






a mtk shvtm in th» fou 
fraMticalb? iacf*asM s 

iue to o" 

■Hitl ciMttPivl to i 



tet 



No sistema VisiOn, o vkieo simula uma mesa comum de trabalho. Os rehtdrkw podem 
ftcar st4perpostos como fblhas de papel. O controle de cursor, de SCROLL, ea execuftio 
dos comandos stfo feitos pelo mouse, em suhstitulcao ao teclado. 



82 



MICRO SISTEMAS, lulho/83 




TRS-80 Mod. 100: ate 32 K RAM, video com matriz de 240 x 64 ponton, mmlcrn 
emhutido, interfaces paralela, serial e para cassete, alem de haterias reearregdveis que 
mantem a memoria quando desltgado, 



Na aiea de disquetes.ocorreu uma re- 
ducHo de metade no volume das unida- 
des, ao mesmo tempo em que os drives 
de 5 1/4 polegadas auinentaram a sua 
capacidade de armazenamento. Vanos 
fab n can tes estffo lancando ftoppiei de 
3 1/2 polegadas, que permitirao o uso 
de disquetes nos micros pessoais. 

Em transmiss3o de dados, muitos fa- 
bncantes apregoavam as possibihdades 
de Ugacao de seus equipamentos is It* 
des tipo Ethernet ou Source. Oulras em- 
presas, como a Apple Computer, de- 
monstravam a ligacfo dos seus micros 
;i mainfrWMi (sistenias de grande porte) 
IBM e a rede Dow Jones de cotacSes de 
valores. A Radio Shack apresentou a re- 
de ARCNET, capaz de mterhgar de trSs 
a 255 computadores TRS-80 Mod. 12 
ou Mod. II numa rede local de automa- 
cao de escntdno. 

Aldm disso, Ires novas teenologias es- 
tffo sofrendo uma rapida evolucao e pro- 
inetem em breve um amplo espectro de 
apjjcacao; a ultra-alta resolucao de vi- 
deo, o reconhecimento de voz e a digi- 
tahzacJJo dc miagens com armazenamen- 
to em disco 6t.ico. 

Os videos de ultra-alta resolucao, por 
comportarem um numero bastantc clc- 
vado de pixeh (pontos de image m) na 
tela, possjbilitarn uma definic,a"o de ima- 
gem muito supenor a dos vi'deos de alta 
resolucao e incomparavelmente rnelhor 
que os videos comuns de TV. numero 
de fabneantes desses equipamentos tern 
aumentado muito nos EUA, e o uso de 
vi'deos profissionais nos micros pessoais 
ja e* uma prdtica bastante dissemmada. 

Cerca de 10 exibidores ofereceram 
demonstracoes na a"rea de recoiiliixi 
mento de voz e o vocabula'rio reconhe- 
cido pelas mrfquinas tamb£in cresceu. 
Devido a comodidade que oferece na 
comumcacao homeni-miquina, esse se- 
tor devera apresentar um creseinicnto 
acelerado a medida em que os equipa- 
mentos forem se tomando mais podero- 
sos, reconhecendo um numero maior de 

MICRO SISTEMAS, Julho/83 



palavras e com maior precisao, Entre as 
aphcacoes de entrada vocal de dados su- 
gendas por um dos fabneantes desses 
aparelhos, a Interstate Electronics Cor- 
poration, en contra m-se a automacao de 
ftbrieas, aplieacoes me'dicas, automacao 
dc cscnt6rios e desenlio assistido por 
computador. 

A digital] zacao de imagens com arma- 
zenamento em disco 6tico ibi a grande 
atracjlo no estande da Panasonic. Nes- 
se sistema, quadros fixos foealizados por 
uma camara de TV (em preto e branco 
ou a cores) sa*o digitalizados e em scgui- 
da gmvados por um feixe de laser em 
disco otico, num gravador especifica- 
mente projetado para esse fun. A recu- 
peracao dessa imagem e sua apresenki 
jfo no monitor de TV 6 feita ponnier- 
medio de um teclado localizado na parte 
superior do aparelho, Essa ticnica tern 
aplicacfo em setores como o cmemato- 
graTico, educacional e de comunicacSo, 
entre outros. 

Entre os computadores, a grande es- 
trela foi o LISA (Local Integrated Soft- 
ware Architecture), da Apple, sistema 
de 1 6 bits que pode operar tambe'm em 
32 bits, Os micros de 16 bits, alias, esta- 
vam presentes em diversos estandes, des- 
tacando-se o Personal Computer da IBM. 
Outras importantes novidades ficaram 
por conta da Texas Instruments, que 
lancou tambe'm o seu micro profissional, 
provavelmente para concorrer com o 
IBM-PC, e da Xerox, que apresentou o 
8010 Professional Workstation. 

O CAMUNDONGO E A TARTARUGA 

Na area de software, mais espeafica- 
menlc, de progra mas-prod uto, quatro 
empresas sc destacaram na NCC'83: Vi- 
siCorp, MicroPro, Microsoft e Hayden. 

A VisiCorp, que adquinu do seu au- 

tor o software mais vendido do mundo 

depois do jogo Space Invaders, o pacote 

fmanceiro VisiCaic, apresentou, ale'm de 

uma nova versa"o deste - o Advanced 

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1229, CEP 01441, tel. (011) 280- 
4144 - Jardim Paulistano - SP. 



NCC'83: A VEZ DOS PERIF^RICOS 



VisiCalc - dois novos produtos, ambos 
para uso no micro professional IBM-PC. 

Visi-On segue a filosofia de soft- 
ware extremamente poderoso e fdcil de 
usar, com forte orientacffo grsffica, po- 
pularizada pelo Lisa, da Apple. Ele ope- 
ra 6010 somente nove comandos bdsicos 
em Ingles, permanentemente mostrados 
numa barra de menus ao pe" do vfdeo. 
Ao se posicionar o cursor sobre o co- 
mando, ele muda imediatamente de vi- 
deo in verso para normal, mostrando que 
estd pronto para ser executado. 

posicionamento do cursor, bem co- 
mo a lmplementacffo dos comandos sa"o 
feitos atravds do mouse (camundongo, 
em Portuguds), espe'eie de controle re- 
moto ligado par um fio ao computador 
e que funciona da seguinte maneira: a 
movimentac.So do cursor segue a direcJTo 
do proprio mouse, que o usua'rio faz 
deslizar sobre a mesa. Quando o cursor 
aponta para o comando desejado, o 
usuano aperta o botao denominado SE- 
LECT e o comando e 1 automaticamentc 
executado. Um outro botao perrrute 
controlar a velocidade e dire^ao dc 
SCROLL (exibieffo sucessiva de lmhas) 
do arquivo mostrado na tela. 

Os comandos utilizados pelo Visi-On 
sao o HELP (da" mstrucOes sobre a ope- 
racffo do sistema), CLOSE e OPEN (fe- 
cha c abrc janelas na tela onde sff< > apre- 
sentados os arquivos), FRAME (estabe- 
lece o tamanho e a forma da janela de- 
sejada), OPTIONS (fomece o menu de 
opcocs de qualquer dos programas aph- 
cativos disponi'veis), TRANSFER (trans- 
fere os dados para outras aplicacOes), 
STOP {lnterrompe a execuca*o de um 
comando), SAVE (armazena em disco 
n'gido o que estiver na tela) e FULL (faz 
com que o documento apontado ocupe 
todo o espaco da tela). 

Esse software permite rodar simulta- 
ncamente vanos programas aplicativos 
diferentes, todos com a possibilidade de 
interagir cntre si. Esses programas po- 
dem ser vistos na tela (diversos deles de 
uma s6 vez) atrave's de janelas criadas 



pelo usuario, que pode aumenta"-las, di- 
minuf-las e desloca"-las para qualquer 
ponto do video. Tudo isso sem tocar 
no teclado, somente utilizando o mou- 
se. O usuirio tambdm pode transferir 
dados livremente de uma aplicacSo pa- 
ra outra e, no caso de aplicacOes relacio- 
nadas entre si, a altera ciTo nos dados de 
uma provoca a alteracao automaTica nos 
dados de todas as do ma is. Os resultados 
podem ser aprescntados sob as formas, 
simples ou combinadas, de graTicos, ta- 
belas ou relat6no escrito. 

outro novo pacote apresentado pe- 
la VisiCorp na NCC"83 foi o Visi Answer, 
que permite consultas a bancos de da- 
dos no IBM-PC. Ale'm desse, a empresa 
mostrou a sua VisiSeries, composta por 
diversos softwares para planejamento e 
controle fuianceiro, criacao e gerencia 
de arquivos, processamento de texto 
etc. 

A MicroPro mostrou os seus produ- 
tos CP/M para mjfquinas de 64 K RAM; 
CalcStar (tipo VisiCalc), DataStar (siste- 
ma para tratamento de arquivos), Info- 
Star (gerenciador de banco de dados), 
MailMerge (sistema de mala direta capaz 
de interligar os pacotes DataStar e 
WordStar), ReportStar (gerador de re- 
latinos), SpeUStar (glossdrio eletrfinico), 
Starlndex (permite criar l'ndices com 
sub-itens, tdbua de conteiido e listas de 
figuras e tabelas), SuperSort (utilitdrio 
para classificacSo, combinacffo e selecffo 
de informacOes dos ajquivos de dadps), 
WordMaster (editor de telas) e Word- 
Star (sistema de processamento de tex- 
tos). 

No estande da Microsoft, 22 pacotes 
cobrindo tfreas tais como financas e ad- 
ministracao, interpretador BASIC, com- 
piladores BASIC, Business BASIC, Lin- 
guagem C, FORTRAN, FORTRAN-80, 
Pascal e Applesoft, facilidade de SORT, 
sistema A.L.D.S. (linguagem Assembly 
para o Apple II), pacote de Macro As- 
sembler e uma impIementaca"o de LISP 
(para Apple, CP/M-80 e MS-DOS), 
ale'm de programas educacionais e re- 





Este disco rigtdo para TRS-80 pode ser expandldo de 1 2 MB ati 48 MB, 
84 



Imogens em ultra-alta resoiucao. 



creativos. Na parte de hardware, diver- 
sos cartOes para Apple (para rodar CP/ 
M ou expandir mem6na), IBM-PC (au- 
mento de mem6na e comunicacSo de 
dados), ale'm do famoso mouse, para o 
IBM-PC. 

A Hayden ofe re ceu, cntre outros pro- 
dutos, uma ponte de conexilo que per- 
mite ao IBM-PC executar os programas 
do Apple. 

Ainda na area de software, causaram 
grande interesse as diversas versoes do 
LOGO, sobretudo o Apple LOGO. Essa 
linguagem de aplicacao educacional, 
de caracteristicas eminentemente gntfi< 
cas, visa ensinar a criancas (e mesmo a 
adultos) os fundamentos logicos da Ma- 
.temdtica e da Computacffo. Isso 6 feito 
pela manipulacSo dc um cursor triangu- 
lar denominado tartaruga (turtle), atra- 
ve's do qual pode-se criar e combinar 
uma infinidade de formas na tela. 

CLIMA DE FESTA 

Maior feira de Informitica do mun- 
c|o, a NCC'83 recebcu milhares dc visi- 
tantes norte-americanos e estrangeiros, 
sobretudo japoneses e de outros pafscs 
da Asia, europeus (francescs, italianos, 
mgleses e escandinavos), aMm dos cerca 
de 80 brasileiros, integrantes da comiti- 
va da Abicomp. 

Mais de 700 emprcsas expuseram 
seus produtos e services, em feroz com- 
petigao de tccnologia e marketing, apre- 
scntando as mais recentes inovacCes que 
os seus laboratbrios conseguiram produ- 
/.n Quern ganliou com isso foram os 
vim i ai it os que, ale'm de bons produtos e 
do atendimento por demonstradores al- 
tamente capacitados (a Apple, por 
exemplo, para demonstrar a sua versa o 
do LOGO, contratou uma professora do 
Massachussets Institute of Technology 

MIT, Universdadc que desenvolveu 
essa linguagem), viveram tambe'm um 
clima de festa, onde na"o faltaram shows 
com artistas famosos, catdlogos e folhc- 
tos de impeca'vel qualidade.distnbui'dos 
aos milhares, e at£ expositores com flor 
na lapela. ■ 

* at 

MICRO SISTEMASJulho/83 






Na maioria dos micros pessoais, 
atio tern que convivcr com uma 

,e de Ijmitacoes dc capactdade de 

moria, pcrif6ricos etc No API Y 
00 isso nap acomece. 

Para comecar, o A PI Y 300 i Q iiiii 
co micro pessoal brasileiro de sua 
classe que ja tncorpora Intei fact 
rial RS-232C. [iso signifies que ele 
podsopcrai com yirtualmente todas 
a.s Impressorasdisponiveia nomeroa* 

do, alern dc Lonuinicai -sccom initios 
coniputadores. 1 muim breve voce 
podera ulili/ai lamhcm cluas unida- 

dei de disquete e gcradoi pn ^.raina- 
vel dc ate otto 60) 

Seu proeessador Z-80A 6 urn dos 
mais rapidos em uso no Brazil, com 
ciclo de clock de 3,25 MHz Coifl $ 

ampla nicriioria RAM de 32 ou 48 

Kbytes, voce nio precisa cspremer 

siiasaplieacoes, ncni ia/ci ginasiica 

na programaclo. 

Mas nio t so isso que o API ,Y 300 

ie distingue dos dentals sistetnas. No 

video, por cxemplo, aleni de fimcio- 
nar com qualqucr TV prcro e bran 
CO on coloridu, elc dispoe atnda de 

urn conectoi de SVC (Sinai de Video 

( 'ompOStO) pa/a I*Vs COJB adaptacao 

deentrada direta de video, o que per 
time major nitidei de Emagenti. 



flPPLY 3QU 



APPLY300: 

omais 
profissional 

dos micros 
pessoais. 



CARAC llRlSTICAS 

TECNICAS 

• Microprocessador Z80-A 

• l.inguagem Basic 

• 8 Kbytes dc ROM 

• 32 ou 48 Kbytes dc RAM 

• 69 teclas lipo membrana 
iTcxivct, com 160 juneSes 

• Joystick, Impressora (RS 
232-C) 

» Video: Aparelbos dc TV Be 
P ou Coloridl 

• Gravayao cm fit a cassele 
comum 

• Feedback audiiivo no teclado 

• Bip programme! e com 
memdria 

• tela paia lexlo com 24 pot 
32 caraciercs allanumericos 

• Ida para gtal'ieo com 44 por 
64 pontQS grai'ico.s 

• Tecias cspeciais: RUBOUT, 
EDIT, GRAPHICS, 
FUNCTION, dc. 

API l( A<,OPS 

• Progiamas ediieadouais 

• Jogos animados 



««» 




t para sua maJOl qualidade, a fon- 
te de alimemacao, local i/ada no pro 
pi in COrpo do aparelho, i capaz de 
fornecer tres tensocs (selecionaveis 
pot chave), que poderao scr uhli/a- 
das para dispositivos exlcinos BO 
contputndoi. 

I -ssas sao apenas algumas das ea- 
: racier ist it as dcsle podem.su sislema. 
Vcnha v$»lo pessoaliucnie. voce vai fi ■ 
car impreuionado com o desempc- 
nho do APLY 300, o mais profissh > 
rial dos mil EOS pcs.uloy 




Certtro de Pes^volvirfiertto dc Sistemas 

Pfclricos ind. Com. Uda. 

Estrada do Galefto, 1 1 sala 202 

Ilha do Goveniador Rio dc Janeiro - R. 

CEP 21931 Tel,; 396-4264 



• Jogo.s iiiteligentes 

• listaiistica 

• Calculus maternal icos 

• Financas 

• t Ydeulos bstruturais 

• ( 'out role de estoque 

• Com role de conta bancana 

• Orcamento domestic© 

• Graficos 

• Programacao Assembler 

• E muiias outras aplicacocs 



Para que futuro voce* esta 
educando seu filho? 




Os this usam computador. 



dd. 



I ssim como loth educate® 
F^V^^H emana de alguma imagem <l« 
jff I futuro, loda educacao cmcrna 
^P^^H alguma imagem do latino" 
M I [Alvin '\ojilrr) 
O CP 200 da Proidgka t simples de opernr, 
custa menos do gue um tv a cores e faz 
ImportcmU's Irabalhos de mlfrcsy de loda a 
famifia. Com ele voce e seus filhos aprendem a 
linguagem "Bask" e [team aptos a programar 
gualguer tipo de computador. pariicipando e 
criando o momenta dual que jd i chamado de 
"a era da mformdtica". 
Biota ligar o CP 200 a urn televisor e a urn 
gravador para voce If r um computador 
complete em sua casa. 
Assim como o extrato de tomate, o 
hijuidifaadot, o durex, o auiomovei a maguina 
de escrever e a cakuladora, o CP 200 vat 
simplifkar sua v'tda 



E val dar mais tempo para voce e sua familia 
ctiarem um futuro melhor. 



^^<^ 


■ ^1 






w 









Veja o gue voce \ai com o CP 200: 

• Aprendizado em linguagem Basic 

• Divertidos jogos e passatempos eletwmcos 

• Grtamenlo dome'slico 

• Controfe de canta banaxria 

• Aulas de matemdtica e fi'sica 

• Grdfiw e cdkulos aentifkos 

SOL1CITE DEMONSTRACAO NOS 
PRINCIPAIS MAGAZINES. 



PROIjOGICA 

microcomputadores 



Av. Eng a Luiz Curios Bemni. 1 168 - SP 



AL ■ MaceiO ■ 221-4851 ■ AM ■ Mamui - 214-1045 - BA - halvador ■ 247-8951 ■ 215-4 184 - CE • Vnrtukw - 226-0871 211 1295 226-4922 ■ DF • Brasilia - 226-1 521 - 271-2128 - 
225-4514 • 226-4127 • 242-6344 ES Vildrifl 229. 1 387 - 222-581 I GO - GflMKls- 224-7098 - 225-8598 -224-4657 ■ MA ■ SIP LuO - 222-6696 MT Cwiaba 121-2107 - MS - 
Campa Standi - 1*1-1277 - Uourada - 42 I -1 052 - MC - Mi> Hmlawie - 201 -755 5 - 226-6336 - 22 5-3305 - 222-3 1 96 - 227-088 1 - Setlm - 51 1 -1806 - Cel Vai>rk\tim> 84 I 1400 • Jufi de 
Fora • 212-9075 - UMmMt - 23 5-1099 • 215-6600- VffOM -891-2445 - PA ■ Ueltm ■ 22H-OOI I - PB - «o Pfaoa ■ 221-8232 - 221-6743 -PR - Cuntifa - 224-5616- 241-1711 - 
224-3422 - 223-2323 ■ 232-2793 - Pwita Qrossa - 24-0057 - PE - R«i/f - 221-0142 - 221-5774 - PI -Ttrtslna • 222-0186 - RJ - Campos -22 3714 Rio dt Janeiro - 264-5/97 - 22 1-5141 - 
2411 1099 M64499 2M119'i r,Jl I iM| RN Uatat .'J/V'M HS ( muh ,h> :-:»( 22 1 I 1 . If. ' .i<ir.)/,tr 88-102! Now \\nmi>um> 911922 P»W Al«« [6-6246 
42-0908-27-2255 -2I-4I89-Slrt Maria - 221-7170 - RO ■ Pnrlfl Velhi - 221-2656 - SP - AwwlKlw - 23-8021 • Aisis ■ 22-1797-22-2200- Qamtoi - 22-641 I - CawpOws • 2-4483 
32-4145 -IwnaM- 434-0222 - Manila - 33-5099 - Mogi dm Ouiei ■ 469-6640 - 468-1779 - Moai G«a(« - 61-0256 • WmJutfa ■ 11 1470 President Prmiente - 22-1165 Kilvimti Vwlo 
62 5-5924 -62 5-5926- 635-1 195 - Sab \mnmm da Burra - 728-2472 - Sao lorf dm Campos - 21-1752 - 22-71 II - Sad \ost Ac Rip Preto • 32-2842 • Santo - 11-2230- Sonxaki ■ 11-7794 - 
SC -ntumfiuiu- 72 6777 Ctimptn Nouw ■ 44^0196 Cwia'ma - 33-1436- Fhrtandpolis ■ 22-9622 ■ 22-6757 - Ito^i -44-1524 - \ciMlt ■ 11-7520- RfeidoSu/ 72-0557 SE Awmjii - 224-1 310 




** > f s f s«<!V^!,V. <!!>•. 



''^f&%^ 



• 16 ou 48 Kbytes de memorla 
RAM. 

• 40 loclas e 160 lungoes. 

• Gravagao de prooramaB em 
fits cassete comum 

• inpul e Output de dados. 

• Video: aparelhos do TV B&P 
ou colorido, 

• Fungoes especlals 
HIGH-SPEED. 

• Som Opclonal 

• Joystick, Impresaora. 

Pragode langamento: 
CrS 179.650,00 (16K) 
Cr$ 249.850,00 (48K) 

(Prego sujulto a alteragao) 

WMIIMwimMiwwitoutX^K %15i3&$S?%: n V 2253305/225 0644/201-7566 • BLUMENAU 2 

i »,.,,. ,rV.'Sr 4 i' Z /?5J 59 B "U»QUE 55 0675 • CAMPINAS J2- JH 10/B -0822 32 4 1 M/2OT30 • CAMPO G RAN l>h :mi MH/i;iB2-5332 • CAflUARU 7? 1 li>/1- CU 

J?ii?»^iIfiK,. . UOIANIA.'M l).MJ/224-0557*IJUI:U,> ,V4[> < ITAJUBA62a<H6G • L NS22-242H* LONDRINA 22 4244/2390/4 • MACEIO 223-3979/221 fi7/f; . MANAimrt/ 1 /u 1 . Mn 

UEJANEIF )/.",,' .'0'i()f.",,f W>/264-014 I/869 imi.'.'J.' 594B/VJ1 :i;>!J//2?2 00«B/267 1339/329 -4tmO?n m*)W4fi .ui,m< ■ t>i '.i,i ,-•,",.!/ 1849/92-1 7 17 • SALVADOR 2484666/ 

•SAOJOAO DA BOA VISTA 22 3330 

!-21 05/212-3888/545 47(59/227-3022/ 

M4.B79A.ViQdtttlVlY»0OT1^ ' """' — ™- — i - =«™v,„ n « J<TOOO . ,«u n *. C 314137 . UBFRABA 333-1091 • UBERLANDIA 







BRASILIA 224 2777/225 4534/226 9201 1